CarTidas Onde Fica?

CarTidas Onde Fica

Onde fica a carótida no corpo humano?

Quais são as doenças vasculares mais comuns? –

Doença Carotídea As carótidas são artérias que levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para o cérebro. Cada indivíduo tem duas artérias carótidas, que se localizam uma de cada lado na região anterior do pescoço. Além delas, outras duas importantes artérias na parte posterior do pescoço também irrigam o cérebro: as vertebrais.

  1. Na região intracraniana, todas se unem em uma rica rede de circulação colateral.
  2. A principal causa de estenose (estreitamento) da artéria carótida é a aterosclerose, que é o acúmulo de placas ricas em gordura na parede dos vasos.
  3. Devido a características anatômicas, e de fluxo sanguíneo, a bifurcação carotídea frequentemente é a sede da formação dessas placas de gordura calcificada.

Estreitamentos de grau elevado diminuem o fluxo sanguíneo para o cérebro. A maioria dos pacientes não apresenta sintomas, pois o fluxo diminuído na carótida estreitada é compensado pela outra carótida e pelas artérias vertebrais. É importante lembrar que o lado esquerdo do cérebro controla os movimentos e sensações do lado direito do corpo e vice-versa.

O grande problema dessas placas de gordura na bifurcação carotídea, porém, não é somente a redução do fluxo sanguíneo cerebral, mas principalmente o risco de pequenos fragmentos de gordura ou coágulos se desprenderem e navegarem para os vasos do cérebro, provocando a perda de irrigação em determinado local.

A ausência de irrigação pode levar à morte neuronal e sequelas neurológicas, muitas vezes definitivas. PREVALÊNCIA A prevalência de estreitamento carotídeo moderado (maior que 50%) é de 0,2% em pessoas abaixo dos 50 anos, aumentando para 7,5% a partir dos 80 anos. Os principais fatores de risco para desenvolvimento da doença aterosclerótica na carótida são hipertensão arterial, tabagismo, diabetes mellitus e aumento do colesterol.

  • QUADRO CLÍNICO Ataque Isquêmico Transitório Sintoma neurológico com duração de, no máximo, 24 horas, mas comumente se perdura por apenas alguns minutos.
  • Podem ocorrer diversos tipos de manifestações clínicas, como paralisia e perda de sensibilidade na perna, no braço ou face, perda da consciência, desmaios, dentre outros.

A função da fala pode ser afetada. Este evento ocorre devido a placa de gordura apresentar uma superfície irregular, que pode desprender pequenos coágulos que são carregados pelo sangue e vão se alojar numa pequena artéria no cérebro, obstruindo a chegada de sangue e nutrientes, o que causa isquemia.

Esses coágulos podem ser dissolvidos pelo próprio organismo, com restabelecimento do fluxo sanguíneo. O grau de estreitamento é proporcional ao risco de formação dessas partículas, por isso os estreitamentos mais acentuados são mais preocupantes. Outra manifestação comum é a chamada amaurose fugaz, uma perda temporária da visão em um olho, que nada mais é do que um ataque isquêmico transitório da retina, por fragmentos da placa de gordura que chegam até a artéria oftálmica.

O evento transitório é um alerta que dá a grande oportunidade de tratar o paciente antes que uma nova isquemia, ainda mais grave ocorra. Acidente Vascular Cerebral (AVC) Neste caso, os sintomas duram mais de 24 horas e persistem por tempo variável, inclusive podendo ser permanentes.

  • Com o passar das semanas e meses, pode haver melhora lenta e progressiva.
  • Ocorre quando o suprimento sanguíneo para uma área do cérebro é abolido definitivamente, sendo também popularmente conhecido como “derrame”.
  • Pode ser causado pelo mesmo mecanismo do ataque isquêmico transitório, a embolização de pequenas partículas, ou por oclusão abrupta (fechamento completo) de uma carótida previamente estreitada.

O comprometimento clínico é variável, podendo ser leve (pequena diminuição de força) a severo (paralisia completa de um lado do corpo e perda da fala). Quando a área de isquemia é muito extensa, pode afetar regiões vitais no cérebro, como a de controle da respiração, e o paciente pode não sobreviver ao quadro inicial.

A cirurgia, que em alguns casos é realizada para desobstrução da carótida, não tem a função de melhorar o quadro clínico que o paciente apresenta, mas sim evitar novos episódios. É importante ressaltar que a minoria dos pacientes que sofrem um AVC apresenta um evento neurológico transitório prévio. E quando isso acontece, o atendimento deve ser prioritário, pois a chance de recidiva do AVC nos primeiros 15 dias é maior que 30%.

A demora no diagnóstico e no tratamento é uma perda de oportunidade de beneficiar esses pacientes. Não se deve dispensar o paciente com um AVC menor ou com um AIT, sem antes investigar a causa e instituir o tratamento. DIAGNÓSTICO O fluxo e a estrutura da parede vascular das artérias carótidas podem ser avaliados de forma não invasiva por ultrassonografia doppler.

  1. O exame pode definir com segurança se a obstrução é maior ou menor que 70%.
  2. Quando se pretende realizar cirurgia, o exame mais utilizado atualmente para planejamento é a angiotomografia computadorizada.
  3. A angiografia atualmente é utilizada já com o intuito de tratamento durante o procedimento endovascular.

TRATAMENTO CLÍNICO Os critérios para decidir sobre o tratamento consideram: presença de sintomas, características da placa de gordura e grau de estreitamento produzido por ela, além dos riscos inerentes ao paciente e ao procedimento a ser realizado. É certo que todos os portadores de estreitamento da carótida devem receber tratamento clínico, tanto para tratar esta condição quanto para prevenir outros eventos cardiovasculares.

  • Controle de fatores de risco: tratamento rigoroso da hipertensão arterial, do diabetes, do colesterol elevado e de quaisquer outras doenças.
  • Exercício físico: auxilia no condicionamento cardiovascular, na perda de peso e no controle da hipertensão e diabetes.
  • Abolição do fumo: o tabagismo causa efeitos deletérios na camada interna dos vasos, nas plaquetas, nos lípides e na coagulação sanguínea.

Antiagregante plaquetário: este medicamento diminui o risco de ocorrência de AVC, pois diminui a agregação plaquetária, tornando o sangue menos coagulável. Por isso também diminui a chance de infarto do miocárdio e de outras tromboses arteriais. Estatina: medicamento para reduzir o nível de colesterol que deve ser utilizado mesmo nos pacientes que estão com níveis considerados normais, pois reduz o risco de AVC e outros eventos cardiovasculares.

TRATAMENTO CIRÚRGICO Os pacientes com sintomas como os descritos acima, com estreitamentos entre 50% a 99%, devem ser prontamente encaminhados ao especialista para que possam ser operados. Os pacientes sem sintomas, com estenoses acima de 70%, serão avaliados e melhor selecionados para tratamento invasivo quando indicado.

