O Que Anemia?

O que acontece quando você tem anemia?

Autora: Dra. Elizabeth Cristina Vilar – Médica Hematologista Os sintomas de anemia podem estar associados ao cansaço, indisposição, tontura, fraqueza e palidez. Manter os níveis adequados de ferro, uma alimentação balanceada rica em vitaminas e realizar sempre check-ups médicos são algumas das estratégias que podem auxiliar na hora de prevenir a condição.

Quais são os primeiros sinais de anemia?

Anemia é uma condição que provoca sensação de cansaço, tontura e palidez e é causada pela baixa quantidade de hemoglobina no sangue Fonte: Sérgio Brasil, hematologista do Hospital Santa Paula, em São Paulo. Os sintomas da anemia costumam estar associados com a sensação de cansaço, tontura, palidez, entre outros. A condição ocorre quando a hemoglobina, um tipo de proteína presente no sangue, está abaixo do normal, impedindo que o oxigênio seja corretamente transportado aos órgãos do corpo.

Quando é que a anemia é grave?

A anemia ferropriva é um quadro grave, podendo colocar o paciente em risco se a hemoglobina estiver abaixo de 11 g/dL para mulheres e de 12 g/dL para homens, o que impede a realização de cirurgias. A doença é mais frequente em mulheres e crianças, vegetarianos ou pessoas que realizam doações de sangue com frequência.

O que é bom para combater a anemia?

Alimentos para anemia – No caso das anemias carenciais, a deficiência de ferro e de ácido fólico deve ter na sua reposição uma dieta mais rica em carnes vermelhas, vegetais – folhas verdes, beterraba, alimentos de milho, feijão, cereais e frutas ricas em vitamina C, que ajudam na absorção do ferro.

O que leva a pessoa a ter anemia?

Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal como resultado da carência de um ou mais nutrientes essenciais. As anemias podem ser causadas por deficiência de vários nutrientes como ferro, zinco, vitamina B12 e proteínas.

Porém, a anemia causada por deficiência de ferro, denominada anemia ferropriva, é muito mais comum que as demais (estima-se que 90% das anemias sejam causadas por carência de ferro). O ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na fabricação das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo.

Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela doença, muito embora homens -adolescentes e adultos- e os idosos também possam ser afetados por ela.

  • Sintomas: Os sinais e sintomas da carência de ferro são inespecíficos, necessitando-se de exames laboratoriais de sangue para que seja confirmado o diagnóstico de anemia ferropriva.
  • Os principais sinais e sintomas são: cansaço generalizado, falta de apetite, palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas), menor disposição para o trabalho, dificuldade de aprendizagem nas crianças, apatia (crianças muito “paradas”).

Conseqüências: A anemia ferropriva traz os seguintes efeitos adversos ou consequências: diminuição da produtividade no trabalho, diminuição da capacidade de aprendizado, retardamento do crescimento, apatia (morbidez), perda significativa de habilidade cognitiva, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal.

  1. Além disso, pode ser a causa primária de uma entre cinco mortes de parturientes ou estar associada a até 50% das mortes.
  2. Fontes de ferro: O ferro pode ser fornecido ao organismo por alimentos de origem animal e vegetal.
  3. O ferro de origem animal é melhor aproveitado pelo organismo.
  4. São melhores fontes de ferro as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras (miúdos), como rim e coração; carnes de aves e de peixes, mariscos crus.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o leite e o ovo não são fontes importantes de ferro. Contudo, no mercado já existem os leites enriquecidos com ferro. Entre os alimentos de origem vegetal, destacam-se como fonte de ferro os folhosos verde-escuros (exceto espinafre), como agrião, couve, cheiro-verde, taioba; as leguminosas (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas, melado de cana, rapadura, açúcar mascavo.

