Qual O Estado Mais Rico Do Brasil?

Qual O Estado Mais Rico Do Brasil

Quais os 5 estados mais rico do Brasil?

PIB dos estados brasileiros por região –

PIB dos estados da região Norte
Estado PIB Participação no PIB regional
Acre R$ 16.476.000.000 3,44%
Amapá R$ 18.469.000.000 3,86%
Amazonas R$ 116.019.000.000 24,26%
Pará R$ 215.936.000.000 45,15%
Rondônia R$ 51.599.000.000 10,79%
Roraima R$ 16.024.000.000 3,35%
Tocantins R$ 43.650.000.000 9,12%
PIB da região Norte : R$ 478.173.000.000

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PIB dos estados da região Nordeste Estado PIB Participação no PIB regional Alagoas R$ 63.202.000.000 5,85% Bahia R$ 305.321.000.000 28,28% Ceará R$ 166.915.000.000 15,46% Maranhão R$ 106.916.000.000 9,90% Paraíba R$ 70.292.000.000 6,51% Pernambuco R$ 193.307.000.000 17,90% Piauí R$ 56.391.000.000 5,22% Rio Grande do Norte R$ 71.577.000.000 6,63% Sergipe R$ 45.410.000.000 4,20% PIB da região Nordeste: R$ 1.079.331.000.000

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PIB dos estados da região Centro-Oeste Estado PIB Participação no PIB regional Distrito Federal R$ 265.847.000.000 33,59% Goiás R$ 224.126.000.000 28,32% Mato Grosso R$ 178.650.000.000 22,57% Mato Grosso do Sul R$ 122.628.000.000 15,49% PIB da região Centro-Oeste: R$ 791.251.000.000

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PIB dos estados da região Sudeste Estado PIB Participação no PIB regional Espírito Santo R$ 138.446.000.000 3,50% Minas Gerais R$ 682.786.000.000 17,27% Rio de Janeiro R$ 753.824.000.000 19,07% São Paulo R$ 2.377.639.000.000 60,15% PIB da região Sudeste: R$ 3.952.695.000.000

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PIB dos estados da região Sul Estado PIB Participação no PIB regional Paraná R$ 487.931.000.000 37,29% Santa Catarina R$ 349.275.000.000 26,69% Rio Grande do Sul R$ 470.942.000.000 36% PIB da região Sul: R$ 1.308.148.000.000

Qual estado é mais rico do Brasil?

Distrito federal é estado mais rico; Maranhão, mais pobre – Entre os estados, Distrito Federal é o que tem a maior renda mensal média do país, de R$ 3.148, seguido por São Paulo, com R$ 2.063, e Rio de Janeiro, com R$ 1.754. Na outra ponta, aparecem Maranhão, com renda mensal média de R$ 409 por habitante, seguido por Pará, com R$ 507, e Alagoas, com R$ 552.

A renda média no país foi de R$ 1.310. Todos os dados são de 2020. O patrimônio líquido médio também é maior no Distrito Federal (R$ 94.684). Na sequência, aparecem São Paulo (R$ 90.776), Rio Grande do Sul (R$ 64.113), Santa Catarina (R$ 63.414) e Rio de Janeiro (R$ 63.128). Entre os estados com menor patrimônio, a situação é análoga à da renda.

Maranhão é o que tem o pior indicador (R$ 6.329), seguido novamente por Pará (R$ 8.981) e Alagoas (R$ 12.556). A média nacional foi de R$ 47.432.

Qual é o estado mais pobre do país?

O Maranhão é o Estado em que a população tem a menor renda média mensal, de R$ 409.

Quais os 3 estados mais importantes do Brasil?

Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais somam sozinhos mais da metade do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

Quais os 4 estados mais ricos do Brasil?

