De Onde Vem A Baunilha?

Qual baunilha vem do castor?

É o CASTÓREO. O castóreo é uma secreção cremosa e castanha produzida pelas glândulas anais do castor, com aroma semelhante à baunilha.

Como saber se a baunilha vem do castor?

O aroma a baunilha não é então típico de uma região, mas sim resultado da dieta exclusiva de folhas e cascas dos castores. A recolha do castóreo pode revelar-se num esforço complicado. As duas glândulas secretoras do castor estão localizadas entre a pélvis e a base da cauda.

Onde é extraído a baunilha?

A baunilha é vagem que resulta da extração da orquídea Vanilla planifólia, nativa do México. O produto é valorizado porque o processo é longo.

O que é baunilha castor?

O castóreo é gerado por duas glândulas situadas entre os órgãos genitais e o ânus dos castores. O aroma a baunilha resulta da dieta à base de folhas e cascas de árvore. Tem sido usado na perfumaria e na farmacologia, como estimulante e antiespasmódico. É ainda usado como um aditivo alimentar.

Tem castóreo no sorvete?

Você sabia que alguns alimentos industrializados que você come, ou já comeu um dia, podem conter uma substância extraída da região próxima das glândulas anais de um castor? Antes que você ache nojento, saiba que esse composto não tem cheiro ruim não.

Tanto que ele tem um odor almiscarado de baunilha e pode servir para realçar esse aroma em alguns alimentos doces, como biscoitos, balas e sorvetes. Chamada de castóreo, essa substância é secretada pelos castores para fins de marcação de território e impermeabilização dos pelos. Para a indústria, o composto é aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos, sendo aprovado como um aditivo seguro, que tem sido usado na produção de alimentos e também de perfumes por pelo menos 80 anos.

O castóreo é um composto químico que vem dos sacos de rícino de um castor, que estão localizados junto das áreas genitais do animal, entre a pélvis e à base da cauda. Devido à sua proximidade com as glândulas anais, o castóreo é, muitas vezes, uma combinação de secreções dos sacos de rícino, das glândulas anais e de urina. Fonte da imagem: Reprodução/BMackie Joanne Crawford, uma ambientalista da Universidade do Sul de Illinois, afirma ao National Geographic que o composto é perfumado e tem uma consistência de melaço, sendo de um tom amarelo-acastanhado. Mesmo vindo de uma área bem “suspeita”, diretamente do traseiro do animal, este composto químico traz o aroma agradável, pois é um produto da dieta original do castor, que se alimenta apenas de folhas e cascas.

O que o castor tem haver com essência de baunilha?

Isso é uma fake news tremenda daquela cabeluda. pois bem sabe de uma coisa. o castório ou seja o óleo bundall do castor. ele é um produto muito caro e muito dispendioso. ele era obtido muito mais no início do século passado. com a indústria da perfumaria como fixador de perfumes.

Qual a diferença de Vanilla e baunilha?

A substância química que dá o aroma da baunilha é um aldeído chamado vanilina. O nome lembra bastante a forma como se chama a baunilha em outros idiomas, como vanille em francês e vanilla, em inglês. A vanilina é uma substância muito utilizada na indústria de alimentos e também na fabricação de itens de perfumaria.

Quais alimentos tem castóreo?

Pensavas que o aroma de baunilha vinha da própria baunilha? Pois, enganas-te! Existe uma substância química que os castores utilizam para marcar território e que tem um cheiro muito semelhante, sendo utilizada na produção de perfumes e como aditivo alimentar.

Agora já sabes o que pode estar presente no seu gelado – Já ouviste falar do castóreo? Esta é uma substância curiosa, com um aroma semelhante ao da baunilha, que é utilizada em diferentes setores, desde a indústria de perfumes até à produção de alimentos. Agora vamos explorar os diversos usos do castóreo e como esta substância peculiar encontrou o seu espaço em diferentes produtos pelo mundo.

Perfumaria: Uma das áreas onde o castóreo encontra uma grande aplicação é na indústria da perfumaria. O seu aroma único, que nos lembra a baunilha, é utilizado como uma nota de base em muitas composições perfumadas. O castóreo adiciona profundidade e um toque de calor aos perfumes, proporcionando um aroma atrativo e duradouro.

