Me Movo Como Educador Porque Primeiro Me Movo Como Gente?

Como educador porque primeiro me movo como gente?

O momento é para ficarmos longe, mas mais unidos do que nunca – Parte VI. ‘Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente’. Essa frase é de Paulo Freire, educador e filósofo brasileiro, nosso homenageado no mural do Kobra no Prédio 1.

Qual o lema de Paulo Freire?

Paulo Freire – Foto: Reprodução Paulo Freire, o patrono da educação brasileira, completaria 100 anos no dia 19 de setembro. Tendo desencarnado em 1997, poucas semanas antes de receber o título de Doutor Honoris Causa de Fidel Castro, então líder máximo de Cuba, suas ideias, ainda hoje, permanecem vivas e vicejantes.

Estudado e respeitado ao redor do mundo – seus livros instigam educadores desde o gelo finlandês até o pós-colonialismo dos países africanos – no Brasil o interesse por sua obra cresce acompanhando o ódio obscurantista que lhe é dirigido pelos setores reacionários e golpistas que se escondem atrás de lemas pseudo-patrióticos.

Para homenagear o centenário do educador, a Faculdade de Educação da USP organizou o seminário internacional “Ano 100 com Paulo Freire: tempos, espaços, memórias, discursos e práticas”, que acontece entre os dias 7 e 10 de setembro. Nascido em Recife, no estado de Pernambuco, em 1921, Paulo Freire foi o caçula de um pai capitão da Polícia Militar e de uma mãe dona de casa.

  • Formou-se na Faculdade de Direito do Recife, mas se dedicou mesmo à educação.
  • Atuou como professor e diretor do Departamento de Educação e Cultura do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Pernambuco.
  • Essas experiências antecederam o famoso projeto de Angicos, realizado em 1963 no Rio Grande do Norte, com financiamento estadunidense, no qual Freire coordenou uma equipe que alfabetizou cerca de 300 pessoas em um curso de 40 horas.

A iniciativa formou leitores, criou eleitores e ensinou aos trabalhadores seus direitos. O sucesso de Angicos faria com que o presidente João Goulart adotasse o método de Paulo Freire na criação do Programa Nacional de Alfabetização, que previa a instalação de 20 mil círculos de cultura pelo país.

  • O projeto não veria sua materialidade, entretanto, pois o golpe civil-militar de primeiro de abril de 1964 marcaria sua extinção.
  • Ao mesmo tempo, os militares no Planalto Central representariam para Freire a prisão e o exílio.
  • Com a ditadura no Brasil, o educador se exila respectivamente no Chile, nos Estados Unidos e na Suíça.

No país sul-americano, trabalha na educação de camponeses e escreve, em 1967, seu primeiro livro, Educação como prática da liberdade, No ano seguinte, redige então sua obra mais famosa, Pedagogia do o primido, Em 1969 desembarca nos EUA, onde é convidado para lecionar em Harvard.

Um ano depois, Pedagogia do o primido é publicado em inglês e espanhol. Sina dos tempos de então, a versão em português só chegaria aqui em 1974. Ainda em 1970, Paulo Freire se muda para Genebra, atuando como consultor educacional do Conselho Mundial de Igrejas. No ano seguinte funda o Instituto de Ação Cultural (Idac), por meio do qual realizaria ações em diversos países, incluindo programas de alfabetização e descolonização nas recém-libertas colônias portuguesas na África, como Guiné-Bissau, Cabo Verde e Angola.

É com a agridoce anistia ampla, geral e irrestrita que o educador volta em 1980 para o Brasil, passando a lecionar na Unicamp e na PUC de São Paulo. Participa da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) e é na gestão de Luiza Erundina como prefeita de São Paulo que se torna secretário de Educação do município, em 1989.

Ficaria encantado, nas palavras de Guimarães Rosa, em 2 de maio de 1997, aos 75 anos. Em 2012, por iniciativa da própria Erundina, então deputada federal, seria declarado patrono da educação brasileira. Na visão de Paulo Freire, a educação é um processo que não se esgota. Seu pressuposto é que homens e mulheres são seres inconclusos, ansiosos por saber cada vez mais à medida que tomam consciência.

Esse processo é chamado por Freire de ser mais, uma dinâmica na qual são exigidas curiosidade, pesquisa e investigação. Para que homens e mulheres caminhem na direção de ser mais, o primeiro movimento é a leitura do mundo. Só depois disso é que se passa à leitura das palavras.

O que isso significa na prática? “Significa que Paulo Freire está nos avisando que a leitura do mundo não é tão simples. Saber, hoje, o que é o Brasil e o que é ser um brasileiro implica um processo de conscientização para se enxergar o que é real”, comenta Lisete Arelaro, professora emérita da Faculdade de Educação (FE) da USP e uma das participantes do seminário internacional “Ano 100 com Paulo Freire: tempos, espaços, memórias, discursos e práticas”, que acontece entre os dias 7 e 10 de setembro ( leia mais no final da matéria ).

Lisete exemplifica comentando a questão da desigualdade social. “O conhecimento de sermos um país dos mais desiguais, com consequências no cotidiano de todos nós, na distribuição de renda, de conhecimento, da arte e da cultura, muitas vezes é alheio a pessoas que passaram pela escola. A professora Lisete Arelaro ao lado de Paulo Freire – Foto: Reprodução/FEUSP De acordo com Freire, portanto, é evidente que a educação não é neutra, apesar dessa constatação nem sempre ser óbvia. Os conteúdos, mesmo em áreas como as ciências exatas, não são conhecimentos em si mesmos e não são independentes de concepções políticas e condições sociais.

Quando alguém decide pesquisar uma coisa ou outra, prioriza determinada forma de ver o mundo, seleciona suas prioridades e os destinatários da pesquisa.”O ato pedagógico é sempre um ato político, porque exprime sua concepção de vida, de sociedade e das relações interpessoais”, aponta Lisete. Essa, entretanto, não é a concepção de educação preponderante no Brasil.

Ainda hoje, passados mais de 50 anos da publicação da Pedagogia do o primido, é a chamada, na expressão do autor, de concepção bancária da educação que predomina nas políticas oficiais. Seu principal exemplo aparece no documento conhecido como Base Nacional Comum Curricular (BNCC), baseado na pedagogia das competências e que, para Lisete, é sinônimo de currículo único.

  1. A ideia de educação bancária parte da metáfora do depósito.
  2. Nela, o conteúdo deve ser ensinado independentemente das circunstâncias.
  3. Como o próprio Paulo Freire escreve, “O educador aparece como seu indiscutível agente, como seu real sujeito, cuja tarefa indeclinável é ‘encher’ os educandos dos conteúdos de sua narração.

Conteúdos que são retalhos da realidade desconectados da totalidade em que se engendram e em cuja visão ganhariam significação”. O educador se torna, portanto, mero depositante. Os educandos, depositários. Lisete exemplifica como se manifesta a educação bancária.”Estamos em uma pandemia com quase 600 mil mortos, temos 18 milhões de desempregados e metade da população em estado de insegurança alimentar.

Tudo isso é deixado de lado porque o que interessa é fazer a transmissão do conteúdo preparado, supostamente dentro dos ‘guias curriculares’ ou propostas curriculares oficiais. Não interessa nem as circunstâncias e muito menos se o aluno propriamente aprendeu. Aprender é um problema dele: ele que faça um esforço e aprenda.

Eu desempenho minha função, que é transmitir o conteúdo”. Na educação bancária, o educando é um objeto passivo. A autoridade do conhecimento é o professor, que sabe mais e portanto não precisa prestar atenção no estudante. Cabe ao professor definir a disciplina, o conteúdo, a avaliação e até mesmo o jeito do estudante se comportar.

  • Para este, a função é prestar atenção no professor, a “autoridade” que sabe mais.
  • A essa concepção, Paulo Freire contrapõe a convicção epistemológica de que é o diálogo que garante a aprendizagem.
  • Para ele, ninguém ensina ninguém e ninguém aprende sozinho: as pessoas aprendem em comunhão.
  • Tanto na escola quanto em qualquer outro espaço de atuação – sindicatos, igrejas, grupos de amigos, times de futebol – o ato educativo surge na prática concreta com o coletivo.

Para que isso se efetive, por sua vez, alguns pressupostos são necessários. O primeiro é a aceitação de que todos somos iguais. Já o segundo, que todos temos direitos iguais. Lisete destaca, contudo, que a aparente simplicidade da aplicação desses pressupostos é ilusória.