ENDARTERECTOMIA Esta cirurgia consiste na retirada da placa de gordura e dos trombos que obstruem parcialmente a artéria, sob visualização direta. Com a retirada da placa, a artéria vai ficar totalmente aberta, havendo aumento de fluxo sanguíneo para o cérebro, o que reduz o risco de formação de novos trombos.

A cirurgia pode ser feita sob anestesia geral ou mesmo local. TRATAMENTO ENDOVASCULAR Nesta técnica, um stent é levado por meio de um cateter introduzido na artéria femoral (virilha), e é posicionado na carótida com a utilização de raio-X. O stent é liberado na região da estenose e “alarga” o vaso que estava estreitado.

Para evitar que fragmentos da placa aterosclerótica eventualmente possam se soltar durante a colocação do stent, e chegar ao cérebro, pelo mesmo cateter é implantado um pequeno dispositivo, semelhante a um pequeno filtro, que captura fragmentos de placa se estas se soltarem. dMinSP4597 2022-09-19T21:02:16-03:00

Quais são os sintomas da carótida entupida?

Sintomas – Quando a doença está em seu estágio inicial, muitas vezes os sintomas não se manifestam, fazendo com que a pessoa descubra que possui a doença quando houver alguma complicação grave, como um acidente vascular cerebral ou o ataque isquêmico transitório.

Onde fica a carótida no pescoço?

Cirurgia para artéria carótida: quando é necessário e quando não é As são os principais vasos sanguíneos que levam sangue para o cérebro. São duas e ficam na parte lateral do pescoço. Quando são obstruídas por placas de gordura, podem causar um derrame.

  • Existem duas maneiras de desobstruir as artérias carótidas: por uma cirurgia convencional chamada endarterectomia ou por uma cirurgia endovascular chamada colocação de stent,
  • Os dois procedimentos são eficientes e seguros quando indicados na situação correta.
  • Muitas vezes, a cirurgia da artéria carótida é realizada sem necessidade.

Abaixo, estão algumas informações para se considerar antes de se submeter a uma cirurgia na artéria carótida:

A cirurgia muitas vezes não é necessária quando não há sintomas. A cirurgia tem riscos. A cirurgia custa caro. Então, quando a cirurgia de carótida deve ser realizada?

Se a pessoa teve um derrame ou um mini-derrame conhecido como ataque isquêmico transitório (AIT), a cirurgia pode ajudar a evitar um novo derrame. A situação em que a cirurgia mais ajuda é quando há uma obstrução importante. Se a pessoa não teve um derrame ou um mini-derrame, o benefício da cirurgia deve ser avaliado individualmente.

O tratamento com medicamentos e mudanças no estilo de vida é eficaz e diminui o risco de ser ter um derrame. A cirurgia de carótida pode causar complicações como derrame e infarto no coração. Pessoas com mais de 75 anos, diabetes, doença no coração têm mais chance de ter complicações. A cirurgia de carótida é um procedimento de alta complexidade.

Seu custo é geralmente elevado, independente de ser feita em hospitais do sistema único de saúde (SUS) e em hospitais privados (convênios e particulares). A cirurgia de carótida deve ser realizada quando a obstrução é muito acentuada. Quando já ocorreu um derrame ou um mini-derrame, a cirurgia pode reduzir bastante o risco de um derrame ainda mais grave.

O que acontece quando a carótida entope?

Sintomas – Podem estar ausentes. A maioria das pessoas com doença da carótida, mesmo com obstrução grave, não apresenta sintomas. O diagnóstico geralmente é feito em uma consulta de rotina com o cirurgião vascular ou com médicos de outras especialidades, como clínicos gerais, cardiologistas ou neurologistas.

Outras vezes, a obstrução das carótidas é encontrada após um acidente vascular cerebral. Por geralmente não dar sintomas, podendo ser descoberta somente após provocar AVC, é importante que se pesquise a doença carotídea nos pacientes de maior risco. Sabe-se que o risco de AVC no paciente que ainda não apresenta sintomas aumenta proporcionalmente ao grau de obstrução da artéria, especialmente quando esta obstrução ultrapassa 70%.

Outro fator de maior risco de sintomas neurológicos está associado ao tipo de placa de aterosclerose, informação esta obtida com a ultrassonografia. Os sintomas de obstrução da carótida podem acontecer pela diminuição de fluxo para o cérebro (no caso de a placa provocar estreitamento muito significativo) ou por migração de pequenos coágulos a partir da carótida (embolia).

  1. No primeiro caso, ocorrem tontura e desmaios.
  2. Já nos casos de embolia, os sintomas mais comuns são a alteração da visão, com perda total ou de parte da capacidade de enxergar com um dos olhos, alterações da sensibilidade e da movimentação de braços e pernas de um dos lados do corpo, ou, ainda, dificuldade de falar.

Esses sintomas podem ter a duração de poucos minutos (quando ainda não são considerados AVC) ou já se instalarem de maneira definitiva. Dor no pescoço não é um sintoma de doença obstrutiva da carótida.

O que causa problema na carótida?

​​​​​​​​​ Localizadas uma em cada lado do pescoço, as artérias carótidas têm uma função fundamental no organismo: a de levar sangue e oxigênio para o cérebro. Doenças como hipertensão, teor elevado de colesterol, diabetes e tabagismo estão entre os fatores de risco que podem provocar o entupimento dessas artérias.

  1. Os mesmos fatores de risco que para o coração podem provocar infarto, para o cérebro podem provocar o derrame.
  2. Essa é a consequência quando há entupimento das carótidas”, afirma o cirurgião vascular do Hospital 9 de Julho, José Resende, acrescentando que a obstrução das carótidas também pode ser provocada, em alguns casos, por traumas ou radioterapia.

O tratamento para o entupimento das carótidas vai depender do grau de comprometimento dessas artérias. “Tudo vai depender dos sintomas que o paciente apresenta e da avaliação do estado das duas carótidas”, diz Resende. Segundo ele, em linhas gerais, pacientes assintomáticos com obstrução de até 90% em uma das artérias podem ser tratados com medicamentos.

  • Já em casos em que a doença pode estar até menos avançada (com comprometimento de mais 70% de uma das carótidas), mas com sintomas como isquemia cerebral transitória ou quando a outra carótida também apresenta obstrução, pode ser necessário um tratamento invasivo”, explica ele.
  • Esse tratamento implica na revascularização da carótida por via percutânea (com uso de cateter) ou por um procedimento que leva o nome de endarterectomia.

“Diferentemente do coração, onde pode ser feita uma ponte de safena ou mamária, nas carótidas não se colocam pontes. Pela endarterectomia a artéria é aberta, limpa e depois fechada”, diz Resende. De acordo com o cardiologista, a decisão sobre qual método de tratamento para as carótidas é tomada com base nas características anatômicas dos pacientes, os riscos de complicações que eles podem oferecer.