Alimentos e Bebidas: Surpreendentemente, o castóreo também é utilizado como aditivo alimentar em alguns produtos. A sua presença pode ser encontrada em alimentos como gelados, pudins, bolos e doces. No entanto, é importante salientar que o uso de castóreo na indústria alimentar é altamente regulamentado, sendo a quantidade utilizada mínima e considerada segura pelas autoridades competentes.

Aromatizantes e Aromaterapia: Devido ao seu aroma agradável, o castóreo também é utilizado na produção de aromatizantes e óleos essenciais para fins de aromaterapia. O seu aroma quente e reconfortante é apreciado por muitas pessoas, sendo utilizado em velas, difusores e produtos de cuidados pessoais.

Como é extraída a baunilha?

A essência de baunilha – Você sabia que a baunilha é um tipo de especiaria? Pois é, típica do México, a baunilha é extraída das favas de uma orquídea. Depois de abertas, as favas estão cheias de sementes que devem ser raspadas e utilizadas na culinária, conferindo aroma e sabor únicos.

Por que a baunilha e tão caro?

Uma das razões para o alto custo é que as flores de baunilha são polinizadas manualmente. Ao contrário de outras plantas que são polinizadas por abelhas ou vento, as orquídeas de baunilha têm uma estrutura complexa de polinização que exige intervenção humana cuidadosa.

Tem baunilha no Brasil?

Ele tem 2 mil plantas em produção, atendendo o mercado de mudas e favas. ‘Ainda temos um cultivo recente na região, sendo que os principais produtores de baunilha no Brasil estão no Espírito Santo e Bahia.

Quanto custa um quilo de baunilha?

Ouro da confeitaria, baunilha vem de uma orquídea e custa R$ 2 mil o quilo Dentre as milhares de especiarias utilizadas na gastronomia, a baunilha é a segunda mais cara que existe, ficando apenas atrás do açafrão. Com 80% da produção mundial de baunilha concentrada em Madagascar, país insular da África Oriental, o preço dessa especiaria costuma variar muito ano a ano por depender de fatores como condições climáticas ideais.

  • O quilo de uma baunilha de qualidade, cultivada pelos melhores produtores de Madagascar e depois exportada para o resto do mundo, pode chegar a impressionantes US$ 600 no mercado internacional (pouco mais de R$ 2.800 na cotação atual).
  • Para experimentar doces feitos com baunilha de verdade, cujos grãos são extraídos de uma fava preta superperfumada, você provavelmente terá que procurar uma pâtisserie gourmet mais cara.

Devido ao preço altíssimo do tempero, a maior parte dos confeiteiros usam essência sintética baunilha — essa, feita a partir de insumos como celulose e derivados de petróleo, centenas de vezes mais barata.

Qual o nome da baunilha brasileira?

Cumaru – A baunilha brasileira.

O que é a baunilha brasileira?

Ainda pouco conhecida pelo seu fruto, a árvore do cumaru tem sido utilizada na fabricação de móveis e pisos de madeira. No entanto, a descoberta sobre o potencial de sua semente tem proporcionado uma nova fonte de renda para as comunidades da Amazônia, enquanto contribui para a preservação da floresta em pé.

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Nativo do bioma, o cumaru tem se juntado à castanha-do-pará na bioeconomia da floresta, atraindo tanto a indústria de cosméticos, incluindo o mercado internacional, quanto a alta gastronomia. Apelidado de baunilha brasileira, pelo seu aroma adocicado, o cumaru é coletado entre julho e novembro pelos povos tradicionais, como em Oriximiná, a cerca de 150 quilômetros de Santarém, no Pará.

O fruto produzido pela árvore contém uma amêndoa que se assemelha à do cacau. Diferente do ouriço de castanha que cai da árvore e pode ser colhido depois, o cumaru serve de alimentação para os animais, como o porco-do-mato e a cotia. Apesar de servir à fauna, era uma semente que se perdia na mata sem ter valor comercial.

Mas isso vem mudando. Em 2021, a Cooperativa Mista dos Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte (Coopaflora) comprou cerca de 14 toneladas de cumaru das comunidades extrativistas. Isso gerou R$ 800 mil de faturamento, segundo Maria Daiana Figueiredo da Silva, presidente da Coopaflora. “Essa união entre pesquisadores, comunidades e indústrias fez a gente perceber que o cumaru é uma opção de renda, ao mesmo tempo que preserva a Floresta Amazônica”, diz.