“Quem seria contra o direito à educação? Entretanto, mesmo para você falar isso com certeza, Paulo Freire diz, todo dia é uma opção política admitir que todos têm o direito à educação e todos têm o direito de aprender”. É só nessa horizontalidade que o diálogo freiriano pode se dar e, dessa forma, instalar processos de conscientização e curiosidade fundamentais para o ser mais,

Dessa opção pelo diálogo surgem posturas como a oposição de Freire aos materiais pré-fabricados, como apostilas produzidas por empresas privadas, que uniformizam os currículos, limitam a autonomia escolar e cerceiam o diálogo. Para o educador, cada grupo social tem suas características e particularidades e, no processo de aprendizado, não se pode definir tudo previamente.

  1. Aí entram práticas como os estudos do meio, uma abordagem anterior a Paulo Freire, mas resgatada por ele, no qual os currículos escolares são montados a partir da ida às comunidades.
  2. É o conhecimento da comunidade que dá condições para que eu saiba quem são meus alunos”, frisa Lisete.
  3. Isso não significa, Lisete faz questão de lembrar, que Freire acreditava em um ensino sem conteúdos.

Conforme conta a professora, que conheceu de perto suas ideias e seu trabalho quando fez parte da equipe de Freire na Secretaria Municipal de Educação, o educador defendia que os professores tenham sólida formação teórica, científica, artística e literária, para poder lidar com a diversidade de interesses dos estudantes.

  • E, além disso, o diálogo proposto por Freire não deixava de lado o planejamento das aulas.
  • Justamente o contrário: é a robusta bagagem dos professores, somada ao planejamento cuidadoso das atividades, que permite ao professor as bases do diálogo no processo educativo.
  • No cerne da defesa da autonomia escolar está também a constatação de que não é o professor isolado que garante a qualidade da escola: é preciso um grupo de profissionais empenhados em uma proposta de sociedade, com uma concepção sobre o tipo de jovem que desejam formar.

“Isso significa o direito, mas também o dever, de cada escola pública elaborar o que Freire chamava de projeto político-pedagógico”, explica Lisete, frisando que o político da expressão é central aqui. “O projeto de escola não é um projeto simplesmente de conteúdo – e quem fala isso sabe que está mentindo. Mural ilustrado com desenho de Paulo Freire – Foto: Nefandisimo/Wikimedia Commons Para o empenho dos professores nessa tarefa, Freire sabia da importância de condições de vida e trabalho adequadas. Por isso defendia uma jornada de trabalho em que professores tivessem horas disponíveis para reuniões e planejamentos coletivos.

  • Também propunha a educação por projetos, com a organização interdisciplinar da escola, nos quais professores de diversas áreas participassem da elaboração das atividades.
  • Lisete lembra da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP como um exemplo das ideias de Freire colocadas em prática.
  • A professora conta que, antes da Emenda Constitucional nº 95, a emenda do teto dos gastos públicos, a Escola de Aplicação tinha condições de manter um quadro de professores com salários iniciais capazes de garantir a permanência dos educadores em um único emprego.

Além disso, os contratos de 40 horas previam metade do tempo em sala de aula e as outras 20 horas reservadas para planejamento. “Não por acaso, a Escola de Aplicação sempre foi uma referência, como uma das melhores escolas. Não é mágica: é condição de trabalho”.

Quando falamos da recepção atual da obra de Freire, Lisete tem uma anedota. Conta que Daniel Cara, também professor da FE e coordenador da Campanha Nacional em Defesa da Educação esteve com a ministra da Educação da Finlândia e perguntou a ela quem eram os gurus de uma das educações mais bem avaliadas do mundo.

A ministra teria rido e achado estranho um brasileiro lhe perguntar isso, porque na Finlândia justamente dois educadores brasileiros sempre os orientaram: Anísio Teixeira e Paulo Freire. A história ilustra a importância de Freire mundo afora, a despeito do ódio e da difamação espumante que ele tem sofrido atualmente por um parcela pequena, mas barulhenta, da sociedade, principalmente em hostes federais.

Lisete aponta que sua obra participa regularmente da formação de professores na Dinamarca, Noruega, Itália, Espanha, Portugal e uma série de países africanos. Mesmo no Brasil, os próprios discursos contra Freire acabaram renovando o interesse por seus livros. Nita, esposa de Freire, teria ouvido dos editores que nunca se vendeu tantos livros do educador como hoje.

“Paulo Freire continua sendo um perigo”, comenta Lisete. “Ele é considerado um comunista porque tende a mostrar que a simples privatização das coisas, como tem sido feito, mercantiliza também as pessoas. Esse é processo que ele chama de desumanização. Não interessa o que você pensa, sente ou é, o que interessa é o que você tem.

E se você não tem, a culpa é sua”. É justamente para interromper essa hemorragia mercantilizadora que a educação precisa conscientizar. Uma conscientização, para Freire, “que prepara os homens, no plano da ação, para a luta contra os obstáculos à sua humanização”, como escreve em Pedagogia do oprimido,

Um ponto importante, pois, nas reflexões do educador, o processo de conscientização não é apenas intelectual, mas se realiza na prática cotidiana, na práxis. Esse portanto, é o risco de Paulo Freire, segundo Lisete: tornar a educação capaz de fazer as pessoas desejarem se juntar àqueles que pensam em transformar o mundo.

  1. Não para simplesmente inverter posições e transformar dominados em dominadores.
  2. Nada mais longe da concepção de Freire, como sua célebre frase revela: “Se a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor”.
  3. A educação libertadora de Feire é humanista e dialogista.
  4. Esses são critérios da democracia, da cidadania, critérios permanentes”, sublinha Lisete.

Assim, o perigo que Paulo Freire inspira é o da própria democracia e da possibilidade dos oprimidos serem mais, É o perigo do fim da opressão.

De quem é a frase educação não transforma o mundo?

De acordo com o Pedagogo pedagogo Paulo Freire ‘Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo’.

O que me move como professor?

‘Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente ‘. Essa frase é de Paulo Freire, educador e filósofo brasileiro, nosso homenageado no mural do Kobra no Prédio 1.

O que move um educador?

O educador é capaz de intervir no mundo do aluno, no processo de comparar, ajuizar, decidir, romper, escolher, entender, aprender.

Qual a frase de Paulo Freire sobre a educação?

‘Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.’ ‘Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.’ ‘O educador se eterniza em cada ser que educa.’

O que diz Paulo Freire sobre o professor?

100 anos de Paulo Freire: Patrono da Educação Brasileira – “A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem” (Paulo Freire). A data 19 de setembro de 2021 marca o centenário de nascimento do educador, pedagogo e filósofo Paulo Freire. Natural de Recife, o pernambucano é um dos grandes nomes da educação mundial e ficou conhecido internacionalmente pela sua teoria de que a educação é o caminho para a emancipação de sujeitos, para que transformem sua realidade por meio da reflexão crítica.

O seu trabalho de alfabetização de adultos é reconhecido mundialmente. Entre as inúmeras obras publicadas estão as compõem a trilogia: “Pedagogia do Oprimido”, “Pedagogia da Esperança”, “Pedagogia da autonomia”. Em 2018, Maria Margarida Machado, docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), concedeu entrevista para o ANDES-SN sobre a obra e legado do patrono da educação brasileira.

“Freire foi um pensador muito importante nas décadas de 50, 60 e 70 e 80. Foi educador atuante em uma perspectiva de educação que buscava colocar no centro da educação pedagógica o direito a uma educação emancipatória”, afirmou a professora naquele ano.

Segundo a docente da UFG, defender a concepção de educação como emancipadora do sujeito representa enfrentar as grandes limitações econômicas e sociais dos estudantes brasileiros. Para ela, Freire combatia não apenas a opressão que decorre da necessidade financeira e da limitação do acesso aos bens materiais, mas também reafirmava a necessidade de combater a mentalidade conservadora.

“A mentalidade conservadora, tradicional, tem a ver com o que o sujeito aprende com a sua família, na religião e no trabalho. Nessas relações, essa convivência ao invés de torná-lo um sujeito livre e amoroso, o aprisiona a um conjunto de preceitos morais, éticos e céticos que o distancia de outros seres humanos”, disse Margarida.

  • Crítica à educação bancária Uma das principais contribuições de Paulo Freire é a sua crítica à educação tradicional, conceituada na obra “Pedagogia do Oprimido” como educação bancária.
  • Segundo o pedagogo, o sujeito que está aprendendo na educação bancária é tratado como um lugar onde se deposita verdades, e isso não seria um processo de aprendizagem uma vez que não há diálogo.

“Aprender, para Paulo Freire, é acessar o conhecimento sistematizado, problematizar esse conhecimento, buscar a compreensão para além daquilo que é dito”, explicou. Para a docente, muitas das ações executadas no sistema educacional brasileiro não levam em conta o princípio do diálogo.

