Israel Fica Em Qual Continente?

Em que continente fica Israel e Palestina?

Israel está localizado no Oriente Médio, ao longo da costa leste do mar Mediterrâneo, fazendo fronteira com Líbano, Síria, Jordânia e Egito. Fica na junção de três continentes: Europa, Ásia e África.

Onde fica Israel é um país?

Israel é um país localizado geograficamente no Oriente Médio. É banhado pelo mar Mediterrâneo e faz fronteira com o Egito, a Jordânia, a Síria e o Líbano.

Qual era o nome de Israel antes?

O sionismo Em meados do século 19, a maior parte dos judeus se encontrava nos países da Europa oriental, como a Polônia, a Lituânia, a Hungria e a Rússia. Nessa época, a antiga Israel era uma província do Império turco, denominada Palestina.

Onde fica Jerusalém em que país?

Jerusalém se encontra no país de Israel e é uma das cidades mais antigas do mundo. Ela é conhecida pelas inúmeras controvérsias políticas e religiosas, que são discutidas nos telejornais mundiais e nos livros de história de diversos países ocidentais e orientais.

Atualmente é controlada pelo Estado de Israel. A cidade de Jerusalém é considerada sagrada por três religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. Em relação turismo, é visto como referência não só para as pessoas religiosas, como também para quem busca conhecer histórias, costumes e tradições. Se você ficou interessado em conhecer mais sobre essa cidade, continue aqui e acompanhe o nosso artigo! Boa leitura.

Cidade de Jerusalém vista de cima

Qual é a religião dos israelitas?

Diversidade religiosa Desde os tempos bíblicos, os judeus são um povo com uma fé monoteísta, o judaísmo, que representa um componente tanto religioso quanto nacional.

Qual é a riqueza de Israel?

Com uma R&D intensa, mesmo em setores tradicionais, Israel hoje não é apenas a terra do leite e do mel, mas também a terra da alta tecnologia, incluindo software, comunicações, biotecnologia, produtos farmacêuticos, e nanotecnologia.

Qual o país mais próximo de Israel?

Israel (em hebraico : יִשְׂרָאֵל, Yisra’el ; em árabe : إِسْرَائِيلُ, Isrā’īl ), oficialmente Estado de Israel (em hebraico : ? מדינת ישראל, transl Medīnát Isra’él, pronunciado: ; em árabe : دولة إسرائيل, Dawlát Isrā’īl, pronunciado: ), é uma democracia parlamentar localizada no Oriente Médio, ao longo da costa oriental do mar Mediterrâneo, O país faz fronteira com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia e a Cisjordânia a leste, com o Egito e a Faixa de Gaza ao sudoeste, e com o golfo de Acaba, no mar Vermelho, ao sul.

  • Geograficamente, contém diversas características dentro de seu território relativamente pequeno.
  • Israel é definido como um “Estado Judeu e Democrático” em suas Leis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo.
  • Após a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, recomendando a adesão e implementação do Plano de Partilha da Palestina para substituir o Mandato Britânico, em 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion, o chefe-executivo da Organização Sionista Mundial e presidente da Agência Judaica para a Palestina, declarou o estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz Israel, a ser conhecido como o Estado de Israel, uma entidade independente do controle britânico.

As nações árabes vizinhas invadiram o recém-criado país no dia seguinte, em apoio aos árabes palestinos, Israel, desde então, travou várias guerras com os Estados árabes circundantes, no decurso das quais ocupou os territórios da Cisjordânia, península do Sinai, Faixa de Gaza e colinas de Golã,

  1. Partes dessas áreas ocupadas, incluindo Jerusalém Oriental, foram anexadas por Israel, mas a fronteira com a vizinha Cisjordânia ainda não foi definida de forma permanente.
  2. Israel assinou tratados de paz com Egito e Jordânia, porém os esforços para solucionar o conflito israelo-palestino até agora não resultaram em paz.

O centro financeiro de Israel é Telavive, enquanto Jerusalém é a cidade mais populosa do país e sua capital (embora não seja reconhecida como tal pela comunidade internacional). A população israelense, conforme definido pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel, foi estimada em 2019 em 9 milhões de pessoas, das quais 6,7 milhões eram judias.