Também existem disponíveis no mercado alimentos enriquecidos com ferro como farinhas de trigo e milho, cereais matinais, entre outros. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Dica elaborada em dezembro de 2.004 e revisada em setembro de 2.016. Fonte: Ministério da Saúde. Programa Nacional de Suplementação de Ferro: manual de condutas gerais

O que não se pode comer quando se tem anemia?

Alimentos a serem evitados na anemia – Principalmente durante o tratamento da anemia, é orientado evitar a ingestão de certos alimentos na mesma refeição. Isso porque as fonte de cálcio, como leite e derivados, por exemplo, são capazes de diminuir a absorção de ferro no intestino.

Quais os alimentos que pioram a anemia?

Alimentos a serem evitados na anemia – Principalmente durante o tratamento da anemia, é orientado evitar a ingestão de certos alimentos na mesma refeição. Isso porque as fonte de cálcio, como leite e derivados, por exemplo, são capazes de diminuir a absorção de ferro no intestino.

Quem tem anemia sente dor no corpo?

Sintomas – Os sintomas mais importantes da anemia aguda são provocados pela redução no volume de sangue circulante. O principal deles é a queda da pressão arterial. Nas anemias crônicas, a baixa na produção de hemoglobina provoca palidez cutânea e nas mucosas, cansaço, falta de memória, tonturas, fraqueza, dores musculares, sonolência, falta de ar ou respiração muito curta, palpitação e taquicardia, porque o coração é obrigado a bater mais depressa para garantir o fornecimento necessário de oxigênio a todas as células do corpo.

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Qual órgão a anemia afeta?

Os valores utilizados para diagnosticar a anemia, normalmente variam de acordo com a padronização do laboratório onde é realizado o hemograma, exame que é o principal instrumento para detectar a patologia. Anemia não é tudo igual. Conheça os tipos, as causas e os sintomas.

  • Quando se fala em anemia você logo pensa em deficiência de ferro? Pois saiba que essa doença é muito mais ampla e diversificada do que parece.
  • Mesmo quando há falta de nutrientes – o que acontece em 90% dos casos -, não é apenas esse mineral o culpado.
  • As carências de vitamina B12 ou ácido fólico (vitamina B9 ou folato) também podem ser a causa.

E não só isso. Existem ainda as anemias hereditárias, as autoimunes e as provocadas por defeito na medula óssea e por patologias crônicas. Considerada um problema de saúde pública tanto nos países em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos, a doença se dá pela redução na quantidade de hemoglobina no sangue, proteína localizada no interior das hemácias (glóbulos vermelhos) e responsável pelo transporte de oxigênio para os órgãos e tecidos do corpo.

  • Pode ou não haver também queda na porcentagem de hemácias.
  • Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30% da população do planeta (cerca de 2,2 bilhões de pessoas) sofrem de algum tipo de anemia.
  • Os valores utilizados para diagnosticar a doença normalmente variam de acordo com a padronização do laboratório onde é realizado o hemograma, exame que é o principal instrumento para detectar a patologia.

Mas, no geral, o indivíduo é considerado anêmico quando apresenta índice abaixo de 12 gramas por decilitro de sangue (g/dL) para mulheres e 13 g/dL para homens. “A anemia nunca deve ser negligenciada pelo médico e pelo paciente, mesmo a mais leve e assintomática”, afirma Américo Cuvello, clínico geral do Hospital Alemão Oswaldo Cruz,

  1. O correto é investigá-la a fundo, pois pode ser um sinal de uma patologia mais grave.” Conheça a seguir os principais tipos da doença.
  2. É o tipo mais comum, sendo que a principal é a anemia ferropriva, por falta de ferro.
  3. Ela ocorre como resultado de alimentação inadequada, má absorção do nutriente ou perda crônica de sangue em decorrência de hemorragias por via gastrointestinal ou menstruação abundante.

“Quem sofre mais com esse problema são mulheres em idade fértil, gestantes ou lactantes, crianças, adolescentes, quem passou por cirurgia bariátrica e vegetarianos muito restritivos”, comenta Cuvello. Alguns dos sintomas são palidez, cansaço, sonolência, tontura, falta de ar, taquicardia e palpitações.

  • Nas crianças, a doença ainda pode afetar o desenvolvimento, a aprendizagem e aumentar a predisposição a infecções, pelo fato de o sistema imunológico ficar debilitado.
  • Fundamental para o bom funcionamento do organismo, o ferro tem como função transportar oxigênio para as células e é necessário para o crescimento e o funcionamento celular e a síntese de alguns hormônios e tecidos conectivos.

Ele é encontrado em carnes (principalmente a vermelha), gema de ovo, beterraba, leguminosas, folhas verde-escuras e frutas secas. A recomendação de ingestão varia de acordo com a idade, indo de 0,27 mg/dia (crianças e 0 a 6 meses) até 18 mg/dia (mulheres de 19 a 50 anos).

Nas gestantes e lactantes as quantidades aumentam. Para as primeiras, o ideal são 27 mg/dia; para quem está amamentando, 10 mg/dia (de 14 a 18 anos) ou 9 mg/dia (19 anos ou mais). Apesar de muita gente não saber, a anemia nutricional também pode se estabelecer pela falta de vitamina B12 (responsável pela síntese da hemoglobina) e de ácido fólico (que ajuda na produção e na manutenção de células novas e na síntese do DNA).

Esse tipo é conhecido como megaloblástico e caracterizado por apresentar glóbulos vermelhos grandes e imaturos. As duas situações são decorrentes de nutrição deficiente, incapacidade de absorção de nutrientes no trato digestivo e uso de alguns medicamentos, como alguns para tratamento do câncer.

Sara Olalla Saad, professora da disciplina de Hematologia do Departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), relata que essa versão da doença tem maior prevalência em portadores de gastrite crônica ou úlcera, pessoas com mais idade e pacientes submetidos a cirurgia bariátrica.

Seus sintomas são os mesmos da anemia ferropriva, porém, quando se trata da carência de vitamina B12, acrescenta-se pele amarelada, irritabilidade e comprometimento dos nervos, o que causa formigamento nas pernas e nas mãos, câimbras, queimação nos membros, dificuldade de marcha e fraqueza muscular.

  • Em casos mais graves é comum haver alterações neurológicas, que nos idosos podem levar a doença a ser confundida com demência”, complementa Sara.
  • A quantidade necessária de vitamina B12 é de 2 mcg/dia e para supri-la é preciso incluir na dieta produtos de origem animal (leite, queijo, carne e ovos), cereais matinais e leite de soja.

O folato, por sua vez, é encontrado em uma diversidade maior de alimentos: hortaliças, aves, frutas cítricas, grãos, oleoginosas, vísceras animais e frutos do mar, entre outros. A dose máxima recomendada para adultos é de 400 mcg. Na gravidez as quantidades das duas substâncias precisam ser dobradas para suprir a demanda do organismo.

  1. Para o tratamento das anemias carenciais, o primeiro passo é determinar e corrigir a causa.
  2. Feito isso, é fundamental seguir uma dieta rica no elemento faltante e, quase sempre, se faz necessária a suplementação temporária.
  3. Entre as anemias hereditárias, a falciforme e a talassemia são as principais.
  4. De acordo com Patricia Moura, hematologista e diretora técnica do Hemorio, na maioria dos casos elas são detectadas no nascimento ou ainda na primeira infância (até 6 anos).

“A anemia falciforme caracteriza-se por apresentar glóbulos vermelhos com forma alterada, parecidos com uma foice – daí o nome. Já a talassemia é provocada por um gene que interfere na produção de hemoglobina, fazendo com que os glóbulos vermelhos fiquem menores e com menos hemoglobina que o normal”, descreve a médica.

  1. Ambas são causadas por mutação genética e, para tê-las, é preciso que o gene anormal seja transmitido pelos pais.
  2. Se apenas um deles for portador, o filho terá o traço, mas não necessariamente desenvolverá a patologia.
  3. Falando especificamente da anemia falciforme, ela pode se manifestar de diversas formas, sendo que a intensidade dos sintomas varia de uma pessoa para outra.
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No geral, manifesta-se dor forte pelo corpo, provocada pelo bloqueio do fluxo sanguíneo e pela falta de oxigenação nos tecidos, icterícia (olhos amarelos), palidez, fadiga intensa, infecções, inchaço nos pés, feridas nas pernas, falta de ar e alterações neurológicas e no funcionamento dos rins.

Não existe cura para a enfermidade, mas há controle. Os pacientes que têm esse tipo de anemia precisam evitar exercícios pesados, ter uma alimentação rica em legumes, verduras, frutas e carne, ingerir bastante líquido, normalmente fazer uso de antibióticos e analgésicos e, se necessário, receber transfusão de sangue.

A talassemia, por sua vez, é dividida em minor, quando a pessoa tem apenas o traço talassêmico, intermediária e major. Alguns dos sintomas são palidez, irritabilidade, cansaço, barriga inchada devido ao aumento do baço e do fígado, ossos do rosto proeminentes, dentes mal alinhados e crescimento mais lento do que o normal.

Assim como a anemia falciforme, a talassemia não tem cura, e o tratamento é feito com transfusões de sangue regulares. Outro tipo de anemia é a hemolítica autoimune (AHAI). Como define a hematologista e diretora técnica do Hemorio, trata-se de uma doença de origem imunológica que o indivíduo adquire ou fabrica.

Nesse caso, o organismo produz anticorpos que atacam os próprios glóbulos vermelhos. “A causa exata ainda não é conhecida, mas sabe-se que a doença pode ser desencadeada por processos virais, patologias imunes e câncer”, diz a médica. A AHAI ocorre em qualquer idade, sendo mais frequente no adulto jovem.

Os sintomas são iguais aos da anemia nutricional, mas acrescidos de urina escura, dor muscular, febre, coriza e virose. Para tratá-la é fundamental identificar a enfermidade base e fazer uso de medicamentos para regularizar o sistema imunológico, como corticoides e imunossupressores. Transfusão de sangue pode ser indicada.

Existe ainda a anemia de doenças crônicas, em especial infecções, câncer, doenças autoimunes e renais e diabetes grave. Ela se dá de duas formas: quando a inflamação causada pelo distúrbio retarda a produção de hemácias e diminui a sua sobrevivência e quando o ferro é metabolizado de forma anormal.

  • Este é um tipo menos grave, com poucos sintomas, e sua cura passa pelo tratamento do distúrbio que a está provocando.
  • A chamada anemia aplástica (ou aplastia medular) é uma enfermidade da medula óssea caracterizada pela redução da produção de glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas.

Rara e grave, ela pode ser adquirida ao longo da vida por causa não conhecida ou provocada por radiação, quimioterapia, uso de determinados fármacos e exposição a substâncias químicas tóxicas, como inseticidas e agrotóxicos. Além disso, pode acompanhar algumas doenças (hepatite, HIV, lúpus e insuficiência pancreática, por exemplo) ou ser hereditária.

No entanto, a maioria dos estudos indica que a destruição das células estaminais que formam o sangue ocorre porque o sistema imunológico ataca as próprias células por erro. Esta anemia se divide em moderada, grave e muito grave, e os sintomas são cansaço, dificuldade de concentração, falta de apetite e de ar, perda de peso, palidez e ritmo cardíaco acelerado, febre e infecções bacterianas, pulmonares, urinárias e de pele e hematomas, sangramento anormal, inclusive dentário, fluxo menstrual intenso e manchas na pele.

O tratamento consiste em transfusões sanguíneas, utilização de remédios estimulantes da medula, antibióticos e imunosupressores e transplante de medula óssea. Data: 14/12/2018 Fonte: Uol Viva Bem

Quem tem anemia pode perder peso?

A sensação de cansaço persistente pode estar ligada a diversos problemas de saúde, como anemia e síndrome da fadiga crônica. ‘Essas condições comprometem o metabolismo e, consequentemente, a perda de peso’, explica Thais Mussi.

Em qual parte do corpo a anemia ocorre?

A anemia por carência de ferro ocorre quando o corpo não tem ferro suficiente. Uma causa comum para este tipo de anemia é uma hemorragia no estômago e nos intestinos (tracto gastrointestinal).

Quem está com anemia pode tomar leite?

Alimentos a serem evitados na anemia Principalmente durante o tratamento da anemia, é orientado evitar a ingestão de certos alimentos na mesma refeição. Isso porque as fonte de cálcio, como leite e derivados, por exemplo, são capazes de diminuir a absorção de ferro no intestino.

Quem está com anemia pode tomar café?

A cafeína prejudica a absorção de nutrientes, como o ferro. A deficiência desse mineral pode causar anemia. Chá verde, mate e café devem ser tomados sozinhos ou acompanhados de pequenas refeições, como nos lanches da tarde ou nos lanches da manhã.

Quem está com anemia pode comer chocolate?

A ciência já provou os benefícios do chocolate para a saúde? – O chocolate com concentração de cacau acima de 50% possui antioxidantes poderosos, que são benéficos para o corpo em vários níveis. Nas versões amargas existem vitaminas e minerais que ajudam a prevenir doenças do coração e a má circulação, além de fortalecer o cérebro e influenciar positivamente o humor.

  1. Em termos cardiovasculares, os flavonoides são responsáveis por diminuir níveis de colesterol ruim (LDL), influenciar no aumento do bom (HDL) e auxiliar no controle da pressão arterial.
  2. Também é comprovado que o cacau é capaz de auxiliar no tratamento da anemia, uma vez que ele é rico em ferro.
  3. Uma extensa pesquisa realizada durante 30 anos por pesquisadores norte-americanos apontou que o consumo regular de chocolate, sem exageros, influencia na melhora das funções cognitivas.
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É o que aponta também uma, que atribui essa capacidade aos flavonoides – poderoso antioxidante encontrado no cacau.

Tem como parar de ter anemia?

O que pode fazer para combater a anemia – O tratamento da anemia depende largamente da sua causa, mas passa sempre pela normalização dos elementos em falta no organismo (nomeadamente através da reposição de ferro ou vitaminas), de forma a permitir que este recupere os níveis normais de glóbulos vermelhos e hemoglobina no sangue.1.

Adote uma dieta rica em ferro Estima-se que 90% de todos os casos de anemia resultem da falta de ferro. O ferro é um dos principais constituintes da hemoglobina e, sem este, o organismo é incapaz de a produzir nas quantidades necessárias. Para prevenir esta insuficiência, assegure-se que a sua dieta inclui alimentos como carne vermelha, peixe, feijão, gema de ovo e frutos secos.2.

Corrija as insuficiências vitamínicas Nem só da falta de ferro se faz a anemia. A produção constante de glóbulos vermelhos também depende de nutrientes como vitamina B12 ou ácido fólico. Se tiver anemia por carência de uma destas vitaminas, é importante que as incorpore na sua alimentação diária.

  1. A vitamina B12 pode ser encontrada em alimentos como fígado, ostras, marisco ou ovos; o ácido fólico, por sua vez, existe em níveis elevados em brócolos, espargos, couve-de-bruxelas e outros vegetais de folhagem verde.
  2. Pode ainda recorrer a suplementos vitamínicos, injeções ou comprimidos.3.
  3. Aumente o consumo de vitamina C Embora não contribua de forma direta para a produção de hemoglobinas, a vitamina C ajuda na absorção do ferro, tornando-o mais disponível sempre que se liga a este.