PIB dos estados brasileiros por região –

PIB dos estados da região Norte
Estado PIB Participação no PIB regional
Acre R$ 16.476.000.000 3,44%
Amapá R$ 18.469.000.000 3,86%
Amazonas R$ 116.019.000.000 24,26%
Pará R$ 215.936.000.000 45,15%
Rondônia R$ 51.599.000.000 10,79%
Roraima R$ 16.024.000.000 3,35%
Tocantins R$ 43.650.000.000 9,12%
PIB da região Norte : R$ 478.173.000.000

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PIB dos estados da região Nordeste Estado PIB Participação no PIB regional Alagoas R$ 63.202.000.000 5,85% Bahia R$ 305.321.000.000 28,28% Ceará R$ 166.915.000.000 15,46% Maranhão R$ 106.916.000.000 9,90% Paraíba R$ 70.292.000.000 6,51% Pernambuco R$ 193.307.000.000 17,90% Piauí R$ 56.391.000.000 5,22% Rio Grande do Norte R$ 71.577.000.000 6,63% Sergipe R$ 45.410.000.000 4,20% PIB da região Nordeste: R$ 1.079.331.000.000

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PIB dos estados da região Centro-Oeste Estado PIB Participação no PIB regional Distrito Federal R$ 265.847.000.000 33,59% Goiás R$ 224.126.000.000 28,32% Mato Grosso R$ 178.650.000.000 22,57% Mato Grosso do Sul R$ 122.628.000.000 15,49% PIB da região Centro-Oeste: R$ 791.251.000.000

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PIB dos estados da região Sudeste Estado PIB Participação no PIB regional Espírito Santo R$ 138.446.000.000 3,50% Minas Gerais R$ 682.786.000.000 17,27% Rio de Janeiro R$ 753.824.000.000 19,07% São Paulo R$ 2.377.639.000.000 60,15% PIB da região Sudeste: R$ 3.952.695.000.000

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PIB dos estados da região Sul Estado PIB Participação no PIB regional Paraná R$ 487.931.000.000 37,29% Santa Catarina R$ 349.275.000.000 26,69% Rio Grande do Sul R$ 470.942.000.000 36% PIB da região Sul: R$ 1.308.148.000.000

Qual o estado menos rico do Brasil?

Qual o estado com o menor PIB do Brasil? Roraima é o estado com o menor PIB do Brasil.

Qual estado do Nordeste e o mais pobre?

O dado sobre saneamento é o mais dramático de um conjunto de indicadores que mostra como, desde a segunda metade da década de 90, Alagoas tornou-se o Estado mais pobre do País e o pior em várias características socioeconômicas.

Qual é a capital mais pobre do Nordeste?

Segundo dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Novo Triunfo, localizada a 560 km de Salvador, no nordeste do estado, é o município mais pobre do país.

Qual estado do Nordeste mais famoso?

Bahia é o estado mais procurado de todo o Nordeste, segundo os dados registrados pela Anac.

Qual é a cidade mais rica do Brasil?

Maiores economias – A cidade mais rica do Brasil é São Paulo, seguida do Rio de Janeiro e de Brasília, todas com PIB superior a R$ 100 bilhões cada. Todos os demais municípios brasileiros têm PIB inferior a 100 bilhões de reais. Guarulhos, com mais de R$ 37 bilhões, é a cidade não-capital mais rica do Brasil.

No Nordeste, Fortaleza ultrapassou Salvador e se tornou a cidade mais rica da região, embora Recife seja a região metropolitana mais rica em PIB PPC, e Salvador a região metropolitana mais rica em PIB nominal. Vitória ultrapassou Goiânia e entrou na lista dos 20 maiores PIBs do país, deixando o Centro-Oeste com apenas uma cidade na lista.

No Norte do país, Manaus se manteve como o município mais rico da região, com um PIB mais que o dobro de Belém, a segunda colocada. E na região Sul, Curitiba se mantém como a de maior PIB, embora Porto Alegre seja a região metropolitana mais rica, tanto em PIB PPC quanto em PIB nominal.

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Qual é a capital mais segura do Brasil?

A lista das dez capitais mais seguras é liderada por uma capital da região sul do Brasil – O destaque vai para Florianópolis, que lidera devido à alta qualidade de vida proporcionada aos seus aproximadamente 537 mil habitantes. A cidade possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) significativo, sendo o mais alto entre as capitais brasileiras.

São Paulo, por mais contraditório que pareça para algumas pessoas, é a segunda capital mais segura do país. A maior metrópole do país e da América Latina, com 12 milhões de habitantes, atrai moradores e turistas por sua vibrante vida noturna. Brasília, por sua vez, se destaca por suas impressionantes obras de arquitetura, muitas delas projetadas por Oscar Niemeyer.

Cuiabá é conhecida por suas estruturas influenciadas pelos portugueses e sua importância nas áreas de algodão, soja e carne bovina. Campo Grande, além de ser segura, oferece uma abundância de parques públicos e áreas verdes. Goiânia é uma opção interessante para os amantes da gastronomia, com pratos típicos como pamonha e aqueles à base de pequi.

