Como Saber Que Estou Com DepressO?

Como saber se estou com depressão ou não?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos. A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

  1. Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat.
  2. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

  • Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor.
  • Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão.
  • Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

  1. Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico.
  2. A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade.
  3. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

  1. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.
  2. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.
  3. A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

  • Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente.
  • Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais.
  • Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.

Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

  • Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios.
  • Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

  • As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios.
  • Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas.
  • Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados. Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Quais são as 5 fases da depressão?

Negação, raiva, barganha, depressão e aceitação : as fases do luto – Psiquiatria Paulista.

Quando desconfiar de depressão?

Quais são os sintomas da depressão? – Os sintomas principais da depressão são o humor deprimido por mais de 2 semanas, perda de prazer em realizar atividades que antes traziam alegria e sensação de fadiga. Caso a pessoa apresente pelo menos dois desses sintomas por 14 dias, é sinal de que algo não vai bem. Além disso, há outros sintomas secundários que também merecem atenção:

Alterações de peso (come muito ou come pouco);Mudanças no sono (dorme muito e continua se sentindo cansado ou insônia );Baixa autoestima ;Sentimento de culpa;Pensamentos negativos e suicidas;Concentração e raciocínio baixo;Baixo desejo sexual;Irritabilidade; Ansiedade,

O que é uma depressão silenciosa?

Depressão: a doença silenciosa que não o pode fazer calar Só quem passa pelas situações sabe o que está a sentir. Em momentos de depressão isso não podia fazer mais sentido. Acontecimentos traumáticos podem estar na origem de uma depressão, mas, mais do que o que sente, é importante que não tenha medo de o verbalizar.

  1. Um dos grandes problemas é a vergonha associada à doença.
  2. A normalização da saúde mental deve ser cada vez mais importante e a sua consciencialização e aceitação devem estar sempre presentes, uma vez que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de motivação para ficar bem.
  3. A depressão é uma doença silenciosa e que tem como um dos ingredientes a tristeza.

No entanto, existe ainda um vasto conjunto de sintomas que pode sentir, como: sonolência, perda de apetite, sentimentos de culpa, dores no corpo, insónias, falta de energia e ainda falta de concentração. Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

  1. A depressão na sua forma mais ligeira afeta mais de 20% da população portuguesa, sendo que, na sua forma mais grave, afeta 2-3% dos homens e 5-9% das mulheres.
  2. Com o tempo, existe a tendência de os sintomas aumentarem, fazendo com que o desejo de ficar isolado seja mais forte do que o resto.
  3. Como referido acima, acontecimentos traumáticos podem estar na origem de uma depressão.

Porém, também a personalidade e a forma como cada um lida com as adversidades podem estar na sua origem. Um dos fatores importantes do problema é saber diferenciar a depressão da tristeza. A tristeza é um dos sintomas da depressão. Porém, a mesma surge como reação a um acontecimento e é temporária, enquanto a depressão é permanente na ausência de tratamento, interferindo nas atividades diárias e nas relações familiares e profissionais.

Se se sente deprimido saiba que não se deve sentir culpado, nem o devem culpabilizar. O mais importante é que esteja atento se os sintomas persistirem por algumas semanas e, caso isso aconteça, deve procurar ajuda médica para que consiga tratar a doença numa fase precoce e para que os sintomas não se agravem.

A depressão é uma perturbação mental muito comum no ser humano e afeta negativamente a maneira como as pessoas pensam, sentem e agem. No contexto pandémico em que vivemos é ainda mais importante que esteja atento aos sinais, uma vez que estamos a falar de uma doença silenciosa, mas que precisa de uma resposta ativa.

Uma das melhores formas de ultrapassar a depressão é conhecendo-a. A iniciativa “Compreender a Depressão”, com o apoio da ANGELINI, Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Diário de Notícias e Jornal de Notícias, pretende dar a conhecer as razões, os sintomas e ainda as formas de cuidar de si e dos outros para que não ignore os sinais que não devem ser ignorados.

: Depressão: a doença silenciosa que não o pode fazer calar

Qual a parte do corpo que a depressão afeta?

Raciocínio lento ou agitação – A depressão afeta o hipocampo, a amígdala e o córtex pré-frontal. Essas três regiões do cérebro respondem por funções importantes, como o processamento da memória, aprendizado, concentração e cognição. Por isso, quem enfrenta a doença pode ter problemas em tomar decisões, lembrar de certas coisas e até mesmo se concentrar durante uma aula ou reunião.

