Os Que Confiam No Senhor SO Como Os Montes De SiãO?

O que quer dizer o Salmo 125 versículo 1?

Decisões e consequências – Deus é justo e bom. Ele vê tudo que acontece e nada passa despercebido. Quando amamos a Deus e fazemos o bem, temos a promessa que Deus vai nos tratar com bondade. Ainda vamos passar por sofrimentos mas não vamos estar sozinhos na luta. Deus vai nos ajudar a superar as dificuldades e vai recompensar a fidelidade.

  • Mas Deus também vê quem faz o mal.
  • Ele castiga a injustiça, para que as pessoas aprendam a fazer o bem.
  • Por algum tempo pode parecer que a injustiça vale a pena mas depois ela traz destruição.
  • A paz somente existe onde o bem reina.
  • Confie em Deus e faça o bem, e ele será sua segurança! Veja também: : Os que confiam no Senhor.

Salmo 125 – Estudo Bíblico

O que significa os que confiam no Senhor serão como os montes de Sião?

“Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?” Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião? A Bíblia diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Isso significa que todos aqueles que colocam absoluta fé em Deus são inabaláveis, tal como é o monte Sião.

  1. Essas palavras fazem parte dos Salmos de Romagem e por isso eram entoadas pelos peregrinos judeus (Salmo 125:1).
  2. Eles cantavam sobre a fé sólida e firme em Deus comparando os crentes ao monte Sião que lhes era tão significativo e importante.
  3. Os que confiam no Senhor A declaração: “Os que confiam no Senhor” é tão simples e ao mesmo tempo tão profunda.

O verbo confiar traduz uma palavra hebraica que transmite o sentido de “estar seguro”, “confiante”. Alguém pode perguntar: O que significa confiar em Deus? De fato esta é uma pergunta que exige uma resposta tão rica e ampla que pode ser abordada de diferentes aspectos; mas sem dúvida, seja qual for o sentido pretendido com a expressão “confiar em Deus”, sua essência comum não pode ser outra se não a ideia de se sentir seguro e despreocupado através da inabalável e genuína fé que leva o crente a descansar sob o alicerce da verdade de Deus.

  • Como bem observa Derik Kidner, a declaração: “Os que confiam no Senhor” revela uma das muitas facetas do nosso relacionamento com Deus.
  • Os que confiam no Senhor são também aqueles que o temem, o amam e o conhecem.
  • São aqueles que compreendem sua total dependência d’Ele.
  • O que mais podemos dizer daqueles que confiam no Senhor? John Gill explica que os que confiam no Senhor são aqueles que não confiam em si mesmos; são aqueles que não depositam sua confiança em seus próprios corações, em suas próprias forças e habilidades.

Uma pessoa que confia no Senhor não confia em sua própria sabedoria, riqueza ou retidão. Essa pessoa também jamais direciona a confiança que só pode ser depositada em Deus a qualquer outra pessoa; mesmo que seja o mais poderoso e notável dos homens. Os que confiam no Senhor são aqueles que erguem seus olhos para o Soberano do Universo e encontram conforto em sua providencia.

São como o monte de Sião que não se abala A cidade de Jerusalém é cercada por vários montes. Mas o monte de Sião citado pelo salmista sem dúvida é o que abrigava o Templo do Senhor que havia sido construído em Jerusalém; bem como o palácio real. Esse monte é usado frequentemente nas Escrituras como figura da habitação de Deus com seu povo e da estabilidade das promessas de sua aliança.

Saiba mais sobre o significado do monte Sião. Então quando o salmista diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, ele está falando da segurança e estabilidade espirituais que essas pessoas desfrutam. Vivemos num mundo em constante mudança; num mundo onde todas as coisas parecem ser tão passageiras e os valores tão descartáveis.

Porém, os que confiam no Senhor são inabaláveis e permanecem para sempre. Mas permanece para sempre O relacionamento do verdadeiro crente com Deus não é um mero relacionamento superficial; mas é um vínculo que jamais poderá ser removido e se estenderá pela eternidade. Permanecer para sempre é para sempre, não menos que isso.

Mas os crentes permanecem inabaláveis não porque há alguma capacidade neles que os preserva além dos incrédulos, mas porque é o próprio Deus quem os preserva até o fim (1 Coríntios 1:8; 2 Coríntios 1:21-24). Os que confiam no Senhor são inabaláveis porque eles são edificados sobre o fundamento que é Cristo, a Pedra principal da esquina (2 Pedro 2:4-8).

Pela fé salvadora, eles estão firmes na graça de Deus (Romanos 5:2; Gálatas 5:1). Então os que confiam no Senhor permanecem firmes e atravessam com confiança as aflições, tentações, dificuldades e quaisquer que sejam as circunstancias adversas. Eles sabem que não há nada que possa separá-los do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8:37-39).

: “Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?”

O que significa o monte de Sião?

O que significa Sião na Palavra de Deus? Quando lemos a Bíblia Sagrada, ou ouvimos alguma música cristã ou mesmo alguma reflexão, o nome ou a palavra Sião aparece muitas vezes e nos mostra diferentes significados e lugares descritos na Bíblia. O nome Sião simplesmente significa “fortaleza” para uma cidade, mas também é usado para se referir à colina em Jerusalém sobre a qual o Templo foi construído.

Sião também era conhecida como a sede do poder para o reino de Israel, mas também para o Reino de Deus. Sabemos que é um lugar que Deus ama e se preocupa profundamente, porque a cidade também está associada ao povo escolhido de Deus, Israel. Monte Sião A partir desta referência judaica, o Monte é a colina mais ao oriente da antiga Jerusalém.

A primeira vez que a palavra aparece na Bíblia está no livro de Samuel. “Davi, porém, tomou a fortaleza de Sião, que é a Cidade de Davi.” () Sobre esta faixa montanhosa de terra sagrada, no Antigo Testamento, em mais de uma centena de vezes, as Escrituras mostram uma rica herança da obra redentora de Deus mesmo antes do nome Sião surgir.

Lá, Abraão concordou em fazer o impensável; ele amarrou seu único filho e se preparou para sacrificá-lo, tendo fé de que Deus, em vez disso, “se forneceria um cordeiro para holocausto” (). Nesta montanha, Jacó teve seu sonho que lhe permitiu subir ao céu ( ). E também o local onde Salomão construiu o magnífico templo do Senhor ().

No Novo Testamento, o Monte Sião é um lugar onde aconteceu a última Ceia, a descida do Espírito Santo e onde Jesus apareceu ressuscitado. Wikipedia

Morada de Deus Principalmente no livro de Isaías, Sião era como casa de Deus, após a tomada da colina pelo Rei Davi e transformada na sua cidade. “Eis-me aqui com os filhos que Javé me deu: somos sinais e presságios em Israel, da parte de Javé dos exércitos que habita no monte Sião” ()

Wikipedia Jerusalém Celestial Wikipedia No livro de Apocalipse, São João diz que Nova Jerusalém descerá do céu e esse é o lugar central de onde Deus governará. O céu não é tanto um lugar, mas uma Pessoa e essa Pessoa é Jesus Cristo. “Vi depois o Cordeiro de pé sobre o monte Sião, e com ele os cento e quarenta e quatro mil que traziam na testa o nome dele e o nome de seu Pai.