Os coletores precisam fazer um trabalho de circulação nas áreas com certa frequência para que a semente seja coletada logo, antes de servir de alimentação para a fauna nativa. O trabalho de mapeamento das áreas é feito com base nos saberes tradicionais, de forma que as equipes de extrativistas se dividem para a observação. Lorenaldo Souza, Milena Alves, Manoel Erbson, Lourdes Maria e Maria Daiana — Foto: Loiro Cunha/Origens Brasil Manoel Erbson Vieira dos Santos conhece bem esse trajeto de coleta do cumaru. Atualmente, ele atua como articulador da Coopaflora junto às comunidades quilombolas de Oriximiná e também com organizações de apoio, como o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

Manoel, que prefere ser chamado de Preto, entende as necessidades dos coletores e leva adiante para que uma cadeia de valor seja construída. Por exemplo, a importância da melhoria das estruturas de armazenagem e beneficiamento, para que o cumaru chegue à indústria sem perder suas propriedades naturais e seu valor.

“Se a gente conseguir investimento nessa economia da floresta em pé, podemos armazenar mais e atender mais parceiros”, comenta. “Eu acredito que, se a gente não tivesse se organizado, ainda estaríamos recebendo R$ 30 no quilo do cumaru” – Manoel Erbson dos Santos, articulador da Coopaflora Na cooperativa, a semente seca em uma estufa de madeira e lona.

Todavia, Leo Ferreira, coordenador de projetos do Imaflora, conta que o mais tradicional é colocar lonas no chão expostas ao tempo. “É uma infraestrutura precária e fica vulnerável à flutuação de umidade do ambiente, permanecendo até uns 15 dias nessa lona. A estrutura protegida garante melhor qualidade no processo de secagem e mais agilidade, sendo suficientes sete dias”, explica Ferreira.

Quanto mais seca, com aparência enrugada, mais a semente acumula a cumarina, princípio ativo procurado pela indústria de cosméticos e que dá o apelido de baunilha-da-amazônia. Parte dos compradores que já recebem o fruto advindo de melhor infraestrutura são grandes multinacionais de cosméticos que integram a rede Origens Brasil, uma iniciativa que busca promover negócios sustentáveis em áreas prioritárias de conservação na Amazônia.

Um exemplo é a aproximação desses extrativistas de Oriximiná com a fabricante de cosméticos Natura. Antes do interesse da empresa, Preto conta que os atravessadores regulavam o preço do mercado como bem queriam e pagavam entre R$ 30 e R$ 40 pelo quilo do cumaru. Há cerca de três anos, com a formação da Coopaflora e a chegada do Origens Brasil, o valor vem subindo e atualmente está em R$ 100 o quilo no município de Alenquer, maior produtor de cumaru do norte do Pará, segundo Leo Ferreira.

“O mercado está superaquecido e nosso trabalho, junto ao Origens Brasil, funciona como regulador de preço nos territórios, conseguindo pautar o valor local. Os atravessadores e outros compradores precisam elevar o preço para competir com a cooperativa. Maria Daiana da Silva, presidente da Coopaflora — Foto: Loiro Cunha/Origens Brasil Daiana Figueiredo conta que o mesmo movimento de valorização aconteceu em relação à castanha. Ela se lembra de crescer ouvindo a mãe dizer que “coletar castanha era um trabalho de escravidão”.

  1. Hoje na cooperativa é totalmente diferente, veio valorizar a questão do preço, da transparência.
  2. E fico alegre em ver que os próprios atravessadores pagam o preço justo”, conta.
  3. E Preto complementa: “Eu acredito que se a gente não tivesse se organizado, ainda estaríamos recebendo R$ 30 no quilo do cumaru”.

A partir da transparência no diálogo e aproximação com os povos, os produtos que levam o selo Origens Brasil contêm um QR Code que permite rastrear a matéria-prima, comprovando comércio justo e livre de desmatamento. Ao estruturar a cadeia de valor de um fruto, é elaborada uma planilha de formação de preço, incluindo o custo da saca, do transporte e do profissional do entreposto que recebe as colheitas.

Diante dessa organização, a partir do terceiro ano, a produção de semente de uma única árvore dá mais retorno econômico que a venda da mesma árvore em madeira. “A árvore do cumaru é muito apreciada no mercado para fazer piso. Muita gente derrubou por causa da madeira, mas agora a utilização apenas do fruto é a prova da economia da floresta em pé.