“Temos que questionar quem diz que quer tirar Paulo Freire de qualquer lugar. Essas pessoas realmente sabem do que estão falando?”, alertou. Aprender para transformar Paulo Freire compreendia que o sujeito aprende para se humanizar. De acordo com o educador, aprender é complemento da formação do sujeito como humano.

“Se aprende na relação com o outro, no diálogo com outro, na aproximação dele com o conhecimento do outro. Esse aprender coletivo tem a ver com o conhecimento sistematizado pelas outras pessoas. Saber que você precisa escutar e aprender com o outro é fundamental para romper com uma lógica de educação tradicional”, contou Maria Margarida.

  1. Outra questão fundamental na obra de Paulo Freire é que se aprende para transformar a realidade.
  2. Nesse aspecto, é fundamental a consciência crítica e de sujeito histórico.
  3. Nesta perspectiva, nós estamos anos luz distantes, em toda nossa formação na educação brasileira, seja da educação infantil até a superior, do princípio de empoderar o sujeito para que ele possa se perceber como sujeito transformador da realidade”, afirmou a docente da UFG.
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Quem foi Paulo Freire? Paulo Freire nasceu em 1921, em Recife (PE). Com o agravamento da crise econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu pai, quando tinha 13 anos, passou a enfrentar dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério.

Em 1963, em Angicos (RN), coordenou um programa que alfabetizou 300 pessoas, cortadores de cana, em 45 dias. No ano seguinte, o golpe empresarial-militar o surpreendeu em Brasília (DF), onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes partir para o exílio.

Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, “Pedagogia do Oprimido”. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária.

Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (SP), na prefeitura de Luiza Erundina. Foi nomeado doutor Honoris Causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de infarto. Em 2012, foi sancionada a Lei 12.612, que declarou o educador Paulo Freire o Patrono da Educação Brasileira.

Para estudar Paulo Freire Maria Margarida Machado indicou três leituras para quem quer conhecer mais a teoria de Paulo Freire. O livro “Pedagogia do Oprimido”, para a docente, é a base da formação humanista de Freire, além de sua principal obra, e traz as principais referências que ele estudou e com quem aprendeu para pensar a obra.

O livro “Pedagogia da Esperança” traz uma releitura do livro anterior, simplificando-a. Já o livro “Pedagogia da Autonomia”, último que o Paulo Freire escreveu, dialoga com professores sobre os aspectos da prática docente. “Essa trilogia é fundamental para ser lida e pensada no contexto em que foram escritas”, concluiu.

O legado de Paulo Freire Em abril de 1990, Paulo concedeu uma entrevista para a primeira edição da Revista Universidade & Sociedade. Leia aqui, E, em julho do ano passado, durante o 8º Conad Extraordinário, o ANDES-SN lançou a edição 66 da revista Universidade e Sociedade, com o tema “O Legado de Paulo Freire para a Educação”.

O que é ser um professor?

Artigo: Ser professor é. – Docente, mestre, educador, mediador, mentor, tutor, entre outros nomes, estamos falando de uma profissão que é vista por muitos como a mais importante de todas, já que, sem ela, as demais não existiriam. Apesar dos desafios, ainda há várias razões para celebrar a profissão e assim homenagear todos os professores, sejam os da rede pública ou privada, pois todos têm uma missão de interesse público.

  1. Ser professor é, antes de tudo, gostar de gente, gostar de histórias e de poder compartilhar conhecimento sob as mais diversas formas, tempos e possibilidades.
  2. Ser professor é ter a oportunidade todos os dias de fazer a História ou mudar a História.
  3. Ser professor é poder transformar realidades, despertar sonhos e impactar no futuro de muitos alunos.

É ter vocação e sabedoria, especialmente a partir da pandemia, que fez com que todos tivéssemos que nos reinventar. Os conhecidos “quadro-negro e giz” deram lugar às diferentes formas mais contemporâneas de ensinar. A aula virtual tornou-se o cenário de novas ferramentas interativas, ampliando as diferentes formas de ensino e aprendizado.

  1. Ser professor é também saber aprender a se adaptar às rápidas mudanças, às novas tecnologias e às modalidades de ensino.
  2. Ser professor é ter a honra de ser lembrado, reconhecido pela inspiração e pela possibilidade de marcar a vida e o futuro das novas gerações.
  3. Sem dúvida, uma profissão que envolve amor e constante adaptação e que merece nosso respeito, admiração e valorização não só nesta data, mas todos os dias.

Aliás, muito mais do que uma profissão, ser professor é uma missão. E uma daquelas que quem abraça sabe ser por toda a vida. Mas é também uma troca. Aprendemos enquanto ensinamos e o prêmio maior é ver a curiosidade ser substituída pelo conhecimento. A dúvida, pela descoberta.

O que é ser professor frase?

70 frases para o Dia do Professor –

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” – Nelson Mandela “Ser professor é deixar um legado que se perpetua através das mentes e corações dos alunos.” “Um professor pode tocar uma vida para sempre, moldar sonhos e inspirar grandes conquistas.” “Professores são heróis silenciosos, dedicados a construir um futuro melhor.” “Um bom professor ensina, inspira e nunca desiste dos seus alunos.” “A educação é a luz que ilumina o caminho para o sucesso.” “O professor é a ponte entre o conhecimento e a mente do aluno.” “Um professor é um guia que leva os alunos a descobrirem seus próprios talentos e potenciais.” “O Dia do Professor é uma oportunidade para agradecer aqueles que nos mostraram o poder do conhecimento.” “Professores são como velas que consomem a si mesmos para iluminar o caminho dos outros.” “Um bom professor não apenas ensina, mas também inspira seus alunos a aprender.” “Ser professor é plantar sementes de sabedoria que florescerão ao longo da vida dos alunos.” “A dedicação de um professor não pode ser medida, pois seu impacto se estende além do tempo e do espaço.” “Um professor é alguém que acredita nos sonhos e potenciais de seus alunos quando eles ainda não conseguem ver por si mesmos.” “Os melhores professores são aqueles que ensinam com paixão e inspiram com amor.” “Um professor pode abrir uma porta, mas o aluno deve entrar com vontade de aprender.” “Os professores têm o poder de despertar a curiosidade e o amor pelo aprendizado.” “Um bom professor não apenas transmite conhecimento, mas também incendeia o desejo de aprender.” “A sala de aula é um lugar onde os sonhos ganham vida e as mentes são moldadas.” “Ser professor é ter a oportunidade de influenciar e moldar gerações futuras.” “Professores são mestres da paciência, compreensão e compaixão.” “Agradeço aos professores que me ajudaram a descobrir o melhor de mim e a alcançar meus sonhos.” “A educação é a chave que abre as portas para um futuro brilhante.” “Os professores têm o poder de transformar mentes com suas palavras e ações.” “Aprender é uma jornada, e os professores são os guias que nos conduzem pelo caminho.” “A maior recompensa de um professor é ver o sucesso de seus alunos.” “A educação é o alicerce sobre o qual se constrói uma sociedade próspera.” “A paixão de um professor é contagiosa e pode inspirar uma vida inteira de aprendizado.” “Um professor pode deixar um impacto que dura para sempre.” “Professores são faróis de sabedoria em um mar de ignorância.” “Acredite no poder da educação, pois ela tem o potencial de transformar vidas.” “Um professor é um artista que molda mentes, corações e almas.” “Obrigado, professor, por iluminar meu caminho com o conhecimento.” “A educação é a arma mais poderosa contra a injustiça e a desigualdade.” “Ser professor é uma missão nobre de compartilhar conhecimento e moldar o futuro.” “A sala de aula é um lugar onde sonhos se tornam planos e planos se tornam realidade.” “Professores têm o poder de inspirar os alunos a acreditar em si mesmos.” “Aprender é descobrir o mundo e descobrir a si mesmo.” “Um bom professor é um mestre da empatia e da compreensão.” “A educação é a base sobre a qual construímos nossos sonhos.” “A influência de um professor nunca pode ser apagada.” “A sala de aula é um lugar onde as perguntas são encorajadas e as respostas são exploradas.” “Um professor pode acender a faísca que desperta uma paixão pelo conhecimento.” “A educação é a chave para abrir as portas do futuro.” “Um professor tem a capacidade de mudar o mundo, uma mente de cada vez.” “Aprender é um tesouro que ninguém pode tirar de você.” “Um professor dedica sua vida a plantar as sementes do conhecimento.” “O Dia do Professor é uma oportunidade para agradecer aos guias que nos ajudam a navegar pelo labirinto do aprendizado.” “A educação é a única coisa que ninguém pode tirar de você.” “A sala de aula é um lugar onde os erros são valorizados como oportunidades de aprendizado.” “Professores são arquitetos que constroem mentes brilhantes.” “Aprender é como escalar uma montanha, e os professores são os guias que nos mostram o caminho.” “Um professor é um herói invisível, cujo impacto é sentido para sempre.” “A educação é a chave que desbloqueia as correntes da ignorância.” “A sala de aula é um lugar onde as mentes são desafiadas e os horizontes são expandidos.” “Professores têm o poder de moldar o caráter e o destino de seus alunos.” “A educação é a passagem para um mundo de infinitas possibilidades.” “A sala de aula é um laboratório onde o conhecimento é experimentado e descoberto.” “Um bom professor é aquele que faz com que seus alunos questionem e pensem por si mesmos.” “Ser professor é uma vocação que requer amor, dedicação e paciência.” “A educação é a chave para abrir as mentes e libertar as almas.” “A sala de aula é um refúgio onde os sonhos são nutridos e as mentes são estimuladas.” “Professores são mestres que nos guiam através das estradas do conhecimento.” “Aprender é um presente que nos acompanha pela vida toda.” “Um professor é um tesouro que enriquece a vida de seus alunos.” “A educação é a base sobre a qual construímos nossos sonhos e aspirações.” “A sala de aula é um lugar onde o conhecimento é transmitido de geração em geração.” “Aprender é como um voo, e os professores são os pilotos que nos guiam pelos céus do conhecimento.” “Um professor pode plantar a semente do conhecimento, mas é o aluno que faz com que ela cresça.” “Agradeço a todos os professores que tornaram minha jornada educacional emocionante e inspiradora.”

