Como E Quando Ocorreu A FormaO Do Bloco Alba?

Como E Quando Ocorreu A FormaO Do Bloco Alba

Como e quando ocorreu a formação do bloco de ALBA?

Foi constituída na cidade de Havana, capital de Cuba, em 14 de dezembro de 2004, como um acordo entre Venezuela e Cuba, tendo as assinaturas dos presidentes de ambos países na época, Hugo Chávez e Fidel Castro.

Quando foi criado o bloco ALBA?

Em 14 de dezembro de 2004, é confirmada em Havana, Cuba, quando Fidel Castro e Hugo Chávez assinaram neste dia a Declaração Conjunta para a criação da ALBA. O bloco foi ganhando novos membros.

Qual é o objetivo do bloco ALBA?

ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas) Nos dias 28 e 29 de abril do ano de 2006, houve uma reunião na cidade cubana de Havana para discutir a implantação da ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas) que contou com a presença de líderes de países como Venezuela, Bolívia e Cuba.

  1. A Alternativa Bolivariana para as Américas tem como principal objetivo integrar diversos países da América Latina e também do Caribe, que tem como base a ideologia de Simón Bolívar, esse tem a intenção de ser uma alternativa em relação à ALCA (Área de Livre Comércio das Américas).
  2. Essa divergência é proveniente das idéias impostas principalmente pelos Estados Unidos que visa implantar a ALCA para abrir totalmente as fronteiras comerciais entre todos os países americanos, desse modo se limitam somente nas relações econômicas.

Já a ALBA quer estabelecer um padrão, ou melhor, tornar equivalentes a realidade de cada país, além disso, visa focalizar os esforços no combate à pobreza, desigualdade social e toda forma de exclusão social. Dentre outros objetivos da ALBA está ainda o de dar preferência às empresas pequenas e médias, além de considerar que os países desenvolvidos deveriam financiar todo o processo e, por fim, estabelecer os fundamentos no princípio da solidariedade.

Atualmente a ALBA é formada pela Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua e Dominica, além do interesse de países como Equador e São Vicente e Granadinas de ingressar nesse bloco. Em suma, os objetivos de ALBA e ALCA são conduzidos para rumos diferentes, de um lado os interesses norte-americanos de implantar a ALCA que nesse caso favorece o mesmo, pois sua economia e setor produtivo é extremamente superior ao dos outros países dispersos no continente, assim nenhum país subdesenvolvido será capaz de competir com os produtos oriundos dos Estados Unidos, esse quer também regular sua balança comercial que se encontra com déficit.

Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 No outro lado, os representantes dos países que enfrentam problemas sociais e que muitas vezes fazem parte de muitas das nações das Américas, por isso não quer somente uma integração comercial-econômica e sim uma integração social que busque alternativas coletivas entre os países subdesenvolvidos para solucionar ou, pelo menos, amenizar as dificuldades socioeconômicas que são comuns em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos.

Quais são os países membros bloco ALBA?

Com esse discurso, hoje, a ALBA possui oito nações, Venezuela, Cuba e Bolívia, Granadinas, São Vicente, Antígua e Barbuda, Equador, Dominica e Nicarágua. Cabe ressaltar que este trabalho tem como área de concentração Direito, e como linha de pesquisa Novos Direitos, Internacionalização e Multiculturalismo.

Qual foi o primeiro bloco que surgiu?

O primeiro que configurou-se como bloco foi o Benelux, formado em 1944 pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Com o final da Guerra Fria, novos blocos econômicos foram criados para enfrentar a competitividade da chamada globalização. No entanto, ao longo dos anos, tornaram-se alicerces da sua consolidação.

O que significa a sigla ALBA?

ALBA — Alternativa Bolivariana para as Américas Nota Explicativa: Contraponto à ALCA, reúne 32 países da América Latina e Caribe, com vistas a acabar com a pobreza dos mesmos.

Por que o bloco foi criado?

Principais blocos econômicos – O surgimento dos blocos econômicos no capitalismo moderno colocou os países no sistema de concorrência global. Assim sendo, cada país integrante consegue participar da economia global. Em cada continente, cada região do mundo, há associações nesse formato. Bandeira da União Europeia – maior bloco econômico do mundo. Os principais blocos econômicos mundiais são:

União Europeia : formada por Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia e Suécia. Foi criada em 1957 e tem como principal função promover a livre circulação de pessoas e o desenvolvimento econômico entre os membros. Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte): foi criado em 1994 e tem como objetivo central desenvolver o comércio entre Estados Unidos da América, México e Canadá. Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo): formada pelos países que produzem e vendem petróleo a nível global: Argélia, Angola, Equador, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Venezuela. Sua criação se deu na década de 1960. Apec (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico): criada em 1989 e formada por Austrália, Brunei, Darussalam, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas, Cingapura, Coreia do Sul, Tailândia, Estados Unidos da América, China, Hong Kong, Taiwan, México, Papua-Nova Guiné, Chile, Peru, Rússia e Vietnã. Sua função central é promover uma área de desenvolvimento econômico e comercial entre os membros. MCCA (Mercado Comum Centro-Americano): bloco fundado em 1960 que tem como membros Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua. Comunidade Andina: formada pelos países da América Andina (Bolívia, Colômbia, Equador e Peru). O objetivo geral é desenvolver a economia, a política, os campos social e cultural através da integração dos países envolvidos. Mercosul (Mercado Comum do Sul): formado por Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Tem como principal função promover uma área de livre comércio, desenvolvimento social e econômico entre os membros, além de permitir a livre circulação de pessoas, mercadorias e bens de modo geral. Tigres Asiáticos: criado na década de 1970, é formado por países da Ásia Oriental: Hong Kong, Cingapura, Coreia do Sul e Taiwan. Objetiva implementar barreiras alfandegárias e desenvolver novas tecnologias no processo competitivo mundial. CEI (Comunidade dos Estados Independentes): formada por países que eram integrantes da URSS : Rússia, Bielorrússia, Ucrânia, Armênia, Azerbaijão, Cazaquistão, Moldávia, Quirquistão, Tadjiquistão, Uzbequistão e Turcomenistão. O bloco foi criado para integrar os países às lógicas econômicas mundiais após o fim da URSS. SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral) : criada em 1992, tem como membros: África do Sul, Angola, Botsuana, Lesoto, Madagascar, Malauí, Maurício, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seicheles, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue. O principal objetivo é estabelecer a paz e a segurança na região.

