Qual O Melhor Medicamento Para ReposiO Hormonal Feminina?

Qual o melhor remédio para reposição hormonal feminina?

Os estrógenos naturais – estradiol, estriol e estrona – são os mais utilizados na reposição hormonal.

Qual hormônio mais indicado para mulheres?

Progesterona ​ Diferente dos outros hormônios, quando há a absorção no fígado, a progesterona libera os benefícios no organismo, resultando em um tratamento hormonal seguro para a mulher, quando recomendado para seu caso.

Qual o nome da injeção para reposição hormonal?

3 medicamentos mais atuais para a reposição hormonal Com o aumento da expectativa de vida da população masculina, cada vez mais homens precisam recorrer a terapias de reposição hormonal, Isso ocorre porque a partir dos 30 anos, os níveis de testosterona começam a diminuir. Assim, depois dos 40, muitos homens começam a ter sintomas de andropausa.

  • Revelam que, homens de 40 a 70 anos tendem a apresentar uma redução de testosterona de 1,6% a cada ano.
  • Além disso, a queda da testosterona biodisponível é ainda mais significativa, chegando a 3% ao ano.
  • Neste artigo, vamos abordar os principais sintomas da andropausa, também conhecida como hipogonadismo masculino e Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM).

Também traremos informações sobre alguns medicamentos atuais para reposição hormonal. Para facilitar sua compreensão, dividimos nosso texto nos seguintes tópicos:

  1. Quais são os principais sintomas da andropausa?
  2. Como é realizado o diagnóstico da andropausa?
  3. Terapia de reposição hormonal masculina: quem deve fazer?
  4. Conheça os medicamentos mais modernos e assertivos para reposição hormonal

Boa leitura!

Quais são os principais sintomas da andropausa?

dos homens entre 50 e 60 anos sofrem com as consequências da deficiência androgênica. Quando falamos em homens de 80 anos, esse número sobe para 50%. Esse público apresente uma série de sintomas que justificam o tratamento com reposição hormonal, Entre os mais comuns, destacam-se:

  • Redução da libido;
  • Diminuição das ereções espontâneas;
  • Ginecomastia;
  • Fadiga;
  • Redução da massa muscular;
  • Diminuição da força;
  • Queda de pelos do corpo e redução da barba;
  • Disfunção erétil;
  • Fadiga;
  • Encolhimento dos testículos;
  • Síndrome metabólica;
  • Anemia;
  • Contagem baixa de esperma;
  • Infertilidade;
  • Perda de peso;
  • Baixa densidade mineral óssea.

Como é realizado o diagnóstico da andropausa?

Confirmar o diagnóstico da andropausa é essencial para poder dar início à terapia de reposição hormonal. Nesse sentido, é recomendado realizar um exame de sangue a fim de medir a quantidade de testosterona no organismo. Essa recomendação, é especialmente para homens que já têm idade para apresentar o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino.

Terapia de reposição hormonal masculina: quem deve fazer?

Homens que possuem um nível baixo de testosterona no corpo e não apresentam contraindicações podem dar início à reposição hormonal. Esse tratamento é contraindicado para homens com histórico de câncer de próstata, câncer de mama e hiperplasia prostática benigna severa sem tratamento.

  • Aumento do risco de câncer da próstata;
  • Aumento do risco de infarto agudo do miocárdio;
  • Retenção de líquidos;
  • Elevação do colesterol;
  • Hipertensão arterial;
  • Hipertrofia cardíaca;
  • Calvície;
  • Redução na produção de espermatozoides;
  • Mau odor;
  • Acne;
  • Ginecomastia (crescimento de mama nos homens);
  • Aumento do volume da próstata;
  • Aumento da oleosidade da pele;
  • Interrupção do crescimento em adolescentes;
  • Hepatite medicamentosa; e
  • Atrofia testicular.

4. Conheça os medicamentos mais modernos e assertivos para reposição hormonal Alguns medicamentos são muito eficazes quando o assunto é reposição hormonal, A seguir, vamos apresentar três dos mais modernos.

Cipionato de testosterona

O cipionato de testosterona consiste em um esteroide anabólico andrógeno, que pode ser obtido por meio da adição de um ácido ciclopentilpropiônico na posição 17 β-hidroxil da molécula de testosterona. Desse modo, garante mais lipossolubilidade á testosterona, retardando sua liberação para o sangue, e tornando o tempo de ação no organismo mais longo.

Undecilato de testosterona

Outra alternativa de reposição hormonal é com undecilato de testosterona. Trata-se de um esteroide anabólico androgênico, que também deve ser administrado por meio de injeção intramuscular. Recomenda-se que o undecilato de testosterona seja aplicado de 10 a 14 semanas em uma dose de 250 mg/ml.

Bases transdérmicas de testosterona

Alguns veículos transdérmicos são indicados para a terapia de reposição hormonal, Um deles é o HRT Heavy. Sua permeação transdérmica já foi comprovada com estudos, apresenta uma textura não pegajosa sendo seguro e indicado para aplicação na pele via vaginal ou retal.