  1. Para um procedimento como esse é fundamental a qualidade do atendimento hospitalar.
  2. Estudos mostram que o risco de consequências graves por não operar um paciente com entupimento das carótidas é de 5%.
  3. Portanto, para a cirurgia valer a pena, a instituição de saúde deve apresentar taxas de complicações cirúrgicas menores do que 5% ou então encaminhar o paciente para centros mais especializados.

O Hospital 9 de Julho conta com taxas inferiores a 5%, o que é um grande diferencial no que se refere ao tratamento das carótidas”, afirma Resende.

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O que é bom para desentupir as carótidas?

Cirurgia para artéria carótida: quando é necessário e quando não é As são os principais vasos sanguíneos que levam sangue para o cérebro. São duas e ficam na parte lateral do pescoço. Quando são obstruídas por placas de gordura, podem causar um derrame.

  1. Existem duas maneiras de desobstruir as artérias carótidas: por uma cirurgia convencional chamada endarterectomia ou por uma cirurgia endovascular chamada colocação de stent,
  2. Os dois procedimentos são eficientes e seguros quando indicados na situação correta.
  3. Muitas vezes, a cirurgia da artéria carótida é realizada sem necessidade.

Abaixo, estão algumas informações para se considerar antes de se submeter a uma cirurgia na artéria carótida:

A cirurgia muitas vezes não é necessária quando não há sintomas. A cirurgia tem riscos. A cirurgia custa caro. Então, quando a cirurgia de carótida deve ser realizada?

Se a pessoa teve um derrame ou um mini-derrame conhecido como ataque isquêmico transitório (AIT), a cirurgia pode ajudar a evitar um novo derrame. A situação em que a cirurgia mais ajuda é quando há uma obstrução importante. Se a pessoa não teve um derrame ou um mini-derrame, o benefício da cirurgia deve ser avaliado individualmente.

O tratamento com medicamentos e mudanças no estilo de vida é eficaz e diminui o risco de ser ter um derrame. A cirurgia de carótida pode causar complicações como derrame e infarto no coração. Pessoas com mais de 75 anos, diabetes, doença no coração têm mais chance de ter complicações. A cirurgia de carótida é um procedimento de alta complexidade.

Seu custo é geralmente elevado, independente de ser feita em hospitais do sistema único de saúde (SUS) e em hospitais privados (convênios e particulares). A cirurgia de carótida deve ser realizada quando a obstrução é muito acentuada. Quando já ocorreu um derrame ou um mini-derrame, a cirurgia pode reduzir bastante o risco de um derrame ainda mais grave.

Qual exame detecta carótida?

O que é o Doppler de carótidas? – O Doppler de carótidas é um exame de ultrassonografia com doppler colorido que é realizada sobre as artérias carótidas. Isto é, trata-se de um método diagnóstico que utiliza-se do eco produzido pelo som para criar imagens em tempo real das estruturas e órgãos internos.

As carótidas são artérias muito importantes para conduzir a passagem do fluxo sanguíneo do coração para o cérebro e estão localizadas na região do pescoço. Nesse sentido, pode se dizer que este é um canal, passível de obstrução ou fechamento parcial a medida que placas de gordura ou tecidos fibrosos se acumulam em suas paredes.

A obstrução do fluxo sanguíneo do coração ao cérebro provoca o risco de AVC, podendo ocasionar o óbito da vítima ou sequelas. Assim, o Doppler de Carótidas possibilita que o médico radiologista consiga observar com muita precisão o aspecto dessas artérias, avaliando a aterosclerose da artéria carótida, ou melhor as obstruções, ou espessura das placas de ateroma (gordura), assim como velocidade do fluxo de sangue que passa pela região.

Qual exame para saber se tem veia entupida?

Qual exame detecta veia entupida no coração? Muitas pessoas se referem a doenças cardíacas como sendo uma veia entupida no coração, trazendo uma pergunta recorrente: “como saber se a veia do coração está entupida?”. O médico cardiologista esclarece que, inicialmente, é importante fazer uma diferenciação entre o que é veia e o que é artéria.

  • As veias são os vasos que drenam o sangue não oxigenado dos tecidos e o levam para o pulmão, onde ele é oxigenado.
  • As artérias, por outro lado, são os vasos que conduzem o sangue oxigenado para irrigação e oxigenação dos tecidos.
  • Dessa forma, doenças acometendo veias cardíacas são extremamente raras.
  • O que é muito mais comum são doenças acometendo as artérias coronárias, que são as que irrigam o músculo cardíaco.

Podem causar desde quadros de angina, que é aquela dor no peito em aperto e que surge geralmente associada ao esforço físico, até a oclusão total das artérias coronárias, levando a uma situação de infarto agudo do miocárdio, no qual o músculo cardíaco, por falta de recebimento do sangue oxigenado e da sua irrigação, acaba morrendo e levando uma parte do músculo cardíaco a não funcionar ao longo do tempo.

  1. Causas do “entupimento” das artérias – As pessoas perguntam “o que entope as veias do coração” – no caso as artérias coronárias.
  2. O processo de aterosclerose começa muito cedo na vida.
  3. Existem evidências de crianças e adolescentes já com pequenas placas de gordura nas artérias coronárias no seu estágio inicial nessa faixa etária.

Fumo, obesidade, presença de colesterol alto, pressão alta e diabete contribuem para a progressão da obstrução ao longo dos anos, levando ao surgimento de sintomas – dor no peito ou cansaço desproporcional ao se fazer uma atividade física. Coronária direita com duas estenoses graves, no seu óstio (seta preta) e terço médio (seta vermelha).

A detecção de obstruções ou de entupimentos em artérias cardíacas pode ser feita por meio de exames não invasivos, como teste ergométrico, cintilografia do miocárdio, ecocardiografia de estresse ou mesmo ressonância cardíaca.Num extremo mais invasivo, o diagnóstico pode ser feito pelo cateterismo cardíaco, geralmente indicado quando o paciente apresenta um quadro instável, com risco de evolução para um infarto do miocárdio, ou quando os exames não invasivos mostram uma grande área do músculo cardíaco com irrigação deficiente. Sobre o diagnóstico por cateter – Cateterismo cardíaco é o nome genérico que se dá para todos os procedimentos em que o coração é acessado por intermédio da introdução de cateteres, com a punção de uma artéria ou uma veia.Na grande maioria dos casos, quando se fala em cateterismo cardíaco, está se referindo ao estudo realizado das artérias coronárias visando à detecção de obstrução ou de entupimento desses vasos.Hoje em dia, esse tipo de procedimento diagnóstico invasivo é realizado basicamente para determinação da presença ou não de obstruções (estreitamentos) das artérias coronárias (neste caso, ele é chamado de cinecoronariografia).Além de ser o padrão-ouro para a identificação dessas obstruções, a cinecoronariografia também determina se há a necessidade ou não do seu tratamento.