Esperamos que essas frases ajudem a expressar sua gratidão e apreço pelos professores neste Dia do Professor! Existem várias maneiras de demonstrar amor e apreço pelos professores. Escrever mensagens inspiradoras, organizar eventos comemorativos, fornecer presentes significativos, são apenas algumas das maneiras de expressar nosso respeito e gratidão. Cofundador da HeroSpark. Rafael atua no mercado de marketing digital, educação online e infoprodutos desde 2011. Autor best-seller do livro Paixão S.A., ele também foi vencedor do prêmio Empreendedor de Sucesso, da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Qual o lema da educação?

Do Lema ‘ Educação Para Todos ‘ À ‘Aprendizagem Ao Longo Da Vida’: Análise Da Concepção Educativa Da Agenda Global De Educação 2030.

Quem disse que a educação é a base de tudo?

Segundo Aristóteles, a educação é fundamental, uma vez que desenvolve a segurança e a saúde do Estado.

O que significa a frase o ser humano é aquilo que a educação faz dele?

Temas de Redação e Propostas para o ENEM ” O ser humano é aquilo que a educação faz dele.” Essa ideologia, estabelecida pelo filósofo Immanuel Kant, em que a educação é capaz de configurar as relações éticas e morais, reflete um caminho para a possibilidade de solucionar os problemas carcerários que precisam de assistência e mudanças.

É necessário que exista estratégias de intervenção dos problemas nos presídios. Primeiramente, a solução não é a criação de mais presídios, tirar crianças e adolescentes de situações de riscos e a inclusão nas escolas é o caminho para a solução. Fatores contribuem para a fragilidade do sistema penitenciário, rebeliões causados pela super lotação e ajudando na morte de presos interferem em qualquer ajuda para a inclusão social, por conseguinte, com ou sem julgamento legal, presos possuem o direito a vida e a preservação da dignidade de acordo com os Direitos Humanos.

É preciso que exista intervenção das esferas políticas e sociais. Depois da Revolução Industrial, democracia e progresso estão estritamente ligados a economia, setores da educação e amparo social não possuem aplicações de investimento e ajuda. Além disso, a falta da intervenção Governamental proporciona a sensação de impunidade e a liberação de presos é função da falta de lugar nos presídios, ação judicial para julgamentos e a inclusão no mercado de trabalho diminuirá os índices de criminalidade no país.

  • Com isso, a urgência de amparo e mudanças no setor de segurança publica são necessários.
  • Diante disso, propostas devem entrar em vigor para solucionar os problemas já mencionados.
  • Para tanto, o Governo vínculado com o Estado terão o papel de mudanças radicais, alguns casos averiguados com severidade serão julgados e mandados para a assistência e trabalhos sociais, isso incluirá mais defensoria pública.

A sociedade ajudará na mudança de vida e na integração social, oferecer apoio ao Poder Judiciário em disponibilizar algumas vagas no mercado de trabalho, desse modo, a mídia e a publicidade conscientizarão de que a intervenção também se relaciona com a população.

O que Paulo Freire quis dizer com a frase ensinar não é transferir conhecimento?

A educação brasileira nunca adotou Paulo Freire como um referencial para as práticas pedagógicas. Primeiro, porque o pensamento do autor não inspirou efetivamente as leis que norteiam as políticas de educação implementadas por estados e municípios. Segundo, porque Paulo Freire não é efetivamente estudado nos cursos de licenciatura.

A maioria dos professores conhece apenas fragmentos do pensamento do educador, mas nunca houve uma tentativa de tê-lo como fonte inspiradora. Terceiro, porque para fazer educação como Paulo Freire propôs, é preciso ir além dos métodos; é necessário incorporar uma outra maneira, altruísta, de agir e se relacionar com as pessoas e com o próprio mundo.

E é exemplificando este aspecto que vou desenvolver este artigo. De acordo com Paulo Freire, quem ensina deve “saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” Esta é uma das teses centrais do educador.

  1. Talvez a mais desafiadora.
  2. Ela exige uma mudança de postura em quem ensina; demanda a compreensão que o conhecimento não é um objeto qualquer que você, ao entregar ao outro, continua sendo o mesmo objeto.
  3. Veja como é difícil.
  4. Vamos pensar numa situação familiar, doméstica.
  5. Quando eu ensino meu filho a organizar o quarto dele, geralmente tento fazer com que ele reproduza a minha noção de organização.

A organização dele deve se assemelhar a minha. A forma de organizar o quarto também deve ser como eu organizaria. Mais que isso, se meu filho questiona a lógica da organização, a própria necessidade de organização, é possível que eu me irrite e responda de forma imperativa que devem ser assim e pronto.

  • E como funciona com Paulo Freire? Na proposta do autor brasileiro, eu não transfiro um conhecimento, eu possibilito que o aluno – ou meu filho – produza, construa o conhecimento.
  • Há um espaço de liberdade para as indagações, curiosidades e até questionamentos.
  • É isso que acontece em sala de aula? Frequentemente não.

O que são os livros didáticos, por exemplo? A prática de um modelo em que o professor reproduz um saber, sem espaço para a criatividade dele, e tampouco há o respeito ao ritmo e à realidade do aluno. Não são raros os exemplos usados em livros didáticos para ilustrar determinadas lições que são desconhecidos pelas crianças.

  1. Na universidade isso é diferente? Não.
  2. Por que hoje temos tanta polêmica envolvendo o ensino superior? Porque existem professores que abrem um texto de Karl Marx, por exemplo, e transformam o sociólogo como o único referencial, a única autoridade para explicar o capitalismo.
  3. E se o aluno questionar, pode ser alvo de respostas irritadas do professor.

E eu cito Marx, mas poderia mencionar outros nomes. Nas universidades, há seguidores fiéis de inúmeros pensadores, filósofos etc. São professores que transformaram suas referências de leituras em guias, quase de forma dogmática. Sabe o que isso significa? Significa que não tem Paulo Freire nas práticas pedagógicas desses professores.

  • Paulo Freire sustenta a necessidade de permitir que o aluno problematize, discuta e construa o conhecimento dele; não é o meu conhecimento, não é do jeito que entendo, não é do meu autor preferido.
  • Noutras palavras, o meu conhecimento não pode se impor.
  • O pensador comenta que essa postura é muito difícil, às vezes, penosa.

Ela contraria as nossas tendências, a nossa vontade de fazer com o que o outro reproduza as coisas do meu jeito. Paulo Freire diz que o professor deve manter uma vigilância constante sobre si próprio para evitar os simplismos, as facilidades, as incoerências grosseiras.

  • Por isso, é um processo cansativo, admite Freire.
  • Ainda assim, sustenta, viver a humildade de reconhecer o próprio equívoco é condição indispensável para ser educador.
  • E Paulo Freire vai além.
  • Ele diz que, se eu não gosto de alguém, se tem uma pessoa que me desagrade demais, não posso desprezá-la.
  • O educador sustenta que não posso permitir que a raiva que sinto de uma pessoa me leve a “raivosidade que gera um pensar errado e falso”.