  1. Outra base transdérmica atual e eficiente é o Pentravan, que é livre de substâncias irritantes ou tóxicas.
  2. Além disso, também é seguro para aplicação na pele via vaginal ou retal.
  3. Neste artigo apresentamos três tipos de medicamentos para a terapia de reposição hormonal : o cipionato de testosterona, undecilato de testosterona e as bases transdérmica de testosterona.

Conhece alguém que precisa de tratamento de reposição hormonal ? Compartilhe nosso texto. : 3 medicamentos mais atuais para a reposição hormonal

Qual a melhor reposição hormonal na menopausa?

Resumo – Os hormônios são responsáveis pela integração da atividade de sistemas orgânicos. As mulheres em idade reprodutiva produzem todas as classes de esteroides sexuais, estrógenos, progestinas e androgênios. Níveis normais de estrógenos implicam no desenvolvimento das características sexuais femininas.

Alterações rítmicas na secreção dos hormônios femininos e mudanças morfológicas nos ovários e órgãos sexuais são características dos anos reprodutivos das mulheres. A maturação e a diferenciação do epitélio do colo uterino dependem da ação hormonal do estrogênio e progesterona, determinando o predomínio de células de determinado grau de diferenciação, de acordo com a faixa etária e a fase do ciclo menstrual da mulher.

O diagnóstico da menopausa é clínico, amenorreia por um ano, com sinais de hipoestrogenemia e níveis séricos elevados de hormônio folículo-estimulante. O principal tratamento para os sintomas da menopausa utiliza estrogênio isolado ou combinado com progesterona para prevenir estímulo endometrial.

Qual a melhor vitamina para quem está na menopausa?

A menopausa é uma condição bastante comum na vida de uma mulher e está diretamente relacionada ao processo natural de envelhecimento. No entanto, por promover alguns sintomas não tão confortáveis, é frequente a busca por recursos que possam aliviar esse quadro.

Dentre as opções disponíveis, os suplementos para menopausa são os mais procurados, principalmente aqueles que contêm vitaminas do complexo B, cálcio e ômega 3 em sua composição. Neste conteúdo, você será capaz de conhecer os 4 melhores suplementos para menopausa que são verdadeiros aliados poderosos para que o bem-estar e a qualidade de vida sejam promovidos.

Ficou interessada? Então, continue conosco e tenha uma excelente leitura!

O que pode acontecer se não fazer reposição hormonal?

Aumento do risco de câncer de endométrio e mama. Acidente vascular cerebral (derrame). Infarto.

Como fazer reposição hormonal sem medicação?

Chá de aquileia, alquemila e sálvia – Esse chá é composto por três ervas com efeitos sabidamente positivos sobre os sintomas da menopausa. A sálvia tem propriedades calmantes, antioxidantes e ansiolíticas. A alquemila melhora o trânsito intestinal e seus flavonoides ajudam a repor níveis hormonais.

Qual o melhor remédio para aumentar o estrogênio?

A Tibolona é indicada para o tratamento dos sintomas resultantes da deficiência de hormônio (estrogênio) em mulheres na pós-menopausa, com mais de um ano de menopausa.

Quais são os sintomas da falta de hormônio feminino?

Sinais de distúrbios hormonais – Entre os sintomas mais comuns causados pelo desequilíbrio hormonal estão a insônia, a má digestão, o cansaço intenso, a fome excessiva, a ansiedade, a menstruação desregulada e alterações de humor. Alterações na pele, como o aparecimento de acne, também pode indicar alterações hormonais.

Faz bem tomar hormônio feminino?

Quais são os benefícios da reposição hormonal na menopausa? – Mesmo com a preocupação gerada pelo desenvolvimento dos efeitos colaterais, a reposição hormonal na menopausa ainda é indicada pelos médicos justamente por conta de seus benefícios, que são:

Minimiza as ondas de calor. Combate o ressecamento vaginal. Melhora a incontinência urinária e infecções urinárias de repetição. Reduz as mudanças de humor. Retarda o processo de envelhecimento. Garante uma melhor saúde do coração. Reduz o desenvolvimento da osteoporose, uma das possíveis consequências da baixa produção do estrogênio.

Descubra quais são os exames que fazem parte do check-up após a menopausa

Quem faz reposição hormonal emagrece?

Porém, a reposição hormonal não garante o emagrecimento.

Quanto tempo demora para sentir os efeitos da reposição hormonal?

Quanto tempo leva para fazer efeito? – No início, normalmente as mulheres recebem a dose mais baixa possível de TRH. Pode levar até três meses para que uma paciente tomando TRH sinta os efeitos completos. Nesse processo, algumas podem precisar também que sua dose e tipo de TRH sejam ajustados.

De acordo com o ginecologista Rogério Bonassi, presidente da Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), a entidade e outras instituições internacionais, como a Sociedade Internacional da Menopausa e a Sociedade Norte-Americana de Menopausa, não definem um prazo para o fim do uso da TRH, como se fazia no passado — determinando por exemplo um limite de três ou cinco anos para interrupção do tratamento.