  • A definição do Reino fica mais clara nesta parte revelada pelo apóstolo.
  • Lá não vi nenhum templo; pois seu templo é o Senhor, o Deus soberano do universo, e o Cordeiro.
  • A cidade não precisa do sol nem da lua para iluminar; pois a glória de Deus a ilumina, e sua lâmpada é o Cordeiro.
  • As nações caminharão a sua luz e os reis da terra virão trazer-lhe seus tesouros; suas portas nunca se fecharão de dia, pois lá não haverá noite; e virão trazer-lhe os tesouros e a riqueza das nações ” ().

Como a Virgem Maria é compreendida pelo Islamismo? : O que significa Sião na Palavra de Deus?

O que significa Sião em hebraico?

A palavra Sião tem vários significados nas escrituras. A definição mais geral da palavra é ‘ o puro de coração ‘ (D&C 97:21). A palavra Sião é frequentemente usada para referir-se ao povo do Senhor ou à Igreja e a suas estacas (ver D&C 82:14). Também foi usada para referir-se a locais geográficos específicos.

O que a Bíblia diz sobre confiar no senhor?

Última modificação 2020-05-13T12:37:31-03:00 Reflexões – Pastoral Universitária O salmo 125: 01-03 nos diz: Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.

O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade. Li este Salmo esta semana e fiquei pensando no sentido dele. Geralmente, assim como sugere o salmista, pensamos na proteção do Senhor sobre o seu povo. E é realmente muito reconfortante nos inspirarmos N’ele para suportar as dificuldades e desafios da vida.

Em meio a este pensamento me veio a imagem dos montes em volta de Jerusalém. São eles, montes Sião, Moriá, das Oliveiras. O salmista afirma que assim como os montes estão em volta de Jerusalém, assim o Senhor, em volta do seu povo. E em vez de pensar em proteção, pensei em presença.

  1. Um monte pode representar uma barreira protetora, mas também, uma presença clara e incontestável.
  2. E entendi que assim é Deus, sempre presente ao nosso redor.
  3. Mas o salmo não inicia falando de Deus.
  4. Na verdade, começa falando dos que confiam no Senhor.
  5. Se nós cremos em um Deus que é presente e forte, precisamos imaginar esta imagem em nós.

Pessoas presentes e fortes. Quando somos fortes? Quando confiamos no Senhor! Quando somos presentes? Quando não abandonamos a nossa realidade. Confiantes no Senhor e na Sua orientação, vivemos a vida. Aleluia! Deus é presente! Deus se relaciona com a gente e permanece conosco, seja onde for.

O que significa monte de Sião no Salmo 125?

Última modificação 2020-05-13T12:37:31-03:00 Reflexões – Pastoral Universitária O salmo 125: 01-03 nos diz: Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.

  • O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade.
  • Li este Salmo esta semana e fiquei pensando no sentido dele.
  • Geralmente, assim como sugere o salmista, pensamos na proteção do Senhor sobre o seu povo.
  • E é realmente muito reconfortante nos inspirarmos N’ele para suportar as dificuldades e desafios da vida.

Em meio a este pensamento me veio a imagem dos montes em volta de Jerusalém. São eles, montes Sião, Moriá, das Oliveiras. O salmista afirma que assim como os montes estão em volta de Jerusalém, assim o Senhor, em volta do seu povo. E em vez de pensar em proteção, pensei em presença.

  • Um monte pode representar uma barreira protetora, mas também, uma presença clara e incontestável.
  • E entendi que assim é Deus, sempre presente ao nosso redor.
  • Mas o salmo não inicia falando de Deus.
  • Na verdade, começa falando dos que confiam no Senhor.
  • Se nós cremos em um Deus que é presente e forte, precisamos imaginar esta imagem em nós.

Pessoas presentes e fortes. Quando somos fortes? Quando confiamos no Senhor! Quando somos presentes? Quando não abandonamos a nossa realidade. Confiantes no Senhor e na Sua orientação, vivemos a vida. Aleluia! Deus é presente! Deus se relaciona com a gente e permanece conosco, seja onde for.

Onde é que fica o Monte Sião?

O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG O nome Monte Sião tem um significado bíblico e muitos quando o escutam perguntam a sua relação com a cidade de Jerusalém, em Israel. Neste conteúdo, vamos explicar um pouco da origem da Capital Nacional do Tricô e o que ela tem a ver com uma das mais antigas cidades do mundo.

Vamos embarcar nesta viagem cheia de história e curiosidades. Está preparado(a)? Origem do nome de Monte Sião – MG Em 1815, esta região era chamada de “Lotério Acima”, por causa do rio Eleutério que nasce no centro de Monte Sião. Após cinco anos, um povoamento começou a se formar aos pés do Morro Pelado e, posteriormente, em 1838, a localidade recebeu o nome de Arraial do Jabuticabal.

No local foi construída uma capela, no ano de 1849, onde atualmente existe o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, na Praça Prefeito Mário Zucato. De acordo com o IBGE, existem duas versões relacionadas ao nome do município. Conforme narração do professor José Penachi, a primeira era de que o lugar era conhecido como “Monte Silhão” por, provavelmente, o Morro Pelado imitar o formato de um objeto esportivo feminino.

Os padres missionários, na época, ainda teriam orientado o povo a alterar o nome “Silhão” para Sião, em designação dada a um lugar em Jerusalém. Já a segunda hipótese seria a de que três frades franciscanos, os freis Eugênio Maria de Gênova, Arcanjo e Francisco teriam sugerido durante as primeiras missas realizadas, o nome do município, por causa da semelhança do Morro Pelado, que está localizado ao sul de Monte Sião, na fronteira com Águas de Lindóia, com o monte bíblico de Jerusalém, do qual sabiam como era.

O povo teria aceitado bem esta sugestão. Com isso, o primeiro capelão sempre descrevia os acontecimentos religiosos da cidade com o nome de ‘Monte Sion’, apesar da comunidade pronunciar o nome “Sião”. Em 1854, o arraial transformou-se em distrito, recebendo a denominação de “Monte Sião”, como a população assim chamava.

  • Como é o Monte Sião de Jerusalém? O Monte Sião (do hebraico Tzion ) está localizado no sudeste de Jerusalém.
  • O local era uma fortaleza dos jebuseus e passou a ter uma importante papel quando foi conquistado pelo rei Davi.
  • De acordo com os textos bíblicos, passou a ser chamado de cidade de Davi e, posteriormente, o termo Sião foi utilizado para designar todo o terreno e o Templo de Salomão (construído no local).

A única diferença deste morro com as colinas de Jerusalém é que o primeiro tem bastante vegetação, enquanto que em Israel o cenário é retratado por pouca vegetação. Fundação do Município de Monte Sião A data oficial da fundação da cidade é 29 de março de 1849.

Anos depois, as primeiras famílias que se instalaram na cidade foram as italianas, a partir de 1887. Um povo cheio de vigor, criatividade e com disposição para trabalhar, tanto é que influenciaram diversas atividades dentro do município. No início do século XX havia cerca de 300 famílias imigrantes de italianos que contribuiam para o crescimento da cidade de Monte Sião – MG.