Para Paulo Freire, isso não cabe nas práticas de um educador. O educador não pode, com um discurso cheio de si mesmo, decretar a incompetência absoluta de alguém, minimizar, destratar. Você já viu isso acontecer em sala de aula? Quem sabe até num vídeo circulando nas redes? Talvez um professor ou professora destratando ou ofendendo alguma pessoa, quem sabe até um político, em nome daquilo que acha ser o certo? Pois é.

O que me motiva a trabalhar com educação?

É importante também que os gestores se preocupem em: – possibilitar capacitação e constante reflexão a todos os envolvidos com a educação dentro do espaço escolar; reconhecer e elogiar o trabalho desenvolvido, elevando a autoestima do corpo docente; ser otimistas e apoiar os profissionais durante as dificuldades; mostrar sensibilidade frente às dificuldades vivenciadas, e contribuir para vencê-las; ser éticos e demonstrar equidade em suas atitudes; criar, periodicamente, situações de descontração, objetivando aliviar o estresse. Todas essas questões são importantes – eliminar o desconforto e acrescentar fatores motivantes – mas o mais importante será o professor conhecer-se internamente, verificar suas vocações, definir se o caminho da educação é realmente sua realização, pois um trabalho tão importante precisa de pessoas comprometidas.

O fator mais motivante, identificado em pesquisas, é a participação e a aprendizagem do aluno, que depende da ação docente. Um motiva o outro. O professor, com seu planejamento, interesse, dedicação e amor, é capaz de mudar a vida de um estudante. O estudante, com o seu interesse, respeito e dedicação, é capaz de motivar seu professor.

Um depende do outro. Alguém deve dar o primeiro passo. O adulto, o profissional; o lado reconhecidamente como responsável é o professor, não há dúvidas. O professor que tem suas necessidades básicas satisfeitas, que trabalha em uma instituição que o apoia e o estimula, deve ser capaz de criar motivação própria e nos alunos.

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O que responder quando perguntam o que me move?

5 – Mencione também o que a empresa pode fazer para te motivar, como reconhecimento profissional – Do ponto de vista mais prático, você também pode incluir alguns pontos sobre a empresa na sua resposta. Por exemplo, explicar que ser reconhecido por seu trabalho te move bastante, bem como ter um plano de carreira na empresa, um e oportunidades de desenvolvimento.

O que faz de alguém um bom professor?

Bom Professor – Educador Brasil Escola Professores e alunos na construção de um mundo melhor Com a chegada do terceiro milênio, práticas educativas mais firmes, autoritárias e duras foram deixadas para trás, levando para a sala de aula liberdade de expressão, de pensamento e abrindo espaços para o diálogo, tanto entre alunos como entre alunos e professores.

  • O conhecimento não é mais tido como algo pronto e acabado, dentro de um determinado conteúdo, nem tampouco imposto pelo professor e tendo que ser engolido pelos alunos.
  • Pelo contrário, conhecimento hoje é a troca de informações, pois, no âmbito escolar, aprender é compartilhar os saberes que cada sujeito carrega consigo, das experiências anteriormente vividas.

Além disso, o professor deve ser aquele que estimula a curiosidade, é questionador – não para humilhar o aluno e mostrar que ele é o detentor do saber, mas para dar condições de o aluno refletir sobre os temas abordados na sala de aula, levando-o às suas próprias descobertas.

Alguns aspectos devem ser considerados para se avaliar o desempenho do professor e se sua prática cotidiana tem plantado sementes para que seus alunos colham bons frutos mais tarde. A princípio, ajudar na construção de uma escola aberta, democrática, pautada em uma gestão transparente, que vise atender aos interesses da comunidade em que atende.

Com isso, os estudantes percebem que a direção da escola é aberta, comunicativa, que confia nos profissionais e nos alunos, aprendendo que existem competências próprias de cada profissão, o que garante a segurança futura. O bom professor deve incentivar uma relação aberta entre escola e família, pois a criança e o adolescente precisam desse contato para se sentirem valorizados, além de perceberem que o processo educativo não é feito de qualquer jeito, mas com contribuições dos dois lados.

  • Tomar conhecimento do Projeto Político Pedagógico da escola é outra forma de contribuir para a educação de qualidade.
  • Se a escola ainda não compartilhou o PPP, o professor deve solicitar à direção, pois seu trabalho deve seguir o disposto na lei que rege a instituição.
  • É importante abrir espaços para discutir o respectivo projeto, a fim de identificar possíveis erros ou não, mas visando melhor qualificação profissional.

Muito se vê falar em exercício da cidadania, pouco se faz para garantir que as próprias crianças sejam, desde já, cidadãs comprometidas com a formação de um mundo mais justo e melhor. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Nas práticas de sala de aula, o bom professor deve estimular os alunos a exercitarem a cidadania, levando-os a agir de forma correta, pensando nas consequências de seus atos, sendo responsáveis com a vida no planeta, com a preservação do meio ambiente, com a educação e o respeito na vida cotidiana, valorizando a pluralidade cultural, tendo controle sobre sua liberdade, preocupando-se com o bem-estar do outro e do meio político e social em que vive.

  1. Quando se trabalha exercitando a cidadania, promove-se valores que ajudam o educando a se aprimorar enquanto pessoa,
  2. Com isso, desmistificar que a educação serve para classificar, e sim para formar um sujeito que identifique que as relações do mundo são pautadas em sentimentos, sejam eles bons ou ruins; em dúvidas ou certezas, em inquietações próprias do ser humano que devem ser valorizadas.

Dentro disso, podemos destacar valores humanos que devem ser estimulados no contexto escolar, como a tolerância, a solidariedade, o respeito às diversidades, sejam elas culturais, pessoais ou sociais. O bom professor é aquele que não se preocupa em ser conteudista, mas que promove a circulação do conhecimento, que aguça a curiosidade, que proporciona a reflexão, abrindo espaço para o diálogo saudável, para a troca de informações, propondo que cada sujeito envolvido no processo deixe sua opinião – as informações que já tem sobre algum assunto.

Dessa forma, ensina-se que a educação e a formação estão voltadas para o lado profissional sim, mas também para o lado social, humanista, e que no exercício da profissão, os professores terão que ser responsáveis para progredir no mundo do trabalho.Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola

: Bom Professor – Educador Brasil Escola

Quais são os princípios da educação?

No artigo 206 do texto constitucional, assenta-se que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios : I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo de ideias e de concepções

Como ser educador?

Para se tornar um educador social, é necessário ter formação superior em áreas como Pedagogia, Serviço Social, Psicologia, Sociologia, Antropologia, entre outras. Existem também cursos técnicos e de graduação em Educação Social, que preparam profissionais para atuar especificamente nessa área.

O que é preciso para ser um bom educador?

Versatilidade e comunicação. Além da atenção aos seus alunos e da capacidade de inovar na sala de aula, um ótimo educador também deve se manter flexível no ambiente escolar. Diante de desafios e situações especiais, é preciso buscar alternativas saudáveis e construtivas para auxiliar os seus alunos.

Como deve ser a prática do educador?

BARBOSA, Viviane de Almeida RESUMO O propósito desse estudo foi analisar os saberes e pratica dos docentes no Ensino Superior, tendo como referencial os pressupostos teóricos de alguns autores, mas em especial do educador Paulo Freire. Uma reflexão necessária e de certa forma ousada, visto que atualmente enfrentamos inúmeras dificuldades no sistema educacional brasileiro.

Assim, a proposta foi refletir a partir dos ensinamentos de Paulo Freire a prática do docente do ensino superior; o papel do educador como transformador do seu aprender-ensinar e a importância do despertar a consciência por meio da pesquisa e do senso crítico, formando sua prática em educação permanente.

É imprescindível ao docente uma prática que implica planejar, avaliar, portanto no ponto de vista freireana, ação e reflexão constante do ato pedagógico são necessários. Comprometer-se com o ensinar e o aprender, sendo indispensável ao docente a coerência entre o discurso e a prática.

P alavras – chave: Saberes docente. Teoria e prática, Ensino superior.1 INTRODUÇÃO Este artigo aborda o tema: “Paulo Freire: Saberes da docência no Ensino Superior, uma reflexão na prática.” Paulo Freire (2006) acredita na necessidade de uma constante reflexão crítica sobre a prática educativa e nos recomenda para que não fiquemos excessivamente confiantes, visto que todo novo conhecimento pode superar o já existente.

Segundo Freire (2006, p.29), “não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino”. Assim sendo, Freire demonstra que enquanto ensina o professor necessita sempre estar buscando meios para constatar o que aprende e ensina. Por acreditar que os saberes dos docentes devam ser pautados em uma eterna busca do conhecimento é que se vê a importância desse trabalho, portanto esse se justifica por acreditar que venha contribuir para todos aqueles que acreditam e que estejam precisam de um norte para construir uma didática eficiente na prática no seu dia-a-dia em sala de ensino superior.

Entende-se que para estabelecer seu conhecimento o docente precisa usar da realidade que o cerca constituindo seu saber de uma forma que a realidade que o cerca seja o primeiro passo para construção de um saber que ao ser repassado na prática tenha significado, sendo fonte de motivação para seus discentes.

É importante que o docente crie o hábito de pesquisar, buscando sempre estar atualizado; buscando sempre a capacitação profissional, a educação permanente, a promoção social, evitando se tornar um profissional obsoleto. A fim de poder conhecer o que ainda não se sabe e transmitir as novidades aos alunos (as), fazendo com que a curiosidade dos mesmos transite da ingenuidade do senso comum à “curiosidade epistemológica”, carregada de criticidade (FREIRE, 2006, p.29).

Teixeira (2017, p.01) ressalta que a “competência só pode ser constituída na prática. Não é só o saber, mas o saber fazer. Aprende-se fazendo, numa situação que requeira esse fazer determinado.”. Portanto, adquirir conhecimentos sobre sua prática não é o suficiente, é indispensável que o educador saiba oferecer aos educandos, transformando-os em ação.

Assim, é importante que todo o desenvolvimento teórico esteja articulado com o fazer e que todo esse fazer esteja articulado com a reflexão. Assim sendo, esse artigo traz a análise dos saberes e da pratica dos docentes no Ensino Superior. Seguindo ainda dos objetivos específicos que foram: a identificação dos ensinamentos de Paulo Freire na prática do docente do ensino superior; descrição do papel do educador como transformador do seu aprender-ensinar e compreensão da importância do despertar da consciência por meio da pesquisa e do senso crítico, formando sua prática em educação permanente.2 EDUCAÇÃO E OS SABERES DO DOCENTE Segundo Paulo Freire (2006) o educador deve se comportar como um provocador de situações, um animador cultural num ambiente em que todos aprendem em comunhão.

  1. A proposta de educação pensada por Freire vai além dos limites de uma teoria, já que ela pode ser percebida como forma de compreender o mundo, pensar sobre ele, modificando os fatos a partir de uma ação consciente (PIRES; MATUELLO, apud MIRANDA; BARROSO, 2004).
  2. Paulo Freire, por meio de suas obras, insere em seus questionamentos uma educação multicultural, ética, libertadora e transformadora.

Freire exige uma educação libertadora e conscientizadora, voltada para a geração de um processo de mudança na consciência dos indivíduos, orientada para a transformação de si próprios e do meio social onde vivem (GOHN, 2009). Segundo Gohn (2009, p.22) “na obra de Paulo Freire, a educação, como ato educativo de conhecimento e como prática de liberdade é, antes de qualquer coisa, conscientização.

  1. A educação é refletida por Freire como um ato político, ato de conhecimento e ato criador”.
  2. Gadotti afirma que: “o conhecimento em si mesmo, não é libertador, o será se estiver associado a um compromisso político em favor dos excluídos.
  3. Ele é uma ferramenta essencial para intervir no mundo”.
  4. GADOTTI, 1999, apud GOHN, 2009, p.22).

Para Freire: A libertação é o fim da educação. A finalidade da educação será libertar-se da realidade opressiva. A educação visa a libertação, a transformação radical da realidade, para melhorá-la, para torná-la mais humana, para permitir que os homens e as mulheres sejam reconhecidos como sujeitos da sua história e não como objetos.

GADOTTI, 1999, p.9). Freire (2006) enumera uma série de saberes necessários à prática educativa. Abrange a linguagem multicultural do professor, a importância do educando como parte do processo de construção do conhecimento, entre muitos outros. O autor ressalta a necessidade de uma reflexão crítica sobre a prática educativa e recomenda para que não sejamos demasiadamente crentes de nossas certezas visto que todo novo conhecimento pode superar o já existente.

De acordo com Paulo Freire (2007, p.92), na Pedagogia da Autonomia, “a incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor”. Freire (2006) acredita que seja indispensável que o docente em sua prática de formação, seja um aprendiz pensante, pois Paulo Freire diz que o pensar certo é algo necessário aos educadores.

  1. Pois o bom docente é aquele que não fica esperando um guia de professores, e sim aquele que entende que o pensar certo tem que ser produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com professor formador.
  2. Tardif (2006, p.230) diz que: Um professor de profissão não é somente alguém que aplica conhecimentos produzidos por outros,, é um sujeito que assume sua prática a partir dos significados que ele mesmo lhe dá um sujeito que possui conhecimentos e um saber-fazer provenientes de sua própria atividade e a partir dos quais ele a estrutura e a orienta.

Vale ressaltar que deter o conhecimento não basta, é importante saber transmitir a alguém, é importante e necessário entender o conhecimento sendo capaz de organiza-lo, reorganizá-lo, elaborar e reelaborá-lo e adaptá-lo sempre que necessário em sala de aula.

Ensinar, para Freire, demanda respeito à autonomia do ser do educando. O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é imperativo ético e não um benefício que podemos ou não dar uns aos outros. Ao executar a sua profissão de docente, os professores colaboram com seus saberes, seus valores e seus conhecimentos nessa difícil tarefa de melhorar a qualidade do ensino, sendo assim, sua prática não deve ser fundamentada na racionalidade técnica, e sim no seu conhecimento de ampliar seus entendimentos em especial, os pedagógicos, que promovem o confronto de suas ações cotidianas com as produções teóricas, as contextualizando com um saber significativo (LEITE; SOUZA, 2010).

GOHN, (2009, p.21) diz que “O professor é visto por Freire como alguém ao lado do aluno, um ser que também busca e também aprende; o aluno passa a ser sujeito das ações educativas e não mais objeto, ele ganha dignidade no processo educativo”. Jesus e Pires (2017, p, 2) relatam que: Atualmente o maior desafio da docência no ensino superior é fazer com que os graduandos tenham uma participação ativa nas discussões de sala de aula e que aprendam os conteúdos de forma significativa.

Em relação à prática do docente, em muitos casos identifica-se que a dificuldade não está no conteúdo a ser ensinado, mas nos aspectos didáticos e metodológicos pelo fato de o professor apresentar domínio do conteúdo que ministra, mas não possuir habilidades didáticas para desenvolver o ensino de forma eficaz.

Entende-se, portanto que é preciso romper com o modelo tradicional de educação, centralizado somente no docente especialista em determinada área do conhecimento, que só preocupa com o repasse de informações. Pimenta e Anastasiou (2008, p.103) ressaltam: O ensino na universidade caracteriza-se como um processo de busca e de construção científica e crítica de conhecimentos.

  • As transformações da sociedade contemporânea consolidam o entendimento do ensino como fenômeno multifacetado, apontando a necessidade de disseminação e internalização de saberes e modos de ação (conhecimentos, conceitos, habilidades, procedimentos, crenças, atitudes).
  • Assim sendo, quando o docente se coloca no lugar de sujeito inacabado e consciente disso, ele predispõe a procurar novos conhecimentos, estará aberto a aprender com o educando.

Como lembra Freire (2006, p.69), aprender ” é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco e à aventura do espírito”. De acordo com Chaparro (2012) o professor do ensino superior precisa estimular as práticas pedagógicas em seus alunos, mesmo não tendo matéria específica sobre pedagogia universitária, pois o educador que possui conhecimentos de técnicas pedagógicas tem a incumbência de transmiti-la aos acadêmicos.

E esse mesmo autor complementa dizendo que essa atitude, além descobrir novos futuros docentes, contribui para construção do conhecimento, porque a relação ensino-aprendizagem deve ser recíproca, posto que ao ensinar seja preciso antes aprender, seja por meio da pesquisa ou mesmo nas discussões em sala de aula (CHAPARRO, 2012).

E Paulo Freire (2006, p.14) diz: “Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.” E Ramalho (2006, p.26) diz que: O exercício da profissão docente requer uma sólida formação, não apenas nos conteúdos científicos próprios da disciplina, como também nos aspectos correspondentes a sua didática, ao encaminhamento das diversas variáveis que caracterizam a docência, sua preparação e constante atualização.

Entende-se, portanto que a multiplicidade é a melhor riqueza do conhecimento, a magnitude de saberes diferentes, de culturas e costumes diferenciados, os quais se valorizados e acatados podem ser uma linha que une o processo de ensino aprendizagem e sejam elos entre o conhecimento científico e o do senso comum (SOARES, 2013).

De acordo com Gil, (2005) apud Rodrigues; et al. (2011, p.07) a formação do docente universitário, no Brasil, “é ainda bastante precária. A maioria dos docentes brasileiros, que lecionam em estabelecimentos de ensino superior, não passou por qualquer processo sistemático de formação pedagógica”.