Bonassi acrescenta que tampouco há uma norma sobre isso por órgãos de saúde brasileiros. “Não existe nenhuma normatização para que se faça interrupção da TRH de acordo com o tempo de uso. Até quando você pode usar a terapia de reposição hormonal? Nós costumamos falar para as pacientes: até a próxima consulta: Então ano a ano, caso a caso, será avaliado o quanto os benefícios superam os riscos”, explica o médico, que tem doutorado em medicina. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Médico analisa mamografia; combinação de estrogênio e progesterona na TRH aumenta risco de câncer de mama, mas Sociedade Britânica da Menopausa diz que risco é menor do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia Parece haver algum consenso entre especialistas de que a terapia de reposição hormonal tem mais benefícios do que malefícios, mas estudos continuam a ser produzidos buscando elucidar a questão.

Alguns tipos de TRH têm sido associados a um risco ligeiramente aumentado de câncer, como já mencionado em relação ao endométrio e às mamas. A Sociedade Britânica da Menopausa, porém, diz que no caso do câncer de mama, a terapia traz menos riscos do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia.

E o risco diminui gradualmente depois que o medicamento é interrompido. Há também um pequeno risco de surgimento de coágulos ao se tomar a TRH. Mas isso depende de outras coisas também, como tabagismo, peso e idade. Os riscos diminuem se o tratamento for via adesivo ou gel, em vez de comprimidos.

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Quanto custa um tratamento de reposição hormonal?

Fazer a terapia hormonal não é caro, segundo a endocrinologista Ana Priscila: o custo dos medicamentos é a partir de R$ 120 mensais.

Quais os hormônios mais usados na menopausa?

O que é a reposição hormonal na menopausa? – A reposição hormonal da menopausa, também conhecida também como TRH, é um tipo de tratamento que visa repor especialmente dois hormônios que a mulher deixa de produzir ao entrar na menopausa: o estrogênio e a progesterona.

Esse tratamento visa diminuir os sintomas da menopausa que podem atrapalhar a qualidade de vida da mulher e reduzir o risco de problemas de saúde – às vezes graves – por conta da baixa produção desses hormônios. Uma das doenças ligadas à baixa produção de estrogênio é a osteoporose, já que esse hormônio é responsável por levar o cálcio para dentro dos ossos e por melhorar a absorção do cálcio pelo corpo,

Vale ressaltar que esse tipo de tratamento deve sempre ser conduzido por um médico especializado nesse tipo de terapia, geralmente ginecologistas e endocrinologistas, É importante lembrar, também, que cada tratamento é único, ou seja, a prescrição médica considera fatores como a idade da mulher, quais são os sintomas que ela está apresentando e por quanto tempo a reposição acontecerá.

Quanto tempo tem que fazer reposição hormonal na menopausa?

Reposição hormonal na menopausa e seus efeitos colaterais – Dentre os efeitos colaterais que podem ser ocasionados pela reposição hormonal na menopausa, em pessoas com predisposição a eles, estão:

Aumento do risco de câncer de endométrio e mama. Acidente vascular cerebral (derrame). Infarto.

O risco de câncer de endométrio (camada que reveste o útero internamente e se descama com a menstruação), se eleva por conta da reposição isolada do estrogênio, um dos hormônios que a mulher passa a produzir em menor quantidade ao entrar no climatério.

  1. E essa administração por muito tempo pode acabar por aumentar a chance de câncer endometrial.
  2. Para coibir as chances de desenvolvimento deste tipo de câncer, outro hormônio é receitado junto ao estrogênio, a progesterona.
  3. Porém, o uso prolongado do estrogênio junto à progesterona pode aumentar as chances de desenvolvimento de câncer de mama, AVC e infarto em pacientes com histórico familiar, e também se usados após a janela de oportunidade, ou seja, dez anos após a menopausa, ou após os 60 anos.

Veja também: Saiba mais sobre a relação entre a menopausa e a saúde do coração Para as mulheres que, por algum motivo, passam pelo climatério e pela menopausa e não possuem mais o útero, o uso da progesterona não é necessário, apenas o do estrogênio, baixando os riscos para esses problemas,

Prescrição médica e individual, considerando todo o histórico da paciente. Realização da reposição hormonal na menopausa por, no máximo, 5 anos. Evitar iniciar a reposição após mais de 5 anos da entrada na menopausa devendo ser evitada após mais de 10 anos. Tendo em vista que quanto mais distante da entrada na menopausa, maiores as chances de desenvolvimento dos efeitos colaterais, Utilização preferencial do estrogênio natural (valerianato de estradiol ou estradiol) e progesterona micronizada.

A avaliação e prescrição individual é fundamental para evitar problemas maiores, principalmente em mulheres que já tiveram as seguintes doenças e estão no grupo em que a reposição hormonal na menopausa é contraindicada :

Câncer de mama. Câncer de endométrio. Problemas tromboembólicos, como AVC e infarto.

Quais os riscos da reposição hormonal feminina?

A reposição hormonal é muito usada por mulheres que estão na menopausa para aliviar os efeitos dessa fase no organismo. No entanto, estudos sugerem que a reposição de hormônios pode aumentar as chances de câncer de mama e ovário, Por isso, é importante entender como ela é feita e quais os riscos envolvidos.

Reposição apenas de estrogênio ; Reposição cíclica – o estrogênio é ministrado continuamente, mas a paciente recebe também doses de progesterona, três vezes ao mês; Reposição combinada e contínua – estrogênio e progesterona são ministrados ao mesmo tempo, continuamente.