De modo geral, o cateterismo é um exame bastante rápido, realizado em torno de 15 a 20 minutos. No caso do cateterismo ser feito para tratamento de uma doença cardíaca, o tempo pode variar de 30 minutos a duas ou três horas, dependendo da complexidade do caso a ser tratado.

O tratamento das obstruções das coronárias por cateter pode ser realizado por duas vias de acesso. A primeira delas, utilizada há mais tempo, é feita pela punção de uma artéria localizada na região da virilha (artéria femoral). Mais recentemente, uma outra via de acesso ainda menos invasiva foi desenvolvida, utilizando a punção de uma artéria localizada no punho (artéria radial).

A utilização da artéria radial apresenta várias vantagens em relação ao acesso tradicional, pela virilha. Você pode obter mais informações sobre essa via de acesso e suas vantagens na aba ” “. : Qual exame detecta veia entupida no coração?

Como é feito o exame de carótida?

Qual a indicação desse exame e como é realizado? – De forma geral, sintomas como desmaios e tontura devem ser investigados por um neurologista, médico que poderá solicitar o exame de doppler de carótidas. Entretanto, pacientes assintomáticos que realizam check ups anuais e apresentarem alto índice de gordura no sangue, devem procurar um profissional que investigará a necessidade de realização desse exame. Doppler de carótidas possibilita investigar oclusão ou estreitamento das artérias carótidas O exame é indolor, rápido, não invasivo e não exige qualquer preparação do paciente. O aparelho será conduzido sobre a artéria localizada no pescoço com o auxílio de um gel. Por não utilizar radiação, o exame pode ser realizado até mesmo na gestação.

Qual é o médico que cuida das carótidas?

Várias especialidades médicas cuidam dos problemas da circulação, Entre tantos especialistas, fica difícil saber qual é o profissional mais adequado para cada doença. Este texto se propõe a esclarecer a confusão. O cirurgião vascular, ou angiologista cuida dos problemas envolvendo os vasos sanguíneos das pernas, braços, tronco e pescoço.

Ele trata problemas nas artérias, como aneurisma de aorta, estenose das carótidas, doença arterial obstrutiva ; e também problemas nas veias como telangiectasias (vasinhos), varizes e trombose, Um tipo especial de inchaço chamado linfedema também é tratado pelo cirurgião vascular. Muitas vezes, pacientes precisam de catéteres para quimioterapia ou fístulas para hemodiálise.

Estes procedimentos são feitos pelo vascular. O cirurgião vascular pode tratar os problemas com medicamentos, cirurgia convencional ou cirurgia endovascular. Na cirurgia endovascular, o tratamento é feito com catéteres, utilizando pequenos cortes. São procedimentos menos invasivos e permitem uma recuperação mais rápida.

  1. Os problemas nos vasos sanguíneos do coração são tratados pelos cardiologistas,
  2. São problemas comuns no coração o infarto por obstrução das artérias coronárias, as arritmias e as doenças das válvulas.
  3. Os cardiologistas são responsáveis pelo diagnóstico, exames e pelo tratamento com medicamentos.
  4. Se for necessário um cateterismo cardíaco, ou seja, um tratamento com catéteres no coração, o profissional adequado é o hemodinamicista,

Caso seja necessário uma cirurgia cardíaca, quem a realiza é um cirurgião cardíaco, Os problemas vasculares do cérebro são tratados pelos neurologistas, Os aneurismas cerebrais, as hemorragias e as malformações são os problemas mais comuns dos vasos sanguíneos do cérebro.

Como palpar a carótida?

Carotídeo: (1) é palpada colocando-se os dedos do examinador sobre a projeção da laringe, deslizando posteriormente até sentir a artéria carótida contra os músculos pré-vertebrais ; (2) o examinador coloca-se anterior ou posteriormente ao paciente e palpa a artéria com os dedos em forma de gancho, colocando lateralmente

Como sentir a carótida?

Doença da artéria carótida Sistemas:CirculatórioProcedimentos:AngiografiaBiopsiaAblaçãoEmbolização em oncologiaEmbolização de hemorragiaMarcação tumoral (pré-operatório)Shunt portossistêmico intra-hepático via transjugularProcedimentos biliaresTécnicas pediátrica de Radiologia Intervecionista Visão geral A maior artéria em seu corpo é a aorta.

  • Ela leva sangue a partir do coração para todo o corpo.
  • As artérias carótidas se estendem a partir da aorta para o cérebro e fornecem sangue para esse órgão.
  • Se você pressionar suavemente ambos os lados de sua traqueia, no pescoço, você pode sentir pulsações das artérias carótidas.
  • Como qualquer artéria do corpo, as carótidas podem se tornar doentese terem seu interior obstruído parcial ou completamente.

O material que é depositado no interior das artérias é chamado de ateroma e é, essencialmente, um depósito de gordura. Ele forma uma placa que, eventualmente, pode fazer com que ocorra um estreitamento da artéria carótida, que é chamado de estenose. À medida que a placa vai se acumulando, as artérias tornam-se estreitas e endurecem.

  1. Esse processo é chamado de aterosclerose e é mais provável de acontecer com o envelhecimento.
  2. Apenas 1% dos adultos com idades de 50 a 59 anos tem estreitamento significativo nas artérias carótidas, mas 10% dos adultos com idades de 80 a 89 anos têm esse problema.
  3. Sintomas O acúmulo de ateroma na artéria carótida pode causar inúmerosproblemas.

Parte do depósito de gordura pode se soltar e viajar na corrente sanguínea para o cérebro. Quando essas partículas obstruem umapequena artéria do cérebro, pode causar um miniacidente vascular cerebral (chamado de ataque isquêmico transitório – AIT). A gravidade do problema causado é difícil de ser prevista e depende de onde o embolo foi parar.

Se essas partículas viajam para o cérebro, pode ocorrer perda da fala, fraqueza, dormência em um braço, ou talvez em um braço e uma perna, em um dos lados do corpo. O lado comprometido do corpo depende de qual artéria carótida causou o problema. A metade esquerda do cérebro controla o lado direito do corpo, e o lado direito do cérebro controla o lado esquerdo do corpo.

Portanto, se as partículas se deslocam da placa na artéria carótida direita e viajam para o lado direito do cérebro, o paciente pode experimentar os sintomas no braço e/ou na perna esquerda. Para a maioria das pessoas destras, o centro do cérebro de controle de voz está situado à esquerda, desse modo, doença na artéria carótida esquerda pode levar a problemas de fala.

  • Poderão serdetectados os seguintes sintomas:fraqueza; dormência; sensação de formigamento em um dos lados do seu corpo, por exemplo, em um braço ou uma perna; incapacidade de controlar o movimento de um braço ou uma perna; perda de visão em um olho, como se houvesse uma cortina;incapacidade de falar claramente.
  • Às vezes, os fragmentos obstruem temporariamente o fluxo de sangue no cérebro, ou no olho restaurado, em sintomas temporários.
  • Se os sintomas desaparecem ao fim de 24 horas, ocorreu um miniacidente vascular cerebral, ou seja, um AIT.