Leia também: OCDE – a organização também conhecido como “Clube dos ricos ”

Porque a Alba foi criada?

Diante disso, conclui-se que como a Aliança Bolivariana para os povos da nossa América ( ALBA ), que iniciou com intuito de ser uma alternativa a ALCA, para que os países mais pobres não fossem prejudicados por estarem concorrendo com os estados unidos, e sim combaterem seus problemas sociais.

Como nasceu o bloco Alca?

O continente americano possui extensão territorial de aproximadamente 42 milhões de quilômetros quadrados, divididos em 35 países autônomos, que juntos abrigam uma população de 925,2 milhões de habitantes. Em 2009, O Produto Interno Bruto (PIB) desse continente foi de quase 20 trilhões de dólares, sendo o segundo maior do planeta, inferior apenas ao da Europa (21,3 trilhões).

Duas grandes potências globais estão localizadas na América (Estados Unidos e Canadá), além de países que possuem uma economia representativa no cenário mundial: Argentina, Brasil, Chile, México, entre outros. Visando a integração comercial do continente, o governo estadunidense propôs a criação de uma Área de Livre Comércio das Américas (Alca).

Esse grande bloco econômico seria integrado por 34 nações; a única exceção seria Cuba, visto que esse país apresenta divergências ideológicas com os Estados Unidos. Em 1998, na cidade de Santiago, capital do Chile, foi realizada a primeira reunião para debater a criação da Alca.

Nessa ocasião, ficou estabelecido que o bloco entraria em vigor a partir de 2005. Porém, vários pontos divergentes foram levantados em novas reuniões, tendo como consequência o fim das negociações. A possível criação da Alca é motivo de preocupação tanto para os países subdesenvolvidos (a maioria) quanto para os desenvolvidos (Canadá e Estados Unidos).

Esse bloco visa estabelecer uma zona de livre comércio no continente americano, onde as tarifas alfandegárias seriam, paulatinamente, eliminadas, proporcionando, assim, a livre circulação de mercadorias, capitais e serviços. Entretanto, a livre circulação de pessoas e trabalhadores entre os países integrantes não seria permitida, pois o idealizador da Alca (EUA) não pretende intensificar a entrada de latino-americanos em seu território.

  1. Não pare agora.
  2. Tem mais depois da publicidade 😉 Nesse sentido, a maioria dos países da América Latina interpreta a criação da Alca como uma manobra dos Estados Unidos para a expansão de suas empresas transnacionais pelo continente.
  3. Porém, há opositores também nos EUA, alegando que o bloco econômico diminuiria o número de empresas no país, visto que muitas delas migrariam para outras nações americanas em busca de mão de obra barata.

O Brasil, por sua vez, está em uma posição intermediária, pois não é uma potência econômica como o Canadá e os Estados Unidos e nem um país de economia frágil, como várias nações do continente. Portanto, sua participação é motivo de grande preocupação, podendo expandir e fortalecer a economia nacional ou gerar problemas de ordem socioeconômica, como o aumento do desemprego.

  • Mas não aderir a um bloco econômico continental dessa magnitude pode ter consequências negativas.
  • Especialistas afirmam que, numa economia globalizada, as relações comerciais tendem a se fortalecer em blocos econômicos.
  • Outro aspecto que pode prejudicar o desenvolvimento de uma nação são as possíveis represálias impostas pelos países integrantes.

Grande parte da população latino-americana é contrária à formação da Área de Livre Comércio das Américas, fato expressado através de manifestações contra a implementação do bloco. Nesse sentido, os países têm procurado desenvolver alternativas em que todos possam ser beneficiados, uma delas é o fortalecimento do Mercosul (Mercado Comum do Sul) e da CAN (Comunidade Andina), além da criação da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), que é uma forma de integrar as nações da América do Sul, portanto, sem a presença dos Estados Unidos.

O que foi feito pelo bloco ALBA?

Alca x Alba. Duas vias para as Américas: Alca x Alba Existem, atualmente, inúmeros e acalorados debates no que diz respeito à integração econômica das Américas, dentre os quais dois se destacam pela polêmica que levantam e pelo contexto em que se inserem: sobre a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) e sobre a Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América).

  1. A Alca é, sem dúvida, a mais polêmica entre as proposições de blocos econômicos em todo o mundo.
  2. Isso porque não há um consenso em relação à sua implantação nem entre os países americanos nem no contexto interno dos Estados Unidos, que foram os responsáveis por realizar essa proposição.
  3. Em 1994, realizou-se, durante a Cúpula das Américas, uma reunião em que se estabeleceu a idealização da Alca, com previsão de sua criação no ano de 2005, envolvendo todas as nações independentes das Américas, com exceção de Cuba.

No entanto, esse planejamento não se consolidou nem se efetuou na prática. As grandes críticas com relação à Alca giram em torno das possíveis desvantagens que os países sofreriam caso esse acordo fosse firmado. Por parte do Congresso dos Estados Unidos, existe o argumento de que a efetivação de um bloco econômico com os países periféricos do continente somente traria prejuízos à economia norte-americana.

  1. Isso propiciaria uma debandada de indústrias e produções em geral para esses países e acirraria a concorrência interna sobre os produtos primários, prejudicando, em tese, os acordos locais.
  2. Já em relação a alguns países da América Latina, com destaque para a Venezuela, a principal crítica seria a de que a ALCA somente traria prejuízos para a América Latina ao consolidar o domínio econômico dos Estados Unidos na região e ampliar a sua influência, transformando a área em um verdadeiro “quintal” dos norte-americanos.
See also:  Qual MSica?