Temos um produto valorizado pelas indústrias cosmética e alimentícia, em que o valor é mais atrativo que a madeira, porque você colhe todos os anos”, ressalta Patrícia Cota Gomes, articuladora do Origens Brasil e secretária-adjunta do Imaflora. A rotina de mapear as áreas e colher o cumaru também representa um trabalho hercúleo das comunidades em lutar contra a atividade exploratória de mineração.

  1. Segundo levantamento do MapBiomas, Oriximiná é o quarto município do país com maior área minerada, equivalente a 10.569 hectares.
  2. De acordo com Leo Ferreira, existem algumas aldeias indígenas que estão localizadas a três dias de viagem de voadeira a partir da sede de Oriximiná, chegando à fronteira com Suriname e Guiana.

“Esse custo de mobilização, mapeamento para quantitativo da safra, tudo isso faz parte dessa organização para comercializar o produto e pagar um preço justo”, observa o coordenador do Imaflora. Oriximiná fica a 150 km de Santarém e seu acesso é feito pelo Rio Trombetas — Foto: Loiro Cunha/Origens Brasil Apesar dos desafios, o cumaru é o exemplo de um fruto antes desconhecido e que passa a destravar a economia da floresta em pé. E há investimentos à vista.

Preto conta que não apenas para o cumaru, mas também para outras culturas, a Coopaflora busca investimentos para aquisição de drones. Além de trazer mais qualidade de trabalho aos coletores, há mais controle sobre a preservação e projeção da safra. “Existe uma outra economia, que pode gerar renda, valorizar a cultura, dar visibilidade e pode manter a floresta em pé” – Leo Ferreira, coordenador de projetos do Imaflora Ferreira, do Imaflora, ainda revela que as pesquisas sobre o cumaru continuam.

Novas formas de armazenamento para atender ao setor gastronômico estão sendo elaboradas. Até o cumaru, que antes seria descartado, passa a ser objeto de pesquisa. “Os coletores estão separando o refugo do cumaru e estudando o que fazer, como testes para extrair o óleo e tentar uma nova destinação, um novo mercado.” Com tantas possibilidades para um único fruto, Patrícia Cota Gomes defende que esse é um modelo que mostra a existência comprovada da bioeconomia.

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Quantos tipos de baunilha existe?

Baunilha: um condimento extremamente caro A baunilha é uma planta herbácea da família Orchidaceae, tribo Vanillinae e gênero Vanilla, que apresenta hábito trepador e é perene. Existem cerca de 100 espécies do gênero, mas apenas algumas delas são utilizadas na indústria de alimentos e cosméticos.

  • A principal espécie cultivada, conhecida por sua qualidade na preparação de alguns alimentos, é a Vanilla planifolia.
  • As espécies do gênero Vanilla são as únicas orquídeas cultivadas com o objetivo de aromatizar alimentos, todas as outras possuem interesse apenas ornamental.
  • Além de seu uso como aromatizante de chocolates, sorvetes, doces e algumas bebidas, a essência de baunilha também é usada em cremes, sabonetes e perfumes.

As espécies de baunilha são nativas das florestas do México e América Central e espalharam-se pelo mundo quando o último líder presenteou os espanhóis com as sementes secas de Vanilla planifolia. Desde então, a essência começou a ser extraída e tornou-se conhecida mundialmente.

Estima-se que o consumo anual de baunilha no mundo chegue a 5,5 milhões de toneladas. A baunilha é uma espécie que vive bem em clima tropical quente e úmido. Um período de seca de cerca de trinta dias é essencial para o aparecimento de flores. O período médio para que ocorra a primeira floração é de dois anos.

Essa planta necessita de sombra, não podendo, portanto, ser cultivada em áreas abertas. Hoje o maior produtor de baunilha é Madagascar, seguido de Indonésia, China e México. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 A baunilha possui cerca de 250 substâncias ativas, das quais se destaca a, um que confere o seu aroma característico.

Esse componente varia em concentração de espécie para espécie e também de acordo com o local de cultivo da planta. Como dito anteriormente, a espécie Vanilla planifolia é a que apresenta valores mais elevados dessa substância, sendo, portanto, a mais cultivada. A essência é extraída dos frutos, que são cápsulas alongadas, também chamadas de vagens ou favas, que apresentam cerca de 20 cm de comprimento e 3 cm de espessura.

