Qual O Significado Da Pulseira De Sutiã?

Qual é o significado de uma pulseira de sutiã?

Simboliza respeito, dignidade, devoção, piedade, sinceridade, espiritualidade, purificação e transformação.

Qual é o significado da pulseira de sutiã preta?

Pulseiras do sexo | O TEMPO Elas são coloridas, bonitas e enfeitam os braços de vários jovens e adolescentes. O que não dá para saber à primeira vista é que as pulseiras de silicone – uma verdadeira “febre” entre os jovens – tornaram-se sinônimo de um ousado jogo sexual.

Na brincadeira conhecida como “snap”, cada cor do acessório tem um significado, que vai desde um inocente abraço até uma relação sexual. Com atraso em relação a outros Estados, a moda chega, agora, aos colégios de Minas e já é sucesso entre meninos e meninas de 10 a 17 anos. Nas regras do jogo, um jovem usa as pulseiras e, caso outro consiga arrebentá-las, o primeiro tem que pagar como prenda uma carícia indicada pela cor do objeto.

O castigo mais leve é o da cor amarela, que representa um abraço. Já a pulseira preta indica uma relação sexual. A brincadeira teve início na Inglaterra e se difundiu pelo mundo por meio da internet. Lá, elas foram batizadas de “shag bands” (pulseiras do sexo).

Em Minas Gerais, os acessórios começaram a ganhar mais visibilidade neste mês. Basta passar pelas escolas da capital para notar que a pulseirinha colorida já é “febre” entre a meninada. No Instituto de Educação de Minas Gerais, a brincadeira é bastante conhecida. Uma menina de 14 anos, da 8ª série, por exemplo, conta que tem cerca de 60 pulseiras.

Decidida, a garota usa várias, cada uma de uma cor diferenciada. “Se arrebentar, espero que seja a preta”, afirma sem qualquer pudor. A amiga dela, outra adolescente de 14 anos, também desfila com vários acessórios coloridos. No entanto, diz que não vai entrar no jogo.

“Eu acho que não estou na idade. Tem que ter maturidade e cabeça no lugar”, justifica. Outro aluno do Instituto de Educação, de 18 anos, conta que já teve mais de 20 pulseiras arrebentadas. Pagou uma prenda para cada uma das perdas. “Já arrebentaram de todas as cores. Até a do sexo. Mas, dentro da escola, a gente só faz as coisas mais leves, como abraço e beijo”, diz.

A diretora do instituto, Marília Sarti, afirma não ter conhecimento da brincadeira no ambiente escolar. “Se percebermos, vamos chamar o aluno e explicar que isso não pode ocorrer na escola”, afirma. No Colégio Padre Eustáquio, o adorno ficou tão famoso que é até vendido na porta por ambulantes.

Há pouco mais de uma semana, o baleiro Márcio Gonçalves começou a comercializar as pulseiras e já comemora os lucros com o produto. “Em uma semana, vendi 60 pacotes de 12 unidades. Cada uma delas por R$ 0,50”. Ele diz ignorar o significado do jogo. “Para mim, o objetivo delas é deixar o braço mais bonito”, afirma.

De acordo com um estudante do colégio, de 17 anos, a maioria dos alunos aderiu à moda. “Todo mundo está usando a pulseira, e a maioria das pessoas participa da brincadeira”. De acordo com a coordenadora pedagógica do Padre Eustáquio, Dulce Maria Mantuano, assim que ficou sabendo da nova moda, a direção convocou setores pedagógicos para preparar os profissionais.

Qual o significado da pulseira de sutiã marrom?

O marrom é uma cor neutra, que trás em seu significado algumas representações de seriedade, integridade, solidez e segurança.

Qual o significado de cada cor da pulseira de sutiã?