No entanto, esses sintomas não devem ser ignoradose um AIT é um aviso de que você pode estar em risco de ter mais miniacidentes vasculares cerebrais ou um acidente vascular cerebral (AVC)de fato. Esses sintomas devem ser comunicados ao seu médico imediatamente, já que o maior risco parece ser logo após os primeiros sinais.

  1. Se os sintomas não melhorarem dentro de 24 horas, você provavelmente já está com um AVC instalado.
  2. Recomenda-se que você contate o seu médico, haja vista que isso pode se repetir e, possivelmente, mais sequelas podem surgir, caso não receba o tratamento adequado.
  3. Diagnóstico O seu médico irá, primeiramente, perguntar sobre sua saúde geral e história médica, incluindo os fatores de risco, como: se você fuma, com que frequência e há quanto tempo está com os sintomas.
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Você será submetido a um exame físico e sua pressão arterial pode ser aferida. Você também pode ter que se submeter a um eletrocardiograma (ECG) e a uma radiografia de tórax.

  1. Seu médico também pode usar outras técnicas de imagem, como Dopplerde carótidas, angioressonância magnética, angiografia e tomografia computadorizada.
  2. Tratamento
  3. A primeira estratégia de tratamento é resolver quaisquer fatores de risco que você tenha, como parar de fumar.

Em segundo lugar, você precisa ter uma combinação de medicamentos adequada para você, para evitar mais acúmulo de placa e para tentar estabilizar a placa que já existe.Isso é chamado de tratamento clínico. Você pode ter que tomar medicamentos como aspirina (medicação que atua dificultando a formação de coágulos), estatinas (para reduzir o colesterol) ou inibidores da enzima conversora de angiotensina – ECA (para diminuir a pressão arterial).

A radiologia intervencionista também pode tratar a doença da artéria carótida, usando um procedimento chamado angioplastia, com implante de stent na artéria carótida para mantê-laaberta, impedindo que a placareduza a luz do vaso. A estenose da carótida pode ser tratada com cirurgia, em uma operação chamada endarterectomia de carótida.

: Doença da artéria carótida

Como saber se a veia do pescoço está entupida?

Como Diagnosticar a Doença das Carótidas – Em alguns casos pode não haver sintomas da doença das carótidas, o que torna o diagnóstico precoce ainda mais importante, visto que em muitos casos, a descoberta da doença ocorre tarde demais, apenas quando há o acidente vascular.

  1. Portanto, havendo a menor suspeita, é importante consultar-se com um cirurgião vascular.
  2. O exame preliminar pode ser feito com um estetoscópio, com o qual o profissional se vale de sons anormais, chamados de sopro, para diagnosticar a doença da artéria carótida.
  3. Contudo, as características assintomáticas da doença em alguns casos, podem exigir uma triagem (check-up vascular) completa.

Os testes diagnósticos podem incluir:

  • Ultrassom Doppler de Carótidas : Exame feito para estudar em tempo real a circulação e forma das artérias carótidas e vertebrais, focado no estudo da condição da parede arterial para a identificação de estenoses por placas de aterosclerose e fluxo sanguíneo nas artérias.
  • Ultrassom duplex carotídeo : Um procedimento de imagem que usa ondas sonoras de alta frequência para visualizar as artérias carótidas para determinar se há estreitamento. Este é o teste mais comum utilizado para avaliar a presença de doença da artéria carótida.
  • Angiograma da carótida : Procedimento de imagiologia invasivo, no qual um cateter é inserido dentro de um vaso sanguíneo no braço ou na perna e guiado para as artérias carótidas com auxílio de uma máquina especial de raio-x. Exame feito para avaliar ou confirmar a existência de estreitamento ou oclusão das artérias carótidas.
  • Angiografia por ressonância magnética : um tipo de imagem de ressonância magnética (MRI) que utiliza um campo magnético e ondas de rádio para fornecer imagens das artérias carótidas, que em muitos casos não podem ser oferecidas por exames radiográficos, ultrassons ou tomografias computadorizadas.

Quando a dor no pescoço e preocupante?

Dor no pescoço: quando e por que devo me preocupar? O pescoço e a região lombar encontram-se em extremidades opostas da coluna vertebral, mas têm muito em comum. Ambos suportam cargas pesadas e ambos tendem a doer. De acordo com um relatório do Annals of Internal Medicine, cerca de 13% dos adultos americanos sofrem de dor no pescoço em um dado momento.

Metade de todos os adultos pode pelo menos lembrar de uma ocasião em que o pescoço deles estava dolorido e duro. Como dor nas costas, a dor no pescoço pode ser extremamente frustrante. Ele tende a aparecer rapidamente e vai embora devagar. Essa é também a boa notícia: para a maioria das pessoas, ela desaparece.

Tudo o que costuma acontecer é um pouco de autocuidado, muita paciência e, talvez, alguma ajuda de um médico. O que causa dor no pescoço? Os músculos e ligamentos do pescoço são fortes e flexíveis, mas eles têm seus limites. Se você tiver má postura ou esticar demais o pescoço ou torcê-lo muito rápido, pode desenvolver entorses ou distensões dolorosas: pequenos ferimentos nos músculos e ligamentos.

  • Se a sua dor piorar durante a manhã, você pode estar forçando o pescoço enquanto dorme.
  • Entorses e distensões também são muito comuns após quedas e acidentes de carro.
  • Artrite é outra causa comum de dor no pescoço.
  • Tanto a artrite reumatóide como a osteoartrite podem danificar as articulações do pescoço, causando dor e rigidez.

Tal como acontece com dor nas costas, alguns casos de dor no pescoço podem ser rastreados para os discos que amortecem as articulações entre as vértebras. Os discos no pescoço podem desgastar-se com a idade, sobrecarregando as articulações. E, como os discos na região lombar, os discos no pescoço podem ficar com hérnia ou “ruptura”.

  1. O centro gelatinoso pode vazar do disco e pressionar um nervo, causando dor no pescoço.
  2. Muito raramente, a dor no pescoço é um sintoma de uma doença fatal, como meningite (uma infecção cerebral) ou câncer.
  3. O que posso fazer em relação à dor no pescoço? Na maioria dos casos, o tempo é o melhor remédio para a dor no pescoço.

Se você puder evitar esticar ainda mais o pescoço, a dor deve desaparecer gradativamente. Seja paciente: De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde, o processo de cicatrização pode levar até várias semanas. Os analgésicos de venda livre, como a aspirina ou o ibuprofeno, podem tornar a espera muito mais suportável.