Belém, que ocupa o sétimo lugar, atrai pela rica cena cultural, incluindo o renomado Theatro da Paz. Belo Horizonte, na oitava posição, é conhecida por suas ruas arborizadas e uma vida noturna repleta de bares, sendo chamada de “Capital Nacional dos Botecos”. A lista termina com João Pessoa e Rio Branco, que ocupam o nono e décimo lugar, respectivamente.

João Pessoa oferece não apenas segurança, mas também uma rica herança cultural nordestina. Em Rio Branco, a diversidade da população, que inclui influências indígenas e europeias, pode ser um fator de atração para novos moradores. Veja ranking:

Florianópolis;São Paulo;Brasília;Cuiabá;Campo Grande;Goiânia;Belém;Belo Horizonte;João Pessoa;Rio Branco.

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Qual é a região mais rica do país?

O levantamento estatístico aponta que a região Nordeste concentra um valor proporcional a 47,9% da concentração da pobreza no Brasil. Em seguida, também com índice alto, vem a região Norte, com 26,1%. O Sudeste é a terceira região, com 17,8%. A região mais rica e mais populosa do Brasil é o Sudeste.

Por que o Nordeste é tão pobre?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O sertão nordestino é caracterizado por muitas estiagens, com impactos no seu desenvolvimento econômico. Os estados com maior concentração de pobreza extrema são Maranhão, Alagoas e Piauí, A região Nordeste do Brasil mantém, em termos médios, problemas sociais históricos: defasagem e pouca diversificação da agricultura e indústria, grandes latifundiários, concentração de renda, agravados no sertão nordestino pelo fenômeno natural de secas constantes (ver: Polígono das secas ).

As distintas características geopolíticas do Nordeste formaram, especialmente na metade no século XX, um cenário propício à migração nordestina às áreas urbanas. No entanto, no que tange à qualidade de vida de sua população, a região Nordeste vem melhorando nos últimos anos. Ela ainda apresenta os mais baixos indicadores socioeconômicos do país, tais como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Os baixos indicadores são mais graves nas áreas rurais e no Sertão nordestino, que sofre longos períodos sem chuva ; no entanto, seus indicadores são melhores que os de países como África do Sul (maior economia do continente africano), Bolívia e Guiana,18,7% dos nordestinos eram analfabetos em 2009 segundo informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ; e, segundo o Ibope, 22% eram beneficiados pelo programa de transferência de renda Bolsa Família em 2010.

A taxa de fecundidade do Nordeste era de 2,04 filhos por mulher em 2009, acima da média nacional (1,94 filho por mulher) e das taxas das regiões Sudeste (1,75 filho por mulher), Sul (1,92 filho por mulher) e Centro-Oeste (1,93 filho por mulher), e abaixo da taxa da Região Norte (2,51 filhos por mulher).

Ressalte-se que a taxa de natalidade nordestina está abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher – duas crianças substituem os pais e a fração 0,1 é necessária para compensar os indivíduos que morrem antes de atingir a idade reprodutiva – e é semelhante às taxas de alguns países desenvolvidos, a exemplo dos Estados Unidos e da Islândia (ambos com taxa de 2,05 filhos por mulher).

Quais são os cinco estados mais pobres do Brasil?

Cerca de dez milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano. A informação faz parte do levantamento realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), obtido a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), sobre rendimento de todas as fontes do ano de 2022.

O estudo detalha as taxas de pobreza e extrema pobreza de cada estado nos anos de 2021 e 2022 e traz também a média nacional. Para o cálculo das taxas, foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.

Os valores foram convertidos pela Paridade de Poder de Compra (PPC/2017), que é um método alternativo à taxa de câmbio e leva em conta o valor demandado para adquirir a mesma quantidade de bens e serviços no mercado interno de cada nação, em comparação com o mercado norte-americano.

  1. Assim, as referências mensais das linhas de pobreza e extrema pobreza tomadas como limites foram de R$ 665,02 e R$ 208,73, para valores de 2022.
  2. O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, o pesquisador e doutor em Geografia Pablo Lira, ressaltou que a pesquisa mostra que a taxa de pobreza brasileira reduziu de 38,2% para 33,0% entre 2021 e 2022.