Gostou de saber um pouco mais da formação do município de Monte Sião? Continue acompanhando o nosso blog para mais novidades e história! : O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG

O que o salmo 121 quer nos ensinar?

Reflexão sobre o salmo 121 “Levanto os meus olhos para os montes. De onde me vem ajuda? Minha ajuda vem do Senhor que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé, Não irá cochilar, o teu guardião. Eis que não cochilará nem dormirá o guardião da humanidade.

  1. O Senhor é o teu guardião.
  2. O Senhor é tua sombra sobre tua mão direita.
  3. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite.
  4. O Senhor te protegerá de todo o mal; protegerá a tua alma.
  5. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora, até a eternidade.” Salmo 121 Normalmente, perante os desafios do nosso dia a dia, sentimos a necessidade de receber ajuda e tentamos elevar a nossa alma para Deus, na esperança de receber Dele essa ajuda.
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Assim poderíamos dizer que temos inicialmente a pergunta “De onde me vem ajuda?” e num segundo passo “Elevamos os olhos para os montes”. O impulso de querer se unir com o mundo divino espiritual, somente para receber ajuda, nos leva ao risco de criarmos um relacionamento egoísta com Deus, de sempre querermos receber algo para nós.

Esse relacionamento se torna muito difícil quando se chega a um nível mercantil, em que condicionamos a nossa atuação religiosa ao recebimento de uma ajuda. O Salmo 121 nos orienta a seguir um outro caminho. Ele não é uma oração para pedir ajuda. Ele é um caminho que podemos fazer quando queremos elevar a nossa alma ao divino.

Partimos do impulso de “elevar os olhos para os montes”, de elevar a nossa consciência, a nossa alma, ao mundo espiritual. O primeiro passo é o esforço de elevar a consciência, em oração ou meditação. Com os olhos, representantes de um órgão de sentido espiritual, procuramos nos elevar aos montes, representantes do mundo espiritual.

Quando entramos no âmbito de uma consciência espiritual, percebemos que precisamos de ajuda, muito mais do que necessitamos em nosso dia a dia. Pois tudo aquilo que nos oferece segurança aqui na Terra, os nossos pertences, não têm nenhum significado nas esferas espirituais. Quanto mais elevamos nossa alma em direção ao Divino, tanto mais perde sentido aquilo que temos, e apenas aquilo que somos tem um significado.

Sacrificar o que temos, para procurar o que somos, nos coloca num estado de completa insegurança e necessitamos de ajuda: “De onde me vem ajuda?” A conquista da nossa liberdade nos coloca na tarefa de que, apesar da disposição do Divino de nos ajudar, somos nós que temos de dar o primeiro passo: reconhecer o Senhor, que fez céu e terra, como aquele que pode nos ajudar e com o qual queremos em liberdade nos unir.

O esforço de elevar os olhos para os montes A consciência de que precisamos de ajuda neste caminho O reconhecimento de que essa ajuda pode vir à nós do Senhor, do Cristo

O que pode nos dar a segurança de que estamos dando passos na direção correta em nosso caminho espiritual é uma transformação da nossa autoconsciência. Enquanto, num primeiro passo do desenvolvimento do eu, nos vivenciamos a nós mesmos no centro, e o mundo na periferia, somos eu centrados, o que pode nos levar a sermos “ego cêntricos”, num segundo passo podemos aprender a sentir que a realidade do nosso ser superior não está no centro, no corpo, mas na periferia, no mundo.

  1. Sem perder a qualidade da autoconsciência, podemos vivenciar que esse ser superior começa a falar da periferia para nós.
  2. Não é o nosso eu cotidiano que fala de si para os outros, é alguém que fala para nós e, mesmo assim, não é um outro, mas nós mesmos.
  3. Não deixará vacilar o teu pé, não irá cochilar, o teu guardião.” No caminho que nós mesmos temos de trilhar, a ajuda que precisamos está em ter a segurança de onde colocar o pé, e não perder a consciência conquistada aqui na Terra, a consciência desperta do nosso eu.

A nossa consciência é restrita, e estamos a caminho de desenvolvê-la. Por isso necessitamos da ajuda de um ser, que tenha a consciência necessária para nos ajudar a seguir um caminho espiritual e nos proteger de ir além do que podemos suportar. Precisamos da ajuda do Guardião do Limiar.

  • Davi vivenciou a realidade desse guardião relacionado com o seu povo, Israel.
  • Hoje podemos vivenciar que o Guardião está relacionado com toda a humanidade, independente de pertencermos a um povo.
  • O guardião é o Senhor, é o Cristo.
  • Num próximo passo de um caminho espiritual podemos fazer a experiência de que a ajuda que recebemos não é, necessariamente, para resolver os nossos problemas, mas uma força que nos possibilita atuar no mundo de uma forma melhor do que seria possível apenas a partir das nossas próprias faculdades.

Quem desperta para esse nível de relacionamento com o mundo espiritual conhece a situação de receber um elogio por algo que fez e saber que isso só foi possível porque algo superior atuou através de nós: “O Senhor é tua sombra sobre tua mão direita.” Assim, muitas coisas que nos provocavam desgosto, não nos molestam mais.

Não é mais tão importante nos perguntar, se nos sentimos bem. É muito mais importante nos perguntar se podemos fazer algo para o mundo: “O sol não te molestará de dia nem a lua de noite.” Precisamos da ajuda dos seres espirituais. Mas precisamos também de ajuda para nos protegermos de seres espirituais.

Pois não existem somente os seres que querem nos ajudar no desenvolvimento do nosso eu, mas também aqueles que nos são adversos. Temos de aprender a distinguir os espíritos, distinguir o bem e o mal, para que nossa alma não corra perigo: O Senhor te protegerá de todo o mal; protegerá a tua alma.

Um caminho espiritual sadio é caracterizado pelo domínio da decisão individual sobre quando queremos elevar a nossa consciência ao mundo espiritual, “aos montes”, e quando queremos dirigir a nossa consciência para as tarefas do nosso dia a dia; quando queremos estar presentes no agora, e quando queremos estar na eternidade.

Enquanto não dominamos essa transição, a ajuda do Guardião do Limiar consiste em nos impedir de entrar no mundo espiritual. E, no momento em que estivermos aptos, ele será aquele que nos conduzirá nesse caminho. “O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora, até a eternidade.” João F.

Por que o Monte Sião é tão importante?

“Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?” Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião? A Bíblia diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Isso significa que todos aqueles que colocam absoluta fé em Deus são inabaláveis, tal como é o monte Sião.

Essas palavras fazem parte dos Salmos de Romagem e por isso eram entoadas pelos peregrinos judeus (Salmo 125:1). Eles cantavam sobre a fé sólida e firme em Deus comparando os crentes ao monte Sião que lhes era tão significativo e importante. Os que confiam no Senhor A declaração: “Os que confiam no Senhor” é tão simples e ao mesmo tempo tão profunda.

O verbo confiar traduz uma palavra hebraica que transmite o sentido de “estar seguro”, “confiante”. Alguém pode perguntar: O que significa confiar em Deus? De fato esta é uma pergunta que exige uma resposta tão rica e ampla que pode ser abordada de diferentes aspectos; mas sem dúvida, seja qual for o sentido pretendido com a expressão “confiar em Deus”, sua essência comum não pode ser outra se não a ideia de se sentir seguro e despreocupado através da inabalável e genuína fé que leva o crente a descansar sob o alicerce da verdade de Deus.