Para obter a essência, os frutos sofrem um processo de cura delicado, que pode durar até dois meses. Isso faz com que o preço do produto seja bastante elevado. Além do processo demorado para a obtenção da essência, é importante destacar a dificuldade de formação dos frutos.

  1. Como nas muitas áreas em que a baunilha é cultivada não são encontrados naturais, a fecundação deve ser feita manualmente através de um palito de bambu ou fósforo.
  2. Curiosidade: Atualmente são produzidos aromatizantes sintéticos de baunilha, derivados de liquores de sulfito, que pouco se diferem da natural.

Apesar da semelhança, testes sempre revelam a preferência da população pela natural. : Baunilha: um condimento extremamente caro

O que deixa o sorvete macio?

Onde comprar? – Os emulsionantes são ingredientes chave para fazer sorvetes suaves e cremosos. Sem eles, o sorvete teria uma textura quebradiça e dura. O emulsificante para sorvete mais utilizado é a lecitina de soja (natural) e os monoglicerídeo/diglicerídeo (industrializado).

  • Você pode encontrar esse ingrediente na maioria das lojas de suprimentos para panificação e fornecedores de produtos para a fabricação de sorvetes.
  • No caso da lecitina, pode ser encontrada em lojas de alimentos naturais.
  • Ao escolher um emulsificante, certifique-se de ler os rótulos cuidadosamente para garantir que ele seja compatível com seus outros ingredientes.

Com o processo de tentativa e erro, você será capaz de encontrar o emulsificante perfeito para as suas receitas de sorvete. Entre para o time de franqueados mais satisfeitos do segmento. Seja um franqueado Gela Boca!

O que deixa o sorvete duro?

Os açúcares conferem doçura, realçam sabor, ajudam na formação de uma textura suave e reduzem o ponto de congelamento. A quantidade a ser adicionada deve corresponder de 12 a 20% do total dos ingredientes. Sorvete com menos de 10% de açúcar fica excessivamente duro e com 30% de açúcar torna-se excessivamente mole.

Qual sabor de sorvete mais saudável?

Compare sete tipos de sorvete e escolha o melhor para a dieta

  • Compare sete tipos de sorvete e escolha o melhor para a dieta
  • Sobremesa à base de soja é rica em proteínas e os smoothies têm muita vitamina

Escrito por Redação MinhaVida Redatora especializada em saúde, bem-estar, alimentação e família. sorvetes de vários sabores – Foto Getty Images Para se refrescar ou como sobremesa, nada melhor do que um picolé em um dia muito quente. Mas qual versão escolher é um dilema, principalmente se você está fazendo alguma para emagrecimento e precisa tomar cuidado redobrado com recheios e coberturas.

Algumas versões são mais magras que outras, mas nada impede você de aproveitar os diferentes tipos de picolés, sorvetes e smoothies”, diz o nutricionista Ricardo Zanuto, de São Paulo. De acordo com o especialista, é importante lembrar que nenhum alimento pode ser consumido sem restrições e que um profissional pode ajudar você a incluir a sua sobremesa gelada na dieta sem culpa.

Precisando de ideias, veja as dicas recomendas pelos especialistas. Os sorvetes de fruta são ótimas opções para quem quer manter uma alimentação saudável. Isso porque eles são feitos à base de água e, portanto, possuem poucas calorias, ajudam a hidratar o corpo e ainda são muito refrescantes.

  1. Um picolé de frutas contém em média 55 calorias, valor que em alguns casos é menor que o de uma barrinha de cereal”, diz o nutricionista Ricardo Zanuto.
  2. Apesar de serem fontes de cálcio e proteínas, os sorvetes à base de leite são mais calóricos e ricos em gorduras hidrogenadas, devendo ser consumidos com moderação.

“A ressalva é ainda maior para pessoas intolerantes à lactose ou alérgicas à proteína do leite”, afirma a nutricionista Sandra da Silva Maria, da Clínica Gastro Obeso Center, em São Paulo. Pensando nas calorias, basta comparar: um sorvete de morango com leite tem em média 123 calorias, enquanto sua versão com água tem apenas 70.