“É preciso salientar que a taxa de 2021 foi a mais elevada dos últimos dez anos. A taxa de pobreza alcançada em 2022 retornou a um patamar próximo ao observado em 2020, que era de 32,7%”, explicou. Com isso, 10,47 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano.

  1. No entanto, o número de pobres no País ainda é elevado, chegando a pouco mais de 70 milhões de indivíduos.
  2. A pesquisa mostra ainda que o número de brasileiros vivendo na extrema pobreza também diminuiu, recuando de 20,03 milhões, em 2021, para 13,72 milhões de indivíduos vivendo em condições de miséria, em 2022.
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Cerca de 6,3 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza. A taxa de extrema pobreza foi de 6,4% nesse último ano. Pablo Lira explica também que, em 2014, a taxa de miséria alcançou 5,5%, o menor nível da série histórica. Já em 2021, a taxa atingiu o maior patamar dos últimos dez anos, chegando a 9,4% da população brasileira.

“A taxa de miséria brasileira mais recente é superior aos valores constatados em países como México (3,1%), por exemplo, segundo as estatísticas do Banco Mundial”, pontuou. Depois dos picos históricos registrados em 2021, as taxas de pobreza e extrema pobreza reduziram em 2022, quando ocorreu a expansão de Programas de Transferência Condicionada de Renda (PTCR).

Além disso, foi observada uma melhoria no mercado de trabalho. Esses são alguns dos principais fatores que podem explicar o recuo da pobreza e miséria no País. “Em 2022, ano eleitoral, o Governo Federal buscava implementar o Auxílio Brasil no valor de R$ 400,00.

  • Esse valor foi elevado para R$ 600,00 pela atuação do Congresso Nacional, o que contribuiu para diminuir a vulnerabilidade social.
  • Ademais, vários governos estaduais e municipais expandiram PTCRs ao longo dos últimos anos.
  • O Espírito Santo é um exemplo disso.
  • O Estado conta com o Bolsa Capixaba e outros benefícios que complementam os repasses para pessoas inscritas no CadÚnico”, detalhou Lira.

Ele completou apontando que, no plano nacional, foi observada uma melhoria nos indicadores do mercado de trabalho. “Uma evidência disso foi o recuo na taxa de desemprego de 13,2% em 2021 para 9,3% em 2022, segundo informações da PNAD/IBGE”, disse. Pobreza nos estados A pesquisa traz um dado alarmante.

  1. Das 27 Unidades da Federação (UFs) brasileiras, nove delas têm a maior parte da população composta por pessoas em situação de pobreza, a saber, Maranhão (58,9%), Amazonas (56,7%), Alagoas (56,2%), Paraíba (54,6%), Ceará (53,4%), Pernambuco (53,2%), Acre (52,9%), Bahia (51,6%) e Piauí (50,4%).
  2. Além desses, outros seis estados computaram taxas de pobreza acima da média nacional (33,0%), sendo eles Amapá (49,4%), Pará (49,1%), Sergipe (47,9%), Roraima (46,8%), Rio Grande do Norte (46,2%) e Tocantins (35,8%), todos localizados nas regiões Nordeste e Norte.

O estudo aponta ainda que as menores taxas foram contabilizadas no Rio Grande do Sul (18,2%), Distrito Federal (17,3%) e Santa Catarina (13,9%). Quatorze UFs apresentaram taxas de extrema pobreza superiores à média do País (6,4%). As mais elevadas foram constatadas no Maranhão (15,9%), Acre (14,7%) e Alagoas (14,1%), índices acima dos valores observados em nações, como o Senegal (9,3%) e Honduras (12,7%), que enfrentam problemas sociais históricos.

A extrema pobreza se mostrou menor no Mato Grosso do Sul (2,8%), Distrito Federal (2,0%) e Santa Catarina (1,9%), contextos semelhantes aos de países como Peru (2,9%) e Sérvia (1,6%), porém mantendo certo distanciamento no espaço social de nações desenvolvidas como Estados Unidos (0,2%), Dinamarca (0,2%) e Noruega (0,2%).

Transferência de renda O pesquisador explica que, nos últimos anos, o País retornou ao mapa da fome e a questão histórica da miséria voltou a atormentar a vida dos brasileiros. “É fato que a pobreza e a extrema pobreza reduziram em 2022. Entretanto, ainda há um longo caminho para a reconstrução e a reestruturação de políticas públicas de assistência social efetivas e com caráter de Estado, que perpassem governos.