  • Você também pode tentar soltar os músculos tensos com um banho quente ou uma almofada de aquecimento.
  • Se o pescoço doer de manhã, um colchão firme e um travesseiro liso (ou nenhum travesseiro) podem ajudar a aliviar a velocidade e evitar problemas futuros.
  • Quando devo ligar para o médico? Se você tiver dor de garganta grave após uma lesão, como uma queda ou acidente de carro, alguém deve chamar uma ambulância imediatamente.

Seu pescoço deve ser imobilizado por um técnico de emergência e você deve procurar atendimento médico de emergência. Em casos mais rotineiros, você deve procurar atendimento médico quando a dor no pescoço for grave e implacável, ou se durar mais de uma semana.

  1. Você também deve procurar ajuda imediata se tiver glândulas do pescoço doloridas ou inchadas; dor que não responde a analgésicos de venda livre; dor, dormência, formigamento ou fraqueza em uma ou ambas as mãos ou braços; ou uma mudança nos hábitos da bexiga ou do intestino.
  2. Finalmente, procure ajuda médica imediatamente se o pescoço estiver extremamente rígido, você não puder tocar o queixo no peito e tiver febre e dor de cabeça intensa.

Esses sintomas são as marcas da meningite. O que um médico pode fazer para tratar a dor no pescoço? O primeiro trabalho de um médico é descobrir a fonte da dor. Aqui estão algumas das perguntas que ele pode fazer:

É uma distensão muscular? Em caso afirmativo, é devido a músculos cronicamente tensos nas costas ou pescoço, como resultado de estresse, má postura ou trauma?Está relacionado com uma lesão óssea? (Em caso afirmativo, pergunte ao seu médico se você precisa obter raios-x.)Há dor ou dormência nos braços ou em outras partes do corpo? Em caso afirmativo, seu médico decidirá se você precisa de uma ressonância magnética para excluir o impacto do nervo, ou se um colarinho suave e agentes antiinflamatórios valeria a pena tentar a curto prazo para ver se o pescoço melhorou sozinho.Você tem alguma alergia a medicamentos anti-inflamatórios ou relaxantes musculares? Se a sua dor no pescoço parece ser um simples caso de esforço excessivo, o seu médico irá aconselhá-lo a mover o pescoço o mínimo possível até a dor desaparecer. Você pode precisar usar um colar cervical por um tempo para manter o pescoço imóvel. Seu médico também pode prescrever analgésicos prescritos ou relaxantes musculares.

Em casos muito raros, se você tiver outros sintomas que levantam bandeiras vermelhas, seu médico pode suspeitar de uma doença sistêmica, como meningite ou um tumor na coluna vertebral. E quanto à dor crônica no pescoço? A dor crônica no pescoço exige uma abordagem diferente.

De acordo com a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, o movimento – não o repouso – geralmente é o melhor remédio para a dor persistente no pescoço. Seu médico ou fisioterapeuta pode recomendar exercícios específicos para ajudar a manter seu pescoço forte e flexível. Exercício pode ser especialmente valioso para pessoas com artrite.

Um número muito pequeno de pessoas precisa de cirurgia para aliviar a dor no pescoço. Se uma hérnia de disco no pescoço estiver causando dano aos nervos, o cirurgião pode precisar remover parte do disco para aliviar a pressão nos seus nervos. Existem tratamentos alternativos para dores no pescoço? Quando a medicina tradicional não pode oferecer respostas rápidas à dor, muitas pessoas procuram alívio em outro lugar.

Não é surpresa que milhões de americanos com dor no pescoço tenham procurado ajuda de acupunturistas ou massoterapeutas. Para alguns, pode ter sido o movimento certo. Um estudo publicado no British Medical Journal descobriu que cinco sessões de acupuntura trouxeram alívio mais imediato para pacientes com dor no pescoço do que cinco sessões de massagem.

O efeito foi passageiro, no entanto: três meses depois, os pacientes que receberam acupuntura não estavam em melhor situação do que os outros pacientes. Revisões posteriores de estudos clínicos encontraram resultados semelhantes: a acupuntura parece ajudar com a dor a curto prazo, mas são necessários mais estudos sobre sua eficácia em longo prazo.

É sempre importante consultar o seu médico antes de tentar um tratamento alternativo, especialmente quiropraxia. Embora o tratamento quiroprático possa ser útil, a manipulação do pescoço tem o potencial de piorar a hérnia de disco, relatam os periódicos de neurologia. Pode haver outro risco mais sério: vários anos atrás, um grupo de neurologistas canadenses alertou que o tratamento vigoroso de quiropraxia para dores no pescoço pode causar derrames, alguns dos quais são fatais.

Embora tais complicações sejam extremamente raras, os neurologistas classificaram a manipulação quiroprática do pescoço como uma das principais causas de derrames em pessoas com menos de 45 anos. No entanto, um estudo populacional canadense publicado em 2008 descobriu que o aumento do risco de acidente vascular cerebral associado à quiropraxia provavelmente ocorreu devido ao fato de pacientes com dor de cabeça e cervical (dois sintomas comuns da dissecção da artéria vertebrobasilar VBA, que geralmente precede um AVC acidente vascular cerebral ) são mais propensos a procurar cuidados quiropráticos.

O estudo não encontrou evidências de excesso de risco de acidente vascular cerebral em VBA associado à quiropraxia em comparação com os cuidados primários. A dor no pescoço pode ser frustrante, mas quase nunca é uma emergência. Aproveite o tempo para encontrar o tratamento certo para você e prepare-se para um longo processo de cura.

Se leva semanas ou meses, o alívio vale a pena esperar. Referências Mayo Clinic. Neck Pain. American Academy of Orthopaedic Surgeons. Neck pain. Cassidy, JD, et al. Risk of vertebrobasilar stroke and chiropractic care: Results of a population-based case-control and case-crossover study.

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Quando a carótida dói?

Minha Dor no Pescoço tem a ver com a Carótida, Afinal? – Contudo, a extensa maioria das dores cervicais não tem nada a ver com a carótida. A principal causa é dor muscular mesmo, que pode ser tensional. A principal doença que atinge a carótida é a, que provoca placas dentro dela, dificultando a passagem de sangue.

  1. Processo interno no vaso e indolor.
  2. Mas, tem uma condição rara em que a carótida pode ficar inflamada e dar dor, e esta dor é bem pontual no local.
  3. A esta condição chamamos carotidínea.
  4. Raríssima e aposto que você nunca ouviu falar.
  5. Já teve esta curiosidade? Ficou com dúvida? Me manda aqui nos comentários ou me envie uma DM no,
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: Dor no Pescoço está Relacionada a Carótida?

Porque meu pescoço dói tanto?

Uma das causas mais comuns das dores no pescoço é a tensão nos músculos associada a uma postura inadequada, por exemplo ao ver TV ou quando estamos sentados em frente ao computador, quando dormimos numa posição desconfortável ou quando torcemos e giramos o pescoço de forma extrema.

Como limpar a carótida?