Por parte de alguns países, como o Brasil, não há uma total negação à ALCA, mas uma negociação de seus termos. Há um desejo de que, com a efetivação desse bloco, os Estados Unidos diminuam o protecionismo contra a entrada de alguns produtos, tais como a soja, o aço, o suco de laranja e muitos outros, o que vem sendo recusado pelo governo norte-americano em razão das pressões internas dos produtores locais.

  • Tal impasse, sem dúvida, é o grande empecilho para a consolidação do tratado.
  • Não pare agora.
  • Tem mais depois da publicidade 😉 Em resposta à Alca, a Alba foi então proposta, em 2001, pelo então presidente da Venezuela, Hugo Chávez – um ferrenho crítico e inimigo dos Estados Unidos –, e efetivada em 2004, na cidade de Havana, em Cuba.

O principal objetivo da Alba é realizar uma integração mútua entre os países da América Latina em uma possível frente de esquerda desses países contra a dominação e dependência político-econômica. As bases desses objetivos inspiram-se, eventualmente, nos ideais de, que pregava uma total união das Américas frente ao domínio europeu.

  1. Inicialmente, esse acordo contou somente com a integração entre Cuba e Venezuela, realizando, basicamente, a troca de alguns produtos e serviços.
  2. De um lado, os venezuelanos ofereceram petróleo e, de outro, os cubanos contribuíram com a exportação de médicos e serviços na área de saúde.
  3. Atualmente, no entanto, esse bloco já conta com outros sete países, com destaque para Bolívia e Nicarágua, e vem trabalhando, inclusive, para a criação de uma moeda única (o Sucre) para substituir o dólar nas relações econômicas entre esses países.

Independente das opiniões e debates existentes no contexto das propostas da Alca e da Alba, o que podemos notar é que existem diversos interesses em torno de ambas. A Alca representaria uma busca pela superação da hegemonia da União Europeia em termos de grandeza dos blocos econômicos, enquanto a ALBA seria uma frente de governos latino-americanos de esquerda que teria tanto um caráter econômico como uma grandeza política.

O que tem sido feito pelo bloco ALBA resumo?

Blocos Econômicos da América Latina. Blocos Econômicos Os blocos econômicos são instituições supranacionais, ou seja, que ultrapassam os limites de uma nação, formados pelo agrupamento de países que possuem como objetivo principal a organização de acordos comercias, para isso, implementando uma redução gradual das tarifas alfandegárias a fim de potencializar o fluxo de mercadorias entre os países-membros e estimular a concorrência em determinados setores de suas economias.

A partir da década de 1950, as empresas transnacionais começaram a direcionar suas filiais para os mais diferentes países e, em pouco tempo, passaram a dominar o comércio internacional. Nessa perspectiva, os blocos econômicos se tornaram necessários, para estabelecer algumas normas e gerenciar os fluxos comerciais, pois em uma economia de mercado, os governos não têm poder para controlar as decisões tomadas por essas empresas.

A América Latina possui diferentes níveis de subdesenvolvimento, herança de seu passado colonial e de diversas práticas políticas internas e externas. Os blocos econômicos que existem na região expõem a fragilidade de suas economias e as dificuldades em promover uma integração econômica e política mais completa e abrangente.

Alguns dos Blocos Econômicos ou projetos presentes no continente latino-americano são: ALBA (Aliança Bolivariana para as Américas) Em 2004, os líderes de Cuba e Venezuela apresentaram a proposta da Alba, bloco que tem a pretensão de integrar a região do Caribe e o restante da América Latina a partir de propostas de incentivo à solidariedade mútua, projetos sociais e econômicos.

Efetivamente, o bloco tem realizado intercâmbio de médicos cubanos para a Venezuela em troca de petróleo e acordos comerciais nos setores de energia e mineração dominados por Venezuela, Bolívia e Equador. São membros: Antígua e Barbuda, Bolívia, Cuba, Dominica, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas e Venezuela.

  1. Honduras retirou-se em 2010 alegando um suposto tratamento desrespeitoso em relação ao país, o que diz respeito à reação contrária dos principais membros do grupo ao golpe militar que destituiu o presidente Manuel Zelaya no ano de 2009.
  2. ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) Iniciativa dos Estados Unidos, propõe a formação de uma área de livre comércio em todo o continente americano, com exceção a Cuba.

O acordo deveria ter entrado em vigor no ano de 2005, mas após os atentados de 11 de setembro de 2001 ocorreu uma mudança de foco da política externa dos Estados Unidos adotada pelo então presidente George W. Bush, que priorizou a ofensiva contra os países que representassem ameaça à segurança do país.

As negociações relacionadas à Alca acabaram relegadas a segundo plano, ao mesmo tempo em que diversos países latino-americanos tiveram transformações políticas consideráveis, com a ascensão de governos de orientação esquerdista, principalmente na América do Sul, que se posicionaram contrários à concretização do bloco.

Um dos maiores questionamentos com relação à Alca corresponde a sua estruturação, que nitidamente privilegia o domínio econômico dos Estados Unidos em detrimento da produção industrial e agrícola dos outros países da região, que não estariam preparados para uma abertura rápida e profunda de suas economias.

Outro ponto discutível é a manutenção dos subsídios oferecidos a determinados setores da economia norte-americana, o que tornaria o bloco descomprometido com o desenvolvimento da região. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Logo em seu primeiro mandato, o presidente estadunidense Barack Obama apresentou em seu plano de metas para a América Latina a retomada das negociações da Alca, mas a política externa dos Estados Unidos esteve nos últimos anos mais concentrada em questões como Oriente Médio (Irã, Síria, Afeganistão) e China, enquanto no plano interno a Crise Econômica Mundial e a recuperação da economia do país ainda denotam maior preocupação do que as relações com a América Latina.