Alguns estudos mostraram que o uso de estrogênios para tratar os sintomas da menopausa pode aumentar o risco da mulher desenvolver câncer de ovário. O risco parece ser maior em mulheres que tomam apenas o estrogênio (sem progesterona) durante cinco a 10 anos pelo menos.

  1. O risco para mulheres que tomam estrogênio e progesterona (reposição cíclica e reposição combinada e contínua) ainda não foi determinado.
  2. Reposição hormonal aumenta risco de vários tipos de câncer Estudos demonstraram que a reposição hormonal pode aumentar as chances de mulheres desenvolverem vários tipos de câncer.

Câncer de mama – a reposição combinada e contínua pode aumentar em até duas vezes as chances de desenvolver a doença. No caso de mulheres que fazem o tratamento há mais de 10 anos, os riscos são ainda maiores. Câncer do colo do útero – mulheres que fazer a reposição apenas do estrogênio têm mais chances de desenvolver a doença.

Entretanto, estudos mostram que a reposição combinada parece ter efeito contrário e diminuir os riscos. Câncer de ovário – todos os tipos de reposição hormonal aumentam os riscos de desenvolver a doença. Estudos mostraram que mesmo para mulheres que se submeteram ao tratamento por menos de cinco anos têm suas chances de desenvolver câncer aumentadas.

Em qualquer dos casos, o melhor é conversar com seu médico. Ele vai saber a maneira mais adequada para lidar com os sintomas da menopausa no seu caso.

Qual é o melhor colágeno para quem está na menopausa?

Menopausa na pele: como a perda de colágeno pode afetar a saúde Ela é sorrateira, traiçoeira e adora uma surpresinha. A perimenopausa (fase que antecede a última menstruação da vida) costuma chegar de repente, instalar sintomas desconfortáveis, provocar mudanças musculoesqueléticas, além de castigar a pele do rosto, do corpo, das mucosas, urogenitais.

E, apesar de a maioria relatar sintomas por volta dos 45 anos, pode começar bem antes, aos 35, e durar outros 15 até chegar a menopausa em si (decretada oficialmente após 365 dias sem ocorrência de menstruação). Foi assim com a empresária e comunicadora digital gaúcha Patricia Parenza, de 50 anos. Em uma manhã de outubro de 2016, ela acordou estranha.

“Passei o dia na cama, chorando sem motivo. Depois, menstruei e pensei: ‘Bah! Era TPM, então’. Mas estranhei, nunca tinha sentido nada parecido”, lembra. A data ficou marcada porque cravou sua Depois disso, ela não se reconhecia mais. “Os quadros de melancolia aumentaram e passei a ter explosões de raiva, falta de energia, despertares noturnos com taquicardia e suador. Parenza procurou a medicina integrada (Foto: Eduardo Carneiro / Beleza: Thiago Costa da Silva) Ah, esse tal colágeno. Proteína responsável por unir as células, o colágeno sustenta as fibras e dá força aos músculos. E é lá pelos 25, 30 anos que a gente começa a perdê-lo – mais precisamente 1% ao ano, o que leva ao afinamento da pele e ao surgimento de rugas finas.

  • Durante a perimenopausa, essa degradação anual se intensifica, causando sinais mais visíveis de envelhecimento.
  • Na menopausa ainda mais, com a drástica diminuição do colágeno e dos glicosaminoglicanos (GAGs), que são os polissacarídeos da pele – um deles é o festejado ácido hialurônico, responsável pela hidratação da pele em sua camada mais profunda.

Nos primeiros cinco anos após a, o colágeno dos tipos 1 e 3 reduz em até 30%. E, a cada ano na pós-menopausa, a espessura da pele diminui 1,13%, enquanto o conteúdo de colágeno diminui 2,1%. O resultado é uma pele seca e áspera, com perda de firmeza e elasticidade.

A falta de colágeno também provoca alto grau de desidratação na pele, falta de lubrificação vaginal, diminuição da capacidade antioxidante, enfraquecimento das unhas e afinamento dos cabelos. Outro fator que contribui para deixar a pele áspera e opaca é a diminuição do turn over (ciclo de renovação em português) celular, criando acúmulo de queratina.

Até os 30 anos, ele dura cerca de 28 dias. Já com 50 anos ou mais, pode levar até quase 90.Para além da função estética, a perda de colágeno influencia na saúde, já que se perde também boa parte da função como barreira protetora. “A epiderme, camada mais superficial da pele, funciona como uma parede.

  • O queratinócito, célula que compõe a epiderme, é o ‘tijolo’, e os lipídios, o ‘cimento’.
  • Quando o corpo reduz a produção do ‘cimento’ que veda a parede, ele perde água e a pele fica mais exposta à entrada de toxinas”, explica a farmacêutica bioquímica Fernanda Chauvin, pós-graduada em Cosmetologia e Homeopatia pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em Dermatocosmética pela Universiteit Brussel, na Bélgica, e diretora da Ellementti Dermocosméticos.

Todo esse processo de desidratação também altera a microbiota da pele. “Quando há alteração nesse ecossistema, aumentam as chances de microrganismos oportunistas se instalarem, causando infecções, alergias, acne, feridas, rosácea etc.”, explica Fernanda.