Hospital 9 de Julho – ​ ​​ Agendar Consulta​​ ​ ​​​​​​​​​​​​​ Doença que está entre as principais causas de morte em todo o mundo, a aterosclerose se manifesta pelo acúmulo de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias. Quando isso ocorre, o vaso começa a se estreitar e a enrijecer, diminuindo a capacidade de irrigação sanguínea pelo corpo.

  1. As causas estão associadas geralmente a hábitos pouco saudáveis de vida.
  2. Entre eles, tabagismo, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e alimentos industrializados.
  3. Pacientes com sobrepeso ou obesos, com taxas elevadas de LDL (o colesterol ruim) e diabetes descompensada também são mais suscetíveis à formação de aterosclerose.

Em menor proporção há pacientes que apresentam aterosclerose por conta de fatores hereditários. Quando não é tratada, a enfermidade colabora para a ocorrência de infarto, morte subida e acidentes vasculares cerebrais. Para o diagnóstico precoce, o ideal é fazer exames periódicos de colesterol a partir dos 35 anos.

  1. O tratamento é feito pela retirada das placas de gordura (ateromas) instaladas nos vasos.
  2. Isso é feito pelo uso de técnicas como o cateterismo e a angioplastia combinado com uso de medicamentos.
  3. A prevenção passa pela adoção de hábitos saudáveis de vida.
  4. Os sintomas da aterosclerose só costumam se manifestar quando a doença está mais avançada e variam de acordo com a artéria atingida.

No caso das coronárias (artérias do coração), o paciente com aterosclerose costuma apresentar angina (dor no peito). Quando a enfermidade atinge as carótidas (artérias do pescoço), o paciente pode ficar com visão embaçada, apresentar paralisias transitórias e desmaios, podendo ocorrer derrame.

  1. Já a aterosclerose de artérias ilíacas e femorais (localizadas nos membros inferiores) podem causar dores nas pernas ao caminhar, queda de pelos, atrofias da pele e unhas.
  2. No caso dos homens, pode causar também dificuldade de ereção.
  3. A doença ocorre principalmente entre homens na faixa dos 50 a 70 anos.

As mulheres contam com uma proteção contra a aterosclerose durante o período fértil: é que a gordura sanguínea é geralmente direcionada para a produção do hormônio estrogênio. Porém, após a menopausa, essa proteção desaparece. ​​ Agendamento​ ​

Qual Exame de sangue detecta veia entupida no coração?

O Cateterismo cardíaco é um exame muito importante para a Cardiologia. Através dele, é possível diagnosticar obstruções nos vasos sanguíneos que irrigam o coração, assim como outros problemas estruturais deste órgão, aperfeiçoando o diagnóstico das cardiopatias.

As obstruções nas artérias coronárias são causadas por placas de ateroma (popularmente chamadas placas de gordura). Elas limitam ou impedem a passagem do sangue para o coração. Uma vez que o fluxo seja interrompido (no dito popular, veia entupida), o músculo cardíaco pode sofrer um infarto, Além de identificar a existência e a gravidade de uma ou mais obstruções nas artérias coronárias, o cateterismo cardíaco permite também identificar outros problemas estruturais no coração.

Assim, o médico consegue avaliar com maior precisão qual a melhor conduta de tratamento para o paciente. Por isso, o cateterismo é amplamente difundido como um exame importante no diagnóstico e na definição da melhor conduta de tratamento dos pacientes cardiopatas.

O que provoca o entupimento das carótidas?

O Que Causa a Doença das Carótidas – Qualquer condição que possa levar ao bloqueio e estreitamento das carótidas é considerada uma possível causa para o desenvolvimento da Doença das Carótidas. As obstruções podem estar ligadas ao acúmulo de cálcio, colesterol e até mesmo tecidos fibrosos.

O que é bom para desentupir as carótidas?

Cirurgia para artéria carótida: quando é necessário e quando não é As são os principais vasos sanguíneos que levam sangue para o cérebro. São duas e ficam na parte lateral do pescoço. Quando são obstruídas por placas de gordura, podem causar um derrame.

Existem duas maneiras de desobstruir as artérias carótidas: por uma cirurgia convencional chamada endarterectomia ou por uma cirurgia endovascular chamada colocação de stent, Os dois procedimentos são eficientes e seguros quando indicados na situação correta. Muitas vezes, a cirurgia da artéria carótida é realizada sem necessidade.

Abaixo, estão algumas informações para se considerar antes de se submeter a uma cirurgia na artéria carótida:

A cirurgia muitas vezes não é necessária quando não há sintomas. A cirurgia tem riscos. A cirurgia custa caro. Então, quando a cirurgia de carótida deve ser realizada?

Se a pessoa teve um derrame ou um mini-derrame conhecido como ataque isquêmico transitório (AIT), a cirurgia pode ajudar a evitar um novo derrame. A situação em que a cirurgia mais ajuda é quando há uma obstrução importante. Se a pessoa não teve um derrame ou um mini-derrame, o benefício da cirurgia deve ser avaliado individualmente.

O tratamento com medicamentos e mudanças no estilo de vida é eficaz e diminui o risco de ser ter um derrame. A cirurgia de carótida pode causar complicações como derrame e infarto no coração. Pessoas com mais de 75 anos, diabetes, doença no coração têm mais chance de ter complicações. A cirurgia de carótida é um procedimento de alta complexidade.

Seu custo é geralmente elevado, independente de ser feita em hospitais do sistema único de saúde (SUS) e em hospitais privados (convênios e particulares). A cirurgia de carótida deve ser realizada quando a obstrução é muito acentuada. Quando já ocorreu um derrame ou um mini-derrame, a cirurgia pode reduzir bastante o risco de um derrame ainda mais grave.

O que causa o entupimento das carótidas?

Causas – Essa doença é causada por um processo chamado aterosclerose, que é o acúmulo de placas de gordura dentro de uma via, neste caso específico, na carótida. As artérias carótidas que ficam obstruídas tornam-se estreitas e rígidas, dificultando a passagem de sangue, oxigênio e nutrientes para o cérebro.

Qual a função da carótida no corpo humano?

Quais são as doenças vasculares mais comuns? –

Doença Carotídea As carótidas são artérias que levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para o cérebro. Cada indivíduo tem duas artérias carótidas, que se localizam uma de cada lado na região anterior do pescoço. Além delas, outras duas importantes artérias na parte posterior do pescoço também irrigam o cérebro: as vertebrais.

Na região intracraniana, todas se unem em uma rica rede de circulação colateral. A principal causa de estenose (estreitamento) da artéria carótida é a aterosclerose, que é o acúmulo de placas ricas em gordura na parede dos vasos. Devido a características anatômicas, e de fluxo sanguíneo, a bifurcação carotídea frequentemente é a sede da formação dessas placas de gordura calcificada.

Estreitamentos de grau elevado diminuem o fluxo sanguíneo para o cérebro. A maioria dos pacientes não apresenta sintomas, pois o fluxo diminuído na carótida estreitada é compensado pela outra carótida e pelas artérias vertebrais. É importante lembrar que o lado esquerdo do cérebro controla os movimentos e sensações do lado direito do corpo e vice-versa.