O segundo mandato de Obama pode apresentar novidades quanto a acordos bilaterais com os países da América Latina em temas como combate ao narcotráfico e migrações. MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) O bloco foi criado em 1991 após a assinatura do Tratado de Assunção por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, os chamados membros plenos ou efetivos.

Em 2012, a Venezuela assumiu uma posição como membro efetivo após a suspensão temporária do Paraguai, cujo Congresso se colocava contrário ao ingresso da Venezuela em razão de divergências político-ideológicas com o então presidente venezuelano Hugo Chávez. Após o processo de impeachment que depôs o presidente paraguaio Fernando Lugo, os governos de Brasil, Argentina e Uruguai puniram o Paraguai com a suspensão do bloco econômico, o que abriu a lacuna necessária para a entrada da Venezuela* no Mercosul.

Os países plenos ou efetivos têm direito a voto em decisões que direcionam o bloco. Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname são membros associados, apenas participando das trocas comerciais. Entre os objetivos gerais do bloco estão a criação de uma área de livre comércio e de uma união aduaneira,

Entre tantas ambições, o Mercosul também busca a uniformização das taxas de juros, criação de uma moeda única e estabelecimento de livre circulação de pessoas. Atualmente, a formação de uma União Aduaneira está avançada em determinados segmentos. Uma União Aduaneira é quando, além do livre comércio, ocorre o estabelecimento de tarifas iguais entre os países-membros com relação aos produtos comercializados com países que não pertencem ao bloco.

Vários enfrentamentos têm comprometido o MERCOSUL, como a instabilidade política e econômica de alguns dos países-membros. Além disso, as divergências com relação ao direcionamento do bloco e os acordos bilaterais ferem as premissas da organização, que teoricamente prioriza a integração econômica da região e não apenas o favorecimento dos setores econômicos mais fortes dos países envolvidos.

* A Venezuela foi suspensa do Mercosul, por tempo indeterminado, em dezembro de 2016. Júlio César Lázaro da Silva Colaborador Brasil Escola Graduado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Mestre em Geografia Humana pela Universidade Estadual Paulista – UNESP

: Blocos Econômicos da América Latina. Blocos Econômicos

Quais são os principais impactos do bloco ALBA?

Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: O conceito básico da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América ( Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América ) é a ajuda mútua entre os países situados na América Latina e Caribe, buscando aumentar a integração econômica, política e social entre estes territórios.

Anteriormente conhecido como Alternativa Bolivariana para as Américas – ALBA – segue ideais de esquerda, diferindo de outros acordos comerciais como a ALCA ( Área de Livre Comércio das Américas ), que foi defendido pelos EUA nos anos 90. Entre os principais objetivos buscados pela Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América estão o auxílio no campo econômico, troca mútua e o bem-estar social, elementos que diferem da liberação comercial capitalista.

Entre outros aspectos, a ALBA-TCP abriu diálogo a respeito da introdução de uma moeda regional, que seria chamada SUCRE, seguindo conceito do euro empregado na União Europeia, A história da Aliança Bolivariana para as Américas teve seu início no ano de 2004, quando foi realizado um acordo entre as seguintes nações latinas: Cuba e Venezuela.

  1. Assinado, respectivamente, pelos presidentes Fidel Castro e Hugo Chávez, o pacto entre as duas nações foi marcado pelo envio de médicos cubanos para auxiliar na saúde venezuelana.
  2. Em troca, a Venezuela enviou petróleo para Cuba.
  3. De acordo matéria publicada no site da BBC Brasil no dia 5 de março do ano de 2013, ” o bloco conta com a cooperação econômica da Venezuela – um dos maiores produtores de petróleo do planeta.

Segundo analistas, Cuba é um dos países que mais depende da cooperação venezuelana. O governo de Raul Castro recebe cem mil barris de petróleo por dia com preços subsidiados. Havana retribui com serviços médicos”. O texto ainda cita a morte de Hugo Chávez, em 2013, em como um dos fatores que poderiam vir a enfraquecer o acordo econômico.

  • No ano de 2006, o presidente boliviano Evo Morales introduziu a Bolívia a ALBA-TCP por meio do Tratado do Comércio dos Povos, termo posteriormente adicionado ao nome do grupo, resultando na ALBA-TCP.
  • A Aliança Bolivariana para as Américas é composta por oito nações, quatro delas apresentando governos com características socialistas, com exceção de Cuba, onde o socialismo é totalitário.

Fora os três países pioneiros, Venezuela, Cuba e Bolívia, foram adicionados ao bloco Granadinas, São Vicente, Antigua e Barbuda, Equador, Dominica e Nicarágua, No ano de 2009, o acordo foi renomeado para Aliança Bolivariana para as Américas, Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alian%C3%A7a_Bolivariana_para_as_Am%C3%A9ricas http://www.alianzabolivariana.org/ http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130305_chavez_reacoes_al_mc.shtml Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/economia/alianca-bolivariana-para-as-americas/ Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição:

Quais as características do Alba?

Além disso a ALBA defende a concentração da posição das esferas multilaterais, defesa da democracia, transparência as instancias internacionais. Porém entre tantos objetivos o mais visível é a promoção da saúde e educação, e um exemplo disso e a ajuda mútua entre cuba e Venezuela, envio de médicos em troca de petróleo.

Onde fica a sede da Alba?

Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) é o órgão de poder legislativo do estado de Bahia, exercido através dos deputados estaduais. Está sediada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, desde 1974.

Qual é o principal objetivo da UNASUL?

A UNASUL tem como objetivo construir, de maneira participativa e consensuada, um espaço de articulação no âmbito cultural, social, econômico e político entre seus povos.

See also:  Quanto Rende 450 MilhEs Na PoupançA 2022?

Como foram formados os blocos?

A Política dos Blocos surgiu após a Segunda Guerra Mundial, como consequência da chamada Guerra Fria, que opôs a União Soviética aos Estados Unidos: duas nações militar e politicamente poderosas que representavam sistemas ideológicos divergentes e que lutavam pela hegemonia mundial.