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mais menopausa + Menopausa: como os óleos essenciais podem ajudar a amenizar os sintomas + Menopausa: a fase encarada de uma nova forma Já na região vaginal, a chegada da menopausa pode acarretar uma atrofia da mucosa, que pode levar a quadros de infecções recorrentes, diminuição da lubrificação e incontinência urinária.

Para Patricia, que hoje fala sobre maturidade em suas redes sociais, a menopausa é muito cruel. “Ninguém prepara a gente para esse momento. Mas, olhando pelo lado bom, essa fase nos obriga a olhar para a saúde como nunca”, diz. “Hoje, faço reposição hormonal, bioestimulação de colágeno (Sculptra) uma vez por ano, exercícios físicos cinco vezes por semana, cuido da pele e a protejo diariamente. Alimentação ayurvédica ajuda a equilibrar sintomas (Foto: Eduardo Carneiro / Beleza: Thiago Costa da Silva) Prevenir para atenuar sintomas Pensar em prevenção antes da perimenopausa garante vantagens na chegada dos sintomas. “Estudos mostram que 80% do envelhecimento da pele é atribuído ao exposoma: uma combinação de estilo de vida (nutrição, atividade física, consumo de álcool e tabaco, estresse.), ambiente (exposição aos raios UV, poluição) e alterações hormonais (incluindo a menopausa).

Apenas 20% desse envelhecimento é culpa do tempo cronológico e da genética”, explica Fernanda. As especialistas consultadas para esta reportagem indicam focar em cinco pilares para evitar os microdanos: 1) Fotoproteger a pele: filtro solar todo dia, evitar o sol entre 10h e 15h, usar chapéus, óculos e roupas com filtro UV.

“Desde os 48 anos, uso luvas com proteção UV para dirigir. Se soubesse, teria começado a usar antes”, revela Patricia.2) Hidratar: beber ao menos 2 litros de água e usar cremes adequados ao seu tipo de pele todo santo dia.3) Evitar o acúmulo de cortisol: basicamente, tudo o que agride o corpo aumenta o cortisol, substância que degrada o colágeno e faz aumentar a produção de radicais livres (oxidantes).

  1. O resultado é o envelhecimento precoce da pele.
  2. Por isso, o negócio é apostar nos hábitos saudáveis: dieta equilibrada, sono reparador, atividades físicas, diminuição do estresse (alô, meditação!), além de evitar álcool e tabaco.4) Manter uma mínima rotina diária de skincare: pela manhã, limpar, hidratar e aplicar filtro solar.

À noite: limpar e passar um creme de tratamento, com ativo antioxidante. “Prefira sabonetes líquidos para o corpo. Os de barra têm pH mais alcalino. Para o rosto, use apenas produtos específicos para seu tipo de pele”, ressalta Fernanda.5) Consultar especialistas: segundo Letícia, é possível intensificar os tratamentos no consultório.

“Os lasers promovem regeneração, com melhora do afinamento e da qualidade da derme”, explica a expert. treino cíclico + A atividade ideal para cada etapa do ciclo menstrual De dentro para fora Não adianta gastar fortunas com procedimentos estéticos e cremes se não cuidar da alimentação, viu? Quem avisa é a nutricionista funcional e integrativa Dani Cyrulin, especialista em perimenopausa e menopausa.

Para ela, o primeiro passo é cuidar do microbioma intestinal. “Para manter o equilíbrio intestinal, é preciso consumir probióticos (bactérias do bem) e prebióticos (fibras que servem de alimento para os probióticos). Os probióticos são encontrados em iogurtes e fermentados, como kefir, kimchi e kombucha.

Já os prebióticos estão na cebola, no alho-poró e na banana.”Para as mulheres nessa fase da vida, Dani também sugere a suplementação. Tanto Dani quanto Letícia indicam o colágeno hidrolisado verisol, molécula que é mais bem absorvida e, segundo pesquisas, tem se mostrado eficaz na prevenção do envelhecimento.

“Prefiro o colágeno em pó e combino a formulação com vitamina C, para melhor absorção. E a dica é sempre consumi-lo à noite, duas horas após a refeição”, explica Dani. “Também gosto de indicar cápsulas de silício, substância que dá estrutura à pele.””Para evitar os picos de estrogênio na perimenopausa, o ideal é consumir indol-3-carbinol, um potente antiestrogênico presente nas crucíferas (brócolis, couve-flor, couve, acelga, agrião, repolho e couve-de-bruxelas).

  1. Também não é muito indicado consumir linhaça e vinho, que incham o corpo nessa fase”, explica Dani.
  2. Agora, se você já estiver na menopausa, quando o nível de todos os hormônios despenca, aí sim é hora de investir na linhaça (que aumenta o nível de estrogênio) e na aveia (que protege o coração).” Os nutricosméticos também são bastante indicados nos consultórios dermatológicos para suplementar a alimentação nesse período.

Farmacêutica especialista em ativos para beleza e saúde e vice-presidente da Galena (empresa de distribuição de insumos para manipulação de dermocosméticos, nutricosméticos e nutracêuticos), Claudia Coral indica o uso do Lipowheat e do Cartidyss. “Costumo dizer que o Lipowheat são as gotinhas que desaceleram o tempo.