Pulseiras coloridas causam alarde nas escolas de Curitiba

O que era para ser apenas mais um modismo entre os jovens virou preocupação para pais e diretores de escolas de ensino fundamental de Curitiba. As pulseiras coloridas e de silicone, febre entre os pré-adolescentes e adolescentes, têm exigido medidas de orientação por parte das escolas aos alunos para esclarecimentos sobre sua significação.Muitos jovens usam as pulseiras sem saber realmente qual o significado das cores. E para isso tem explicação. Fazem parte de um jogo que teria surgido na Inglaterra, em que cada cor tem um significado de conotação afetiva ou sexual, que vai desde um abraço a relações sexuais completas.De acordo com o “código das pulseiras”, a amarela significa abraço; a rosa, mostrar o seio; a laranja, dentadinha de amor; a roxa, beijo com a língua (talvez sexo); vermelha, dança erótica; verde, chupões no pescoço; branca, a menina escolhe o que quer; azul, sexo oral a ser praticado pela menina; preta, fazer sexo com quem arrancar a pulseira e dourada, fazer todos as ações citadas.Bruna Caroline da Silva, 14 anos, aluna do Colégio Dom Bosco, diz que já usava a pulseira havia duas semanas e só agora soube do seu significado. “Nem fazia ideia desse significado que estão falando, mas acho uma bobeira. Eu não uso por ser um jogo e sim porque acho bonitinha. É colorida e está na moda”, afirma.Algumas escolas de Curitiba têm orientado os alunos para que tirem as pulseiras quando estiverem dentro das dependências da instituição. Miguel Paes Maia, 12 anos, aluno do Colégio Bom Jesus, ficou revoltado com a ideia de ter que tirar as pulseiras. “Todo mundo na escola usa, é uma besteira”, comenta. A mãe, Meire Paes Maia, diz que o medo dela é em relação às pessoas de fora das escolas que podem se aproveitar da situação para tentar algo. “O Miguel começou a usar as pulseiras por ser uma febre, todo mundo estava usando. Assim que soube sobre o jogo o orientei a tirar. Até que se prove que não é nada, que não passa de boatos, vou continuar instruindo o Miguel a não usar”, ressalta.A sexóloga Halia Pauliv de Souza destaca que é importante o jovem ter uma maturidade para encarar essa situação. “Essa significação das cores das pulseiras mexe com a autoestima da pessoa. Os jovens precisam analisar se realmente precisam embarcar nesse jogo para conquistar ou seduzir alguém. Caso contrário podem ser encarados como simples objetos”, salienta.O presidente do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR), Ademar Batista Pereira, recomenda que as escolas aproveitem o momento para tratarem de um assunto delicado com os jovens. “Por se tratar de um assunto que muitas vezes não é discutido em casa, as escolas têm que aproveitar essa situação para orientar os pais e os alunos em relação à sexualidade”, afirma.Pereira diz que a imprensa deu um espaço desnecessário para o caso. “Tudo o que é “obrigado” chama a atenção das pessoas. Vejo como uma estratégia de marketing que deu certo. Essa pulseirinha vai vender bem mais com essa abordagem que vem sendo feita”, complementa.Os colégios de Curitiba têm esclarecido pais e alunos quanto à significação das pulseiras e quanto à utilização dentro das instituições, uma vez que cada uma possui suas próprias regras. De acordo com o assistente de alunos do Colégio Marista Paranaense, Silvio Duda, a instituição tem orientado pais e estudantes sobre a simbologia das pulseiras. “Dissemos aos alunos que não usassem dentro da escola. Passamos de sala em sala e também atendemos individualmente”, explica. Segundo ele, a grande maioria dos alunos só foi saber desse jogo depois da divulgação na mídia.As escolas não têm proibido os alunos de usarem, mas os orientaram a não comparecer às aulas com elas. De acordo com informações da assessoria de imprensa do Colégio Bom Jesus, a instituição também não proibiu os alunos de usarem, mas também os orienta a não irem às aulas com elas. As medidas adotadas provocam indignação de alunos que não veem esse lado sexual do jogo, o qual foi mencionado pela imprensa. “Já uso faz tempo e não vou tirar. Nem sabia do jogo, fiquei sabendo porque colocaram um informativo na escola dizendo que não podiam proibir, mas que é para tomar cuidado. Só joga quem quer”, diz a estudante Anna Carolina Dozorski, de 14 anos. “Se arrebentarem uma pulseira minha não vou fazer nada, não preciso entrar na onda, não sou obrigado a nada. Isso é uma besteira, eu já usava muito antes de falarem que é um jogo”, comenta o estudante Edgar Roberto Candido Luciano, 15 anos. Ambos os alunos estudam no Colégio Estadual Nossa Senhora de Fátima. (Envolverde/Nota 10)
© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

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Pulseiras coloridas causam alarde nas escolas de Curitiba

Qual é o significado da pulseira de sutiã branca?

Símbolo da paz e da espiritualidade. A cor branca também simboliza virtude e amor a Deus e ilumina o lado espiritual, além de restabelecer o equilíbrio interior.

Qual é o significado da pulseira de sutiã azul?

A cor azul significa paz, sonho, serenidade, lealdade, sinceridade, sabedoria e fé. Acalma e traz equilíbrio ao corpo e ao espírito. O seu uso em momentos de tristeza pode ser reconfortante e estimulante.

Qual é o significado das pulseiras?

A pulseira, por ser um instrumento de identificação, tem o significado de diferenciar e separar. O que acontece é que a pulseira pode ser usada também para paquera. Isso acontece quando as pulseiras são coloridas, e dentro de um ambiente, elas adquire, um significado completamente distinto.

Qual é o significado da pulseira rosa?

Pulseira rosa = infecção por bactéria multirresistente – A identificação de risco é realizada pela enfermeira do Serviço Controle de Infecção Hospitalar, mediante sinalização da equipe médica.

Qual é o significado da pulseira roxa?

Prevenção de quedas no HFF: utentes de alto risco sinalizados com pulseira roxa O risco de quedas dos utentes adultos internados no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (HFF) é avaliado durante as primeiras doze horas de internamento através da escala de Morse.

  • Esta é uma das medidas adotadas pelo Grupo de Prevenção e Controlo de Quedas do hospital – coordenado por Ana Fontainhas, enfermeira responsável do Hospital de Dia de Medicina e Especialidades Médicas –, com o objetivo de aumentar a segurança dos utentes, uma das preocupações prioritárias dos sistemas de controlo da qualidade em saúde.
  • Para que os utentes e seus familiares percebam a razão da pulseira roxa, o Grupo criou um poster, afixado nas enfermarias, no qual explica o que significa um score de alto risco e as possíveis consequências.

No internamento, recebem também um guia de acolhimento sobre prevenção de quedas com conselhos relativos à roupa e calçado adequados e cuidados a ter no quarto/enfermaria ou na casa de banho, nomeadamente durante a marcha.As quedas de utentes nos hospitais “são eventos com causas individuais ou ambientais com um elevado impacto biopsicossocial, devido à morbilidade e mortalidade (por alterações da funcionalidade global, podendo causar alteração dos padrões de postura e de equilíbrio e, posteriormente, mais vulnerabilidade a quedas ou por medo de voltar a cair), que resultam, em última instância, no aumento dos custos com cuidados de saúde”, refere Ana Fontainhas.”A diferença entre o ambiente hospitalar e o doméstico gera alterações de espaço e organização do indivíduo, que podem representar uma grande mudança, principalmente para os utentes mais idosos ou com maior dificuldade de ajustamento a alterações desse ambiente”, sublinha a enfermeira. Ana FontainhasAtento a todas estas questões, o Grupo de Prevenção e Controlo de Quedas do HFF está, neste momento, a preparar outro folheto sobre exercícios de fortalecimento muscular para o utente realizar no leito/enfermaria, quando é semidependente ou independente. Ana Fontainhas com Raquel Cunha, elemento do Grupo e enfermeira responsável do Serviço de Neurologia Maioria das quedas ocorre durante a manhã Os locais onde ocorrem mais quedas são o quarto/enfermaria (64%), os corredores (11%) e as instalações sanitárias (9%). A formação dos profissionais é essencial, refere Ana Fontainhas, esclarecendo: “Normalmente decorre no anfiteatro do hospital mas, este ano, realizámos formação em sala dirigida aos chefes de serviço e aos dinamizadores da qualidade e segurança. A ideia é que sejam eles próprios a replicá-la nos respetivos serviços, dando aos profissionais maior responsabilidade neste domínio.”O próximo projeto visa o envolvimento dos agrupamentos de centros de saúde (ACES) da área de influência do hospital.

  1. Criado em 1998, pela Direção de Enfermagem, o Grupo de Prevenção e Controlo de Quedas do HFF, inserido no Serviço de Qualidade e Segurança, é constituído por uma equipa multidisciplinar que integra enfermeiros dos departamentos de Medicina, Cirurgia e Pediatria, com especialidade em Reabilitação, uma fisiatra, um terapeuta ocupacional, uma fisioterapeuta e um técnico superior do Serviço da Qualidade.

A reportagem pode ser lida na edição de outubro do Hospital Público.

Qual é o significado da pulseira de sutiã Dourada?

O jogo das pulseirinhas/A pulseirinha do sexo Sexo O jogo das pulseirinhas Feitas de plástico colorido, elas deram origem a uma brincadeira que leva as crianças a falar de sexo – para angústia de pais e professores

Adolescentes com as “pulseiras da amizade”. Arrebentar a de outra pessoa é um convite à intimidade

E ra para ser só uma brincadeira de criança – usar, trocar e emprestar as pulseirinhas de plástico coloridas exibidas aos montes nos pulsos de meninos e meninas. Mas a pulseiramania virou polêmica e foi proibida em algumas escolas da Inglaterra e dos Estados Unidos depois que se criou, a partir delas, uma espécie de jogo com conotação sexual.

Chamado snap game (algo como jogo de arrancar, em português), ele consistiria no seguinte: o garoto que conseguisse arrebentar a pulseira de uma menina teria direito a uma versão apimentada do velho “beijo, abraço ou aperto de mão”, de acordo com a cor do acessório. As ações iriam de um simples abraço (a pulseirinha amarela) ao sexo propriamente dito (a de cor preta) – daí por que elas passaram a ser conhecidas nesses países como sex bracelets, ou pulseiras do sexo.

A proibição teria sido motivada pelos relatos de crianças a pais e professores sobre o real significado de cada uma das cores dos braceletes. Num diálogo publicado no jornal britânico The Times, uma garota de 9 anos explica à professora como funciona a brincadeira: “Se um garoto arrebentar a pulseira azul, você deve fazer sexo oral nele”.

  • Não há nenhuma evidência de que as crianças e os pré-adolescentes estivessem chegando às últimas consequências do jogo.
  • Aliás, essa possibilidade é praticamente descartada pelos especialistas.
  • O certo é apenas isto: as pulseiras levaram a garotada a falar sobre sexo.
  • E pais e professores não se sentem preparados a tratar desse assunto com crianças tão novas – na sua maioria, entre 8 e 11 anos.

A decisão das escolas americanas e inglesas de proibir o uso das pulseiras não põe fim à discussão. “Tirar a polêmica do radar das escolas não resolve o problema e instiga ainda mais a curiosidade das crianças”, diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo. Ao se tornar clandestina, a brincadeira da pulseira fica ainda mais interessante.

  1. As pulseirinhas de plástico, que já foram moda na década de 80 nos pulsos de Madonna, voltaram à cena neste ano inicialmente entre estudantes americanos e europeus.
  2. Aqui, elas se tornaram populares a partir da metade do ano e podem ser encontradas aos milhares em bancas de jornal e barracas de camelô a preços irrisórios.

O pacote com doze pulseiras custa 1 real – elas não poderiam vir de outro lugar senão da China. Até recentemente, as pulseirinhas serviam exclusivamente para ser trocadas como figurinhas ou para pular corda (as meninas fazem uma longa corrente da junção de várias pulseiras).

“Lá na escola ninguém tenta arrebentar a pulseira de ninguém”, diz Antonio Carlos Fiorezzi, de 11 anos. No último mês, no entanto, as notícias sobre o snap game começaram a circular no país. Bem informadas, as crianças, se não pesquisaram na internet, souberam por outros coleguinhas o significado malicioso das cores das pulseiras.

E aconteceu, aqui, exatamente o que aconteceu na Inglaterra e nos Estados Unidos: as pulseirinhas ganharam conotação sexual e passou-se a falar sobre sexo por causa delas. No Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, o assunto foi levantado pelos próprios alunos.

Partiu deles a iniciativa de procurar a diretoria para saber se estavam autorizados a continuar usando os acessórios. Em vez de proibir, o colégio optou pelo diálogo. Enviou um e-mail aos pais com informações veiculadas sobre as pulseiras coloridas para estimular as conversas dentro de casa. O assunto também foi levado às salas de aula.

“A proibição das pulseiras não faz sentido. O diálogo é o primeiro passo para evitar que a informação chegue distorcida a essas crianças”, explica Chico Sedrez, diretor educacional do colégio. “Quanto mais bem informadas, menos vulneráveis elas ficam.” Ainda que os pais não se sintam à vontade para falar sobre sexo com os filhos pequenos, é importante que o façam sempre que partir deles a conversa.

  1. Este é o mundo em que vivemos: as crianças são expostas cada vez mais cedo a temas ligados a sexo e passam a levar precocemente esse assunto para dentro de casa.
  2. Segundo os psicólogos, crianças de 8 a 11 anos não têm maturidade nem interesses sexuais.
  3. Nesse caso, as respostas devem ser proporcionais à curiosidade delas.

Já na questão específica das pulseirinhas, a recomendação é outra: os pais devem se adiantar à dúvida dos filhos e alertar sobre a existência de um jogo diferente com as pulseiras. Não é preciso entrar em detalhes íntimos se não forem mencionados, evidentemente.

  • Mas saber o que acontece é importante para que a criança possa se proteger de uma eventual participação no jogo.
  • Para puxar o assunto, basta dizer que soube de uma brincadeira com a pulseira envolvendo beijo e abraço, por exemplo”, ensina Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan e educadora sexual do Colégio Bandeirantes, em São Paulo.

Ninguém sabe exatamente onde surgiu o tal jogo do snap. É bem provável que tenha sido criação de meninos e meninas adolescentes, no auge de sua sexualidade. Criar códigos para expressar desejos é uma forma de estabelecer um mundo com regras próprias, que escapam à autoridade dos pais.

  • As pulseiras são símbolos efêmeros, mas que dizem muito sobre a atual geração”, diz a psiquiatra Carmita Abdo.
  • Ela busca atender de imediato aos seus desejos, de forma direta, sem rodeios.” Exceto por constituírem outro fator de exposição precoce dos pequenos ao sexo, as pulseirinhas coloridas tendem a ser mais um modismo sem grandes consequências, como tantos outros.

Foi assim com os tamagotchis, criaturinhas virtuais que, surgidas nos anos 90, faziam as vezes de bicho de estimação: nasciam, cresciam e, na falta de amor e carinho, ficavam doentes e morriam. De cara eles foram reprovados: na época, o robozinho foi responsabilizado pelo aumento do número de casos de depressão infantil e pela diminuição do rendimento escolar dos pequenos.