Como é o comportamento de uma pessoa com depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

  • Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos.
  • A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

  1. Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat.
  2. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

  • A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares.
  • Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor. Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão. Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico. A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

  1. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.
  2. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.
  3. A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente. Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais. Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.

Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

  • Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios.
  • Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.
See also:  Quem Sai Da Fazenda?

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios. Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados. Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

O que leva uma pessoa a ter depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

Sintomas: • humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia; • desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; • diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis; • desinteresse, falta de motivação e apatia; • falta de vontade e indecisão; • sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio; • pessimismo, idéias freqüentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.

A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio; • interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom “cinzento” para si, os outros e seu mundo; • dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; • diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido; • perda ou aumento do apetite e do peso; • insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos freqüentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo); • dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarréia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

  • Causas: A depressão é uma doença.
  • Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos. Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.

  • A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam o problema em algum momento da vida.
  • Tratamento: O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso.
  • Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis.

Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.

  • A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão.
  • A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.
  • IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em março de 2.005. Fontes: Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo Universidade Federal de Minas Gerais – Revista de Psicofisiologia

Qual é a reação de uma pessoa com depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

  • A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”.
  • No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si.
  • A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

  • Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos.
  • A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

  1. Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat.
  2. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

  • Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor.
  • Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão.
  • Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico. A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

  • A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.
  • Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.
  • A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente. Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais. Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.

Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

  • Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios.
  • Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios. Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

  1. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.
  2. Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos.
  3. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Qual o primeiro sinal de depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

  • A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”.
  • No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si.
  • A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

  • Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos.
  • A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

  1. Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor.
  2. Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão.
  3. Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

  1. Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico.
  2. A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade.
  3. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios. A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

  • Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente.
  • Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais.
  • Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.
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Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios. Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

  1. As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios.
  2. Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas.
  3. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados. Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Qual primeiro sinal de depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

  • A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”.
  • No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si.
  • A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos. A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

  • Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat.
  • Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

  • Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor.
  • Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão.
  • Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

  • Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico.
  • A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade.
  • Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

  • A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.
  • Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.
  • A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente. Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais. Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.

Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios. Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios. Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

  1. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.
  2. Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos.
  3. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Quem tem depressão demonstra?

Os sintomas de depressão nem sempre são só de tristeza e desânimo. Eles podem incluir perda de peso, sentimentos de culpa, irritabilidade e falta de esperança.

O que acontece se não tratar a depressão?

A depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional da pessoa, que passa a apresentar tristeza profunda, falta de apetite, desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental. Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças.

  • Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos.
  • A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiodasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

  • Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat.
  • Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

  1. A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares.
  2. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo.

Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir. Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva.

Atividades físicas liberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor. Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão. Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ; desinteresse, falta de motivação e apatia; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima; sensação, inutilidade, ruína e fracasso; interpretação distorcida e negativa da realidade; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia ou despertar matinal precoce; dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Histórico familiar Transtornos psiquiátricos correlatos Estresse crônico Ansiedade crônica Disfunções hormonais Excesso de peso Sedentarismo e dieta desregrada Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas) Uso excessivo de internet e redes sociais Traumas físicos ou psicológicos Pancadas na cabeça Problemas cardíacos Separação conjugal Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste. A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste. A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar. A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas. Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza. Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão? O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais. Como saber se a pessoa sofre de depressão? Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

  1. Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico.
  2. A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade.
  3. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico. Tratamento O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

  • A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.
  • Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.
  • A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos. A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente. Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem papel importante na atenção à saúde e tratamento de pessoas com depressão e outros problemas mentais. Os atendimentos e tratamentos para depressão são feitos, prioritariamente, na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde.

Nesses locais também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade, quando houver avaliação da equipe de referência para isto. Para agravos do problema de depressão, ansiedade e/ou estresse, o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes (Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina).

  1. Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios.
  2. Como vencer a depressão? O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial).

  • As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios.
  • Quais são os tipos de depressão? Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas.
  • Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.
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Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas. Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

  • Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.
  • Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos.
  • Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis. Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Como é o cansaço da depressão?

2, Dificuldade de concentração e cansaço constante – Um paciente com depressão não possui o estado mental e físico como o de alguém saudável. Em alguns casos, o cansaço é tão grande que a pessoa depressiva não consegue sair do quarto e não tem força de vontade para atividades comuns — como tomar banho ou se alimentar.

Quais são as 3 fases da depressão?

Tristeza x Depressão – Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias.

  • Apatia
  • Falta de motivação
  • Medos que antes não existiam
  • Dificuldade de concentração
  • Perda ou aumento de apetite
  • Alto grau de pessimismo
  • Indecisão
  • Insegurança
  • Insônia
  • Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas
  • Sensação de vazio
  • Irritabilidade
  • Raciocínio mais lento
  • Esquecimento
  • Ansiedade
  • Angústia.

Além disso, o indivíduo pode apresentar alguns sintomas físicos que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:

  • Dores de barriga
  • Má digestão
  • Azia
  • Constipação
  • Flatulência
  • Tensão na nuca e nos ombros
  • Dores de cabeça
  • Dores no corpo
  • Pressão no peito.

Estes são alguns dos indícios da depressão. Mas, se houver dúvida, procure um especialista para ter um diagnóstico e tratamento corretos. Não tenha medo ou vergonha de expressar o que realmente está sentindo e vivenciando, pois esses profissionais irão se basear nestes dados para poderem prescrever um tratamento e a partir daí, o paciente voltar a ter qualidade de vida, com alegria e bem estar.

Qual o horário que a depressão ataca mais?

Acordar mais cedo x depressão grave – Os resultados evidenciaram uma relação entre o ponto médio do sono – ponto intermediário entre a hora que uma pessoa vai dormir e a hora em que acorda – e a depressão grave. Segundo eles, quanto mais tarde o ponto médio do sono de um indivíduo, maiores as chances de ter os sintomas da doença.

  1. Desse modo, seria possível alcançar uma melhor qualidade de vida apenas com uma alteração: ir dormir e acordar mais cedo.
  2. Isso acontece porque, segundo eles, uma maior exposição à luz solar estimula hormônios que atuam diretamente sobre o nosso humor,
  3. Nós descobrimos que, geneticamente, a preferência diurna correspondente a acordar uma hora antes do ponto médio do sono foi associada a um risco 23% menor de depressão grave”, afirmam os pesquisadores.

Desse modo, se uma pessoa que dorme, normalmente, à meia noite passar a se deitar às 23h, ela terá 23% a menos de chances de desenvolver depressão, Segundo os pesquisadores, os hábitos matinais atuam sobre a depressão, entre outros motivos, porque influenciam nossos hábitos sociais, nosso nível de exposição à luz solar, atividade física e relacionamento com outras pessoas.

Que tipo de atitude revela início de uma depressão?

Queda no rendimento escolar – Quando se tratam de crianças e adolescentes, os quadros depressivos, fatalmente, desembocam na queda do rendimento escolar, porque um dos sintomas é a alteração da forma e da velocidade do raciocínio, segundo Lee Fu. Também é comum que estes alunos passem a faltar mais nas aulas.

“A criança diz que presta atenção, mas não consegue lembrar de tudo que estudou. Podem ser alunos que antes tinham notas boas, mas agora a cabeça não funciona. Esse tipo de situação faz parte dos sintomas depressivos”, afirma Lee. A mudança no boletim escolar costuma ser o grande sinal de alerta aos pais.

A psiquiatra diz que não é possível generalizar e afirmar que a escola não olha para este tipo de problema, mas ela reconhece que tanto a rede pública quanto a privada não conseguem dar conta de todas as questões inerentes à infância e à adolescência.

A escola pública talvez pegue metade dos casos, pois tem menos recursos, menos professores, mas há educadores bons. Uns que até pecam por excesso.” Trocar de escola nem sempre resolve o problema. “Às vezes, a criança ou adolescente precisa mudar o ambiente, pois não dá tempo de a escola resolver o problema, como fobia, insegurança e ansiedade.

Mas depende de caso a caso.” Um quadro depressivo nem sempre está ligado a melancolia, tristeza e introspecção. Comportamentos como mau humor em excesso, irritação ou até aumento de apetite e sono podem também ser sintomas da depressão. “As mudanças de hábitos às vezes são percebidas pelas escolas quando o adolescente passa a ficar mais quieto ou isolado.

  • Algumas escolas têm essa atenção”, diz Lee Fu.
  • Além da queda do rendimento escolar, outros sintomas da depressão são alteração de humor, apatia, choro em excesso.
  • O adolescente também pode ficar mais rabugento e se queixar de não saber o que fazer.
  • Mudança de peso, alterações de sono (como demorar mais para conseguir dormir e ter mais pesadelos) e baixa autoestima também podem ser sinais.

Outro indício característico é a perda da capacidade de sentir prazer em coisas que antes eram prazerosas. Crédito, Arquivo pessoal Legenda da foto, O psiquiatra Arthur Danila explica que a depressão não tratada aumenta chances de suicídio

Qual exame para saber se tem depressão?

Diagnóstico do episódio depressivo – O diagnóstico de episódio depressivo deve ser entendido como uma categoria definida a partir de critérios específicos dentro de um fenômeno dimensional. Atenção: O diagnóstico da depressão é clínico, feito pelo médico após avaliação do paciente. Não existem exames laboratoriais ou de imagem específicos para diagnosticar depressão.

Como saber se minha saúde mental está bem teste?

Teste de Depressão, Ansiedade e Estresse – Saiba mais sobre o DASS-21 – O questionário DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale) é um teste de depressão, ansiedade e stress que mede os níveis desses transtornos a partir de comportamentos e sensações experimentados nos últimos sete dias.

Ele tem 21 perguntas e leva cerca de 3 minutos para ser respondido. Entenda como funciona e faça sua avaliação! O DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale), desenvolvido pelo PhD Peter Lovibond, da University of New South Wales (UNSW), na Austrália, possui capacidade de mensurar simultaneamente e distinguir a depressão, a ansiedade e o estresse,

Trata-se de um teste em domínio público, que pode ser originalmente acessado no site da UNSW, sendo esta uma tradução livre realizada pela Vittude. Trata-se de um questionário com 21 perguntas, que medem a intensidade de comportamentos e sensações experimentados nos últimos sete dias.

  1. Cada pergunta é classificada em uma escala Likert de quatro pontos de frequência ou gravidade das experiências dos participantes durante a última semana com a intenção de enfatizar os estados emocionais sobre os traços.
  2. Lovibond, comparou propriedades psicométricas do DASS-21 com as Escalas de Beck para ansiedade e depressão, obtendo resultados satisfatórios na comprovação das análises fatorial exploratória e confirmatória.

Isso mostra que as respostas do questionário de fato apontam para um indicativo bastante preciso dos quadros de depressão, ansiedade e estresse.

O que leva uma pessoa a ter depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

Sintomas: • humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia; • desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; • diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis; • desinteresse, falta de motivação e apatia; • falta de vontade e indecisão; • sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio; • pessimismo, idéias freqüentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.

A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio; • interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom “cinzento” para si, os outros e seu mundo; • dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; • diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido; • perda ou aumento do apetite e do peso; • insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos freqüentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo); • dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarréia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

Causas: A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos. Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.

A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam o problema em algum momento da vida. Tratamento: O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis.

Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.

A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão. A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em março de 2.005. Fontes: Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo Universidade Federal de Minas Gerais – Revista de Psicofisiologia

Qual é a diferença entre ansiedade e depressão?

Ansiedade x depressão: as principais diferenças entre as doenças Mudanças de humor, falta de apetite, irritabilidade, sofrimento, insônia: ansiedade ou depressão? Alguns sintomas podem ser parecidos e afetar diretamente a vida e a rotina diária daqueles que sofrem com os transtornos causados pelas doenças, mas cada uma possui características próprias.

Para entender sobre as causas, como tratar e as diferenças mais comuns entre a ansiedade e a depressão, conversamos com a médica psiquiatra Ilana Abramoff, da Casa de Saúde São José do Rio de Janeiro, e com a psicóloga Lucia Novaes Malagris, diretora do Instituto de Psicologia e Controle do Stress do Rio de Janeiro.1 de 3 Depressão e ansiedade têm alguns sintomas semelhantes e outros muitos específicos, mas ambas podem ser paralisantes — Foto: Istock Getty Images Depressão e ansiedade têm alguns sintomas semelhantes e outros muitos específicos, mas ambas podem ser paralisantes — Foto: Istock Getty Images Ansiedade e depressão são doenças comuns e presentes em uma grande parcela da população.

Os transtornos podem afetar a saúde física e mental, causando mudanças negativas e preocupantes na vida de uma pessoa. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas, de todas as idades, sofrem de depressão no mundo hoje, e os casos aumentaram significativamente com a pandemia da covid-19.

Podem ter causas hereditárias, genéticas, hormonais e ambientais (estresse excessivo, uso de álcool e drogas, sedentarismo, traumas etc).2 de 3 Cerca de 300 milhões de pessoas sofrem com depressão no mundo — Foto: Istock Getty Images Cerca de 300 milhões de pessoas sofrem com depressão no mundo — Foto: Istock Getty Images Dificuldade de concentração, desinteresse por pessoas e coisas, pensamentos de culpa e baixa autoestima, falta de esperança, alteração de sono ou apetite, falta de energia, pensamentos sobre morte ou suicídio são alguns dos sintomas mais comuns da depressão,

Segundo a psiquiatra Ilana Abramoff, a depressão é um transtorno bastante comum e caracterizado principalmente por um humor deprimido e pela falta de prazer nas atividades habituais do cotidiano por no mínimo duas semanas. Alguns tipos de transtornos depressivos:

  • Transtorno depressivo maior : depressão profunda, incapacitante;
  • Depressão bipolar : a parte depressiva do transtorno bipolar, caracterizado pela alternância entre momentos de depressão e de euforia;
  • Depressão pós-parto : acomete mulheres após o parto e pode ser grave em alguns casos;
  • Distimia : uma forma crônica da depressão, com sintomas normalmente não tão intensos, mas persistentes, constantes;
  • Transtorno disfórico pré-menstrual : forma grave de tensão pré-menstrual que inclui alterações extremas de humor;
  • Depressão psicótica : os sintomas depressivos são acrescidos de alucinações e delírios.
  1. Tristeza intensa e incapacitante;
  2. Visão de si mesmo como inútil;
  3. Dificuldade de concentração e de tomar decisões;
  4. Baixa autoestima e autocrítica severa;
  5. Visão negativa do futuro;
  6. Pensamentos suicidas;
  7. Sentimento de culpa;
  8. Cansaço profundo ou perda de energia;
  9. Diminuição do interesse sexual;
  10. Redução do apetite;
  11. Dificuldade para dormir;
  12. Mudança de humor e irritabilidade;
  13. Perda de interesse por qualquer coisa e até pelas outras pessoas;
  14. Uso de álcool ou outras drogas.

3 de 3 Ansiedade pode levar à uma preocupação excessiva mesmo quando não há um perigo ou obstáculo real — Foto: Istock Getty Images Ansiedade pode levar à uma preocupação excessiva mesmo quando não há um perigo ou obstáculo real — Foto: Istock Getty Images Por outro lado, a ansiedade traz um sentimento que, quando ocasional, é normal do ser humano.

  1. Ficar ansioso para uma viagem de férias, para a realização de uma prova, ou mesmo para uma entrevista de emprego, são sentimentos humanos comuns e normais.
  2. Mas quando é frequente e piora ao longo do tempo, atrapalhando a rotina e o bem-estar da pessoa, pode-se concluir que o paciente tem um transtorno de ansiedade.

Preocupação excessiva que vai além da realidade e mudanças de comportamentos que causam prejuízos às principais atividades do dia a dia, como trabalho, escola ou relações interpessoais, são alguns dos sintomas daqueles que sofrem dos transtornos ansiosos.

  1. Transtorno de Ansiedade generalizada: preocupação exagerada e persistente;
  2. Transtorno do pânico: caracterizada por crises súbitas de ansiedade junto com medo de novas crises, com “fuga” de situações sociais para evitar angústias;
  3. Transtorno de ansiedade social: medo persistente e incapacitante de ser olhado e julgado por outras pessoas
  4. Outros tipos: transtornos fóbicos, ansiedade de separação, agorafobia
  1. Preocupação excessiva com as situações;
  2. Pensamentos ansiosos;
  3. Dificuldade de concentração;
  4. Dificuldade de relaxar;
  5. Irritabilidade e mudanças de humor;
  6. Procrastinação;
  7. Uso de álcool ou outras drogas;
  8. Dificuldade de dormir;
  9. Taquicardia, dor ou aperto no peito, falta de ar, agitação/inquietação;
  10. Desconforto gastrointestinal;
  11. Transpiração excessiva;
  12. Dor de cabeça e dores musculares.

Mudanças no sono, fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade e procrastinação são alguns dos sintomas em comum tanto para quem sofre de ansiedade, como para quem tem depressão. Apesar disso, segundo a psiquiatra Ilana Abramoff, os transtornos são resultados da interação de fatores biológicos, sociais e psicológicos.

Assim como ambos podem apresentar sintomas semelhantes, existem também diferenças notáveis entre eles, Os sintomas da ansiedade e da depressão dependem de cada situação ou gravidade do problema. De acordo com a psicóloga Lucia Novaes, há pessoas que já nascem com predisposição para a ansiedade ou para a depressão, e assim como é possível sofrer com somente uma doença, uma pessoa também pode ter as duas.