  • Nesse sentido, será possível consolidar uma tendência de diminuição desses problemas”, argumentou Pablo Lira.
  • Considerando os recentes aprimoramentos proporcionados pela retomada do programa Bolsa Família, bem como levando em conta os efeitos do Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC-LOAS) e de outras políticas públicas de assistência social nas escalas Federal, Estadual e municipal, a pobreza e a extrema pobreza provavelmente seguirão em tendência de redução em 2023.

Uma boa notícia para os brasileiros que acreditam em um País mais próspero, menos desigual e com mais justiça social”, pontuou. Sobre o Instituto Jones dos Santos Neves O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) é uma autarquia governamental vinculada à Secretaria de Economia e Planejamento (SEP), Governo do Estado do Espírito Santo.

Qual é o estado mais industrializado do país?

Santa Catarina é o estado que possui maior participação da indústria no emprego formal: 34%, enquanto São Paulo é o estado com maior número de estabelecimentos industriais no país: mais de 120 mil.

Qual região tem a melhor economia?

ECONOMIA REGIONAL O Centro-Oeste tem sido, nas últimas quatro décadas, a região com melhor desempenho econômico entre as macrorregiões brasileiras.

Quais são os 10 estados mais ricos do Brasil depois da pandemia?

Distrito federal é estado mais rico; Maranhão, mais pobre – Entre os estados, Distrito Federal é o que tem a maior renda mensal média do país, de R$ 3.148, seguido por São Paulo, com R$ 2.063, e Rio de Janeiro, com R$ 1.754. Na outra ponta, aparecem Maranhão, com renda mensal média de R$ 409 por habitante, seguido por Pará, com R$ 507, e Alagoas, com R$ 552.

A renda média no país foi de R$ 1.310. Todos os dados são de 2020. O patrimônio líquido médio também é maior no Distrito Federal (R$ 94.684). Na sequência, aparecem São Paulo (R$ 90.776), Rio Grande do Sul (R$ 64.113), Santa Catarina (R$ 63.414) e Rio de Janeiro (R$ 63.128). Entre os estados com menor patrimônio, a situação é análoga à da renda.

Maranhão é o que tem o pior indicador (R$ 6.329), seguido novamente por Pará (R$ 8.981) e Alagoas (R$ 12.556). A média nacional foi de R$ 47.432.

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Quais são os cinco estados mais pobres do Brasil?

Cerca de dez milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano. A informação faz parte do levantamento realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), obtido a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), sobre rendimento de todas as fontes do ano de 2022.

  1. O estudo detalha as taxas de pobreza e extrema pobreza de cada estado nos anos de 2021 e 2022 e traz também a média nacional.
  2. Para o cálculo das taxas, foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.

Os valores foram convertidos pela Paridade de Poder de Compra (PPC/2017), que é um método alternativo à taxa de câmbio e leva em conta o valor demandado para adquirir a mesma quantidade de bens e serviços no mercado interno de cada nação, em comparação com o mercado norte-americano.

Assim, as referências mensais das linhas de pobreza e extrema pobreza tomadas como limites foram de R$ 665,02 e R$ 208,73, para valores de 2022. O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, o pesquisador e doutor em Geografia Pablo Lira, ressaltou que a pesquisa mostra que a taxa de pobreza brasileira reduziu de 38,2% para 33,0% entre 2021 e 2022.

“É preciso salientar que a taxa de 2021 foi a mais elevada dos últimos dez anos. A taxa de pobreza alcançada em 2022 retornou a um patamar próximo ao observado em 2020, que era de 32,7%”, explicou. Com isso, 10,47 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano.

No entanto, o número de pobres no País ainda é elevado, chegando a pouco mais de 70 milhões de indivíduos. A pesquisa mostra ainda que o número de brasileiros vivendo na extrema pobreza também diminuiu, recuando de 20,03 milhões, em 2021, para 13,72 milhões de indivíduos vivendo em condições de miséria, em 2022.

Cerca de 6,3 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza. A taxa de extrema pobreza foi de 6,4% nesse último ano. Pablo Lira explica também que, em 2014, a taxa de miséria alcançou 5,5%, o menor nível da série histórica. Já em 2021, a taxa atingiu o maior patamar dos últimos dez anos, chegando a 9,4% da população brasileira.

“A taxa de miséria brasileira mais recente é superior aos valores constatados em países como México (3,1%), por exemplo, segundo as estatísticas do Banco Mundial”, pontuou. Depois dos picos históricos registrados em 2021, as taxas de pobreza e extrema pobreza reduziram em 2022, quando ocorreu a expansão de Programas de Transferência Condicionada de Renda (PTCR).

Além disso, foi observada uma melhoria no mercado de trabalho. Esses são alguns dos principais fatores que podem explicar o recuo da pobreza e miséria no País. “Em 2022, ano eleitoral, o Governo Federal buscava implementar o Auxílio Brasil no valor de R$ 400,00.

  1. Esse valor foi elevado para R$ 600,00 pela atuação do Congresso Nacional, o que contribuiu para diminuir a vulnerabilidade social.
  2. Ademais, vários governos estaduais e municipais expandiram PTCRs ao longo dos últimos anos.
  3. O Espírito Santo é um exemplo disso.
  4. O Estado conta com o Bolsa Capixaba e outros benefícios que complementam os repasses para pessoas inscritas no CadÚnico”, detalhou Lira.

Ele completou apontando que, no plano nacional, foi observada uma melhoria nos indicadores do mercado de trabalho. “Uma evidência disso foi o recuo na taxa de desemprego de 13,2% em 2021 para 9,3% em 2022, segundo informações da PNAD/IBGE”, disse. Pobreza nos estados A pesquisa traz um dado alarmante.

Das 27 Unidades da Federação (UFs) brasileiras, nove delas têm a maior parte da população composta por pessoas em situação de pobreza, a saber, Maranhão (58,9%), Amazonas (56,7%), Alagoas (56,2%), Paraíba (54,6%), Ceará (53,4%), Pernambuco (53,2%), Acre (52,9%), Bahia (51,6%) e Piauí (50,4%). Além desses, outros seis estados computaram taxas de pobreza acima da média nacional (33,0%), sendo eles Amapá (49,4%), Pará (49,1%), Sergipe (47,9%), Roraima (46,8%), Rio Grande do Norte (46,2%) e Tocantins (35,8%), todos localizados nas regiões Nordeste e Norte.

O estudo aponta ainda que as menores taxas foram contabilizadas no Rio Grande do Sul (18,2%), Distrito Federal (17,3%) e Santa Catarina (13,9%). Quatorze UFs apresentaram taxas de extrema pobreza superiores à média do País (6,4%). As mais elevadas foram constatadas no Maranhão (15,9%), Acre (14,7%) e Alagoas (14,1%), índices acima dos valores observados em nações, como o Senegal (9,3%) e Honduras (12,7%), que enfrentam problemas sociais históricos.

A extrema pobreza se mostrou menor no Mato Grosso do Sul (2,8%), Distrito Federal (2,0%) e Santa Catarina (1,9%), contextos semelhantes aos de países como Peru (2,9%) e Sérvia (1,6%), porém mantendo certo distanciamento no espaço social de nações desenvolvidas como Estados Unidos (0,2%), Dinamarca (0,2%) e Noruega (0,2%).

Transferência de renda O pesquisador explica que, nos últimos anos, o País retornou ao mapa da fome e a questão histórica da miséria voltou a atormentar a vida dos brasileiros. “É fato que a pobreza e a extrema pobreza reduziram em 2022. Entretanto, ainda há um longo caminho para a reconstrução e a reestruturação de políticas públicas de assistência social efetivas e com caráter de Estado, que perpassem governos.

Nesse sentido, será possível consolidar uma tendência de diminuição desses problemas”, argumentou Pablo Lira. “Considerando os recentes aprimoramentos proporcionados pela retomada do programa Bolsa Família, bem como levando em conta os efeitos do Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC-LOAS) e de outras políticas públicas de assistência social nas escalas Federal, Estadual e municipal, a pobreza e a extrema pobreza provavelmente seguirão em tendência de redução em 2023.

Uma boa notícia para os brasileiros que acreditam em um País mais próspero, menos desigual e com mais justiça social”, pontuou. Sobre o Instituto Jones dos Santos Neves O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) é uma autarquia governamental vinculada à Secretaria de Economia e Planejamento (SEP), Governo do Estado do Espírito Santo.