Como bem observa Derik Kidner, a declaração: “Os que confiam no Senhor” revela uma das muitas facetas do nosso relacionamento com Deus. Os que confiam no Senhor são também aqueles que o temem, o amam e o conhecem. São aqueles que compreendem sua total dependência d’Ele. O que mais podemos dizer daqueles que confiam no Senhor? John Gill explica que os que confiam no Senhor são aqueles que não confiam em si mesmos; são aqueles que não depositam sua confiança em seus próprios corações, em suas próprias forças e habilidades.

Uma pessoa que confia no Senhor não confia em sua própria sabedoria, riqueza ou retidão. Essa pessoa também jamais direciona a confiança que só pode ser depositada em Deus a qualquer outra pessoa; mesmo que seja o mais poderoso e notável dos homens. Os que confiam no Senhor são aqueles que erguem seus olhos para o Soberano do Universo e encontram conforto em sua providencia.

  1. São como o monte de Sião que não se abala A cidade de Jerusalém é cercada por vários montes.
  2. Mas o monte de Sião citado pelo salmista sem dúvida é o que abrigava o Templo do Senhor que havia sido construído em Jerusalém; bem como o palácio real.
  3. Esse monte é usado frequentemente nas Escrituras como figura da habitação de Deus com seu povo e da estabilidade das promessas de sua aliança.

Saiba mais sobre o significado do monte Sião. Então quando o salmista diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, ele está falando da segurança e estabilidade espirituais que essas pessoas desfrutam. Vivemos num mundo em constante mudança; num mundo onde todas as coisas parecem ser tão passageiras e os valores tão descartáveis.

  1. Porém, os que confiam no Senhor são inabaláveis e permanecem para sempre.
  2. Mas permanece para sempre O relacionamento do verdadeiro crente com Deus não é um mero relacionamento superficial; mas é um vínculo que jamais poderá ser removido e se estenderá pela eternidade.
  3. Permanecer para sempre é para sempre, não menos que isso.

Mas os crentes permanecem inabaláveis não porque há alguma capacidade neles que os preserva além dos incrédulos, mas porque é o próprio Deus quem os preserva até o fim (1 Coríntios 1:8; 2 Coríntios 1:21-24). Os que confiam no Senhor são inabaláveis porque eles são edificados sobre o fundamento que é Cristo, a Pedra principal da esquina (2 Pedro 2:4-8).

Pela fé salvadora, eles estão firmes na graça de Deus (Romanos 5:2; Gálatas 5:1). Então os que confiam no Senhor permanecem firmes e atravessam com confiança as aflições, tentações, dificuldades e quaisquer que sejam as circunstancias adversas. Eles sabem que não há nada que possa separá-los do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8:37-39).

: “Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?”

Por que Deus escolheu o Monte Sião?

A importância de Sião na Bíblia – Sião é importante por causa daquilo que representa na Bíblia. Era um monte pequeno mas Deus escolheu esse lugar para a construção de Seu templo. Da mesma forma, Deus escolhe pessoas que podem não parecer especiais e as torna templos do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19 ). A localização de Sião não é especial. O que torna Sião especial na Bíblia é Deus. Lá Deus falava com Seu povo. Agora, por causa de Jesus, não precisamos mais ir para Sião com sacrifícios para ter comunhão com Deus. Podemos estar com Ele em todos os lugares, porque o Espírito Santo mora dentro de nós.

Qual o outro nome do Monte Sião?

O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG O nome Monte Sião tem um significado bíblico e muitos quando o escutam perguntam a sua relação com a cidade de Jerusalém, em Israel. Neste conteúdo, vamos explicar um pouco da origem da Capital Nacional do Tricô e o que ela tem a ver com uma das mais antigas cidades do mundo.

Vamos embarcar nesta viagem cheia de história e curiosidades. Está preparado(a)? Origem do nome de Monte Sião – MG Em 1815, esta região era chamada de “Lotério Acima”, por causa do rio Eleutério que nasce no centro de Monte Sião. Após cinco anos, um povoamento começou a se formar aos pés do Morro Pelado e, posteriormente, em 1838, a localidade recebeu o nome de Arraial do Jabuticabal.

No local foi construída uma capela, no ano de 1849, onde atualmente existe o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, na Praça Prefeito Mário Zucato. De acordo com o IBGE, existem duas versões relacionadas ao nome do município. Conforme narração do professor José Penachi, a primeira era de que o lugar era conhecido como “Monte Silhão” por, provavelmente, o Morro Pelado imitar o formato de um objeto esportivo feminino.

Os padres missionários, na época, ainda teriam orientado o povo a alterar o nome “Silhão” para Sião, em designação dada a um lugar em Jerusalém. Já a segunda hipótese seria a de que três frades franciscanos, os freis Eugênio Maria de Gênova, Arcanjo e Francisco teriam sugerido durante as primeiras missas realizadas, o nome do município, por causa da semelhança do Morro Pelado, que está localizado ao sul de Monte Sião, na fronteira com Águas de Lindóia, com o monte bíblico de Jerusalém, do qual sabiam como era.

O povo teria aceitado bem esta sugestão. Com isso, o primeiro capelão sempre descrevia os acontecimentos religiosos da cidade com o nome de ‘Monte Sion’, apesar da comunidade pronunciar o nome “Sião”. Em 1854, o arraial transformou-se em distrito, recebendo a denominação de “Monte Sião”, como a população assim chamava.

  • Como é o Monte Sião de Jerusalém? O Monte Sião (do hebraico Tzion ) está localizado no sudeste de Jerusalém.
  • O local era uma fortaleza dos jebuseus e passou a ter uma importante papel quando foi conquistado pelo rei Davi.
  • De acordo com os textos bíblicos, passou a ser chamado de cidade de Davi e, posteriormente, o termo Sião foi utilizado para designar todo o terreno e o Templo de Salomão (construído no local).

A única diferença deste morro com as colinas de Jerusalém é que o primeiro tem bastante vegetação, enquanto que em Israel o cenário é retratado por pouca vegetação. Fundação do Município de Monte Sião A data oficial da fundação da cidade é 29 de março de 1849.

Anos depois, as primeiras famílias que se instalaram na cidade foram as italianas, a partir de 1887. Um povo cheio de vigor, criatividade e com disposição para trabalhar, tanto é que influenciaram diversas atividades dentro do município. No início do século XX havia cerca de 300 famílias imigrantes de italianos que contribuiam para o crescimento da cidade de Monte Sião – MG.

Gostou de saber um pouco mais da formação do município de Monte Sião? Continue acompanhando o nosso blog para mais novidades e história! : O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG

Qual é a diferença entre Sião e Jerusalém?

Sião/Nova Jerusalém “Sião/Nova Jerusalém”, Tópicos da história da Igreja “Sião/Nova Jerusalém” Ambos os termos Sião e Nova Jerusalém aparecem na Bíblia. No Velho Testamento, Sião é geralmente um sinônimo da cidade de Jerusalém com seu monte do templo.