Esse nutricosmético é fonte de ceramidas compatíveis com nossa pele, que hidratam de dentro para fora e contribuem para diminuir as rugas e marcas de expressão”, explica. “Já o Cartidyss é uma cápsula que melhora a firmeza, diminui rugas, aumenta o tônus e a hidratação da pele. Ele contém 60% de colágeno e 40% de glicosaminoglicanos (GAGs), como o ácido hialurônico.” Tratamentos Para quem está começando a ter saudade do colágeno, alguns ativos antioxidantes podem ser adicionados aos creminhos da rotina de skincare.

“Resveratrol e retinoides atenuam as rugas finas e melhoram a hidratação”, explica a dermatologista Letícia Nanci.E para quem já “menopausou”, o ideal é usar ativos antioxidantes, tanto orais como tópicos, que diminuem a degradação do colágeno e os radicais livres, mantendo a pele mais hidratada e saudável.

De forma individualizada, podem ser associados alguns ativos tópicos, como o ácido hialurônico (que aumenta a hidratação da pele) e o retinol (para melhora de rugas finas). “Costumo indicar também o uso de gluconolactona em sérum”, revela a dermatologista.Em consultório, levando em conta todos os procedimentos de segurança para a proteção contra a covid-19, alguns procedimentos podem ser realizados para melhorar a qualidade da pele, como o laser fracionado associado a drug delivery (medicações específicas colocadas na pele para uma maior absorção pós-procedimento).

E, para diminuir a flacidez e estimular a produção de colágeno, há os bioestimuladores de colágeno, o ultrassom macro e microfocado e a radiofrequência.”Nas regiões de colo, pescoço e mãos, gosto de usar o bioestimulador de ácido polilático injetável, para tratar flacidez e afinamento da pele.

  1. Geralmente, indico duas a três sessões anuais.
  2. Nessas áreas, também uso os lasers fracionados com o intuito de melhorar textura, manchas e trazer rejuvenescimento”, explica Letícia.
  3. Para as mulheres na pós-menopausa, é possível ainda complementar o tratamento com ácido hialurônico e/ou bioestimuladores injetáveis para reposicionamento das estruturas de sustentação da pele.

“A ideia é dar um efeito lifting natural e corrigir pequenas assimetrias, sempre buscando rejuvenescimento saudável e sem excessos”, garante a especialista. E a incontinência? No caso de Patricia, o problema foi tratado com seis meses de fisioterapia pélvica.

  • Faço os exercícios de contração e relaxamento da vagina até hoje, todo dia.
  • Inclusive coloquei um adesivo na parte interna do meu carro escrito ‘contração’, pra lembrar de fazer”, diverte-se a empresária.
  • O problema também pode ser tratado em consultório.
  • O laser fracionado de CO2 intravaginal é um dos mais utilizados e comprovados.

O protocolo exige três sessões anuais. Existe também uma cadeira de estímulo de fibras musculares específica para tratar a incontinência urinária, com resultados promissores. (Foto: Eduardo Carneiro / Beleza: Thiago Costa da Silva)

Para garantir mais firmeza e elasticidade à pele apenas com alimentação, aposte em: Vitamina EGérmen de trigo, carnes, ovos, algodão, óleo de milho, óleo de soja, azeite de dendê, amêndoas, nozes, manteiga, gergelim, linhaça, soja, banana, legumesVitamina cBrócolis, couve crua, pimentão amarelo, caju, goiaba, mamão, manga, acerolaZincoOstras cozidas e sementes de abóboraSelênioCastanha-do-paráCobreNozes, amendoim, feijão, ervilha, farelo e gérmen de trigo, fígado e frutos do marSilícioMaçã, laranja, manga, banana, repolho cru, cenoura, cebola, pepino, abóbora, amendoim, amêndoas, arroz, milho, aveia, cevada, soja, peixe, farelo de trigo, água com gás

: Menopausa na pele: como a perda de colágeno pode afetar a saúde

É bom tomar vitamina D na menopausa?

Fadiga sem motivo aparente, desânimo e falta de energia para realizar tarefas do dia a dia podem ser sintomas da falta de vitamina D no organismo. Essas indicações podem ficar ainda mais evidentes no período da menopausa, acendendo o alerta para a importância da reposição da substância no organismo.

  1. Conversamos com o Dr.
  2. Marcos Tcherniakovsky, Ginecologista e Obstetra e Membro da Comissão Nacional de Especialidades em Endometriose pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, sobre a importância da reposição da vitamina D durante a menopausa.
  3. MARIE CLAIRE A falta de vitamina D no corpo da mulher tem sintomas? Quais são eles? DR.

MARCOS TCHERNIAKOVSKY A vitamina D hoje é mais considerada um hormônio propriamente dito do que uma vitamina, sendo assim ela vai interferir em várias situações relacionadas, principalmente, a mulher, como a baixa de imunidade, normalmente as mulheres com deficiência de vitamina D tem uma diminuição de imunidade e com essa diminuição ela é mais suscetível de ter doenças respiratórias; fadiga sem motivo aparente, aquela mulher que está se alimentando direitinho, pratica esporte, mas tem fadiga sem motivo aparente, tem que se pesquisar a falta de vitamina D; dores nas costas e nos ossos.