Da Política dos Blocos originou-se, portanto, uma determinada configuração das relações políticas internacionais, baseada na associação entre Estados que se uniram com o objetivo de se opor e enfrentar um inimigo comum, representado por outro grupo de Estados. Ao contrário das alianças políticas entre Estados, a Política dos Blocos não se apoiou em nenhuma regra ou em algum acordo tácito, previsto no direito internacional, pois sua principal característica foi justamente uma agregação contingente de Estados que compartilhavam dos mesmos interesses.

Uma outra característica distintiva da Política dos Blocos é que não havia equidade entre os Estados integrantes, devido a uma rígida estrutura hierárquica, determinada pela existência de um Estado líder que comandava o Bloco. A formação dos Blocos Não há consenso entre os historiadores sobre uma data ou evento preciso que seja apontado como determinante do início da Guerra Fria.

  1. Os critérios empregados variam muito.
  2. Não obstante, o fato é que, após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a União Soviética, que haviam se aliado para enfrentar a ameaça de domínio representada pelo niponazifascismo, emergiram como os Estados mais poderosos do sistema internacional.
  3. A partir de então, esses dois Estados colocaram em prática uma política expansionista, visando a ampliação de suas respectivas zonas de influência.

A União Soviética manteve um rígido controle sobre os países socialistas do Leste Europeu e fomentou processos revolucionários em todos os continentes, com objetivo de expandir o comunismo pelo mundo. Os Estados Unidos, por outro lado, reagiu com uma política de contenção do avanço soviético e ampliação de sua respectiva zona de controle e influência sobre os países capitalistas.

Por razões geográficas, a Europa foi a zona central da divisão das respectivas esferas de influência e do embate entre os dois Estados. A necessidade de defesa deu início a um movimento de agregação entre os Estados, provocando a formação dos Blocos. Os Blocos se sustentaram pela proteção militar e colaboração econômica mútuas.

Os Estados Unidos colocaram em prática um plano de ajuda econômica, o Plano Marshall, com a finalidade de apoiar a reconstrução dos países da Europa ocidental. Em 1949, os Estados Unidos promoveram a criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), também chamada de Aliança Atlântica, que se encarregou da coordenação da aliança militar entre os países integrantes do Bloco ocidental.

  1. A União Soviética, por sua vez, criou o Comecom (Conselho para Assistência Econômica Mútua), em 1949, organização que coordenou a política de colaboração e integração econômica entre os países socialistas do Leste europeu.
  2. E, em 1955, os soviéticos promoveram a criação do Pacto de Varsóvia, que representou a organização militar dos países socialistas do Leste europeu.

No transcurso da Guerra Fria, a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial foi uma ameaça real. Mas o equilíbrio de poder ( balance of power ) proporcionado pela existência das armas nucleares, e com elas a garantia da “destruição mútua assegurada”, evitou que os Estados oponentes declarassem formalmente guerra um ao outro.

  • Estrutura Os Blocos podem ser concebidos como “subsistemas”, porque funcionam com base em regras distintas das prevalecentes no sistema internacional.
  • Os Blocos se sustentam por meio de uma estrutura hierárquica entre os Estados membros, com a proeminência de um Estado líder, que é aceito por todos os outros Estados membros em razão de sua superioridade militar e econômica, além de outros aspectos.

A ordem hierárquica que sustenta os Blocos deixa transparecer, porém, uma condição de subordinação (ou dominação) devido à superioridade do Estado que ocupa a liderança. Por esse motivo, os Blocos enfrentaram tentativas declaradas, por parte de certos Estados membros, de “subversão” ou abandono dos compromissos firmados.

No caso do Bloco socialista, a revolta na Hungria, em 1956, e a liberalização política na ex-Tchecoslováquia, em 1968, foram eventos dramáticos que acabaram por gerar reações da União Soviética, cujo desfecho resultou na invasão dos dois países por parte de forças militares pertencentes ao Pacto de Varsóvia.

O Bloco Ocidental, liderado pelos Estados Unidos, também enfrentou demonstrações de rebeldia ou abandono dos compromissos por parte de alguns Estados membros. Mas, neste caso, devido ao fato de os Estados membros serem politicamente fortes e adotarem sistemas políticos democráticos, o desfecho resultou em negociações diplomáticas visando restabelecer a ordem hierárquica, muitas vezes com a concessão de prerrogativas.

  1. O exemplo mais notório envolveu a França, que, a partir da década de 1960, por influência do gaullismo (política concebida pelo presidente Charles de Gaulle ) adotou uma política externa independente; ou seja, de não-alinhamento a nenhum dos Blocos.
  2. Neste caso em particular, a França permaneceu como Estado membro da OTAN.

Mas, evidentemente, quando se tratou de Estados fracos, que não pertenciam ao Bloco Ocidental mas eram considerados aliados, os Estados Unidos enfrentaram as ameaças de subversão promovendo golpes e o estabelecimento de regimes autoritários ou ditatoriais, civis e militares.

Coexistência pacífica Com a morte do ditador soviético Josef Stalin, em 1953, a União Soviética passou a ser liderada por Nikita Krushev. O novo líder soviético colocou em prática uma política de desestalinização, que resultou na adoção do princípio de coexistência pacífica. A política de coexistência pacífica se assentava na rejeição, por parte da União Soviética, da doutrina marxista-leninista que concebia a guerra como única condição para estabelecer o socialismo no mundo.

Até certo ponto, a política de coexistência pacífica fez com que a Guerra Fria tendesse a perder intensidade, em razão da abertura de canais diplomáticos entre os Estados líderes dos dois Blocos, diminuindo as tensões militares entre a OTAN e o Pacto de Varsóvia.

Nesse sentido, os acordos de limitações de armas estratégicas e convencionais podem ser entendidos como um reflexo da política de coexistência pacífica, num esforço para evitar o conflito mundial. Além desse aspecto, os acordos firmados no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU) também são resultado dessa política.