  1. As profecias do Novo Testamento previam que o Senhor um dia criaria novos céus e nova terra.
  2. Como parte dessa nova criação, uma cidade de Deus chamada “Nova Jerusalém” iria ” do céu do meu Deus”.
  3. Os pregadores da época de Joseph Smith discordavam em relação ao significado desses termos.
  4. Alguns usavam a expressão “causa de Sião” como nome para a divulgação do cristianismo.
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O Livro de Mórmon e as primeiras revelações de Joseph Smith falavam de uma futura cidade de Sião, que seria um lugar de coligação para os descendentes dispersos de Israel nos últimos dias. A revisão inspirada que Joseph Smith fez de Gênesis traz um relato de uma “Cidade de santidade” chamada Sião, construída pelo antigo profeta Enoque.

  • Aqueles que se reuniram na Sião de Enoque eliminaram a pobreza e se tornaram unidos, justos e puros de coração.
  • Por fim, Enoque e os habitantes de Sião foram arrebatados para o céu.
  • A partir de 1831, os santos dos últimos dias procuraram estabelecer uma cidade de Sião onde poderiam se preparar para a Segunda Vinda de Jesus Cristo.

Uma revelação chamou essa cidade de “Nova Jerusalém”. Outra se referiu a Sião de modo mais abrangente, como um povo que é “puro de coração”. Em 1831, Joseph Smith recebeu uma revelação de que o local da cidade de Sião seria próximo do município de Independence, no condado de Jackson, Missouri.

O bispo Edward Partridge começou a comprar terras na região e a assentar os novos membros à medida que chegavam. No verão de 1833, Joseph Smith e seus conselheiros na Primeira Presidência buscaram orientação divina ao esboçarem a planta da cidade, que incluía uma rede de estradas e 24 estruturas cívicas e eclesiásticas, todas consagradas como “templos” para diferentes propósitos.

Naquele verão, porém, os cidadãos do condado de Jackson expulsaram os santos do condado, forçando-os a abandonar suas terras e seu empenho em construir a cidade de Sião. Numa série de revelações que se seguiram, o Senhor instruiu os santos em relação às características espirituais que lhes faltavam, mas que eram necessárias para qualquer povo que desejasse construir Sião, dando-lhes instruções sobre como prosseguir.

  1. Os santos começaram a se preparar para “a redenção de Sião”, uma época em que retornariam e reivindicariam suas terras no Missouri e retomariam a construção da cidade santa.
  2. As tentativas dos santos de redimir Sião, incluindo apelos ao sistema jurídico dos Estados Unidos, não resultaram num reconhecimento de seus direitos ou num retorno imediato ao condado de Jackson.

Numa revelação dada em janeiro de 1841, referente à tentativa fracassada de construir uma Sião centralizada no templo no condado de Jackson, o Senhor explicou: “Eis que me convém já não requerer () o trabalho, mas aceitar suas ofertas”. A mesma revelação ordenou aos santos que construíssem um templo em Nauvoo, Illinois, e estabelecessem aquela cidade como um novo local de reunião.

  • Em Nauvoo, Joseph Smith ensinou que Sião “consistia de toda a América do Norte e do Sul”, acrescentando que, em certo sentido, “todo lugar em que os santos se reúnem é Sião”.
  • Ele também enfatizou a importância do templo para Sião e para a coligação, declarando que “onde conseguirmos seja construído primeiro, ali será o local”.

Joseph previu que uma cidade templo como Nauvoo seria o centro da coligação e que as estacas de Sião seriam estabelecidas em muitos lugares, cada qual servindo como refúgio para os fiéis. Os santos dos últimos dias continuavam a ter esperança num retorno ao condado de Jackson, Missouri.

  • Ao mesmo tempo, líderes da Igreja, como Brigham Young, ensinaram a importância de edificar Sião onde quer que os santos estivessem.
  • Pouco depois de se estabelecerem no Vale do Lago Salgado, o presidente Young se referiu à cidade em crescimento como uma Nova Jerusalém e ao Templo de Salt Lake em construção como o ponto focal da coligação.

Nas décadas de 1950 e 1960, a Igreja começou a estabelecer estacas de Sião em muitos lugares espalhados pelo mundo inteiro. Descrevendo esse trabalho, o élder Spencer W. Kimball explicou que “a Primeira Presidência e os Doze veem grande sabedoria nas múltiplas Siões, muitos locais de reunião nos quais os santos, dentro de sua própria cultura e nação, podem atuar como fermento na edificação do reino”.

;, E. Brooks Holifield, Theology in America: Christian Thought from the Age of the Puritans to the Civil War, New Haven: Editora da Universidade Yale, 2003, p.49. ; ver também “”, p.16, josephsmithpapers.org, ; ; ; ; “”, em Revelation Book 1, pp.93–94, josephsmithpapers.org ; ver também o tópico relacionado “”. “”, em Revelation Book 2, p.64, josephsmithpapers.org, “”, em Revelation Book 1, p.93. “”, Introdução Histórica, josephsmithpapers.org, “”, josephsmithpapers.org ; “”, josephsmithpapers.org ; “”, josephsmithpapers.org, “”, p.98, josephsmithpapers.org, “”, em Book of the Law of the Lord, p.7, josephsmithpapers.org ; grafia padronizada. “”, p.1, josephsmithpapers.org,, josephsmithpapers.org ; pontuação padronizada., Addresses 1844, Coleção Joseph Smith, Biblioteca de História da Igreja, Salt Lake City. Brigham Young discourse, Sept.11, 1853, em Journal of Discourses, 26 vols., Londres: LDS Booksellers Depot, 1854–1886, vol.1, p.78; Franklin D. Richards discourse, Oct.6, 1853, em Journal of Discourses, vol.1, p.321. Spencer W. Kimball, The Teachings of Spencer W. Kimball, comp. por Edward L. Kimball, Salt Lake City: Deseret Book, 1982, p.440. D. Todd Christofferson, “”, A Liahona, novembro de 2008, p.37.

: Sião/Nova Jerusalém

Qual o significado do Monte na Bíblia?

Subir ao monte do Senhor “Subir ao monte do Senhor”, Força dos Jovens, agosto de 2022. Linha sobre linha Em, aprendemos o que realmente significa permanecer em lugares santos.3 Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? 4 Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente,

  • Subir ou escalar.
  • Nas escrituras, um monte pode simbolizar o templo.
  • O monte do Senhor representa um lugar espiritual mais elevado onde podemos estar mais próximos de Deus.
  • Subimos ao monte do Senhor” quando nos preparamos para entrar no templo e depois entramos nele.
  • Temos mãos limpas quando tentamos viver em retidão e nos arrepender quando pecamos.

Nosso coração é puro quando nos esforçamos ativamente para ter pensamentos bons, virtuosos e boas intenções. Vaidade é o orgulho excessivo ou a admiração pela própria aparência, habilidades ou realizações. Em vez de vaidade, devemos tentar ser humildes e recatados no que dizemos, no que vestirmos e na maneira como tratamos as pessoas.

Porque Jerusalém é chamada de Sião?