  1. Uma das principais situações da vitamina D é que ela ajuda realmente a manter a densidade óssea, a falta dela influenciaria nisso, com a tendência de muitas vezes ter osteoporose e essas pacientes costumam ter dor nas costas, nos ossos, nos músculos.
  2. Outra característica é o desânimo, sintomas de depressão muitas vezes também é relacionado e tem que se questionar se a vitamina D está na dosagem certa.

Muitas vezes pode ter problema de cicatrização, queda de cabelo, dor muscular e outras doenças. Existem trabalhos mostrando que pacientes hipertensas podem ter dificuldade maior de tratamento, tem a ver com pacientes com diabete, ou seja, a vitamina D ela parece influenciar em toda essa situação do corpo.

MC Por que é comum o déficit de vitamina D na menopausa? DMT Não existe nada relacionado especificamente ao período. A vitamina D é importante na menopausa pelos sintomas que a mulher tem e pelo quadro que a própria menopausa pode causar, muitas delas um desânimo, é onde realmente tem uma perda óssea maior, então a vitamina D, neste momento, precisa estar realmente muito bem, mas não é que é na menopausa que diminui a vitamina D.

Qualquer pessoa, tanto na sua fase da adolescência, como na fase adulta pode ter uma deficiência de vitamina D. Isso se deve principalmente à falta de exposição aos raios solares, hoje quando nós tomamos sol, primeiro que não é qualquer sol, tem que ser um sol das 10 da manhã até é às 13 horas, mas sem protetor e nessa fase a mulher não costuma tomar sol com frequência e quando toma usa protetor, até porque no período da menopausa a pele é mais ressecada, então a gente protege mais a pele nesse sentido.

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É necessário ter um cuidado maior nessa fase justamente pela maior propensão, pelo próprio envelhecimento da pessoa, claro que o osso acaba envelhecendo também, a tendência de perda óssea é maior. Uma das principais funções da vitamina D é permanecer o cálcio dentro do osso, então se a vitamina D não está boa, o cálcio vai sair deste osso, justamente no período da menopausa que não é o que tem que ocorrer.

MC A falta de vitamina D está ligada à osteoporose? Qual a relação? DMT Está intimamente ligada à osteoporose. O que vem a ser osteopenia e osteoporose já é a diminuição dessa densidade do osso. O osso vai ficando com menos massa óssea, então ele vai tendo menos calcificação dentro dele e aí é comum ser mais propício uma fratura patológica, principalmente naquelas mulheres com osteoporose mais severas, o grande responsável é o cálcio e um dos grandes responsáveis por manter o cálcio dentro do osso é a vitamina D.

Portanto, se a vitamina D está menor, a tendência é realmente desse cálcio sair deste osso, porque uma das funções da vitamina D é mantê-lo, formando parte dessa densidade óssea. A deficiência de vitamina D também leva a um aumento da estimulação de outra glândula que é a glândula paratireóide, responsável por estimular indiretamente os óstios osteoclastos, que são aquelas células que destroem.

Pelo que eu já falei anteriormente, até pela idade um pouco mais avançada, o próprio osso tem o seu desgaste, mas a vitamina D é imprescindível para manter esse equilíbrio de cálcio dentro do osso, evitando uma perda maior ou pelo contrário até possibilitando um ganho de massa óssea nessa mulher.

  • MC É possível repor a vitamina D por meio de alimentação, mudando o estilo de vida ou é preciso recorrer aos suplementos? Neste caso, qual seria o melhor? DMT Pouquíssimos alimentos são ricos em vitamina D e não garantem realmente essa reposição.
  • A principal fonte de vitamina D são os raios solares, então não é em cima de uma alimentação ou algum alimento específico que nós vamos repor a deficiência de vitamina D.

Nesse caso partimos para o suplemento. Não existe no mercado o melhor suplemento, se existisse isso a gente só usava um suplemento, mas no mercado existem dosagens de vitamina D por unidades. Então hoje tem comprimentos de 1000 unidades internacionais, comprimidos de 5000, comprimidos de 10000, comprimidos de 30000, de 50000 unidades e aí depende da deficiência de vitamina D que essa mulher está para repomos vitamina D propriamente dita em cima de comprimidos.

Se essa deficiência for muito intensa, nós podemos usar um comprimido por semana de 50000, por 2 meses seguidos, depois passamos por uma manutenção e aí a gente vai dosando esse ganho de vitamina D naquela mulher. Complementando em relação à vitamina D, por exemplo, fontes de vitamina D é o salmão, sardinha, atum, gema de ovo, cogumelo, por exemplo, suco de laranja, mas nós não nos baseamos unicamente em alimentos, porque eles não conseguem repor especificamente uma quantidade suficiente que precisamos.

MC A falta de vitamina D na pré-menopausa eleva o risco de desenvolver câncer de mama? DMT Muitos estudos relacionam a vitamina D com uma maior chance de câncer em geral, não especificamente de mama, até pela baixa imunidade. Por todas essas repercussões que a vitamina D causa, existe essa situação.