Para evitar a anemia por carência de ferro, assegure-se que consome (também) alimentos ricos em vitamina C, como citrinos, brócolos ou morangos.4. Evite a cafeína Se a vitamina C contribui para uma maior absorção do ferro, a cafeína pode ter precisamente o efeito contrário.

  • Evite, por isso, beber café, mas também chá e refrigerantes com cafeína.
  • Também as bebidas alcoólicas ou o cálcio (em demasia) podem ser prejudiciais à absorção de ferro por parte do organismo.5.
  • Faça um hemograma Se suspeita que pode ter anemia, deve consultar o seu médico assistente a fim de esclarecer as dúvidas.

O diagnóstico é, na maior parte dos casos, alcançado através de uma simples análise ao sangue (hemograma), isto embora possam depois ser necessários exames adicionais para identificar a causa da anemia. É fundamental que se conheça a causa de modo a tratar a anemia da forma mais adequada.

Quanto tempo leva para se recuperar de uma anemia?

O tratamento com ferro oral é recomendado pelo tempo que a hemoglobina (Hb) e o hematócrito (e normalmente os testes de reservas de ferro) retornem ao normal. Normalmente, isso leva cerca de seis meses.

Quem está com anemia pode comer banana?

Da sua composição conta o ferro, um mineral que faz da banana um alimento aliado na prevenção da anemia. Graças às fibras que fazem parte da sua composição, este fruto regula o trânsito intestinal, colaborando no processo digestivo.

Quem está com anemia pode comer ovo?

O ovo é bom para a anemia? – Sim, o ovo é uma ótima fonte de nutrientes para quem passa pelo problema. A anemia é uma condição causada pela deficiência de ferro no organismo, e a gema do ovo é rica nesse mineral. Em sua tabela nutricional, você encontrará outras vitaminas e minerais essenciais para a saúde, como a vitamina B12.

  1. Esta, por exemplo, é importante para a formação de glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio para as células do corpo.
  2. Quando o organismo não tem vitamina B12 suficiente, em casos mais graves, ele pode desenvolver a anemia perniciosa, uma forma de anemia que leva a danos no sistema nervoso.
  3. Além disso, a gema do ovo também contém ácido fólico, necessário para a produção de glóbulos vermelhos saudáveis, e outros nutrientes como vitamina A, vitamina D e cálcio.

Viu como o ovo é bom para anemia e pode fazer toda a diferença em uma dieta saudável e rica em nutrientes? Mas como usar esse produto no dia a dia? Vem com a gente que temos mais dicas!

O que uma pessoa com anemia não pode fazer?

Principalmente durante o tratamento da anemia, é orientado evitar a ingestão de certos alimentos na mesma refeição. Isso porque as fonte de cálcio, como leite e derivados, por exemplo, são capazes de diminuir a absorção de ferro no intestino.

É possível viver com anemia?

Como a pode afetar sua vida? – A anemia é uma condição que afeta a capacidade de transporte de oxigênio e pode ser falta de vitamina e ferro, por exemplo. Por isso ela pode afetar muitas áreas de quem possui a doença. Quando a doença já está em um estágio grave até realizar uma tarefa simples que normalmente a pessoa faria se torna quase impossível.

Quem tem anemia sente dor no corpo?

Sintomas – Os sintomas mais importantes da anemia aguda são provocados pela redução no volume de sangue circulante. O principal deles é a queda da pressão arterial. Nas anemias crônicas, a baixa na produção de hemoglobina provoca palidez cutânea e nas mucosas, cansaço, falta de memória, tonturas, fraqueza, dores musculares, sonolência, falta de ar ou respiração muito curta, palpitação e taquicardia, porque o coração é obrigado a bater mais depressa para garantir o fornecimento necessário de oxigênio a todas as células do corpo.

Em qual parte do corpo a anemia ocorre?

A anemia por carência de ferro ocorre quando o corpo não tem ferro suficiente. Uma causa comum para este tipo de anemia é uma hemorragia no estômago e nos intestinos (tracto gastrointestinal).