Como mediador do conhecimento, o educador tem a difícil missão de abrir caminhos às informações indispensáveis para que os alunos possam compreender e assimilar os conteúdos interdisciplinares que o ensino proporciona. Em seguida, o docente deve se adaptar a realidade de seus educandos estimulando o interesse de seus alunos pelas aulas (RODRIGUES, et al., 2011).

De acordo com Paulo Freire (2007, p.86): Antes de qualquer tentativa de discussão de técnicas, de materiais, de métodos para uma aula dinâmica assim, é preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache “repousado” no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano.

É ela que me faz perguntar, conhecer, atuar, mais perguntar, reconhecer. Para Paulo Freire (2003, p.52), “o papel do professor e da professora é ajudar o aluno e a aluna a descobrirem que dentro das dificuldades há um momento de prazer, de alegria”. E ainda de acordo com o autor “O educador ou educadora como um intelectual tem que intervir.

Não pode ser um mero facilitador” (FREIRE, 2003, p.177). Acredita-se, que dessa forma o ideal é que o docente tenha a formação permanente como seu grande desafio, e que esse busque constantemente subsídios teóricos e práticos para exercer sua docência e ainda busque a compreensão de que todo o conteúdo a ser trabalhado seja uma síntese da humanidade e que ser um assunto considerado relevante, ela procure conduzir os alunos a transitar por ele, de uma forma que provoque inquietações com intuito desses avançarem ainda mais no processo de aprender cada vez mais.

Nessa linha de raciocínio Paulo Freire (2003, p.159) diz: Saber melhor significa precisamente ir além do senso comum a fim de começar a descobrir a razão de ser dos fatos começando de onde as pessoas estão; ir com elas além desses níveis de conhecimento sem transferir o conhecimento. Assim sendo, é necessário que o docente tenha uma prática que traga a programação e a avaliação, na perspectiva freireana, ação e reflexão constante do ato pedagógico.

Comprometer-se com o ensinar e o aprender, engajando-se no processo de conhecer. Sendo indispensável ao educador a coerência entre o discurso e a prática. Segundo Freire (2006) é refletindo a prática que se é capaz de melhor compreender o que se faz e assim preparar-se para uma prática melhor, percebendo teoria e prática, jamais isolada uma da outra, mas uma relação de processo em que pensar a prática é a forma de aproximação do ato de e se pensar certo.

  1. O exercício da docência impõe ao educador a seriedade da sua formação, de acordo com Paulo Freire (2006, p.92), na Pedagogia da Autonomia, “a incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor”.
  2. No dizer de Cunha (2007, p.14), o “exercício da docência nunca é estático e permanente; é sempre processo”.
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Pimenta e Anastasiou (2008, p.37), afirmam que, ainda que os professores tenham experiências significativas e trajetória de estudos em sua área de conhecimento específica, é comum nas diferentes instituições de ensino superior, o predomínio do “despreparo e até um desconhecimento científico do que seja o processo de ensino e de aprendizagem, pelo qual passam a ser responsáveis a partir do instante em que ingressam na sala de aula”.

  1. Para exercer a profissão de docente do ensino superior, é necessário saber para ensinar, esse saber envolve o que, como e quais recursos devem ser utilizados, eleitos e justificados, por se tratar de uma atividade intencional e formal com objetivos a serem alcançados.
  2. E imprescindível que o exercício da profissão docente demanda uma formação consistente, não apenas com conteúdos científicos próprios da disciplina que leciona, mas também nos aspectos correspondentes a sua didática, ao encaminhamento das diversas variáveis que caracterizam a docência, sua preparação e constante atualização (RAMALHO, 2006).

Vale ressaltar que “os saberes do professor não são mensuráveis entre si, ou seja, são compostos, constituem-se de diferentes formas e se manifestam em uma pluralidade de ações que vão estruturando a prática pedagógica” (SANTOS; RODRIGUES, 2010, p.23).

E Paulo Freire (2009, p.110) diz que: O educador ou a educadora crítica, exigente, coerente no exercício de sua reflexão sobre a prática educativa, ou no exercício da própria prática, sempre a entende em sua totalidade. Não centra a prática educativa, por exemplo, nem no educando, nem no educador, nem no conteúdo, nem nos métodos, mas a compreende nas relações de seus vários componentes, no uso coerente, por parte do educador ou da educadora dos materiais, dos métodos, das técnicas.

O docente deve aprender a situar-se nos diferentes contextos de atuação, sem perder seu foco principal, que é a mediação do processo de ensino e aprendizagem, percebendo seu importante papel na sociedade e nas instituições educacionais, estabelecendo assim sua identidade docente.

Saviane (2003, p.75) afirma que “a escola tem o papel de possibilitar o acesso das novas gerações ao mundo do saber sistematizado, do saber metódico, científico. Ela necessita organizar processos, descobrir formas adequadas a essa finalidade.” Essas mudanças sociais exigem grandes transformações na educação que consequentemente, está ligada diretamente aos educadores, aliás, uma das prioridades nesse processo é a capacitação profissional dos docentes.

Ribas (2010, p.5) comenta que: Paulo Freire em sua ideologia sempre sustentou que o educador tem que criar, dentro de si, algumas “qualidades” e “virtudes”, que possibilitem uma práxis competente e comprometida. Essas virtudes precisam ser buscadas, na superação da pura intuição, nas leituras dos livros e no ato de criação, que somente a prática pedagógica pode oferecer.

  • É na prática, inclusive, que o educador aprende os limites e as possibilidades muito concretas dessas ações.
  • Entende-se que será no dia a dia que o educador desenvolverá sua criatividade, é enfrentando situações problemas que poderá aplicar e desenvolver seus conhecimentos, mas para isso, é fundamental que Ele, busque uma educação continuada, para estar sempre preparado para superar seus limites e colocar suas ações de forma concreta, eficiente e segura.

A despeito disso, Ribas (2010, p.6) afirma que, “a preocupação face aos problemas e desafios deste final de século levou Freire, nos últimos anos, a dedicar uma atenção especial à formação dos educadores”, defendendo que:, A responsabilidade ética, política e profissional do ensinante lhe coloca o dever de se preparar, de se capacitar, de se formar antes mesmo de iniciar sua atividade docente.

Esta atividade exige que sua preparação, sua capacitação, sua formação se tornem processos permanentes. Sua experiência docente, se bem percebida e bem vivida, vai deixando claro que ela requer uma formação permanente do ensinante. Formação que se funda na análise crítica de sua prática (FREIRE, 2006, p.28).

Compreende que os educadores devem examinar de forma critica o seu papel de ensinante, pois para ensinar também necessita-se aprender, estar sempre aprendendo permanentemente o novo, buscando constantemente mais conhecimento, porque sabe-se que tudo se transforma e o bom educador também precisa saber a hora de transformar-se, estar preparado para a evolução, mudanças e métodos novos de ensinar e aprender.

  1. E autor ainda comenta que: A mesma forma que a educação é permanente e importante para todos, também o é para o educador.
  2. Paulo Freire condiciona a melhoria da qualidade da educação à formação permanente dos educadores e essa formação se funda na prática de analisar a prática de ensino.
  3. Por isso é que, na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática.

É pensando a prática de hoje, ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática”. (FREIRE, 1987, p.43-4). Em relação ao contexto atual das tecnologias, a postura de Freire (2006) seria a de que a formação de professores não deveria limitar-se à operacionalização das máquinas, mas à compreensão dessas máquinas e de suas implicações no trabalho, na vida em sociedade e no mundo cultural.

  1. O computador é atualmente, mais do que qualquer coisa, um meio de comunicação.
  2. Ele é a principal tecnologia educacional com a qual se ensina e se aprende.
  3. Com o computador eliminam-se os intermediários na informação.
  4. A comunicação é direta e sem fronteiras.
  5. Portanto, entende-se que a tecnologia é como um novo meio para prática da dialogicidade, e a sua apropriação se torna um novo campo de diálogo entre o sujeito pedagógico, o mundo simbólico que este campo representa e a relação desse sujeito no mundo.

Esse novo campo de diálogo e de troca de saberes é o espaço virtual. Para Tardif (2002, p.39) o professor é “alguém que deve conhecer sua matéria, sua disciplina e seu programa, além de possuir certos conhecimentos relativos às ciências da educação e à pedagogia e desenvolver um saber prático baseado em sua experiência cotidiana com os alunos”.

  • Na Pedagogia da Autonomia, o Paulo Freire (2006) fala dos saberes indispensáveis à prática educativa.
  • Afirma que o ensino demanda: rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos educandos, criticidade, estética e ética, corporeificação das palavras pelo exemplo, risco, etc.
  • Segundo ele, o educando deve fazer a sua leitura, e essa é única.

Freire (2009, p.83) diz que: Um professor que não leva a sério sua prática docente, que, por isso mesmo, não estuda e ensina mal o que mal sabe, que não luta para que disponha de condições materiais indispensáveis á sua prática docente, se proíbe de concorrer para a formação da imprescindível disciplina intelectual dos estudantes.

  1. Anula-se, pois, como professor.
  2. Um professor deve buscar um aperfeiçoamento constante, ter um carinho exclusivo pelo ofício que abraçou e saber utilizar sua autoridade com moderação e imparcialidade.
  3. O docente deve conduzir sua aula deve despertando a curiosidade de seus alunos para ouvir e aprender.
  4. Assim, diz Paulo Freire (2006, p.96): o bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento.

Sua aula é assim um desafio e não uma ‘cantiga de ninar’. Seus alunos cansam não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas. Um professor competente está sempre pronto a refletir sobre sua metodologia, sua postura em aula, a replanejar sua prática educativa, a fim de estimular a aprendizagem, a motivação dos seus alunos, de modo que cada um deles seja um ser consciente, ativo, autônomo, participativo e agente crítico modificador de sua realidade.

Na educação brasileira, Paulo Freire defendeu a importância dos saberes técnicos e científicos. Mas principalmente ter a consciência de como usá-los na educação. A educação não se reduz à técnica, mas não se faz educação sem ela. Utilizar computadores na educação, em lugar de reduzir, pode expandir a capacidade crítica e criativa de nossos meninos e meninas.

Dependendo de quem o usa, a favor de que e de quem e para quê. O homem concreto deve se instrumentar com o recurso da ciência e da tecnologia para melhor lutar pela causa de sua humanização e de sua libertação (FREIRE, 2001, p.98). Assim, acredita-se que a postura do docente crítico é conhecer a nova realidade formatada pelas tecnologias de informação e comunicação na sociedade e aceitar as mudanças.

  • Ao interagir com o ambiente virtual, os educadores vislumbraram novas probabilidades do ato de ensinar e de aprender.
  • A internet pode ser uma ferramenta importante no processo de ensino e de aprendizagem, mas o professor deve construir uma prática pedagógica reflexiva para desenvolver ações que atendam suas necessidades e realidades.

Uma das vertentes mais inquietantes é referente aos profissionais da educação, que como transformadores e estimuladores da aprendizagem, devem estar inseridos no mundo globalizado. Exigindo assim, que esses tenham a precisão de serem capazes de atuarem neste contexto informatizado que o mundo exige.

  1. Deste modo, a perspectiva é levar o professor a compreender as novas tecnologias como ferramenta que auxilia no processo de ensino-aprendizagem.
  2. Ao dominar a tecnologia o professor transforma e inova seus conhecimentos.
  3. O professor constantemente deve fazer uma auto-avaliação, verificando aonde precisa melhorar, fazendo os seguintes questionamentos: em que devo melhorar, por que melhorar.

A partir do momento em que o educador faz estes questionamentos, o mesmo buscará novas formas de repensar a sua prática pedagógica, uma vez que, fazendo estes questionamentos, possibilitará o educador a rever as suas metodologias, das quais são necessárias para sua prática pedagógica, assim obtendo um bom êxito no ambiente escolar.

Por isso é que, na “formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática; e é pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática” (FREIRE, 2006, p.39).2.1 METODOLOGIA A metodologia utilizada neste estudo foi a pesquisa bibliográfica, pois a mesma ofereceu meios que auxiliaram na definição e resolução dos problemas já conhecidos, como também permitiu explorar novas áreas onde os mesmos ainda não se cristalizaram suficientemente.

Permitiu também que esse tema fosse analisado sob novo enfoque ou abordagem, produzindo novas conclusões. Além disso, permitiu a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla, principalmente quando o problema da pesquisa requer a coleta de dados muito dispersos no espaço.

  • Portanto, utilizaram-se como fonte de consulta livros, artigos e trabalhos publicados que abordam a questão da formação do professor universitário e os métodos didáticos por este utilizado.
  • Foram pesquisados o referencial teórico de autores como Paulo Freire, Maria Isabel da Cunha, Arilda Schimidt Godoy, Selma Garrido Pimenta; Léa das Graças Anastasiou e entre outros.

Porém, daremos ênfase aos saberes teóricos de Paulo Freire.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Vimos que para ensinar requer mais que acúmulos de informações, pois transmitir não é ensinar, requer ao ensinar o construir, o pensar e o decidir junto, para ensinar precisa ter um planejamento coerente com a realidade em que se vivencia, requer a certeza e a constância, e além do mais é necessário que todos tenham o mesmo objetivo que é o desenvolvimento do educando, é preciso que os docentes caminhem juntos tendo sempre a mesma direção, devem estar todos em busca de uma educação de qualidade e não somente de quantidade.

Na educação superior é fundamental repensar e sempre reexaminar a formação dos profissionais que estão comprometidos com a sua realidade e atuação, é imprescindível romper as barreiras do modelo tradicional de educação que ainda atualmente se vê, educação essa centrada no professor especialista em determinada área do conhecimento que está preocupado somente em repassar informações.

Cabe ao docente do ensino superior estar convicto de que é parte fundamental do saber e esse deve ter a convicção de que sua formação jamais estará concluída, o que exige dele estudos, uma permanente aprendizagem para que seu saber seja constante, porém renovado.

  1. E fundamental que o educador compreenda a importância do despertar a consciência por meio da pesquisa e do senso crítico, formando sua prática em educação permanente.
  2. Ao lecionar no ensino superior o docente deve ter uma estreita relação entre a teoria e prática, sendo que toda a teoria teve início com uma prática, a teoria nada mais é que uma prova de uma prática realizada, portanto teoria e prática não existem sem a outra.

Utilizando trabalhos de Freire a partir da Pedagogia do Oprimido, Medo e Ousadia, Pedagogia da Esperança e Pedagogia da Autonomia, tentamos produzir um entendimento mais íntimo dos saberes utilizados na prática da docência. E notável que Paulo Freire apresentou-se como um educador que sempre se preocupou em discutir a educação brasileira tendo como objetivo torná-la melhor, ressaltando com compromisso que todos devemos ter na perspectiva de uma educação libertadora capaz de fornecer aos educandos a possibilidade de se tornar sujeito de seu próprio desenvolvimento, perante a presença orientadora e mediadora que tem o educador.

Entende-se que ensinar é uma ação conjunta de permanente interesse e busca pelo conhecimento. Mesmo com todos os empecilhos para se educar (condições de trabalho, salários baixos, descasos, formas de avaliação), ainda há muitos educadores exercendo sua função de uma maneira eficaz. Com certeza isso se deve ao que Paulo Freire chama de vocação, que significa ter afetividade, gostar do que faz ter competência para uma determinada função e acreditar que mesmo não conseguindo mudar o mundo, muita coisa é possível ser mudada através da prática educativa.

É preciso entender que ensinar é uma troca de conhecimentos, pois ninguém sabe tudo, estamos sempre em fase de transformação. O docente tem que estar atento ao conhecimento que seu aluno trás de casa, ele já vem com um conhecimento prévio que deve ser aproveitado e melhorado para o desenvolvimento da aprendizagem do educando.

É muito importante a didática e a responsabilidade que o docente assume diante do ato de ensinar, pois sua função não é simplesmente ser um transmissor de conteúdos, mas sim, de se colocar como sujeito que propicia conhecimentos com bases científicas e reflexões para a formação de cidadãos onde, seus conteúdos e postura devem ser reflexos do contexto social e da realidade.

O educador precisa dominar as técnicas e métodos de ensino, mas também precisa de uma formação concreta com subsídios teóricos e práticos, entendendo que um permeie o outro. Paulo Freire em seu livro Pedagogia da autonomia deixa claro o quanto é necessário a formação do professor e o quanto é importante para qualquer mudança educacional, sobretudo para a melhoria da qualidade do ensino.

Assim, conclui-se que o docente deve entender e aprender que sua didática faz parte de um todo, base teórica, ações práticas, visão crítica e política, organização e planejamento, e que essas dimensões precisam seguir juntas, pois a caracterizam e visam um significado real ao seu corpo, norteando seu trabalho.

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O que um educador precisa saber?

6. Estabeleça uma boa comunicação – Uma boa comunicação não está ligada a somente falar e explicar o conteúdo. Um bom educador precisa saber ouvir e entender o que cada um quer expressar. Nos primeiros anos da escola, por exemplo, as crianças estão aprendendo a falar e nem sempre é fácil se comunicar.