Ideal para quem tem intolerância à lactose ou alergia ao leite, mas procura opções mais cremosas de sorvete, a versão de soja é muito saudável e deveria ser incluída em qualquer cardápio. “A soja é um vegetal que possui alto teor de proteínas e baixa quantidade de gordura, além de ter isoflavonas, substâncias que aliviam os sintomas da menopausa”, afirma o nutricionista Ricardo.

Uma porção de sorvete à base soja contém a mesma quantidade calórica do que os sorvetes de leite, porém com a vantagem das proteínas vegetais – que ajudam a diminuir os níveis de colesterol. Os sorvetes à base de iogurte possuem vitaminas e minerais que os outros não têm.

  • Opte pelos do tipo frozen, que são menos calóricos do que as versões tradicionais, pois contêm menos açúcar e gordura.
  • Se for diet melhor ainda, pois além de ajudar no emagrecimento, também é indicado para pessoas com diabetes”, diz a nutricionista Sandra.
  • Se for tomar frozen, fique atento aos acompanhamentos, preferindo sempre as frutas ou oleaginosas.
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Uma porção de frozen yogurt puro tem 80 calorias. Feitos normalmente à base de frutas, os smoothies podem ter ou não adição de iogurte e possuem de 150 a 200 calorias por copo de 200ml. “Fique atento para as versões com adição de açúcar ou chocolate, que são mais calóricas”, afirma o nutricionista Ricardo.

  1. Quando preparados apenas com frutas e/ou vegetais (ex.
  2. Pepino, hortelã e cenoura), eles são ótimas fontes de vitaminas e minerais ainda ajuda na hidratação.
  3. Ao contrário dos smoothies, as raspadinhas são preparadas com menos frutas e costumam ser acompanhadas de açúcar ou xaropes ricos em conservantes – o que pode ser prejudicial à saúde.

“Cada copo de raspadinha pode chegar a 150 calorias, sendo acrescentadas 50 calorias por cada colher de leite condensado adicionada”, diz a nutricionista Sandra. “As raspadinhas passam uma falsa ideia de sobremesa leve, devendo ser evitadas e substituídas por outras opções.” As receitas caseiras são ótimas opções e livre de conservantes.

  1. Ingredientes
  2. 1 litro de leite desnatado2 colheres de sopa de leite desnatado em pó
  3. 1 xícara de adoçante para forno e fogão
  4. meia colher de chá de liga neutra1 colher de sobremesa não cheia de emulsificanteFrutas de sua preferência
  5. Modo de preparo

Bata no liquidificador os quatro primeiros ingredientes até misturar muito bem. Ponha a mistura na batedeira e acrescente o emulsificante e bata até aumentar de volume e ficar cremoso. Separe em duas partes essa mistura e acrescente a cada uma o sabor de sua preferência, misturando bem e levando a gelar no freezer.

Pode tomar essência de baunilha?

Alivia condições respiratórias – O extrato de baunilha consegue reduzir os sintomas de um resfriado, gripe ou infecção respiratória. A substância trabalha revestindo a garganta e proporcionando um efeito anestésico na região, quando ela é misturada com água quente (chá) e consumida.

Qual o valor de uma essência de baunilha?

R$ 37,91 / un. R$ 35,91 / un.

Para que é bom essência de baunilha?

Essência de Baunilha: Aromaterapia – Os benefícios da aromaterapia com a vela de baunilha incluem maior clareza mental, aumento na circulação, diminuição da febre, limpeza das vias aéreas respiratórias e auxílio na perda de peso. Ela também acalma as dores de estômago, reduz a fome e alivia o estresse. A aromaterapia é uma ótima forma de combater problemas de saúde e manter o bem-estar no dia a dia

Qual o nome da baunilha brasileira?

Cumaru – A baunilha brasileira.

Quantos tipos de baunilha existe?

Baunilha: um condimento extremamente caro A baunilha é uma planta herbácea da família Orchidaceae, tribo Vanillinae e gênero Vanilla, que apresenta hábito trepador e é perene. Existem cerca de 100 espécies do gênero, mas apenas algumas delas são utilizadas na indústria de alimentos e cosméticos.

A principal espécie cultivada, conhecida por sua qualidade na preparação de alguns alimentos, é a Vanilla planifolia. As espécies do gênero Vanilla são as únicas orquídeas cultivadas com o objetivo de aromatizar alimentos, todas as outras possuem interesse apenas ornamental. Além de seu uso como aromatizante de chocolates, sorvetes, doces e algumas bebidas, a essência de baunilha também é usada em cremes, sabonetes e perfumes.

As espécies de baunilha são nativas das florestas do México e América Central e espalharam-se pelo mundo quando o último líder presenteou os espanhóis com as sementes secas de Vanilla planifolia. Desde então, a essência começou a ser extraída e tornou-se conhecida mundialmente.

  1. Estima-se que o consumo anual de baunilha no mundo chegue a 5,5 milhões de toneladas.
  2. A baunilha é uma espécie que vive bem em clima tropical quente e úmido.
  3. Um período de seca de cerca de trinta dias é essencial para o aparecimento de flores.
  4. O período médio para que ocorra a primeira floração é de dois anos.

Essa planta necessita de sombra, não podendo, portanto, ser cultivada em áreas abertas. Hoje o maior produtor de baunilha é Madagascar, seguido de Indonésia, China e México. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 A baunilha possui cerca de 250 substâncias ativas, das quais se destaca a, um que confere o seu aroma característico.

Esse componente varia em concentração de espécie para espécie e também de acordo com o local de cultivo da planta. Como dito anteriormente, a espécie Vanilla planifolia é a que apresenta valores mais elevados dessa substância, sendo, portanto, a mais cultivada. A essência é extraída dos frutos, que são cápsulas alongadas, também chamadas de vagens ou favas, que apresentam cerca de 20 cm de comprimento e 3 cm de espessura.

Para obter a essência, os frutos sofrem um processo de cura delicado, que pode durar até dois meses. Isso faz com que o preço do produto seja bastante elevado. Além do processo demorado para a obtenção da essência, é importante destacar a dificuldade de formação dos frutos.

  • Como nas muitas áreas em que a baunilha é cultivada não são encontrados naturais, a fecundação deve ser feita manualmente através de um palito de bambu ou fósforo.
  • Curiosidade: Atualmente são produzidos aromatizantes sintéticos de baunilha, derivados de liquores de sulfito, que pouco se diferem da natural.

Apesar da semelhança, testes sempre revelam a preferência da população pela natural. : Baunilha: um condimento extremamente caro

Qual a diferença de Vanilla e baunilha?

A substância química que dá o aroma da baunilha é um aldeído chamado vanilina. O nome lembra bastante a forma como se chama a baunilha em outros idiomas, como vanille em francês e vanilla, em inglês. A vanilina é uma substância muito utilizada na indústria de alimentos e também na fabricação de itens de perfumaria.

Quais alimentos tem castóreo?

Pensavas que o aroma de baunilha vinha da própria baunilha? Pois, enganas-te! Existe uma substância química que os castores utilizam para marcar território e que tem um cheiro muito semelhante, sendo utilizada na produção de perfumes e como aditivo alimentar.

Agora já sabes o que pode estar presente no seu gelado – Já ouviste falar do castóreo? Esta é uma substância curiosa, com um aroma semelhante ao da baunilha, que é utilizada em diferentes setores, desde a indústria de perfumes até à produção de alimentos. Agora vamos explorar os diversos usos do castóreo e como esta substância peculiar encontrou o seu espaço em diferentes produtos pelo mundo.

Perfumaria: Uma das áreas onde o castóreo encontra uma grande aplicação é na indústria da perfumaria. O seu aroma único, que nos lembra a baunilha, é utilizado como uma nota de base em muitas composições perfumadas. O castóreo adiciona profundidade e um toque de calor aos perfumes, proporcionando um aroma atrativo e duradouro.

  1. Alimentos e Bebidas: Surpreendentemente, o castóreo também é utilizado como aditivo alimentar em alguns produtos.
  2. A sua presença pode ser encontrada em alimentos como gelados, pudins, bolos e doces.
  3. No entanto, é importante salientar que o uso de castóreo na indústria alimentar é altamente regulamentado, sendo a quantidade utilizada mínima e considerada segura pelas autoridades competentes.

Aromatizantes e Aromaterapia: Devido ao seu aroma agradável, o castóreo também é utilizado na produção de aromatizantes e óleos essenciais para fins de aromaterapia. O seu aroma quente e reconfortante é apreciado por muitas pessoas, sendo utilizado em velas, difusores e produtos de cuidados pessoais.