  1. Os árabes formam a segunda maior etnia do país, com 1,9 milhões de pessoas.
  2. A grande maioria dos árabes israelenses são muçulmanos, além de uma população menor, mas significativa de beduínos do Negueve e os cristãos árabes,
  3. Outras minorias incluem várias denominações étnicas e etno-religiosas, como os drusos, circassianos, samaritanos, maronitas, além de outros.

Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentar, representação proporcional e sufrágio universal, O primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país. Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo e é considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU,

Como se chama o povo de Israel?

Um Israelita ou israelense (em hebraico: ישראלי; romaniz.:Israeli, plur. Israelim) é um cidadão do moderno Estado de Israel, independentemente da sua origem étnica ou credo religioso. O Estado de Israel compreende principalmente judeus, árabes, muçulmanos e cristãos, assim como drusos, circassianos, e outros.

Como chamava Israel na época de Jesus?

O sionismo Nessa época, a antiga Israel era uma província do Império turco, denominada Palestina.

Qual é o país que Jesus nasceu?

Nazaré, cidade de origem de José e Maria, é, hoje, a capital e maior cidade do Distrito Norte de Israel, um país da Ásia Ocidental que abriga cerca de 7,5 milhões de habitantes, a maioria judaica. Só que em Nazaré, especificamente, a maioria dos moradores atuais é árabe.

Qual cidade que Jesus foi crucificado?

‘Lenda Dourada’ – Segundo o Evangelho, após a morte de Jesus na cruz, seu corpo foi levado para um túmulo, no que hoje é a Cidade Velha de Jerusalém. E por quase 300 anos não houve menção na narrativa cristã sobre o destino da cruz. Foi por volta do século 4 que se acredita que o bispo e historiador Gelásio de Cesareia publicou um relato em seu livro “A história da Igreja” sobre a descoberta em Jerusalém da “Vera Cruz” por Helena, uma santa da Igreja Católica e também a mãe do imperador romano Constantino, que impôs o cristianismo como religião oficial do império.

A história, aludida por outros historiadores e escritores como Tiago de Voragine em seu livro “Lenda Dourada” do século 8, indica que Helena, enviada por seu filho para encontrar a cruz de Cristo, é levada para um lugar próximo ao Monte Gólgota, onde Jesus teria sido crucificado, e lá encontra três cruzes.

Algumas versões indicam que Helena, duvidando de qual seria a verdadeira, colocou uma mulher doente em cada uma das cruzes e aquela que finalmente a curou foi considerada a de Jesus. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Segundo vários relatos, Helena, mãe do imperador Constantino, foi quem encontrou a cruz em que Cristo morreu em Jerusalém Outros historiadores afirmam que Helena a reconheceu por ser a única das três que apresentava indícios de ter sido utilizada para crucificação com pregos, já que, segundo o Evangelho de João, Jesus foi o único a ser crucificado desse jeito naquele dia.

  1. Toda essa história faz parte do desejo por relíquias sagradas que começou a surgir no cristianismo durante os séculos 3 e 4″, diz Goodacre.
  2. O acadêmico ressalta que os primeiros cristãos não estavam focados em buscar ou preservar esses tipos de objetos como fonte de sua devoção.
  3. Nenhum cristão no século 1 se lançou a colecionar relíquias de Jesus”, diz.

“Com o passar do tempo e o cristianismo se espalhando pelo mundo naquela época, esses fiéis começaram a criar formas de ter alguma conexão física com quem eles consideram ser seu salvador”, acrescenta Goodacre. O interesse por essas relíquias tem muito a ver com os mártires.

  • Segundo historiadores, o culto aos santos começou a ser uma tendência dentro da Igreja e foi estabelecido desde cedo que os ossos dos mártires eram evidências do “poder de Deus agindo no mundo”, produzindo milagres e outros feitos que “provavam” a eficácia da fé.
  • E como Jesus teria ressuscitado, não seria possível encontrar os seus ossos: segundo a Bíblia, após três dias no túmulo, ele voltou à vida e subiu ao céu.