A política de coexistência pacífica não evitou, porém, tentativas, por parte dos Estados líderes, de ampliação das respectivas zonas de influência. Desse modo, embora não declarassem formalmente guerra um ao outro, as intervenções de caráter político e militar, bem como o estímulo a golpes, rebeliões e revoluções sociais foram recursos que ambos os Estados líderes empregaram, velada e permanentemente, como forma de enfraquecer e solapar as bases de poder do Estado adversário.

  1. Colapso da União Soviética e fim do Bloco socialista O equilíbrio entre os Blocos foi quebrado com a desintegração da União Soviética, em 1991, e do socialismo no Leste Europeu.
  2. O Comecom e o Pacto de Varsóvia também deixaram de existir a partir de 1991.
  3. O mundo transitou de uma ordem internacional polarizada (equivocadamente chamada de ordem bipolar) para uma ordem internacional que pode ser concebida como multipolar, devido à existência de vários centros de poder.

Líderes políticos da Rússia consideraram o desaparecimento da União Soviética e do Bloco socialista como o maior desastre geopolítico-estratégico da história do século 20. Não obstante, embora tenha havido uma acentuada diminuição das divergências ideológicas, várias questões envolvendo a segurança militar ainda são motivos de enormes tensões políticas entre a Rússia e os Estados Unidos.

Quem inventou o bloco?

Conheça a história de Dona Norma, criadora dos famosos bloquinhos de montar Dona Norma foi avó de apenas cinco netos, mas a quantidade de crianças que pode se divertir com as ideias que ela teve é imensa, não dá nem para contar. Isso porque, por mais de 60 anos, brasileiros de várias gerações tiveram ou conheceram alguém que teve um brinquedo que ela inventou: os bloquinhos de madeira com tijolinhos desenhados. Os bloquinhos do Brincando de Engenheiro, que antes se chamava Construtor – Gabriel Cabral/Folhapress Quando Norma Laura Baumhardt Minatto (esse era o nome completo dela) criou os blocos, eles se chamavam Construtor. Isso foi em 1956 —pergunte aos seus pais e avós em que ano eles nasceram e se eles conhecem este brinquedo, e veja como ele é realmente antigo.

  1. Ele continua sendo vendido até hoje, com o nome Brincando de Engenheiro, pela fabricante Xalingo.
  2. A empresa foi fundada em 1947 e este ano completa 75 anos de existência.
  3. Quando começou a funcionar, a Xalingo produzia utensílios de madeira para a casa e estojos escolares em madeira também —agora, eles fazem e vendem Dois dos netos de Dona Norma, Paula e Rodrigo Ebert Harsteln, trabalham na Xalingo hoje em dia, e contam que o nome curioso da fábrica de brinquedos vem da junção dos nomes dos fundadores e antigos sócios da empresa, Xavier, Lindolfo e Ingo.

“Era uma prática comum na época. Depois de alguns anos, nosso falecido avô Ingo, o primeiro marido da vó Norma, comprou a parte dos outros dois acionistas”, explica Paula. “Nossa avó sempre teve habilidade com desenhos e artes, pintava quadros também, além do gosto pela arquitetura.

  1. Ela projetou e também desenhava outros produtos lançados pela empresa.
  2. Sempre foi uma pessoa bem da área criativa, e criar”, conta a neta de Dona Norma.
  3. O Brincando de Engenheiro é um conjunto de bloquinhos de madeira, de diferentes formatos, cores e desenhos.
  4. A ideia é que as crianças construam casas, castelos e até mesmo uma cidade.

Atualmente, existem oito versões do brinquedo, incluindo bloquinhos, um para construir uma pista de corrida, e outro com 200 peças em uma só caixa. De quando surgiu até hoje, foram poucas mudanças no brinquedo. “Alteramos o tamanho de algumas peças, além do tipo de madeira usada. Quando surgiu, o Brincando de Engenheiro se chamava Construtor – Arquivo Pessoal Ela e seu irmão Rodrigo —que são diretor presidente e diretora e chefe da parte digital da Xalingo— acreditam que, quando Dona Norma inventou o Construtor, queria “Talvez também quisesse cativar a ambição da criança de construir sua própria vida, sua casa, sua cidade.

  • Ela, mesmo para uma mulher daquela época, nunca parou de trabalhar, e acreditamos que isso era algo que se refletia nas suas criações”, completa a neta Paula.
  • Gabriela Estefam, por exemplo, hoje é uma adulta e trabalha como arquiteta, que é uma profissional responsável por planejar e organizar espaços em que as pessoas vão morar, trabalhar, conviver, se locomover etc.

“Comecei a brincar com os bloquinhos quando eu tinha 3 anos, e me lembro de tê-los por muito tempo. Eu tinha um montão! Dava para espalhar pelo chão e brincar a tarde toda”, fala Gabriela, que ganhou o Brincando de Engenheiro de aniversário de uma tia.

Meu pai sempre brincou muito comigo. A gente construía a cidade de bloquinhos e se divertia muito trazendo carrinhos e bonequinhos pra passearem pelas ruas. Eu construía casas com formas muito malucas. O meu trabalho é parecido com isso. Eu desenho casas, móveis, ainda brinco muito com as cores e formatos”, diz.

Paula e Rodrigo, netos da criadora dos bloquinhos, também contam que brincaram muito com eles. “Os bloquinhos sempre estavam presentes na casa da avó. Nos lembramos de ela ter uma mesa comprida, dessas mais baixas, onde passávamos horas brincando com os blocos enquanto ela assistia televisão”, fala Rodrigo.

Brincamos com quase todos os produtos da Xalingo, triciclos de todos os tipos, gangorras, patins, jogos como trilha, damas, xadrez, e todos os demais.” Eles lembram que, Dona Norma gostava de mimar os netos, e que sempre havia algo diferente para comer ou brincar na casa dela. “Todo Natal e Páscoa, a gente tinha coisas especiais para fazer.