Fonte: Rev. Veja, Daniela Macedo, ed.2143, 16/12/09. A pulseirinha do sexo Os jovens aderem à moda dos braceletes coloridos – muitos deles sem saber de seu significado erótico S ão pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente.

  1. Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados com rumores sobre seu verdadeiro significado.
  2. Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor.

Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo. Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”).

Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores (leia o quadro abaixo). O assunto chamou a atenção da imprensa e virou motivo de alarde entre pais e educadores quando crianças do ensino fundamental começaram a usar as pulseiras. Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar ao Brasil.

Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte deles parece desconhecer seu significado.

Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.” Vendidas por camelôs em qualquer cidade grande brasileira, a novidade ficou conhecida por aqui como pulseira cool (legal, na tradução do inglês), pulseira da amizade ou pulseira da malhação.

Um pacote com 20 unidades, de cores sortidas, custa cerca de R$ 1. Entre os mais jovens e os que não levam o sentido do snap a sério, as pulseiras também resumem o “currículo” sexual da pessoa. Vale a mesma regra das cores: quem já fez sexo pode exibir sua pulseira preta.

  1. Os mais “populares” costumam usar a cor dourada.
  2. Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade Federal de São Paulo.

“Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.

Qual é o significado de cada cor?

‘Vermelho é a cor do amor; laranja, da energia; amarelo, da alegria; verde, da esperança; azul, da tranquilidade; violeta, da religiosidade; preto, do luto; cinza, da seriedade; branco da paz.

Qual é o significado da cor preta?

A cor preta consiste na cor mais escura de todo o espectro das cores e costuma simbolizar respeito, morte, isolamento, medo, solidão.

O que significa liga preta no pulso?

Pulseiras do sexo | O TEMPO Elas são coloridas, bonitas e enfeitam os braços de vários jovens e adolescentes. O que não dá para saber à primeira vista é que as pulseiras de silicone – uma verdadeira “febre” entre os jovens – tornaram-se sinônimo de um ousado jogo sexual.

Na brincadeira conhecida como “snap”, cada cor do acessório tem um significado, que vai desde um inocente abraço até uma relação sexual. Com atraso em relação a outros Estados, a moda chega, agora, aos colégios de Minas e já é sucesso entre meninos e meninas de 10 a 17 anos. Nas regras do jogo, um jovem usa as pulseiras e, caso outro consiga arrebentá-las, o primeiro tem que pagar como prenda uma carícia indicada pela cor do objeto.

O castigo mais leve é o da cor amarela, que representa um abraço. Já a pulseira preta indica uma relação sexual. A brincadeira teve início na Inglaterra e se difundiu pelo mundo por meio da internet. Lá, elas foram batizadas de “shag bands” (pulseiras do sexo).

Em Minas Gerais, os acessórios começaram a ganhar mais visibilidade neste mês. Basta passar pelas escolas da capital para notar que a pulseirinha colorida já é “febre” entre a meninada. No Instituto de Educação de Minas Gerais, a brincadeira é bastante conhecida. Uma menina de 14 anos, da 8ª série, por exemplo, conta que tem cerca de 60 pulseiras.

Decidida, a garota usa várias, cada uma de uma cor diferenciada. “Se arrebentar, espero que seja a preta”, afirma sem qualquer pudor. A amiga dela, outra adolescente de 14 anos, também desfila com vários acessórios coloridos. No entanto, diz que não vai entrar no jogo.

Eu acho que não estou na idade. Tem que ter maturidade e cabeça no lugar”, justifica. Outro aluno do Instituto de Educação, de 18 anos, conta que já teve mais de 20 pulseiras arrebentadas. Pagou uma prenda para cada uma das perdas. “Já arrebentaram de todas as cores. Até a do sexo. Mas, dentro da escola, a gente só faz as coisas mais leves, como abraço e beijo”, diz.

A diretora do instituto, Marília Sarti, afirma não ter conhecimento da brincadeira no ambiente escolar. “Se percebermos, vamos chamar o aluno e explicar que isso não pode ocorrer na escola”, afirma. No Colégio Padre Eustáquio, o adorno ficou tão famoso que é até vendido na porta por ambulantes.

  • Há pouco mais de uma semana, o baleiro Márcio Gonçalves começou a comercializar as pulseiras e já comemora os lucros com o produto.
  • Em uma semana, vendi 60 pacotes de 12 unidades.
  • Cada uma delas por R$ 0,50″.
  • Ele diz ignorar o significado do jogo.
  • Para mim, o objetivo delas é deixar o braço mais bonito”, afirma.

De acordo com um estudante do colégio, de 17 anos, a maioria dos alunos aderiu à moda. “Todo mundo está usando a pulseira, e a maioria das pessoas participa da brincadeira”. De acordo com a coordenadora pedagógica do Padre Eustáquio, Dulce Maria Mantuano, assim que ficou sabendo da nova moda, a direção convocou setores pedagógicos para preparar os profissionais.

Qual significado da pulseira de sutiã amarela?

O jogo das pulseirinhas/A pulseirinha do sexo Sexo O jogo das pulseirinhas Feitas de plástico colorido, elas deram origem a uma brincadeira que leva as crianças a falar de sexo – para angústia de pais e professores

Adolescentes com as “pulseiras da amizade”. Arrebentar a de outra pessoa é um convite à intimidade

E ra para ser só uma brincadeira de criança – usar, trocar e emprestar as pulseirinhas de plástico coloridas exibidas aos montes nos pulsos de meninos e meninas. Mas a pulseiramania virou polêmica e foi proibida em algumas escolas da Inglaterra e dos Estados Unidos depois que se criou, a partir delas, uma espécie de jogo com conotação sexual.

  • Chamado snap game (algo como jogo de arrancar, em português), ele consistiria no seguinte: o garoto que conseguisse arrebentar a pulseira de uma menina teria direito a uma versão apimentada do velho “beijo, abraço ou aperto de mão”, de acordo com a cor do acessório.
  • As ações iriam de um simples abraço (a pulseirinha amarela) ao sexo propriamente dito (a de cor preta) – daí por que elas passaram a ser conhecidas nesses países como sex bracelets, ou pulseiras do sexo.

A proibição teria sido motivada pelos relatos de crianças a pais e professores sobre o real significado de cada uma das cores dos braceletes. Num diálogo publicado no jornal britânico The Times, uma garota de 9 anos explica à professora como funciona a brincadeira: “Se um garoto arrebentar a pulseira azul, você deve fazer sexo oral nele”.

  1. Não há nenhuma evidência de que as crianças e os pré-adolescentes estivessem chegando às últimas consequências do jogo.
  2. Aliás, essa possibilidade é praticamente descartada pelos especialistas.
  3. O certo é apenas isto: as pulseiras levaram a garotada a falar sobre sexo.
  4. E pais e professores não se sentem preparados a tratar desse assunto com crianças tão novas – na sua maioria, entre 8 e 11 anos.

A decisão das escolas americanas e inglesas de proibir o uso das pulseiras não põe fim à discussão. “Tirar a polêmica do radar das escolas não resolve o problema e instiga ainda mais a curiosidade das crianças”, diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo. Ao se tornar clandestina, a brincadeira da pulseira fica ainda mais interessante.

As pulseirinhas de plástico, que já foram moda na década de 80 nos pulsos de Madonna, voltaram à cena neste ano inicialmente entre estudantes americanos e europeus. Aqui, elas se tornaram populares a partir da metade do ano e podem ser encontradas aos milhares em bancas de jornal e barracas de camelô a preços irrisórios.

O pacote com doze pulseiras custa 1 real – elas não poderiam vir de outro lugar senão da China. Até recentemente, as pulseirinhas serviam exclusivamente para ser trocadas como figurinhas ou para pular corda (as meninas fazem uma longa corrente da junção de várias pulseiras).

“Lá na escola ninguém tenta arrebentar a pulseira de ninguém”, diz Antonio Carlos Fiorezzi, de 11 anos. No último mês, no entanto, as notícias sobre o snap game começaram a circular no país. Bem informadas, as crianças, se não pesquisaram na internet, souberam por outros coleguinhas o significado malicioso das cores das pulseiras.

E aconteceu, aqui, exatamente o que aconteceu na Inglaterra e nos Estados Unidos: as pulseirinhas ganharam conotação sexual e passou-se a falar sobre sexo por causa delas. No Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, o assunto foi levantado pelos próprios alunos.

Partiu deles a iniciativa de procurar a diretoria para saber se estavam autorizados a continuar usando os acessórios. Em vez de proibir, o colégio optou pelo diálogo. Enviou um e-mail aos pais com informações veiculadas sobre as pulseiras coloridas para estimular as conversas dentro de casa. O assunto também foi levado às salas de aula.

“A proibição das pulseiras não faz sentido. O diálogo é o primeiro passo para evitar que a informação chegue distorcida a essas crianças”, explica Chico Sedrez, diretor educacional do colégio. “Quanto mais bem informadas, menos vulneráveis elas ficam.” Ainda que os pais não se sintam à vontade para falar sobre sexo com os filhos pequenos, é importante que o façam sempre que partir deles a conversa.

  • Este é o mundo em que vivemos: as crianças são expostas cada vez mais cedo a temas ligados a sexo e passam a levar precocemente esse assunto para dentro de casa.
  • Segundo os psicólogos, crianças de 8 a 11 anos não têm maturidade nem interesses sexuais.
  • Nesse caso, as respostas devem ser proporcionais à curiosidade delas.

Já na questão específica das pulseirinhas, a recomendação é outra: os pais devem se adiantar à dúvida dos filhos e alertar sobre a existência de um jogo diferente com as pulseiras. Não é preciso entrar em detalhes íntimos se não forem mencionados, evidentemente.

  • Mas saber o que acontece é importante para que a criança possa se proteger de uma eventual participação no jogo.
  • Para puxar o assunto, basta dizer que soube de uma brincadeira com a pulseira envolvendo beijo e abraço, por exemplo”, ensina Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan e educadora sexual do Colégio Bandeirantes, em São Paulo.

Ninguém sabe exatamente onde surgiu o tal jogo do snap. É bem provável que tenha sido criação de meninos e meninas adolescentes, no auge de sua sexualidade. Criar códigos para expressar desejos é uma forma de estabelecer um mundo com regras próprias, que escapam à autoridade dos pais.

  1. As pulseiras são símbolos efêmeros, mas que dizem muito sobre a atual geração”, diz a psiquiatra Carmita Abdo.
  2. Ela busca atender de imediato aos seus desejos, de forma direta, sem rodeios.” Exceto por constituírem outro fator de exposição precoce dos pequenos ao sexo, as pulseirinhas coloridas tendem a ser mais um modismo sem grandes consequências, como tantos outros.

Foi assim com os tamagotchis, criaturinhas virtuais que, surgidas nos anos 90, faziam as vezes de bicho de estimação: nasciam, cresciam e, na falta de amor e carinho, ficavam doentes e morriam. De cara eles foram reprovados: na época, o robozinho foi responsabilizado pelo aumento do número de casos de depressão infantil e pela diminuição do rendimento escolar dos pequenos.

Fonte: Rev. Veja, Daniela Macedo, ed.2143, 16/12/09. A pulseirinha do sexo Os jovens aderem à moda dos braceletes coloridos – muitos deles sem saber de seu significado erótico S ão pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente.

  • Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados com rumores sobre seu verdadeiro significado.
  • Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor.

Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo. Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”).

  • Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores (leia o quadro abaixo).
  • O assunto chamou a atenção da imprensa e virou motivo de alarde entre pais e educadores quando crianças do ensino fundamental começaram a usar as pulseiras.
  • Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar ao Brasil.

Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte deles parece desconhecer seu significado.

Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.” Vendidas por camelôs em qualquer cidade grande brasileira, a novidade ficou conhecida por aqui como pulseira cool (legal, na tradução do inglês), pulseira da amizade ou pulseira da malhação.

Um pacote com 20 unidades, de cores sortidas, custa cerca de R$ 1. Entre os mais jovens e os que não levam o sentido do snap a sério, as pulseiras também resumem o “currículo” sexual da pessoa. Vale a mesma regra das cores: quem já fez sexo pode exibir sua pulseira preta.

  • Os mais “populares” costumam usar a cor dourada.
  • Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade Federal de São Paulo.

“Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.

Qual é o significado da pulseira vermelha?

Sobre este item –

Significado: a pulseira de fio vermelho Kabalah é uma representação de proteção, boa sorte, força, fé e conexão. Um símbolo de pureza, bravura e generosidade. Acredita-se que ele remove energia indesejada. Usar uma pulseira vermelha lembra que você está protegido, seguro, amado e não há nada a temer.

História: A pulseira de corda vermelha da Cabalá não é religião, mas sim uma escola de pensamento. Pulseiras vermelhas originárias do judaísmo, budismo, cristianismo, hinduísmo e asiático. Ao longo da história, a pulseira vermelha foi usada para proteção, boa sorte e como um símbolo para proteger contra o mau-olhado.

Feito à mão nos EUA: esta pulseira de cordas vermelhas Kabalah impermeável é feita de materiais de alta qualidade – cordão elástico ajustável vermelho e pingente de coração de metal prateado na cor prata. Equipado com nós ajustáveis em cada lado. Instruções de como ajustar a pulseira estão incluídas.

Design moderno e prático: esta pulseira vermelha para mulheres com um lindo pingente de coração de metal prateado tem cordão elástico ajustável que facilita colocar e tirar o pulso. Outras pulseiras vermelhas podem ser difíceis de colocar e tirar sozinho. Pode ser ajustado de 12,7 cm de comprimento mínimo e cerca de 20 cm de comprimento máximo. Sinta-se confortável o dia todo. Use-o durante exercícios, viagens ou festas. Esta pulseira vermelha para proteção é feita para uso diário.

Belo presente: esta cabala pulseira de corda vermelha de coração pode ser apresentada como um presente de amizade, aniversário, dia dos namorados, dia das mães e para uso diário para proteger você e seus entes queridos. Este design simples e delicado de cabala de corda vermelha é adequado para todos.

O que significa pulseira lilás no hospital?

São eles: ‘Lilás: pacientes com risco de. queda ; Cinza: paciente do Pronto Socorro e do Pronto. Atendimento; Branca: paciente internado; Laranja: fístula arteriovenosa para pacientes em programa de.

O que significa fita preta no hospital?

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Centro Integrado de Saúde (CIS) e do bairro Cordeiros passaram a utilizar, nesta segunda-feira (27), as fitas de classificação de risco para atendimento aos pacientes. A medida garante que o usuário possa acompanhar melhor o tempo de espera.

O que significa pulseira vermelha e branca?

Pulseira branca = identificação do paciente – Colocada pela recepção, no momento da chegada do paciente ao hospital; Pulseira vermelha = atendimento particular – Colocada pela recepção, no momento da chegada do paciente.

O que significa pulseira de bolinhas pretas?

Significado: o significado místico do murano é energização, proteção e purificação. Ela desintegra toda energia negativa e cria um escudo de proteção espiritual ao redor da pessoa. Pulseira de bolinha preta murano 8mm crucifixo regulável, é uma ótima escolha para te deixar ainda mais estiloso.

Qual é o significado da pulseira de sutiã vermelha?

É considerada uma espécie de amuleto de proteção contra as más energias. A cor vermelha estimula o sistema nervoso, dá energia ao corpo e eleva a autoestima. E também representa paixão e sorte.

Qual é o significado das pulseiras?

A pulseira, por ser um instrumento de identificação, tem o significado de diferenciar e separar. O que acontece é que a pulseira pode ser usada também para paquera. Isso acontece quando as pulseiras são coloridas, e dentro de um ambiente, elas adquire, um significado completamente distinto.

Qual é o significado de pulseiras?

1. Objecto de adorno que se traz no pulso.

Qual o significado de usar Xuxinha no braço?

Elas são coloridas, bonitas e enfeitam os braços de vários jovens e adolescentes. O que não dá para saber à primeira vista é que as pulseiras de silicone – uma verdadeira “febre” entre os jovens – tornaram-se sinônimo de um ousado jogo sexual. Na brincadeira conhecida como “snap”, cada cor do acessório tem um significado, que vai desde um inocente abraço até uma relação sexual.

Com atraso em relação a outros Estados, a moda chega, agora, aos colégios de Minas e já é sucesso entre meninos e meninas de 10 a 17 anos. Nas regras do jogo, um jovem usa as pulseiras e, caso outro consiga arrebentá-las, o primeiro tem que pagar como prenda uma carícia indicada pela cor do objeto. O castigo mais leve é o da cor amarela, que representa um abraço.

Já a pulseira preta indica uma relação sexual. A brincadeira teve início na Inglaterra e se difundiu pelo mundo por meio da internet. Lá, elas foram batizadas de “shag bands” (pulseiras do sexo). Em Minas Gerais, os acessórios começaram a ganhar mais visibilidade neste mês.

Basta passar pelas escolas da capital para notar que a pulseirinha colorida já é “febre” entre a meninada. No Instituto de Educação de Minas Gerais, a brincadeira é bastante conhecida. Uma menina de 14 anos, da 8ª série, por exemplo, conta que tem cerca de 60 pulseiras. Decidida, a garota usa várias, cada uma de uma cor diferenciada.

“Se arrebentar, espero que seja a preta”, afirma sem qualquer pudor. A amiga dela, outra adolescente de 14 anos, também desfila com vários acessórios coloridos. No entanto, diz que não vai entrar no jogo. “Eu acho que não estou na idade. Tem que ter maturidade e cabeça no lugar”, justifica.

  1. Outro aluno do Instituto de Educação, de 18 anos, conta que já teve mais de 20 pulseiras arrebentadas.
  2. Pagou uma prenda para cada uma das perdas.
  3. Já arrebentaram de todas as cores.
  4. Até a do sexo.
  5. Mas, dentro da escola, a gente só faz as coisas mais leves, como abraço e beijo”, diz.
  6. A diretora do instituto, Marília Sarti, afirma não ter conhecimento da brincadeira no ambiente escolar.

“Se percebermos, vamos chamar o aluno e explicar que isso não pode ocorrer na escola”, afirma. No Colégio Padre Eustáquio, o adorno ficou tão famoso que é até vendido na porta por ambulantes. Há pouco mais de uma semana, o baleiro Márcio Gonçalves começou a comercializar as pulseiras e já comemora os lucros com o produto.

“Em uma semana, vendi 60 pacotes de 12 unidades. Cada uma delas por R$ 0,50”. Ele diz ignorar o significado do jogo. “Para mim, o objetivo delas é deixar o braço mais bonito”, afirma. De acordo com um estudante do colégio, de 17 anos, a maioria dos alunos aderiu à moda. “Todo mundo está usando a pulseira, e a maioria das pessoas participa da brincadeira”.

De acordo com a coordenadora pedagógica do Padre Eustáquio, Dulce Maria Mantuano, assim que ficou sabendo da nova moda, a direção convocou setores pedagógicos para preparar os profissionais. “Nossa preocupação é conscientizar e despertar os alunos para uma visão crítica da questão.