O que significa “Sião” na palavra de Deus? – Santuário Basílica de São Sebastião Frades Capuchinhos Wikipedia Alberto Andrade / A12 Redação Quando lemos a Sagrada Escritura, ou ouvimos alguma música cristã ou mesmo alguma reflexão, o nome ou a palavra Sião, aparece muitas vezes e nos mostrar diferentes significados e lugares descritos na Bíblia. O nome Sião, simplesmente significa “fortaleza” para uma cidade, mas também é usado para se referir à colina em Jerusalém sobre a qual o Templo foi construído.

O que Jesus falou sobre confiança?

‘ Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas’.

O que significa confiança no Senhor?

Confiança em Deus Confiar em Deus quando tudo vai bem e tudo acontece conforme planejamos é fácil. Agora, confiar em Deus quando não conseguimos visualizar uma solução para os nossos problemas é bem complicado. Embora reconheçamos essa dificuldade, isso não significa que não consigamos confiar em Deus em tempos difíceis, pelo contrário, nestas horas de tribulações é que se releva a verdadeira fé! A confiança em Deus é possível para alguém que se sente amado e perdoado por Deus.

É prerrogativa de quem já nasceu de novo e experimentou o seu amor na Cruz de Jesus Cristo. Confiar em Deus é descansar nele, mesmo não compreendendo os seus planos, pois sabe que ele sempre tem o melhor para os seus filhos. Confiar em Deus é ter certeza de que ele cuida de nós mesmo quando tudo está contra nós.

É chegar até o vale da sombra da morte e confiar que ele está ao nosso lado. Ele jamais nos abandonará! Não coloque sua confiança em homens, riquezas, fama, ou coisas do tipo. Deposite toda sua confiança em Deus, pois, “melhor é buscar refúgio no Senhor que confiar no homem” (Sl 118.8).

Quando Senaqueribe e os exércitos assírios afrontaram o povo de Deus e zombaram de sua fé questionando sobre “que confiança é esta que te escribas?” (Is 36.4), pois todas as outras nações foram frustradas em sua confiança em seus deuses, sendo derrotadas e conquistas pelo seu poderoso exército, o rei Ezequias, servo de Deus, declarou: “Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele.

Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. O povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias, rei de Judá” (2Cr 32.7-8). Da mesma forma nós devemos colocar a nossa confiança em Deus, e olhar não para o tamanho e quantidade dos que estão contra nós, mas para aquele que está conosco para guerrear nossas guerras.

  1. Remova do seu coração toda a incredulidade.
  2. Não tenha medo do inimigo.
  3. Confia em Deus e descansa Nele.
  4. Pois, melhor é estar em um mar revolto com Cristo no barco, do que em terra firme sem ele.
  5. Melhor é estar na fornalha ardente por causa da sua fidelidade com Deus, mantendo seus princípios, do que em aparente segurança e prosperidade por negar a Deus e seus valores morais.

Melhor ser perseguido e caluniado por causa da verdade do que ser aplaudido e admirado por abraçar o relativismo deste mundo caído. O caminho é estreito, mas não tem coisa melhor do que caminhar com Deus e descansar em seu amor. Declare como o Salmista: “Não confio no meu arco, e não é a minha espada que me salva.

Quais os benefícios de confiar em Deus?

A confiança em Deus é algo de suma importância para superar momentos difíceis. É ela que nos dá forças para fazer brotar a persistência e criatividade necessárias para seguirmos em frente. É nela que germina a nossa certeza de que os planos divinos nos reservam um amanhã melhor.

O que Davi estava passando quando escreveu o Salmo 125?

Como observamos no estudo de vários Salmos, não temos informações suficientes para identificar autores nem datas de muitos. Alguns comentaristas atribuem todos os Salmos de romagem (Salmos 120 a 134) a Davi ou contemporâneos dele. Pelas informações dos cabeçalhos, podemos identificar Davi como autor de quatro desses Salmos (122, 124, 131 e 133), e Salomão, o filho dele, como compositor de mais um (127).

Não sabemos quem escreveu os outros Rejeitando a ideia que todos esses Salmos pertencem ao período do primeiro templo, muitos outros estudiosos acreditam que alguns, inclusive o Salmo 125, se ajustam ao período pós exílico, tratando dos desafios que os judeus encararam quando voltaram para reconstruir o templo.

A divergência sobre essa questão serve para enfatizar o valor desse hino para todos os tempos, pois ensina princípios eternos sobre a comunhão dos fiéis com o Senhor. “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.

Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” (versos 1 e 2). Já ouviu alguém descrever uma pessoa vacilante como “firme igual a prego na areia”? Essa imagem de Deus é exatamente oposta à fraqueza e incerteza características de homens.

É difícil imaginar algo mais firme do que uma montanha, uma figura que representa autoridade e poder nas Escrituras. O templo em Jerusalém foi construído sobre um monte, e o poder protetor de Deus é descrito aqui como montes cercando a cidade. “O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade” (verso 3).

  • Montanhas permanecem, mas o poder dos injustos é passageiro.
  • Podem dominar sobre pessoas boas por um tempo, mas não prevalecerão.
  • Se não tivéssemos essa confiança da vitória do bem sobre o mal, a tentação de adotar as táticas dos ímpios seria muito forte.
  • Quando acreditamos, porém, na justiça divina, temos um forte motivo para fazer o que é certo em todos os momentos.

Se esse Salmo for do tempo de Davi, uma referência imediata seria o livramento que Deus deu para esse servo diante das ameaças do rei Saul, quando Davi era jovem, e do próprio filho Absalão, quando já era mais velho. Se for do tempo da volta do cativeiro, os ímpios que não conseguiram dominar os fiéis incluiriam os adversários que tentaram impedir as obras em Jerusalém (Esdras 4 e 5; Neemias 6 etc.).

Sem saber o contexto histórico específico, ainda entendemos a importância de confiar em Deus para nos livrar da mão de homens maus. “Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração” (verso 4). A confiança dos justos é depositada em Deus, o único que sempre demonstra a justiça em tudo que se faz. Lembrando que esse Salmo era um hino de romagem ou subida, imaginamos os judeus fiéis chegando à casa do Senhor com esse desejo de serem abençoados por Deus.

“Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores” (verso 5). Tanto no tempo de Davi quanto no período depois do cativeiro na Babilônia, traidores ameaçaram o bem de Israel. Alguns servos de Davi viraram contra seu rei, e vários líderes, depois do cativeiro, tomaram passos que ameaçaram levar a nação de volta para a idolatria.

  • A sobrevivência do reino de Davi e o sucesso da reconstrução do templo, 500 anos depois, dependeram da proteção e justiça do Senhor, que livrou os fiéis dessas ameaças.
  • Paz sobre Israel!” (verso 5).
  • Davi, Zorobabel, Esdras, Neemias e outros grandes líderes em Jerusalém, governando em séculos diferentes, procuraram a segurança e paz para o povo de Israel.

Os servos do Senhor hoje, aqueles que chegam a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22-24), buscam em Jesus Cristo a mesma paz na sua expectativa da vida eterna com Deus! -por Dennis Allan ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

O que aprendemos com o Salmo 125?

Ainda vamos passar por sofrimentos mas não vamos estar sozinhos na luta. Deus vai nos ajudar a superar as dificuldades e vai recompensar a fidelidade. Mas Deus também vê quem faz o mal. Ele castiga a injustiça, para que as pessoas aprendam a fazer o bem.