Ela, muito criativa, fazia uma brincadeira de mistério sobre o que íamos ganhar até a data”, diz Paula. Dona Norma nasceu em 21 de julho de 1926, em Santa Cruz do Sul, um município no Rio Grande do Sul. Os avós dela vieram da Alemanha para o Brasil, isso muito tempo atrás. Dona Norma (à direita), criadora dos bloquinhos de montar da Xalingo – Arquivo Pessoal Rodrigo e Paula falam que ela sempre foi presente na Xalingo. “Acreditamos que ela tinha uma vida corrida, de dupla jornada de trabalho, como Lembramos ela comentar que fez diversos cursos de ilustração pelos correios”, conta Paula.

See also:  Quando O Beb Encaixa?

Dona Norma trabalhou na empresa até início dos anos 2000, quando tinha mais de 70 anos. Só parou de acompanhar a rotina diária por conta da idade. “Mesmo assim, até falecer, em 2013, ela sempre fez questão de acompanhar assuntos mais específicos de administração”, diz Rodrigo. “Muita coisa legal aconteceu nestes anos todos.

Foram muitos brinquedos produzidos e criados e com os quais nos divertíamos em nossa infância, quando passávamos as férias na casa da vó. Sempre tinha uma novidade para ‘testar’: um triciclo, um jogo ou outro brinquedo”, relembra Paula, que acha que, com seu trabalho de hoje, pode retribuir toda a alegria que teve, e celebrar o amor pela avó.

Como se chamava o bloco em 1951 quando foi criado?

18 de abril de 1951 — Comunidade Europeia do Carvão e do Aço Estes seis países são a Alemanha, a França, a Itália, os Países Baixos, a Bélgica e o Luxemburgo. A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço entra em funções em 1952.

Qual é o bloco econômico mais importante da América do Sul?

O Mercado Comum do Sul ( Mercosul ) é um bloco econômico sul-americano criado em 1991. São membros fundadores do bloco Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Esse bloco conta também com países associados, que são Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname.

Essa integração entre países sul-americanos busca favorecer o desenvolvimento econômico, social e político de seus membros e associados. Para isso, tem como objetivo central promover a livre circulação de bens, serviços, capital e pessoas, com redução parcial ou total de tarifas, barreiras alfandegárias e impostos.

Leia também: OCDE – organização voltada ao desenvolvimento econômico e bem-estar social

Qual bloco reúne o maior número de países?

Efetivada em 1992, a União Europeia é o bloco formado por 27 países europeus. Trata-se do maior bloco do mundo em número de membros, volume de vendas e PIB.

Quais são os blocos que o Brasil faz parte?

Caracterização de dois blocos efetivos ( MERCOSUL e ALBA ) e um bloco apenas projetado (ALCA), destacando suas características principais e enfrentamentos.

O que tem sido feito pelo bloco ALBA resumo?

Blocos Econômicos da América Latina. Blocos Econômicos Os blocos econômicos são instituições supranacionais, ou seja, que ultrapassam os limites de uma nação, formados pelo agrupamento de países que possuem como objetivo principal a organização de acordos comercias, para isso, implementando uma redução gradual das tarifas alfandegárias a fim de potencializar o fluxo de mercadorias entre os países-membros e estimular a concorrência em determinados setores de suas economias.

A partir da década de 1950, as empresas transnacionais começaram a direcionar suas filiais para os mais diferentes países e, em pouco tempo, passaram a dominar o comércio internacional. Nessa perspectiva, os blocos econômicos se tornaram necessários, para estabelecer algumas normas e gerenciar os fluxos comerciais, pois em uma economia de mercado, os governos não têm poder para controlar as decisões tomadas por essas empresas.

A América Latina possui diferentes níveis de subdesenvolvimento, herança de seu passado colonial e de diversas práticas políticas internas e externas. Os blocos econômicos que existem na região expõem a fragilidade de suas economias e as dificuldades em promover uma integração econômica e política mais completa e abrangente.

Alguns dos Blocos Econômicos ou projetos presentes no continente latino-americano são: ALBA (Aliança Bolivariana para as Américas) Em 2004, os líderes de Cuba e Venezuela apresentaram a proposta da Alba, bloco que tem a pretensão de integrar a região do Caribe e o restante da América Latina a partir de propostas de incentivo à solidariedade mútua, projetos sociais e econômicos.

Efetivamente, o bloco tem realizado intercâmbio de médicos cubanos para a Venezuela em troca de petróleo e acordos comerciais nos setores de energia e mineração dominados por Venezuela, Bolívia e Equador. São membros: Antígua e Barbuda, Bolívia, Cuba, Dominica, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas e Venezuela.

  • Honduras retirou-se em 2010 alegando um suposto tratamento desrespeitoso em relação ao país, o que diz respeito à reação contrária dos principais membros do grupo ao golpe militar que destituiu o presidente Manuel Zelaya no ano de 2009.
  • ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) Iniciativa dos Estados Unidos, propõe a formação de uma área de livre comércio em todo o continente americano, com exceção a Cuba.

O acordo deveria ter entrado em vigor no ano de 2005, mas após os atentados de 11 de setembro de 2001 ocorreu uma mudança de foco da política externa dos Estados Unidos adotada pelo então presidente George W. Bush, que priorizou a ofensiva contra os países que representassem ameaça à segurança do país.

As negociações relacionadas à Alca acabaram relegadas a segundo plano, ao mesmo tempo em que diversos países latino-americanos tiveram transformações políticas consideráveis, com a ascensão de governos de orientação esquerdista, principalmente na América do Sul, que se posicionaram contrários à concretização do bloco.

Um dos maiores questionamentos com relação à Alca corresponde a sua estruturação, que nitidamente privilegia o domínio econômico dos Estados Unidos em detrimento da produção industrial e agrícola dos outros países da região, que não estariam preparados para uma abertura rápida e profunda de suas economias.