Dessa forma, os objetos vinculados a ele que sobraram foram a cruz e a coroa de espinhos. “Este período, de quase três séculos após a morte de Jesus, é o que torna improvável que os objetos encontrados em Jerusalém, como a cruz em que ele morreu ou a coroa de espinhos, sejam os verdadeiros”, observa Goodacre.

Qual foi a cidade que Jesus Cristo nasceu?

Ambos moravam na cidade de Nazaré, mas Jesus teria nascido em Belém, porque seus pais haviam viajado até esta cidade para se alistarem, conforme obrigava decreto da época.

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Qual foi o povo que rejeitou Jesus?

Jesus foi Rejeitado pelos Líderes Religiosos Deus aqui na terra! A vinda de Jesus Cristo ao mundo não foi nada menos do que isso. Deus vivendo como homem no meio dos seres humanos! A presença do Deus de amor no meio dos homens, sem dúvida, seria o suficiente para levar todos à conversão, certo? Como poderia algum mero homem resistir à presença do seu Criador? Mas o apóstolo João afirma: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1:11).

  1. Jesus foi rejeitado pelos homens que ele mesmo criou! Rejeitado pelos Líderes Religiosos Imaginamos que os líderes religiosos seriam as pessoas mais próximas de Deus.
  2. Realmente deveriam ser.
  3. Pessoas em posições de liderança religiosa frequentemente alimentam estas ideias de uma posição especial, mais perto de Deus.

Jesus descreveu tais pessoas como as que “praticam, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens”, se vestem de maneiras especiais, “amam o primeiro lugar” em atividades sociais e reuniões religiosas, e gostam de ser chamados por títulos de destaque (Mateus 23:5-7).

  1. Hoje, apesar das advertências de Jesus, muitos homens defendem seus títulos (reverendo, pastor, padre, apóstolo, etc.) e afirmam ter um lugar especial que mereça um respeito maior.
  2. É comum ouvir líderes religiosos abusarem da palavra “ungido” como defesa para esconder suas falhas, rejeitando qualquer questionamento ou crítica com afirmações de uma posição isenta de avaliação: “Não toque no ungido de Deus”.

Mas, assim como os fariseus e escribas criticados por Jesus, os religiosos que, hoje, roubam e abusam das ovelhas são os reais culpados. São eles que estão “tocando nos ungidos de Deus”, pois a palavra de Deus mostra que todos os cristãos – e não somente os pastores – são seus ungidos (1 João 2:20).

  • Mesmo quando Jesus andava aqui na Terra, sua presença mostrou como estes líderes estavam vazios e longes de Deus.
  • Quando aquele que realmente está cheio da glória de Deus passou perto, a podridão dos hipócritas ficou evidente.
  • Jesus ensinou seus servos a se comportarem de uma maneira totalmente diferente, não agindo para serem vistos por homens, seja nos seus atos de caridade ou nas suas orações (Mateus 6:1-8).

Quando o Senhor observou o comportamento dos líderes dos judeus, ele criticou a sua religião por contrariar a vontade do Pai: “Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição?, E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição.

E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:3-9). Com certeza muitos destes líderes se sentiram ofendidos quando Jesus falou que seriam rejeitados por Deus. Os discípulos perceberam que os fariseus se escandalizaram, mas Jesus não amenizou a sua mensagem. Ele continuou: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada.

Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” (Mateus 15:12-14). Na sua censura mais forte, Jesus chamou estes líderes de hipócritas e avisou o povo do perigo de os seguir (Mateus 23:8-12). Se Jesus tivesse agido como um político esperto, falando palavras suaves para ganhar o apoio dos homens influentes, se tivesse oferecido para eles posições de influência no seu reino ou se tivesse procurado fazer acordos entre partidos para evitar ofensas, certamente a reação dos líderes teria sido bem mais favorável.

Se ele tivesse participado do “clube dos pastores” e respeitado todos como colegas, estes não teriam motivo para se voltar contra Jesus. Mas quando ele falou a verdade sem acepção de pessoas, trouxe sobre si a ira dos religiosos mais influentes. Rejeitado pelo Povo Escolhido A rejeição pelos líderes conduziu muitas das “ovelhas” de Israel a também rejeitarem o Senhor.

Da mesma maneira que observamos hoje, muitas pessoas naquela época tinham receio de contrariar os líderes (João 9:22; 19:38). Os judeus tiveram muitas vantagens em poder conhecer de perto o Deus do universo, recebendo mais informações sobre seus planos e vivendo numa posição privilegiada entre as nações.

Mas Jesus viu a rejeição provinda do próprio povo: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mateus 23:37). Anos depois, Paulo também lamentou o fato dos judeus terem rejeitado Jesus (Romanos 9:1-6; 10:3).

Rejeitado pelas Multidões Em várias situações, Jesus foi rejeitado pelas multidões que ouviram suas pregações e presenciaram suas grandes obras. Quando demonstrou seu poder sobre os servos do próprio diabo, os gerasenos não queriam que Jesus ficasse na sua terra (Marcos 5:16-17).

Quando Jesus não correspondeu às expectativas materialistas da multidão, pregando sobre temas celestiais para pessoas carnais, o povo o abandonou (João 6:66). E quando chegou o momento de decisão sobre o Filho de Deus que andou no seu meio, a multidão chegou a gritar e insistir na morte de Jesus (Lucas 23:18-23).

Exaltado por Deus Independente da rejeição por parte dos homens, Jesus foi exaltado pelo seu próprio Pai. O salmista havia predito isso: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos” (Salmo 118:22-23).

Os povos, os reis e os príncipes poderiam rejeitar o Filho, mas Deus o constituiu Rei (Salmo 2:1-12). Ele foi rejeitado pelos homens, mas aprovado por Deus (Atos 2:22-24; 4:12; 1 Pedro 2:7-8). E Nós? O Que Faremos com Jesus? É comum, talvez até normal, para os homens se iludir e acreditar que são superiores aos outros que fizeram mal no passado.

Os próprios hipócritas condenados por Jesus pensavam assim: “Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas!” Mas Jesus disse: “Assim, contra vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas” (Mateus 23:30-31).

Devemos fazer uma avaliação pessoa honesta e profunda. O que fazemos com Jesus Cristo? Rejeitamos ou aceitamos? A moda do ceticismo, agnosticismo, ateísmo, humanismo e materialismo da nossa época busca algo mais sofisticado do que a simples fé de uma religião antiga. Não era tão diferente no primeiro século, quando as filosofias e suposto conhecimento dos homens ocultaram a palavra de Deus (1 Coríntios 1:18-25).

Mas hoje, como naquela época, esta pedra rejeitada é o único caminho à salvação (1 Pedro 2:4-7). O que faremos? Seremos levados pelas dúvidas de homens cegos, conduzidos pelas ambições de líderes religiosos, ou guiados pela luz do Verbo que se fez carne e habitou entre nós? O que você fará com Jesus? –por Dennis Allan Leia mais sobre este assunto: Líderes Cegos A Pedra Preciosa Filhos de Abimeleque Um Aviso Divino aos Pastores e Profetas A cama curta de falsas doutrinas O Mundo Transtornado Jesus foi Tentado, mas Não Pecou ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Quais são os três tipos de judeus?

São elas: a ortodoxa, a reformista e a conservadora. As duas primeiras, ortodoxos e reformistas, são as que mais se opõem uma à outra, sendo a terceira, conservadora, a tentativa de encontrar um meio-termo entre as outras duas.

Qual a diferença de israelitas e judeus?

Qual a diferença entre hebreus, israelitas, judeus, israelenses e semitas? Hebreus são os primeiros Judeus, os primeiros habitantes da Terra de Israel, aqueles que usaram pela primeira vez a língua hebraica. O termo tem um sentimento mais étnico e tribal do que religioso.

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Quanto a israelitas e judeus, fazia-se uma distinção no período entre os século X e VIII antes da Era Comum, quanto dez tribos estabeleceram-se no norte da Terra Santa (Reino de Israel) e duas no sul (Reino de Judá). Hoje, porém, os dois termos são sinônimos. Judeus, por definição, são aqueles que aderem ao judaísmo como religião.

E “israelita” é um termo usado simplesmente por quem não gosta de se chamar de judeu. “Israelense”, por outro lado, é um termo que designa um cidadão do Estado de Israel e não tem portanto nenhuma conotação religiosa ou étnica. A palavra “semita” vem de “Shem”.

  1. Os semitas são os descendentes de Shem, filho mais velho de Noé.
  2. Na realidade, trata-se de um conjunto de povos, que na antiguidade abrangia hebreus, árabes, babilônios, assírios, arameus, cananeus e fenícios.
  3. Com o passar do tempo, o termo adquiriu um sentido mais restrito, em consequência da literatura antijudaica do fim do século XIX, que introduziu a palavra “semita” num contexto totalmente inexato, aplicando-se somente aos judeus.

Daí o nome de “anti-semitismo” que se dá popularmente ao movimento contra os judeus. Referência: Rabino Henry Isaac Sobel em ‘Os Porquês do Judaísmo’, pela CIP (Congregação Israelita Paulista), 1983. : Qual a diferença entre hebreus, israelitas, judeus, israelenses e semitas?

Qual é o país de origem dos judeus?

O Judaísmo é uma religião monoteísta que surgiu com os Israelitas no Mediterrâneo Oriental (Levante do Sul) dentro do contexto das civilizações ribeirinhas da Mesopotâmia. Os Israelitas eram uma das tribos nômades da região, assim chamados por se considerarem descendentes de Jacó, que mudou seu nome para Israel.

Em que Israel acredita?

Desde os tempos bíblicos, os judeus são um povo com uma fé monoteísta, o judaísmo, que representa um componente tanto religioso quanto nacional.

Onde fica a Palestina hoje?

A Palestina é um território não contínuo localizado na região do Oriente Médio, abrangendo a Faixa de Gaza e áreas nos limites da Cisjordânia. Seu reconhecimento enquanto um Estado não é uma unanimidade entre os países da ONU, e o governo dos territórios é hoje exercido por meio da Autoridade Nacional Palestina (ANP).

Qual a região que se encontra a Palestina?

Palestina (do original Filistina – “Terra dos Filisteus”) é o nome dado desde a Antiguidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de “Oriente Médio”), localizada ao sul do Líbano e a nordeste da Península do Sinai, entre o Mar Mediterrâneo e o vale do Rio Jordão. Mas as sucessivas dominações estrangeiras, começadas com a tomada de Jerusalém (587 a.C.) por Nabucodonosor, rei da Babilônia, deram início a um progressivo processo de diáspora (dispersão) da população judaica, embora sua grande maioria ainda permanecesse na Palestina.

As duas rebeliões dos judeus contra o domínio romano (em 66-70 e 133-135 d.C.) tiveram resultados desastrosos. Ao debelar a primeira revolta, o general (mais tarde imperador) Tito arrasou o Templo de Jerusalém, do qual restou apenas o Muro das Lamentações. E o imperador Adriano, ao sufocar a segunda, intensificou a diáspora e proibiu os judeus de viver em Jerusalém.

A partir de então, os israelitas espalharam-se pelo Império Romano; alguns grupos emigraram para a Mesopotâmia e outros pontos do Oriente Médio, fora do poder de Roma. A partir de então, a Palestina passou a ser habitada por populações helenísticas romanizadas; e, em 395, quando da divisão do Império Romano, tornou-se uma província do Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino).

  1. Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais.
  2. Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187).

Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe. Em 1896, o escritor austríaco de origem judaica Theodor Herzl fundou o Movimento Sionista, que pregava a criação de um Estado judeu na antiga pátria dos hebreus.

  • Esse projeto, aprovado em um congresso israelita reunido em Genebra, teve ampla ressonância junto à comunidade judaica internacional e foi apoiado sobretudo pelo governo britânico (apoio oficializado em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, pela Declaração Balfour).
  • No início do século XX, já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe.

A partir de então, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos. Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe.

  1. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.
  2. Depois de 1918, a imigração de judeus para a Palestina ganhou impulso, o que começou a gerar inquietação no seio da população árabe.
  3. A crescente hostilidade desta última levou os colonos judeus a criar uma organização paramilitar – a Haganah – a princípio voltada para a autodefesa e mais tarde também para operações de ataque contra os árabes.

Apesar do conteúdo da Declaração Balfour, favorável à criação de um Estado judeu, a Grã-Bretanha tentou frear o movimento imigratório para não descontentar os Estados muçulmanos do Oriente Médio, com quem mantinha proveitosas relações econômicas; mas viu-se confrontada pela pressão mundial da coletividade israelita e, dentro da própria Palestina, pela ação de organizações terroristas.

Após a Segunda Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes judeus tornou-se irresistível. Em 1947, a Assembléia Geral da ONU decidiu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino. Mas tanto os palestinos como os Estados árabes vizinhos recusaram-se a acatar a partilha proposta pela ONU.

Em 14 de maio de 1948, foi proclamado o Estado de Israel, que se viu imediatamente atacado pelo Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano (1ª Guerra Árabe-Israelense). Os árabes foram derrotados e Israel passou a controlar 75% do território palestino.

A partir daí, iniciou-se o êxodo dos palestinos para os países vizinhos. Atualmente, esses refugiados somam cerca de 3 milhões. Os 25% restantes da Palestina, correspondentes à Faixa de Gaza e à Cisjordânia, ficaram sob ocupação respectivamente do Egito e da Jordânia. Note-se que a Cisjordânia incluía a parte oriental de Jerusalém, onde fica a Cidade Velha, de grande importância histórica e religiosa.

Damos a seguir a cronologia dos principais acontecimentos subsequentes 1947 – A ONU aprova a partilha da Palestina em dois Estados – um judeu e outro árabe. Essa resolução é rejeitada pela Liga dos Estados Árabes.1948 – Os Judeus proclamam o Estado de Israel, provocando a reação dos países árabes.

Primeira Guerra Árabe-Israelense. Vitória de Israel sobre o Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano e ampliação do território israelense em relação ao que fora estipulado pela ONU. Centenas de milhares de palestinos são expulsos para os países vizinhos. Como territórios palestinos restaram a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ocupadas respectivamente por tropas egípcias e jordanianas.1956 – Guerra entre Israel e o Egito.

Embora vitoriosos militarmente, os israelenses retiraram-se da Faixa de Gaza e da parte da Península do Sinai que haviam ocupado.1964 – Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cuja pretensão inicial era destruir Israel e criar um Estado Árabe Palestino.

  • Utilizando táticas terroristas e sofrendo pesadas retaliações israelenses, a OLP não alcançou seu objetivo e, com o decorrer do tempo, passou a admitir implicitamente a existência de Israel.1967 – Guerra dos Seis Dias.
  • Atacando fulminantemente em três frentes, os israelenses ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia (territórios habitados pelos palestinos) e tomam a Península do Sinai ao Egito, bem como as Colinas de Golan à Síria.1970 – “Setembro Negro”.

Desejando pôr fim às retaliações israelenses contra a Jordânia, de onde provinha a quase totalidade das incursões palestinas contra Israel, o rei Hussein ordena que suas tropas ataquem os refugiados palestinos. Centenas deles são massacrados e a maioria dos sobreviventes se transfere para o Líbano.1973 – Guerra do Yom Kippur (“Dia do Perdão”).

  1. Aproveitando o feriado religioso judaico, Egito e Síria atacam Israel; são porém derrotados e os israelenses conservam em seu poder os territórios ocupados em 1967.
  2. Para pressionar os países ocidentais, no sentido de diminuir seu apoio a Israel, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) provoca uma forte elevação nos preços do petróleo.1977 – Pela primeira vez, desde a fundação de Israel, uma coalizão conservadora (o Bloco Likud) obtém maioria parla mentar.
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O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, inicia o assentamento de colonos judeus nos territórios ocupados em 1967. 1979 – Acordo de Camp David. O Egito é o primeiro país árabe a reconhecer o Estado de Israel. Este, em contrapartida, devolve a Península do Sinai ao Egito (cláusula cumprida somente em 1982). Em 1981, militares egípcios contrários à paz com Israel assassinam o presidente Anwar Sadat.1982 – Israel invade o Líbano (então em plena guerra civil entre cristãos e muçulmanos) e consegue expulsar a OLP do território libanês.

Os israelenses chegam a ocupar Beirute, capital do Líbano. Ocorrem massacres de refugiados palestinos pelas milícias cristãs libanesas, com a conivência dos israelenses.1985 – As tropas israelenses recuam para o sul do Líbano, onde mantêm uma “zona de segurança” com pouco mais de 10 km de largura. Para combater a ocupação israelense, forma-se o Hezbollah (“Partido de Deus”), organização xiita libanesa apoiada pelo governo islâmico fundamentalista do Irã.1987 – Começa em Gaza (e se estende à Cisjordânia) a Intifada (“Revolta Popular”) dos palestinos contra a ocupação israelense.

Basicamente, a Intifada consiste em manisfestações diárias da população civil, que arremessa pedras contra os soldados israelenses. Estes frequentemente revidam a bala, provocando mortes e prejudicando a imagem de Israel junto à opinião internacional.

Resoluções da ONU a favor dos palestinos são sistematicamente ignoradas pelo governo israelense ou vetadas pelos Estados Unidos. A Intifada termina em 1992.1993 – Com a mediação do presidente norte-americano Bill Clinton, Yasser Arafat, líder da OLP, e Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, firmam em Washington um acordo prevendo a criação de uma Autoridade Nacional Palestina, com autonomia administrativa e policial em alguns pontos do território palestino.

Prevê-se também a progressiva retirada das forças israelenses de Gaza e da Cisjordânia. Em troca, a OLP reconhece o direito de Israel à existência e renuncia formalmente ao terrorismo. Mas duas organizações extremistas palestinas (Hamas e Jihad Islâmica) opõem-se aos termos do acordo, assim como os judeus ultranacionalistas.1994 – Arafat retorna à Palestina, depois de 27 anos de exílio, como chefe da Autoridade Nacional Palestina (eleições realizadas em 1996 o confirmam como presidente) e se instala em Jericó.

  1. Sua jurisdição abrange algumas localidades da Cisjordânia e a Faixa de Gaza – embora nesta última 4 000 colonos judeus permaneçam sob administração e proteção militar israelenses.
  2. O mesmo ocorre com os assentamentos na Cisjordânia.
  3. Na cidade de Hebron (120 000 habitantes palestinos), por exemplo, 600 colonos vivem com o apoio de tropas de Israel.

Nesse mesmo ano, a Jordânia é o segundo país árabe a assinar um tratado de paz com os israelenses.1995 – Acordo entre Israel e a OLP para conceder autonomia (mas não soberania) a toda a Palestina, em prazo ainda indeterminado. Em 4 de novembro, Rabin é assassinado por um extremista judeu.1996 – É eleito primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, do Partido Likud (antes denominado Bloco Liked), que paralisa a retirada das tropas de ocupação dos territórios palestinos e intensifica os assentamentos de colonos judeus em Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, em meio à população predominantemente árabe.

  • O processo de pacificação da região entra em compasso de espera, ao mesmo tempo em que recrudescem os atentados terroristas palestinos.
  • Em Israel, o primeiro-ministro (chefe do governo) é eleito pelo voto direto dos cidadãos.1999 – Ehud Barak, do Partido Trabalhista (ao qual também pertencia Yitzhak Rabin), é eleito primeiro-ministro e retoma as negociações com Arafat, mas sem que se produzam resultados práticos.2000 – Israel retira-se da “zona de segurança” no sul do Líbano.

Enfraquecido politicamente, devido à falta de progresso no camiho da paz, e também devido às ações terroristas palestinas (não obstante as represálias israelenses), Barak renuncia ao cargo de primeiro-ministro. São convocadas novas eleições, nas quais ele se reapresenta como candidato.

Mas o vencedor é o general da reserva Ariel Sharon, do Partido Likud, implacável inimigo dos palestinos. Pouco antes das eleições, começa nos territórios ocupados uma nova Intifada.2001 – Agrava-se o ciclo de violência: manifestações contra a ocupação israelense, atentados suicidas palestinos e graves retaliações israelenses.

Nesse contexto, Yasser Arafat, já septuagenário, parece incapaz de manter a autoridade sobre seus compatriotas ou de restabelecer algum tipo de diálogo com Israel, cujo governo por sua vez mantém uma inflexível posição de força.

Porque Israel é chamado de Palestina?

Etimologia – A região era chamada de Palastu pelos assírios, A palavra Palestina deriva do grego Filístia ( Philistia ), nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza ) se terem fixado no século XII a.C.

  • Os filisteus,
  • Os filisteus não eram semitas bem como não mantêm relações com os atuais palestinos e sua provável origem é creto – miceniana, uma das mais conhecidas (embora recorrentemente mencionadas) vagas dos chamados “Povos do Mar” que se estabeleceram em várias partes do litoral sul do mar Mediterrâneo, incluindo a área hoje conhecida como Faixa de Gaza,

Segundo a tradição bíblica os filisteus seriam oriundos de Caftor, termo associado à ilha de Creta. Este povo é igualmente referido nos escritos do Antigo Egito com o nome de prst, por onde também passaram e foram repelidos. No século II, os romanos utilizaram o termo Síria Palestina para se referirem à parte sul da província romana da Síria.

Onde fica a Palestina na Bíblia?

1. INTRODUÇÃO – Inicialmente havemos de dizer que estudar a Palestina do primeiro século nos impõe várias exigências, a começar pela caracterização do nome Palestina. O nome dessa terra, chamada Palestina, como a conhecemos hoje, não é mencionado no Novo Testamento.

A palavra Palestina é uma nominação dos gregos para a região conhecida como Filistia, uma estreita faixa litorânea do Mar Mediterrâneo, próxima à Judeia. Ocorre que com o tempo este nome Philistia, tornou-se Palestina, e a região toda (Canaã) passou a ser chamada de Palestina. O nome bíblico para toda essa região é Canaã, Terra Santa, Terra Prometida etc.

Essa região começa nas montanhas da Síria e vai até as estepes do Neguebe (deserto) no comprimento e do grande deserto da Arábia até o mediterrâneo na sua largura. Quando falamos de terra prometida, podemos nos reportar aos tempos de Salomão quando toda a Palestina (Canãa) foi ocupada pelos Hebreus (de Dã até Berseba).

  1. Quanto à Palestina do primeiro século, essa tinha uma configuração geopolítica estabelecida pelos romanos, dividida basicamente nas seguintes regiões: Idumeia/Judeia, Galileia, Pereia e Decapólis.
  2. Quando falamos de Palestina no Novo Testamento, temos que ter em mente que esta região, em virtude de sua posição geográfica, “estava constantemente envolvida em políticas partidárias do Oriente Próximo antigo” (STAUMBAUGH; BALCH, 1996, p.16), sendo assim o caminho de exércitos de conquistadores que saiam do Egito em direção à Mesopotâmia ou vice-versa.

Precisamos, também, entender todo o processo histórico para chegarmos à Palestina do primeiro século, dentro dessa configuração territorial romana. Faz-se necessário, primeiramente, revisitar a conquista do Oriente Próximo por Alexandre Magno, iniciando o processo de helenização desta região (nos anos de 331 a 333 a.C).

Temos, nesse primeiro momento, um processo que vai configurar cultural e socialmente a Palestina do Novo Testamento. A cultura helênica vai influenciar o judaísmo Palestinense, que havia se estruturado no pós-cativeiro babilônico. Não obstante, teremos, a partir desse processo histórico, uma nova religiosidade judaica, que será constituída de grupos que apoiam a presença da cultura grega na religião judaica e os grupos fundamentalistas que resistirão a esse processo.

Imagem 1 – Palestina Fonte: https://www.google.com/search?q=palestina O período curto da vida de Alexandre desembocou na divisão do seu império em quatro grandes regiões (Egito, Mesopotâmia/Ásia Central, Anatólia e Macedônia), sendo que o território da Palestina ficou sob a influência da região Mesopotâmica/Ásia Central, com o governo dos Selêucidas ao norte (na Síria) e ao sul pelos Ptolomeus (no Egito).

  1. Esse território, assim, ficou num espaço que envolvia, então, certa disputa territorial entre os Ptolomeus e os Selêucidas.
  2. Sabemos que “a dinastia Selêucida na Síria foi de várias formas mais agressiva que a dos Ptolomeus.
  3. Em certas épocas sob Antioco III (223-187 a.C.), o seu reino abarcou a Armênia e os partos e até mesmo parte da Índia” (STAUMBAUGH; BALCH, 1996, p.16).

Já a dinastia dos Ptolomeus era mais tolerante com a vida cultural e religiosa da Palestina, em especial com os Judeus.