O que fazer para confiar mais em Deus?

Como confiar em Deus – O conceito de confiança, está expresso na ideia de dependência, de entregar-se à Ele sem hesitar, como um filho pequeno que se entrega aos cuidados da sua mãe. Se desejamos ter uma família que não se abala facilmente, que procura aprender com as dificuldades, que entende que para tudo existe um tempo determinado, que aprende a ser grato por todas as coisas, que se entrega e confia em Deus, esta permanecerá sempre unida, em paz e inabalável! Todos os dias, temos uma escolha a fazer, podemos escolher alimentarmos a tristeza, ou nos refugiarmos e confiar em Deus. : Como confiar em Deus pode ajudar as famílias em tempos de insegurança

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O que Davi estava passando quando escreveu o Salmo 125?

Como observamos no estudo de vários Salmos, não temos informações suficientes para identificar autores nem datas de muitos. Alguns comentaristas atribuem todos os Salmos de romagem (Salmos 120 a 134) a Davi ou contemporâneos dele. Pelas informações dos cabeçalhos, podemos identificar Davi como autor de quatro desses Salmos (122, 124, 131 e 133), e Salomão, o filho dele, como compositor de mais um (127).

Não sabemos quem escreveu os outros Rejeitando a ideia que todos esses Salmos pertencem ao período do primeiro templo, muitos outros estudiosos acreditam que alguns, inclusive o Salmo 125, se ajustam ao período pós exílico, tratando dos desafios que os judeus encararam quando voltaram para reconstruir o templo.

A divergência sobre essa questão serve para enfatizar o valor desse hino para todos os tempos, pois ensina princípios eternos sobre a comunhão dos fiéis com o Senhor. “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.

Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” (versos 1 e 2). Já ouviu alguém descrever uma pessoa vacilante como “firme igual a prego na areia”? Essa imagem de Deus é exatamente oposta à fraqueza e incerteza características de homens.

É difícil imaginar algo mais firme do que uma montanha, uma figura que representa autoridade e poder nas Escrituras. O templo em Jerusalém foi construído sobre um monte, e o poder protetor de Deus é descrito aqui como montes cercando a cidade. “O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade” (verso 3).

Montanhas permanecem, mas o poder dos injustos é passageiro. Podem dominar sobre pessoas boas por um tempo, mas não prevalecerão. Se não tivéssemos essa confiança da vitória do bem sobre o mal, a tentação de adotar as táticas dos ímpios seria muito forte. Quando acreditamos, porém, na justiça divina, temos um forte motivo para fazer o que é certo em todos os momentos.

Se esse Salmo for do tempo de Davi, uma referência imediata seria o livramento que Deus deu para esse servo diante das ameaças do rei Saul, quando Davi era jovem, e do próprio filho Absalão, quando já era mais velho. Se for do tempo da volta do cativeiro, os ímpios que não conseguiram dominar os fiéis incluiriam os adversários que tentaram impedir as obras em Jerusalém (Esdras 4 e 5; Neemias 6 etc.).

  1. Sem saber o contexto histórico específico, ainda entendemos a importância de confiar em Deus para nos livrar da mão de homens maus.
  2. Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração” (verso 4).
  3. A confiança dos justos é depositada em Deus, o único que sempre demonstra a justiça em tudo que se faz.
  4. Lembrando que esse Salmo era um hino de romagem ou subida, imaginamos os judeus fiéis chegando à casa do Senhor com esse desejo de serem abençoados por Deus.

“Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores” (verso 5). Tanto no tempo de Davi quanto no período depois do cativeiro na Babilônia, traidores ameaçaram o bem de Israel. Alguns servos de Davi viraram contra seu rei, e vários líderes, depois do cativeiro, tomaram passos que ameaçaram levar a nação de volta para a idolatria.

  1. A sobrevivência do reino de Davi e o sucesso da reconstrução do templo, 500 anos depois, dependeram da proteção e justiça do Senhor, que livrou os fiéis dessas ameaças.
  2. Paz sobre Israel!” (verso 5).
  3. Davi, Zorobabel, Esdras, Neemias e outros grandes líderes em Jerusalém, governando em séculos diferentes, procuraram a segurança e paz para o povo de Israel.

Os servos do Senhor hoje, aqueles que chegam a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22-24), buscam em Jesus Cristo a mesma paz na sua expectativa da vida eterna com Deus! -por Dennis Allan ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Qual é o contexto do Salmo 125?

Como observamos no estudo de vários Salmos, não temos informações suficientes para identificar autores nem datas de muitos. Alguns comentaristas atribuem todos os Salmos de romagem (Salmos 120 a 134) a Davi ou contemporâneos dele. Pelas informações dos cabeçalhos, podemos identificar Davi como autor de quatro desses Salmos (122, 124, 131 e 133), e Salomão, o filho dele, como compositor de mais um (127).

Não sabemos quem escreveu os outros Rejeitando a ideia que todos esses Salmos pertencem ao período do primeiro templo, muitos outros estudiosos acreditam que alguns, inclusive o Salmo 125, se ajustam ao período pós exílico, tratando dos desafios que os judeus encararam quando voltaram para reconstruir o templo.

A divergência sobre essa questão serve para enfatizar o valor desse hino para todos os tempos, pois ensina princípios eternos sobre a comunhão dos fiéis com o Senhor. “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.

Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” (versos 1 e 2). Já ouviu alguém descrever uma pessoa vacilante como “firme igual a prego na areia”? Essa imagem de Deus é exatamente oposta à fraqueza e incerteza características de homens.

É difícil imaginar algo mais firme do que uma montanha, uma figura que representa autoridade e poder nas Escrituras. O templo em Jerusalém foi construído sobre um monte, e o poder protetor de Deus é descrito aqui como montes cercando a cidade. “O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade” (verso 3).

  1. Montanhas permanecem, mas o poder dos injustos é passageiro.
  2. Podem dominar sobre pessoas boas por um tempo, mas não prevalecerão.
  3. Se não tivéssemos essa confiança da vitória do bem sobre o mal, a tentação de adotar as táticas dos ímpios seria muito forte.
  4. Quando acreditamos, porém, na justiça divina, temos um forte motivo para fazer o que é certo em todos os momentos.

Se esse Salmo for do tempo de Davi, uma referência imediata seria o livramento que Deus deu para esse servo diante das ameaças do rei Saul, quando Davi era jovem, e do próprio filho Absalão, quando já era mais velho. Se for do tempo da volta do cativeiro, os ímpios que não conseguiram dominar os fiéis incluiriam os adversários que tentaram impedir as obras em Jerusalém (Esdras 4 e 5; Neemias 6 etc.).

Sem saber o contexto histórico específico, ainda entendemos a importância de confiar em Deus para nos livrar da mão de homens maus. “Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração” (verso 4). A confiança dos justos é depositada em Deus, o único que sempre demonstra a justiça em tudo que se faz. Lembrando que esse Salmo era um hino de romagem ou subida, imaginamos os judeus fiéis chegando à casa do Senhor com esse desejo de serem abençoados por Deus.

“Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores” (verso 5). Tanto no tempo de Davi quanto no período depois do cativeiro na Babilônia, traidores ameaçaram o bem de Israel. Alguns servos de Davi viraram contra seu rei, e vários líderes, depois do cativeiro, tomaram passos que ameaçaram levar a nação de volta para a idolatria.

  • A sobrevivência do reino de Davi e o sucesso da reconstrução do templo, 500 anos depois, dependeram da proteção e justiça do Senhor, que livrou os fiéis dessas ameaças.
  • Paz sobre Israel!” (verso 5).
  • Davi, Zorobabel, Esdras, Neemias e outros grandes líderes em Jerusalém, governando em séculos diferentes, procuraram a segurança e paz para o povo de Israel.

Os servos do Senhor hoje, aqueles que chegam a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22-24), buscam em Jesus Cristo a mesma paz na sua expectativa da vida eterna com Deus! -por Dennis Allan ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Quem escreveu o Salmo 125 1?

Spurgeon: Salmo 125 TÍTULO Um cântico de degraus. Mais um passo é dado na subida, outra estação é alcançada na peregrinação: certamente uma elevação no sentido é perceptível, visto que a plena segurança em relação aos anos que virão é uma forma mais elevada de fé do que as atribuições que ventilamos como sendo chegadas ao Senhor.

A fé louvou a Jeová por livramentos passados, e ali ela se levantou perante um júri que confiou na segurança presente e futura de crentes. Ela afirma que para sempre estarão protegidos aqueles que se confiam ao Senhor. Podemos imaginar os peregrinos cantarolando este cântico quando caminhavam pelos muros da cidade.

Não afirmamos que Davi escreveu este salmo, mas temos tanta base para fazer isso como outros têm para declarar que foi escrito depois do cativeiro. Parece provável que todos os Salmos de Peregrinação foram compostos, ou pelo menos compilados, pelo mesmo escritor, e como alguns deles são certamente da autoria de Davi, então não há razão para negar-lhe os outros.

DIVISÃO Primeiro temos um cântico de confiança santa (Sl 125.1-2); depois uma promessa, Sl 125.3; seguida de uma oração, Sl 125.4; e uma nota de advertência. DICAS PARA O PREGADOR O salmo todo.1. A marca da aliança: “Os que confiam”.2. A certeza da aliança (Sl 125.1-2).3. A vara, o cetro da aliança (Sl 125.3).4.

O teor da aliança (Sl 125.4).5. O espírito da aliança – “paz”. VERS.1. Spurgeon intitulou um sermão sobre o salmo: “A imortalidade do crente”. VERS.1-2.1. A qualidade singular do crente: ele confia em Jeová.2. A estabilidade do crente: “permanece para sempre”.3.

  • A segurança do crente: “Como os montes”. VERS.2.
  • A presença de Jeová que a tudo circunda, a glória, segurança e eterna bem-aventurança de seu povo.
  • Contudo para os maus isso seria inferno. VERS.2.
  • Tema de um sermão: “A segurança da igreja”. VERS.2.
  • A misericórdia durável: “desde agora e para sempre”. VERS.2.

Santos cercados de amor infinito.1. A Cidade dentro do Cinturão de Proteção, ou os símbolos separados. (a) Jerusalém representando o povo de Deus. Escolhidos na antigüi-dade; honrados singularmente; muito amados; o santuário de Deus. (b) Circunvalação Onipotente, sugerindo: o propósito firme de Deus; o desalento de Satanás.

Esse anel montanhesco é imutável (W.B. Haynes, de Stafford). VERS.3. Observe: 1. A permissão implícita. A vara dos maus pode cair em cima da sorte dos justos. Por quê? (a) Para que a maldade possa ter a liberdade de manifestar-se. (b) Para que os justos possam ser forçados a odiar o pecado. (c) Para que a justiça da retribuição de Deus seja vista.

(d) Para que as consolações dos justos possam existir em abundância (2Co 1.5).2. A permanência negada: “O cetro dos ímpios não prevalecerá”. Ilustrar com a história de Jó, José, Davi, Daniel, Cristo, mártires.3. A probidade experimentada e preservada: “Se assim fosse, até os justos praticariam a injustiça”.

  1. Por rebelião, comprometimento pecaminoso.
  2. A) Deus fará com que ela seja experimentada, para testar seu valor, beleza.
  3. B) Mas não testada mais do que o suficiente (John Field, de Sevenoaks).
  4. VERS.3-4.1.
  5. Os bons definidos: “Os que fazem o bem”; “que não se desviam”, e não “praticam a injustiça”.2.
  6. Os bons são afligidos: pelo “cetro dos ímpios”.3.

Os bons são livrados: “Faze o bem”; cumpra sua promessa (Sl 125.3) (W.H.J. Page). VERS.4.1. O que é ser bom.2. O que é Deus nos fazer bem. VERS.5. Os que professam temporariamente.1. O teste crucial: “Eles se desviam”.2. A política torta: fazem seus os caminhos tortos.3.

A condenação esmagadora: “serão conduzidos para fora com os malfeitores”. VERS.5. Hipócritas.1. Seus caminhos: “tortuosos”. (a) Como o caminho sinuoso de um ribeiro, buscando o nível ou a descida fácil. (b) Como o curso de uma embarcação manobrando habilmente para fazer com que todo vento a leve à frente.

(c) Caminhos construídos sobre nenhum princípio senão o do puro egoísmo.2. Sua conduta sob experiência. Eles se “voltam”, desviando-se: (a) De sua confissão religiosa. (b) De seus antigos companheiros. (c) Para se tornarem os piores desprezadores de coisas espirituais, e os mais violentos caluniadores de homens voltados ao espiritual.2.

  • Sua sentença: “O Senhor infligirá”.
  • A) No juízo serão classificados junto com os mais flagrantes dos pecadores; “com os malfeitores”.
  • B) Serão desmascarados por um poder irresistível: “O Senhor infligirá o castigo”.
  • C) Eles enfrentarão a terrível execução com os malfeitores no inferno (J. Field). VERS.5.

(última cláusula). A quem a paz pertence. A “Israel”; os escolhidos, o ex-lutador, agora o príncipe que prevalece. Considere a vida de Jacó depois que obteve o nome de Israel; observe suas provações, e a segurança nessas condições como ilustração deste texto.

Então aceite o texto como sendo uma promessa segura. VERS.5. (última cláusula). Pergunte: 1. Quem são o Israel? (a) Pessoas convertidas. (b) Os circuncisos no coração. (c) Os verdadeiros adoradores.2. O que é a paz? (a) Paz de consciência. (b) De amizade com Deus. (c) De um coração abalizado e satisfeito. (d) De glória eterna, como posse futura.3.

Por que a certeza daquilo que haverá “para sempre”? (a) Cristo fez a paz para eles. (b) O Espírito Santo lhes traz paz. (c) Eles andam no caminho da paz (J. Field). : Spurgeon: Salmo 125

O que significa confiança no senhor?

M uito se fala sobre confiar em Deus. De forma que muitas pessoas dizem “Eu Confio em Ti” a todo momento, mas o que de fato significa confiar em Deus? Como saber se eu confio ou não em Deus? Neste artigo vamos estudar sobre isso e que a minha oração é que o Espírito Santos esteja falando ao seu coração e esclareça a dúvida que você tiver lhe fortalecendo.