– O sofrimento é maior e um transtorno acaba agravando o outro. Pode ocorrer predisposição genética para os dois transtornos e a história de vida pode envolver experiências que contribuem para essa comorbidade – explica Lucia. Além disso, existem dois tipos de ansiedade: a adaptativa e a desadaptativa.

A psicóloga Lucia Neves explica que a ansiedade adaptativa é aquela que ocorre frente a um perigo real e em grau apropriado ao risco. Já a ansiedade desadaptativa ocorre até mesmo quando não há nenhum perigo ou obstáculo real e a pessoa antecipa riscos sobre os quais não há evidências. A psicóloga afirma que é possível que uma pessoa, de fato, esteja frente à possibilidade de algum risco ou perigo, mas a pessoa sempre antecipa o risco como algo muito maior do que ele, de fato, representa.

Na depressão, álcool ou outras drogas acabam sendo usados por muitas pessoas para tentar aliviar de alguma forma o sofrimento. Nesse caso, é ainda mais importante buscar ajuda e pelo tratamento mais adequado. A psicóloga Lucia Novaes explica que na ansiedade acontece a antecipação de uma ameaça futura, colocando a pessoa sempre em alerta na espera de que algo ruim vá acontecer e ela precisa ficar atenta para se proteger.

Além disso, uma característica básica e comum da ansiedade, segundo a psicóloga, é a intolerância à incerteza. Na depressão, ocorre uma visão negativa de si mesmo, de tudo o que faz e do futuro. Normalmente uma pessoa com depressão tem falta de energia, enquanto no caso da ansiedade é muito comum agitação motora.

– Enquanto os transtornos de ansiedade se caracterizam por uma preocupação constante e patológica com ou sem foco definido, a depressão se caracteriza por tristeza intensa e constante, desinteresse em atividades que a pessoa costumava gostar, sensação de incapacidade e desesperança – diferencia a psiquiatra Ilana Abramoff.

  • Quando procurar ajuda e tratamento Os tratamentos da ansiedade e da depressão também podem ser semelhantes, mas dependem da causa e da gravidade de cada caso.
  • Se o transtorno for leve, com a prática de atividade física, meditação ou psicoterapia é possível ajudar a solucionar o problema.
  • Já em casos mais graves, pode ser necessário uso de medicação, além da psicoterapia.

Entender os sintomas é fundamental para buscar o tratamento mais adequado para cada situação. A ansiedade ou a depressão são transtornos que podem se manifestar desde a infância até a terceira idade e os sintomas podem variar de acordo com a idade. Nas crianças, por exemplo, a ansiedade pode aparecer com queixas físicas como dores de barriga.

  • Nos idosos, a depressão pode aparecer com quadros de demência, como Doença de Alzheimer, por exemplo, segundo Ilana Abramoff.
  • É importante procurar ajuda quando a pessoa nota que a tristeza ou a ansiedade passam a estar presentes na maior parte do tempo e são acompanhadas de mudanças no sono, apetite e energia.

Também quando trazem prejuízos às relações com pessoas próximas, trabalho e estudo, além de sensação de incapacidade e desesperança. A presença de ideias de suicídio sempre é motivo para buscar ajuda imediatamente – alerta a psiquiatra. De acordo com a psiquiatra, alguns estudos sobre prevenção dos transtornos depressivos e ansiosos mostram a importância e os benefícios de:

  • Programas escolares de treinamento de capacidades emocionais;
  • Prática de atividades físicas;
  • Dieta.

No tratamento, a psicoterapia é fundamental: – A psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, tem muitos recursos para o tratamento da ansiedade e da depressão. Inclusive, em alguns casos, sem uso da medicação. É muito importante que o profissional de psicologia esteja atento para identificar os casos nos quais a medicação é necessária e, assim, encaminhar o paciente para uma avaliação com um psiquiatra – explica a psicóloga Lucia Novaes.

  1. O diagnóstico normalmente é feito pelo psiquiatra ou pelo psicólogo por meio de relatos do próprio paciente.
  2. É também muito importante que a pessoa tenha conhecimento sobre si mesma, assim como entender sobre os transtornos para conseguir identificar sua tendência para ansiedade ou para a depressão.
  3. Fontes: Ilana Abramoff Continentino é médica psiquiatra da Casa de Saúde São José do Rio de Janeiro.

Lucia Novaes é docente no Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da UFRJ, é diretora do Instituto de Psicologia e Controle do Stress do Rio de Janeiro. : Ansiedade x depressão: as principais diferenças entre as doenças