O grande problema dessas placas de gordura na bifurcação carotídea, porém, não é somente a redução do fluxo sanguíneo cerebral, mas principalmente o risco de pequenos fragmentos de gordura ou coágulos se desprenderem e navegarem para os vasos do cérebro, provocando a perda de irrigação em determinado local.

A ausência de irrigação pode levar à morte neuronal e sequelas neurológicas, muitas vezes definitivas. PREVALÊNCIA A prevalência de estreitamento carotídeo moderado (maior que 50%) é de 0,2% em pessoas abaixo dos 50 anos, aumentando para 7,5% a partir dos 80 anos. Os principais fatores de risco para desenvolvimento da doença aterosclerótica na carótida são hipertensão arterial, tabagismo, diabetes mellitus e aumento do colesterol.

QUADRO CLÍNICO Ataque Isquêmico Transitório Sintoma neurológico com duração de, no máximo, 24 horas, mas comumente se perdura por apenas alguns minutos. Podem ocorrer diversos tipos de manifestações clínicas, como paralisia e perda de sensibilidade na perna, no braço ou face, perda da consciência, desmaios, dentre outros.

A função da fala pode ser afetada. Este evento ocorre devido a placa de gordura apresentar uma superfície irregular, que pode desprender pequenos coágulos que são carregados pelo sangue e vão se alojar numa pequena artéria no cérebro, obstruindo a chegada de sangue e nutrientes, o que causa isquemia.

Esses coágulos podem ser dissolvidos pelo próprio organismo, com restabelecimento do fluxo sanguíneo. O grau de estreitamento é proporcional ao risco de formação dessas partículas, por isso os estreitamentos mais acentuados são mais preocupantes. Outra manifestação comum é a chamada amaurose fugaz, uma perda temporária da visão em um olho, que nada mais é do que um ataque isquêmico transitório da retina, por fragmentos da placa de gordura que chegam até a artéria oftálmica.

O evento transitório é um alerta que dá a grande oportunidade de tratar o paciente antes que uma nova isquemia, ainda mais grave ocorra. Acidente Vascular Cerebral (AVC) Neste caso, os sintomas duram mais de 24 horas e persistem por tempo variável, inclusive podendo ser permanentes.

  1. Com o passar das semanas e meses, pode haver melhora lenta e progressiva.
  2. Ocorre quando o suprimento sanguíneo para uma área do cérebro é abolido definitivamente, sendo também popularmente conhecido como “derrame”.
  3. Pode ser causado pelo mesmo mecanismo do ataque isquêmico transitório, a embolização de pequenas partículas, ou por oclusão abrupta (fechamento completo) de uma carótida previamente estreitada.

O comprometimento clínico é variável, podendo ser leve (pequena diminuição de força) a severo (paralisia completa de um lado do corpo e perda da fala). Quando a área de isquemia é muito extensa, pode afetar regiões vitais no cérebro, como a de controle da respiração, e o paciente pode não sobreviver ao quadro inicial.

  1. A cirurgia, que em alguns casos é realizada para desobstrução da carótida, não tem a função de melhorar o quadro clínico que o paciente apresenta, mas sim evitar novos episódios.
  2. É importante ressaltar que a minoria dos pacientes que sofrem um AVC apresenta um evento neurológico transitório prévio.
  3. E quando isso acontece, o atendimento deve ser prioritário, pois a chance de recidiva do AVC nos primeiros 15 dias é maior que 30%.

A demora no diagnóstico e no tratamento é uma perda de oportunidade de beneficiar esses pacientes. Não se deve dispensar o paciente com um AVC menor ou com um AIT, sem antes investigar a causa e instituir o tratamento. DIAGNÓSTICO O fluxo e a estrutura da parede vascular das artérias carótidas podem ser avaliados de forma não invasiva por ultrassonografia doppler.

O exame pode definir com segurança se a obstrução é maior ou menor que 70%. Quando se pretende realizar cirurgia, o exame mais utilizado atualmente para planejamento é a angiotomografia computadorizada. A angiografia atualmente é utilizada já com o intuito de tratamento durante o procedimento endovascular.

TRATAMENTO CLÍNICO Os critérios para decidir sobre o tratamento consideram: presença de sintomas, características da placa de gordura e grau de estreitamento produzido por ela, além dos riscos inerentes ao paciente e ao procedimento a ser realizado. É certo que todos os portadores de estreitamento da carótida devem receber tratamento clínico, tanto para tratar esta condição quanto para prevenir outros eventos cardiovasculares.

Controle de fatores de risco: tratamento rigoroso da hipertensão arterial, do diabetes, do colesterol elevado e de quaisquer outras doenças. Exercício físico: auxilia no condicionamento cardiovascular, na perda de peso e no controle da hipertensão e diabetes. Abolição do fumo: o tabagismo causa efeitos deletérios na camada interna dos vasos, nas plaquetas, nos lípides e na coagulação sanguínea.

Antiagregante plaquetário: este medicamento diminui o risco de ocorrência de AVC, pois diminui a agregação plaquetária, tornando o sangue menos coagulável. Por isso também diminui a chance de infarto do miocárdio e de outras tromboses arteriais. Estatina: medicamento para reduzir o nível de colesterol que deve ser utilizado mesmo nos pacientes que estão com níveis considerados normais, pois reduz o risco de AVC e outros eventos cardiovasculares.

  • TRATAMENTO CIRÚRGICO Os pacientes com sintomas como os descritos acima, com estreitamentos entre 50% a 99%, devem ser prontamente encaminhados ao especialista para que possam ser operados.
  • Os pacientes sem sintomas, com estenoses acima de 70%, serão avaliados e melhor selecionados para tratamento invasivo quando indicado.

ENDARTERECTOMIA Esta cirurgia consiste na retirada da placa de gordura e dos trombos que obstruem parcialmente a artéria, sob visualização direta. Com a retirada da placa, a artéria vai ficar totalmente aberta, havendo aumento de fluxo sanguíneo para o cérebro, o que reduz o risco de formação de novos trombos.

  1. A cirurgia pode ser feita sob anestesia geral ou mesmo local.
  2. TRATAMENTO ENDOVASCULAR Nesta técnica, um stent é levado por meio de um cateter introduzido na artéria femoral (virilha), e é posicionado na carótida com a utilização de raio-X.
  3. O stent é liberado na região da estenose e “alarga” o vaso que estava estreitado.

Para evitar que fragmentos da placa aterosclerótica eventualmente possam se soltar durante a colocação do stent, e chegar ao cérebro, pelo mesmo cateter é implantado um pequeno dispositivo, semelhante a um pequeno filtro, que captura fragmentos de placa se estas se soltarem. dMinSP4597 2022-09-19T21:02:16-03:00