  • Especificamente, o câncer de mama, alguns estudos tentaram e tentam relacionar a vitamina D a ele, mas esses estudos são inconclusivos.
  • Existem estudos mostrando que podem desenvolver um quadro mais grave, mas a verdade é que não tem nenhum estudo muito bem realizado e que possa nos garantir que uma deficiência de vitamina D faz com que aquela pessoa desenvolva um câncer de mama.

Então são trabalhos completamente inconclusivos que não me permite falar aqui que seria uma das causas daquela mulher está desenvolvendo o câncer de mama. MC Quando é necessário fazer a reposição da vitamina D? Quando percebemos que a dosagem de vitamina D não está boa.

  • DMT Existe a vitamina D2 e a D3, a do ser humano é a D3, aquela que a gente pode encontrar em alguns alimentos, como peixes gordurosos, mas o alimento não é uma grande fonte de vitamina D e, sim, o sol entre 10 da manhã e 2 da tarde.
  • Hoje é uma dificuldade isso, porque nós temos hábitos mais dentro de casa e quando tomamos sol, tomamos com proteção.

Então essa absorção ela não é a ideal, mas vamos supor que seja esse sol das 10 às 2:00, preconizados entre 15 e 20 minutos por dia, já seria o suficiente para que eu tenha uma fonte de vitamina D. Sendo assim, vou suplementar quando perceber que está abaixo.

  1. Hoje nós consideramos aceitável 30 nanogramas por decilitro, acima de 30.
  2. O ideal é acima de 40, é ótimo quando está em 50, 60 é a dosagem nesse sentido e a gente preconiza entrar com suplementos.
  3. Existem suplementos próprios para vitamina D é e que inclusive com quantidades maiores e quantidades menores.

Hoje tem de 1000 unidades internacionais, 2000 unidades internacionais, 10000 unidades internacionais e aí vai hoje tem comprimidos até de 50000 unidades internacionais que a gente pode dar semanalmente, pode dar a cada 2 semanas e aí vai de caso a caso.

  • MC A vitamina D pode ajudar a prevenir a menopausa precoce? Existe relação entre a falta de vitamina D com menopausa precoce? DMT Várias mulheres têm vitamina D absolutamente normais e entram numa menopausa precoce.
  • O que a gente chama de precoce hoje é abaixo de 42 anos, entre 42 e 55 é até normal se entrar numa menopausa hoje em dia, portanto, não significa que ela está baixa que eu vou ter uma menopausa precoce.

Talvez o mais importante disso seja pela ação do estrogênio, porque o estrogênio é o hormônio principal da mulher, aí sim a deficiência do estrogênio, baixa de estrogênio ou pacientes submeteram a cirurgias principalmente ovarianas aonde destrói reserva ovariana, essas sim são mais propensas a uma menopausa precoce.

Qual o medicamento que tem estrogênio e progesterona?

Femoston® Conti é uma Terapia de Reposição Hormonal que contém dois tipos de hormônios femininos, um estrogênio chamado estradiol e uma progesterona chamada didrogesterona. Femoston® Conti é indicado para mulheres que se encontram na pós menopausa.

Quanto tempo demora para sentir os efeitos da reposição hormonal?

Quanto tempo leva para fazer efeito? – No início, normalmente as mulheres recebem a dose mais baixa possível de TRH. Pode levar até três meses para que uma paciente tomando TRH sinta os efeitos completos. Nesse processo, algumas podem precisar também que sua dose e tipo de TRH sejam ajustados.

De acordo com o ginecologista Rogério Bonassi, presidente da Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), a entidade e outras instituições internacionais, como a Sociedade Internacional da Menopausa e a Sociedade Norte-Americana de Menopausa, não definem um prazo para o fim do uso da TRH, como se fazia no passado — determinando por exemplo um limite de três ou cinco anos para interrupção do tratamento.

Bonassi acrescenta que tampouco há uma norma sobre isso por órgãos de saúde brasileiros. “Não existe nenhuma normatização para que se faça interrupção da TRH de acordo com o tempo de uso. Até quando você pode usar a terapia de reposição hormonal? Nós costumamos falar para as pacientes: até a próxima consulta: Então ano a ano, caso a caso, será avaliado o quanto os benefícios superam os riscos”, explica o médico, que tem doutorado em medicina. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Médico analisa mamografia; combinação de estrogênio e progesterona na TRH aumenta risco de câncer de mama, mas Sociedade Britânica da Menopausa diz que risco é menor do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia Parece haver algum consenso entre especialistas de que a terapia de reposição hormonal tem mais benefícios do que malefícios, mas estudos continuam a ser produzidos buscando elucidar a questão.

  1. Alguns tipos de TRH têm sido associados a um risco ligeiramente aumentado de câncer, como já mencionado em relação ao endométrio e às mamas.
  2. A Sociedade Britânica da Menopausa, porém, diz que no caso do câncer de mama, a terapia traz menos riscos do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia.

E o risco diminui gradualmente depois que o medicamento é interrompido. Há também um pequeno risco de surgimento de coágulos ao se tomar a TRH. Mas isso depende de outras coisas também, como tabagismo, peso e idade. Os riscos diminuem se o tratamento for via adesivo ou gel, em vez de comprimidos.