  1. Outro ponto discutível é a manutenção dos subsídios oferecidos a determinados setores da economia norte-americana, o que tornaria o bloco descomprometido com o desenvolvimento da região.
  2. Não pare agora.
  3. Tem mais depois da publicidade 😉 Logo em seu primeiro mandato, o presidente estadunidense Barack Obama apresentou em seu plano de metas para a América Latina a retomada das negociações da Alca, mas a política externa dos Estados Unidos esteve nos últimos anos mais concentrada em questões como Oriente Médio (Irã, Síria, Afeganistão) e China, enquanto no plano interno a Crise Econômica Mundial e a recuperação da economia do país ainda denotam maior preocupação do que as relações com a América Latina.

O segundo mandato de Obama pode apresentar novidades quanto a acordos bilaterais com os países da América Latina em temas como combate ao narcotráfico e migrações. MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) O bloco foi criado em 1991 após a assinatura do Tratado de Assunção por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, os chamados membros plenos ou efetivos.

Em 2012, a Venezuela assumiu uma posição como membro efetivo após a suspensão temporária do Paraguai, cujo Congresso se colocava contrário ao ingresso da Venezuela em razão de divergências político-ideológicas com o então presidente venezuelano Hugo Chávez. Após o processo de impeachment que depôs o presidente paraguaio Fernando Lugo, os governos de Brasil, Argentina e Uruguai puniram o Paraguai com a suspensão do bloco econômico, o que abriu a lacuna necessária para a entrada da Venezuela* no Mercosul.

Os países plenos ou efetivos têm direito a voto em decisões que direcionam o bloco. Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname são membros associados, apenas participando das trocas comerciais. Entre os objetivos gerais do bloco estão a criação de uma área de livre comércio e de uma união aduaneira,

  1. Entre tantas ambições, o Mercosul também busca a uniformização das taxas de juros, criação de uma moeda única e estabelecimento de livre circulação de pessoas.
  2. Atualmente, a formação de uma União Aduaneira está avançada em determinados segmentos.
  3. Uma União Aduaneira é quando, além do livre comércio, ocorre o estabelecimento de tarifas iguais entre os países-membros com relação aos produtos comercializados com países que não pertencem ao bloco.

Vários enfrentamentos têm comprometido o MERCOSUL, como a instabilidade política e econômica de alguns dos países-membros. Além disso, as divergências com relação ao direcionamento do bloco e os acordos bilaterais ferem as premissas da organização, que teoricamente prioriza a integração econômica da região e não apenas o favorecimento dos setores econômicos mais fortes dos países envolvidos.

* A Venezuela foi suspensa do Mercosul, por tempo indeterminado, em dezembro de 2016. Júlio César Lázaro da Silva Colaborador Brasil Escola Graduado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Mestre em Geografia Humana pela Universidade Estadual Paulista – UNESP

: Blocos Econômicos da América Latina. Blocos Econômicos

Qual é o principal objetivo da Unasul?

A UNASUL tem como objetivo construir, de maneira participativa e consensuada, um espaço de articulação no âmbito cultural, social, econômico e político entre seus povos.

Quais são as características do ALBA?

Além disso a ALBA defende a concentração da posição das esferas multilaterais, defesa da democracia, transparência as instancias internacionais. Porém entre tantos objetivos o mais visível é a promoção da saúde e educação, e um exemplo disso e a ajuda mútua entre cuba e Venezuela, envio de médicos em troca de petróleo.

Quais são os principais impactos do bloco ALBA?

Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: O conceito básico da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América ( Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América ) é a ajuda mútua entre os países situados na América Latina e Caribe, buscando aumentar a integração econômica, política e social entre estes territórios.

Anteriormente conhecido como Alternativa Bolivariana para as Américas – ALBA – segue ideais de esquerda, diferindo de outros acordos comerciais como a ALCA ( Área de Livre Comércio das Américas ), que foi defendido pelos EUA nos anos 90. Entre os principais objetivos buscados pela Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América estão o auxílio no campo econômico, troca mútua e o bem-estar social, elementos que diferem da liberação comercial capitalista.

Entre outros aspectos, a ALBA-TCP abriu diálogo a respeito da introdução de uma moeda regional, que seria chamada SUCRE, seguindo conceito do euro empregado na União Europeia, A história da Aliança Bolivariana para as Américas teve seu início no ano de 2004, quando foi realizado um acordo entre as seguintes nações latinas: Cuba e Venezuela.

  • Assinado, respectivamente, pelos presidentes Fidel Castro e Hugo Chávez, o pacto entre as duas nações foi marcado pelo envio de médicos cubanos para auxiliar na saúde venezuelana.
  • Em troca, a Venezuela enviou petróleo para Cuba.
  • De acordo matéria publicada no site da BBC Brasil no dia 5 de março do ano de 2013, ” o bloco conta com a cooperação econômica da Venezuela – um dos maiores produtores de petróleo do planeta.

Segundo analistas, Cuba é um dos países que mais depende da cooperação venezuelana. O governo de Raul Castro recebe cem mil barris de petróleo por dia com preços subsidiados. Havana retribui com serviços médicos”. O texto ainda cita a morte de Hugo Chávez, em 2013, em como um dos fatores que poderiam vir a enfraquecer o acordo econômico.

  1. No ano de 2006, o presidente boliviano Evo Morales introduziu a Bolívia a ALBA-TCP por meio do Tratado do Comércio dos Povos, termo posteriormente adicionado ao nome do grupo, resultando na ALBA-TCP.
  2. A Aliança Bolivariana para as Américas é composta por oito nações, quatro delas apresentando governos com características socialistas, com exceção de Cuba, onde o socialismo é totalitário.

Fora os três países pioneiros, Venezuela, Cuba e Bolívia, foram adicionados ao bloco Granadinas, São Vicente, Antigua e Barbuda, Equador, Dominica e Nicarágua, No ano de 2009, o acordo foi renomeado para Aliança Bolivariana para as Américas, Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alian%C3%A7a_Bolivariana_para_as_Am%C3%A9ricas http://www.alianzabolivariana.org/ http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130305_chavez_reacoes_al_mc.shtml Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/economia/alianca-bolivariana-para-as-americas/ Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: