Quem Criou O Facebook?

Quem é o verdadeiro dono do Facebook?

Quem é Mark Zuckerberg Entre os fundadores do Facebook, que foi lançado em 2004, estão o brasileiro Eduardo Saverin, Chris Hughes e Dustin Moskovitz. O Facebook tem cerca de 2,7 bilhões de usuários mensais no mundo, além disso, a empresa possui o Instagram e o WhatsApp.

Como surgiu o Facebook e quem criou?

O Facebook surgiu em 2004, como uma evolução de um site anterior de Mark Zuckerberg, então estudante de computação em Harvard, chamado ‘Facemash’. O site consistia em relacionar fotos das estudantes do campus, com opções para os visitantes darem notas e dizer quem era a mais sexy.

Foi um brasileiro que criou o Facebook?

Quem é Eduardo Saverin? – Eduardo Luiz Saverin é um empreendedor e investidor brasileiro que, em parceria com seu colega de quarto Mark Zuckerberg e outros três alunos de Harvard, fundou o Facebook. Atuando à frente de negócios e como investidor, Saverin ficou mundialmente conhecido após o lançamento de “A Rede Social”, em 2010.

  • O filme conta a conturbada história da criação do Facebook e do relacionamento de Zuckerberg com os outros fundadores da empresa.
  • No ano seguinte, Saverin voltaria aos holofotes.
  • Pouco antes da abertura de capital do Facebook — que o alçou à lista mundial de bilionários — o brasileiro renunciou à cidadania americana.

A decisão evitou o pagamento de cerca de 15% em impostos sobre ganhos de capital, um valor que, especula-se, tenha ficado entre US$ 100 milhões e US$ 700 milhões com o IPO do Facebook. Saverin fixou residência em Singapura, que não cobra esse tributo.

O empresário sempre negou que o motivo de sua mudança para a Ásia tenha sido fiscal. Em entrevista à revista “Veja”, Saverin disse que “a decisão foi baseada no meu interesse em trabalhar e viver em Singapura”. Ele afirmou que ainda pagaria “centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano.

Paguei e continuarei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos.” Em 2015, ele fundou a B Capital Group, um fundo de capital de risco, ao lado de outro colega de Harvard, Raj Ganguly.

É verdade que o criador do Facebook é daltônico?

8. Cores do Facebook – Segundo o jornal El País, a agência que criou o logo do Facebook revelou que a marca tem fundo azul porque Zuckerberg é daltônico e este é o tom que ele distingue melhor. Mike Buzzard, Joe Kral e Peter Markatos, pais do logo do Facebook, fizeram a afirmação durante um evento realizado em Madrid, em 2012.

Quem é a pessoa mais rica do mundo?

1. Elon Musk – O Homem mais rico do mundo – Elon Musk Elon Musk é, desde julho de 2023, a pessoa mais rica do mundo com um patrimônio avaliado em cerca de US$ 241,3 bilhões. O homem mais rico do mundo superou Arnault que no começo do ano figurou na posição durante alguns meses. Empreendedor conhecido por ser o CEO da Tesla Motors e fundar diversas companhias como a SpaceX (empresa de foguetes espaciais) e a SolarCity (empresa de baterias e painéis de energia solar).

Quem é o atual dono do WhatsApp?

1. Quem criou o WhatsApp? – O WhatsApp foi criado por Jan Koum e Brian Acton, dois ex-funcionários do Yahoo!, Koum nasceu na Ucrânia e imigrou para os Estados Unidos quando tinha 16 anos. Ele conheceu Acton no Yahoo!, onde ambos trabalhavam como engenheiros de software.

Quem é o dono do Instagram hoje?

Mike Krieger e Kevin Systrom, os fundadores do Instagram.

O que Mark Zuckerberg fez com Eduardo?

As desavenças entre Zuckerberg e Saverin – Nesse período, começaram as desavenças entre Saverin e Zuckerberg. A chegada de Sean Parker, um dos fundadores do Napster, à rede social aprofundou ainda mais o desgaste entre a dupla de uma forma que nem a cabeça de enxadrista do brasileiro conseguiu prever.

  1. Ainda no primeiro ano da rede social, Zuckerberg reduziu a participação de Saverin na empresa.
  2. Com uma reformulação do estatuto e uma jogada societária, Zuckerberg formou uma empresa para incorporar o Facebook.
  3. Era o xeque.
  4. Na mudança, deu um valor menor de ações para Saverin e retirou seu nome do quadro de fundadores.

Deu-se o xeque-mate. Pelo menos para Zuckerberg. Para Saverin, o jogo não havia terminado. Como contra-ataque, o brasileiro bloqueou as contas bancárias da companhia. Em mensagens reveladas pelo site “Business Insider” em maio de 2012, Zuckerberg escreveu na época para seu advogado: “Existe uma maneira de fazer isso sem tornar dolorosamente evidente que ele está sendo diluído a 10%?” Em outra mensagem tornada pública, Zuckerberg escreveu a outro cofundador do Facebook, Dustin Moskovitz, sobre Saverin: “Ele deveria criar a empresa, obter financiamento e fazer um modelo de negócio.

Ele falhou em todos os três Agora que eu não vou voltar para Harvard, eu não preciso me preocupar em ser espancado por bandidos brasileiros.” Pouco depois, Saverin conseguiu na Justiça um acordo com antigo sócio que lhe garantiu uma participação minoritária na empresa e o direito de ter seu nome constando novamente entre os fundadores.

Parte da disputa — romantizada e exagerada, segundo Saverin — foi contada em A Rede Social, filme que ganhou três Oscares em 2011. Atualmente, Saverin trata a polêmica de forma diplomática: “Só posso falar bem do Mark, não tenho ressentimento algum; é admirável o foco dele desde o primeiro dia até hoje — foi um visionário, sempre soube que o Facebook só cresceria se mantivesse a ideia central, a de as pessoas se apresentarem verdadeiramente, sem pseudônimos.

O que o Mark Zuckerberg fez?

Criação do Facebook – Foto: TechCrunch Com a criação do Facemash, uma plataforma para escolher a mulher mais bonita da universidade, Zuckerberg percebeu a possibilidade desse negócio. Essa foi a virada de chave: Então, em 2004, ele atualizou o Facemash e criou o Facebook,

  • A ideia era criar uma rede social onde os alunos pudessem se conectar e colocar informações básicas, como seus contatos.
  • O primeiro nome da rede foi The Facebook.
  • O produto cresceu rápido e despertou interesse de outras instituições de assunto.
  • Com isso, ganhou novas funcionalidades.
  • Entre os fundadores do Facebook, ou seja, que ajudaram a melhorar o produto estavam Dustin Moskovitz, Chris Hughes e Eduardo Saverin.

Além de investimento de ex-alunos de Harvard, como Sean Parker, um dos criadores do Napster, o Facebook abriu para pessoas em geral em 2006. Assim, Zuckerberg começou a ganhar dinheiro com o produto quando incluiu o Facebook Ads, que gerava receita com publicidade. Certo é que todos os participantes receberam dinheiro pela invenção da rede social. Além disso, os acionistas se beneficiaram com a valorização das ações da empresa. Em pouco tempo de existência, o Facebook se tornou a maior rede social do mundo. A rede social abriu capital na bolsa de valores de Nova York em 2012 – na época, o Facebook tinha por volta de 900 milhões de usuários e valor estimado em US$ 104 bilhões.

A empresa é uma das maiores do mundo, com valor de mercado acima de US$ 500 bilhões, Atualmente, o Facebook tem cerca de 2,7 bilhões de usuários mensais no mundo. O sucesso fez de Mark Zuckerberg uma das pessoas mais ricas e poderosas do mundo. Ele já foi eleito por diversos veículos, como a revista norte-americana Time, um dos 100 mais influentes do planeta.

De acordo com a Forbes 2021, Mark Zuckerberg tem patrimônio de US$ 93 bilhões. Ele é um dos mais bem posicionados na lista dos maiores bilionários do planeta.

De quem o Mark Zuckerberg roubou a ideia do Facebook?

A fundação do Facebook – Esse tino para os negócios — e o bolso cheio — fez com que Mark Zuckerberg, que na época desenvolvia um site para integrar os alunos de Harvard, dividisse com Saverin a ideia do projeto Thefacebook. Então com 22 anos, Saverin aportou, junto com Zuckerberg, US$ 1 mil e passou a ser o responsável por tornar o negócio rentável.

  1. O primeiro endereço comercial da rede social foi emprestado pelo brasileiro.
  2. Ou melhor, por sua família: na correspondência oficial da recém-criada empresa, constava o endereço dos pais de Saverin, em Miami.
  3. A divisão inicial da participação no negócio foi de 70% para Mark, criador e programador, e 30% para Saverin.

Com o sucesso da plataforma, outros colegas foram chamados para a equipe: Dustin Moskovitz, Andrew McCollum e Chris Hughes. Hoje, os cinco compartilham o título de cofundadores da empresa. Eles dividem também os primeiros números de série de perfis na rede,

Curiosamente, Zuckerberg é dono do perfil nº 4, porque já havia feito outros três para testes antes de criar sua página pessoal. Poucos meses após a criação do site, os fundadores decidiram levar a rede social para além de Harvard, abrindo inscrições para outras universidades da chamada Ivy League. Com o crescimento meteórico do site, Zuckerberg decidiu interromper os estudos e se mudar para Palo Alto, na Califórnia.

Saverin preferiu continuar os estudos, se graduando com “com a maior das honras”, o título summa cum laude, Depois, foi para Nova York em busca de parcerias para a rede social. Mark Zuckerberg projetado em uma tela na Times Square momentos depois da estreia do Facebook na Nasdaq (Crédito: Spencer Platt/ Getty Images)

Qual é o primeiro nome do Facebook?

Facemash – Logo do Facebook de (2015-2019) Mark Zuckerberg criou o facebook no quarto do seu dormitório em Harvard, Facemash, o antecessor do Facebook, foi lançado em 28 de outubro de 2003. Inicialmente, o site foi criado pelo estudante da universidade de Harvard, Mark Zuckerberg, e três amigos – Eduardo Saverin, Chris Hughes e Dustin Moskovitz,

Zuckerberg criou o software para o site Facemash quando ele ainda estava no segundo ano de faculdade. O site foi programado para ser um jogo entre os estudantes de Harvard, mostrando aos visitantes duas fotos de estudantes, lado a lado, onde se podia escolher qual era o mais atraente. Nos Estados Unidos,o jogo ficou conhecido como “hot or not”.

Uma noite, Zuckerberg escreveu em seu blog : Estou um pouco bêbado, confesso. E daí que ainda não é nem 22h e é uma terça-feira? O facebook do dormitório Kirkland está aberto em meu computador e algumas pessoas têm fotos muito feias. Eu até gostaria de colocar algumas ao lado de fotos de animais, daqueles que vemos nas fazendas, para votar quem seria mais atraente.

  1. 9:48 pm Ok, está funcionando.
  2. Não tenho certeza de como esses bichos irão se encaixar nisso tudo (nunca podemos saber quando se trata de animais.), mas eu gosto da ideia de comparar duas pessoas.
  3. 11:09 pm Que a corrida comece.
  4. 12:58 am De acordo com The Harvard Crimson, o jornal dos estudantes da universidade, Facemash “usava fotos compiladas tiradas dos anuários on-line das nove casas, posicionando-as lado a lado, duas por vez, era solicitado que o usuário escolhesse quem seria o indivíduo mais atraente”.

Mas para conseguir fazer esse “jogo”, Mark Zuckerberg precisou hackear o sistema de segurança da rede de Harvard e copiar as imagens dos estudantes de todos os nove dormitórios para usar no seu site, o Facemash. Até aquele momento, Harvard nunca tinha tido um diretório de estudantes com fotos e informações básicas e esse site gerou 450 visitas e 22.000 visualizações de fotos nas primeiras 4 horas de funcionamento.

That the initial site mirrored people’s physical community—with their real identities—represented the key aspects of what later became Facebook. (tradução: Esta iniciativa de site que tinha como finalidade olhar aspectos físicos das pessoas da comunidade, junto com suas suas identificações, representou os primeiros aspectos do que um dia viria a ser o Facebook) “Talvez Harvard acabe com esse site por razões legais e também por não conseguir perceber seu valor como algo que possivelmente seria expandido para outras universidades (talvez até mesmo para aquelas com pessoas bonitas.)”, escreveu Zuckerberg em seu blog.

“Mas uma coisa que é certa é que eu sou um babaca por estar criando esse site. Mas enfim. Eventualmente alguém iria acabar fazendo isso.”. O site foi rapidamente recomendado e espalhado entre vários grupos de diversos campi. No entanto, o site foi fechado pelos executivos de Havard alguns dias depois de seu lançamento.

  • Mark Zuckerberg enfrentou acusações de violação de Copyright, quebra de segurança e do direito à privacidade por roubar as fotos dos estudantes que foram usadas em seu site.
  • Mais tarde, foi expulso da universidade pelas suas ações.
  • Entretanto, todas as acusações foram retiradas.
  • Naquele semestre, Kloster expandiu seu projeto inicial ao criar uma ferramenta de estudo social para um trabalho final de história da arte,

Ele publicou 500 imagens da história de Roma em seu site, com uma imagem por página juntamente com uma seção para comentários. Ele abriu o site para seus colegas de turma e eles começaram a dividir anotações. “O professor disse que foi a melhor nota que ele já deu para um projeto final.

Quanto ganha por dia o dono do Facebook?

O cofundador do Facebook Mark Zuckerberg passou de 16º para 6º mais rico do mundo, segundo a “Forbes”. Como? Ganhando cerca de US$ 1,28 milhão (R$ 5 milhões) por hora em um ano. O jovem de 31 anos foi o bilionário que mais viu sua fortuna crescer de 2015 para 2016, de acordo com a revista norte-americana.

O patrimônio de Zuckerberg passou de US$ 33,4 bilhões (R$ 131,6 bilhões), em 2015, para US$ 44,6 bilhões (R$ 175,8 bilhões) neste ano, calcula a “Forbes”. O aumento foi de US$ 11,2 bilhões (R$ 44,1 bilhões). Fazendo as contas, é possível estimar que o dono do Facebook ganhou, aproximadamente, US$ 30,7 milhões (R$ 121 milhões) por dia ou cerca de US$ 1,28 milhão (R$ 5 milhões) por hora no período de um ano.

O que ajudou a catapultar a fortuna de Zuckerberg foi o aumento de usuários da rede social, os resultados financeiros positivos da companhia e a disparada das ações do Facebook na Bolsa de Valores dos EUA. No ano passado, o Facebook registrou lucro de US$ 18 bilhões, aumento de 44% na comparação com 2014.

É possível se tornar daltônico?

Mitos e verdades sobre o DALTONISMO Cada pessoa tem uma forma única de ver o mundo. E às vezes, é no sentido literal. A retina é uma membrana que recobre a face interna dos nossos olhos, e é formada por dois tipos de células: os cones e os bastonetes. Ambas são chamadas de células fotorreceptoras, pois recebem os estímulos luminosos e os transmitem para o cérebro através do nervo óptico.

Os cones são responsáveis pela visão em cores e os bastonetes, pela visão em preto e branco. Dessa forma, quando uma pessoa não possui cones suficientes, ela não é capaz de identificar diversas cores e tonalidades. A essa condição dá-se o nome de discromatopsia, ou mais comumente chamada de daltonismo.

O mais comum é que a pessoa daltônica tenha alterações na visão das cores verde, vermelho e azul, mas existem diversas particularidades sobre o assunto. Confira 5 MITOS ou VERDADES sobre o DALTONISMO: 1) APENAS HOMENS PODEM SER DALTÔNICOS. #MITO: o daltonismo é uma doença genética (presente no seu DNA) e hereditária (passada de pais para filhos), associada ao cromossomo X.

Então mulheres podem transmitir, mas é mais raro que tenham a doença. Os cromossomos são estruturas, presentes dentro das células, formadas por DNA. Cada célula possui 46 cromossomos, 23 herdados da mãe e 23 herdados do pai. A mãe sempre passa para o bebê um cromossomo sexual do tipo X, e o pai pode transmitir um do tipo X (menina) ou Y (menino).

A alteração genética do daltonismo, que faz com que a pessoa tenha menos células do tipo CONE nos olhos, está presente no cromossomo X. Para que uma menina (XX) desenvolva a doença, essa tem que receber a alteração de ambos os pais, já os meninos (XY), terão a doença caso apenas a mãe transmita a alteração, o que aumenta muito as chances.

  • 2) POSSO FICAR DALTÔNICO(A) DURANTE A VIDA.
  • #VERDADE: apesar da maioria dos casos ser genético, uma pessoa pode se tornar daltônica devido a lesões nos olhos e sistema neurológico, doenças oculares (glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e catarata), doenças cerebrais e do sistema nervoso (Alzheimer e esclerose múltipla) e pelo uso de medicamentos como a hidroxicloroquina, indicada para o tratamento de artrite reumatoide, lúpus e problemas de pele, famosa atualmente pelos estudos sobre seu uso em casos de COVID-19.
  • Tais doenças e medicamentos podem causar danos aos olhos, nervos e regiões do cérebro responsáveis pela visão.
  • 3) OS DALTÔNICOS NÃO CONSEGUEM VER APENAS A COR VERMELHA E VERDE.
See also:  Como Que Liga A Cobrar?

#MITO: existem vários tipos de daltonismo. As células cone da retina podem ser subdivididas em 3 categorias, as sensíveis a cor vermelha, verde e azul. Essas 2 cores, quando combinadas, formam todas as outras que conhecemos. Dessa forma, o tipo de daltonismo dependerá do tipo de células cone em falta ou com alterações.

  1. Na MONOCROMACIA, a pessoa enxerga tudo em tons de cinza, pois há 2 ou 3 tipos de cones faltando, o que impede que ela seja capaz de diferenciar as cores.
  2. A DICROMACIA, a forma mais comum, ocorre quando um tipo de cone não está presente na retina, podendo ser dividida entre protanopia, deuteranopia e tritanopia.

No tipo chamado PROTANOPIA, há ausência ou dificuldade da visão da cor vermelha, assim o daltônico enxerga o vermelho como marrom, cinza ou verde e tem dificuldade para diferenciar o azul ou vermelho do verde. Na DEUTERANOPIA, ele não enxerga a cor verde, sendo vista como marrom, e tendo dificuldade de distinguir o vermelho do verde, o roxo do azul, e os tons de cinza.

  1. Há ainda a TRICOMACIA ANÔMALA, onde há os 3 tipos de células cone na retina, porém um desses tipos possui uma alteração, sendo dividida também em 3 categorias: PROTANOMALIA (menos sensível a luz vermelha), DETERANOMALIA (alteração no vermelho e verde) e TRITANOMALIA (caso mais leve de tritanopia).
  2. A monocromacina, tritanopia e tritanomalia são condições genéticas, porém não estão associadas ao cromossomo sexual X, e sim ao cromossomo 7, o que faz com que, nesses casos, homens e mulheres tenham a mesma probabilidade de adquirir a doença.
  3. 4) O DIAGNÓSTICO PRECOCE NÃO É IMPORTANTE, POIS NÃO TEM CURA.
  4. #MITO: mesmo que o daltonismo congênito (associado aos cromossomos) não tenha cura, se ele for causado por alguma doença, condição ou uso de medicamentos, isso deve ser investigado pelo médico oftalmologista.
  5. Além disso, o diagnóstico precoce ajuda no desenvolvimento da criança, principalmente em idade escolar: em um estudo realizado com homens universitários, esses declararam ter diversas dificuldades, como vergonha, desconforto e ansiedade no ambiente escolar, por terem sofrido situações de bullying pelos colegas de classe e serem penalizados pelos professores durante avaliações.

Geralmente, é o próprio professor quem percebe a dificuldade do aluno em distinguir as cores, mas isso ocorre nas formas mais graves. Outro estudo, realizado na Austrália, mostrou que apenas 8% das crianças com tricomatismo anômalo (forma mais rara) foram identificados na escola primária, enquanto que os dicromatas foram mais facilmente identificados (49%).

Por isso, ao perceber quaisquer dificuldades em seu filho, levá-lo ao oftalmologista é essencial. Os testes mais usados para identificar o daltonismo são o Teste de Ishihara e a eletrorretinografia (ERG).5) OS ÓCULOS E LENTES PARA DALTÔNICOS NÃO FUNCIONAM PARA TODOS #VERDADE: como já foi dito anteriormente, existem diversos tipos de daltonismo, e os óculos são projetados para aqueles com dificuldade apenas em distinguir as cores verde e vermelho.

Por isso, o mais indicado é que ocorra uma avaliação médica, para identificar o tipo, antes da compra dos óculos, evitando frustrações. Mas de qualquer modo, os óculos não são capazes de dar à uma pessoa daltônica a percepção real das cores, apenas aumenta o contraste entre elas, facilitando a diferenciação.

IOSG – Há 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida! Fonte: – MELO, Débora Gusmão; GALON, José Eduardo Vitorino; FONTANELLA, Bruno José Barcellos. Os” daltônicos” e suas dificuldades: condição negligenciada no Brasil?. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v.24, n.4, p.1229-1253, 2014. – NIH National Eye Institute, VejaBem, CBO em Revista, 06, ano 3, 2015, USP Universidade de São Paulo, e Viva Bem (uol).

: Mitos e verdades sobre o DALTONISMO

Porque é que o Facebook e azul?

Por que o Facebook é azul? De acordo com a revista The New Yorker, o motivo é simples. É porque Mark Zuckerberg é daltônico e não percebe a distinção entre vermelho e verde. Isso significa que o azul é a cor que ele enxerga melhor.

Como o daltônico vê o mundo?

Visão | Como é que as pessoas daltónicas veem o mundo? As pessoas daltónicas não conseguem identificar uma ou mais cores. Um daltónico não vê o mundo com a mesma paleta cromática de alguém com visão normal. “Esta condição resulta de um deficiente funcionamento ou ausência das células que, na retina, são responsáveis pela deteção da cor: os cones.

Dentro destes, existem cones especializados em detetar o verde, o vermelho e o azul” – cores primárias com as quais se fazem todas as outras –, explica o oftalmologista Luís Gouveia de Andrade. Assim, em função do cone afetado, o impacto na visão cromática irá variar. Muitos daltónicos não distinguem o vermelho do verde.

Outros não conseguem ver a cor azul ou o amarelo. Mais raros são os que veem o mundo a preto e branco ou não distinguem qualquer cor, tendo apenas uma visão gradeada de cinzento. Estima-se que em Portugal existem 500 mil homens afetados por esta condição.

  • Será que é daltónico? Faça o teste! Um dos métodos de deteção do daltonismo mais conhecidos é o teste de Ishihara.
  • Criado pelo oftalmologista japonês Shinobu Ishihara, em 1917, este teste consiste na exibição de uma série de cartões em que uma figura – normalmente um algarismo – é desenhada através de pontos de cores diferentes.

As imagens são perfeitamente identificadas por uma pessoa com visão normal, no entanto, um daltónico terá dificuldade em visualizá-las. : Visão | Como é que as pessoas daltónicas veem o mundo?

Quem é o homem mais trilionário do mundo?

Quem é o homem mais rico do mundo?

Rank Nome Company
1 Elon Musk Tesla, SpaceX
2 Bernard Arnault & family LVMH
3 Jeff Bezos Amazon
4 Larry Ellison Oracle

Quem fez o Telegram?

Tudo sobre Telegram – História e Notícias O Telegram foi lançado em 2013 na Rússia e, atualmente, tem a sua equipe de desenvolvimento sediada em Dubai. Criado pelos irmãos Nikolai e Pavel Durov, o aplicativo de mensagens, que tem criptografia de ponta a ponta, é um dos principais concorrentes do WhatsApp.

Com o serviço, seja em conversas em grupo ou privadas, qualquer pessoa pode enviar e receber mensagens de texto, fotos, áudios e vídeos, além de arquivos de diversos formatos (doc, zip, mp3, etc), de até 2 GB cada. Financiado durante a maior parte da sua história, pelo fundador e CEO Pavel Durov, o Telegram adotou uma estratégia de monetização para manter e expandir sua infraestrutura, além de custear a equipe de desenvolvedores.

Sendo assim, em 2022, foi inaugurada a versão Premium do Telegram. Ou seja, um serviço de assinatura pago, que oferece ferramentas adicionais. Com a versão premium é possível fazer o carregamento de arquivos de até 4GB, ter acesso a reações exclusivas, downloads mais rápidos, ausência de anúncios em canais públicos e limites duplicados.

Isto é, a participação em até 1.000 canais, 4 contas em um único app, fixar até 10 chats na lista principal, mensagens de voz convertidas para texto, entre outras vantagens. O mensageiro instantâneo, que é baseado em nuvem com sincronização contínua, pode ser acessado em tablets e smartphones, por meio dos apps para Android, iOS e Windows Phone.

O serviço também pode ser usado em computadores, por meio da sua versão web ou apps para desktop para Windows, macOS e Linux. De acordo com a companhia, em 2022, o Telegram entrou para a lista de top 5 aplicativos mais baixados no mundo e conta com 700 milhões de usuários ativos por mês.

Quem é o dono do Messenger?

Serviço de mensagens desenvolvido por Facebook Inc. Facebook Messenger é um mensageiro instantâneo e aplicativo (app) que fornece texto e comunicação por vídeo e é desenvolvido e publicado pela Meta, inc Uma vez que o Facebook é baseado no recurso de bate-papo web, ele suporta o protocolo de código-fonte aberto XMPP.

Qual é o significado do WhatsApp?

WhatsApp: o que é e o que significa WhatsApp WhatsApp é um software para smartphones utilizado para troca de mensagens de texto instantaneamente, além de vídeos, fotos e áudios através de uma conexão à internet. O nome WhatsApp é um trocadilho com o cumprimento em inglês “What’s up?” (que pode ser traduzido para “E aí?”) + “app” (que é a abreviação aplicativo).

O WhatsApp foi lançado oficialmente em 2009 pelos veteranos do Yahoo! – uma das maiores empresas americanas de serviços para a internet – Brian Acton e Jan Koum, e funciona com sede em Santa Clara na Califórnia, Estados Unidos. Considerado um aplicativo para celulares multiplataforma, o WhatsApp é atualmente compatível com todas as principais marcas e sistemas operacionais de smartphones do mundo, como o iPhone (iOS) e o Android.

O grande diferencial do WhatsApp, segundo os seus criadores, foi a inovação do sistema de utilização dos contatos telefônicos no software. Quando um usuário faz o download do aplicativo para seu telefone, não é necessário criar uma conta ou “adicionar amigos” para poder utilizar a plataforma.

O WhatsApp “vasculha” os números de celulares salvos no aparelho e automaticamente identifica qual está cadastrado no WhatsApp, adicionando para a lista de contatos do novo utilizador. O WhatsApp é visto como uma substituição ao SMS, por ser mais prático e econômico, pois não há um custo adicional para enviar as mensagens, além do plano de dados utilizado para se conectar à internet, por exemplo.

Em 2014, o WhatsApp foi vendido para o Facebook – maior rede social do mundo – por aproximadamente 16 bilhões de dólares. Os fundadores ainda foram introduzidos ao conselho administrativo do Facebook. Em janeiro de 2015, o WhatsApp anunciou a possibilidade de utilizar o software na web, através do navegador do Google Chrome.

De quem o Mark Zuckerberg roubou a ideia do Facebook?

Eduardo Saverin: o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook e se tornou investidor de startups

Nome completo: Eduardo Luiz Saverin
Ocupação: Investidor
Local de Nascimento: São Paulo, SP
Data de Nascimento: 19 de março de 1982
Fortuna: R$ 68,12 bilhões (segundo a lista da Forbes 2020)

Eduardo Luiz Saverin é um empreendedor e investidor brasileiro que, em parceria com seu colega de quarto e outros três alunos de Harvard, fundou o Facebook. Atuando à frente de negócios e como investidor, Saverin ficou mundialmente conhecido após o lançamento de “A Rede Social”, em 2010.

O filme conta a conturbada história da criação do Facebook e do relacionamento de Zuckerberg com os outros fundadores da empresa. No ano seguinte, Saverin voltaria aos holofotes. Pouco antes da abertura de capital do Facebook — que o alçou à lista mundial de bilionários — o brasileiro renunciou à cidadania americana.

A decisão evitou o pagamento de cerca de 15% em impostos sobre ganhos de capital, um valor que, especula-se, tenha ficado entre US$ 100 milhões e US$ 700 milhões com o IPO do Facebook. Saverin fixou residência em Singapura, que não cobra esse tributo.

O empresário sempre negou que o motivo de sua mudança para a Ásia tenha sido fiscal. Em entrevista à revista “Veja”, Saverin disse que “a decisão foi baseada no meu interesse em trabalhar e viver em Singapura”. Ele afirmou que ainda pagaria “centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano.

Paguei e continuarei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos.” Em 2015, ele fundou a B Capital Group, um fundo de capital de risco, ao lado de outro colega de Harvard, Raj Ganguly. Eduardo Saverin nasceu em 1982, na cidade de São Paulo.

Filho de um casal de brasileiros, o empresário Roberto e a psicóloga Sandra, ele se mudou com a família para Miami, em 1992. Em entrevista para a “Veja”, Roberto, dono de uma empresa exportadora de remédios, desmentiu que a mudança tenha acontecido porque a família havia entrado em uma lista de possíveis alvos de sequestradores.

“Sempre quis morar nos Estados Unidos, era um sonho que decidi alimentar porque o Brasil estava em crise, o Collor tinha congelado a poupança, não estava nada fácil”, disse. Dinheiro nunca foi problema para Saverin, neto do fundador da marca de roupas infantis Tip Top.

  • A fábrica foi comprada por outra família na década de 1980.
  • Além de muito dinheiro, Dudu, como é chamado pelos pais, herdou o gene do empreendedorismo de seu avô.
  • Antes de ser aprovado para estudar Economia em Harvard, o garoto concluiu o ensino médio na escola Gulliver, em Miami, mesmo colégio no qual estrelas da música pop como o cantor Enrique Iglesias e empreendedores como o cocriador do Firefox Blake Ross dividiam o pátio.

Aos 13 anos, o garoto já era um exímio enxadrista, chegando a vencer um mestre internacional em Orlando. Um feito tão fora da curva que virou notícia de uma revista da Associação Internacional de Xadrez. Quando estava prestes a dar o xeque-mate, Saverin olhou para a mãe e perguntou: “Acho que vou ganhar, será que vai pegar mal?”.

  1. Na universidade, seu pensamento estratégico lhe ajudou a ser eleito presidente da Associação de Investimentos de Harvard, um clube dedicado a ensinar os alunos da instituição a investir.
  2. Muito antes de fundar a rede social, Saverin começou a ganhar fama como investidor.
  3. Uma história nunca confirmada conta que ele, se aproveitando de brechas regulatórias sobre insider trading no Brasil, conseguiu lucrar US$ 300 mil com investimentos em petróleo.

Esse tino para os negócios — e o bolso cheio — fez com que Mark Zuckerberg, que na época desenvolvia um site para integrar os alunos de Harvard, dividisse com Saverin a ideia do projeto Thefacebook. Então com 22 anos, Saverin aportou, junto com Zuckerberg, US$ 1 mil e passou a ser o responsável por tornar o negócio rentável.

  1. O primeiro endereço comercial da rede social foi emprestado pelo brasileiro.
  2. Ou melhor, por sua família: na correspondência oficial da recém-criada empresa, constava o endereço dos pais de Saverin, em Miami.
  3. A divisão inicial da participação no negócio foi de 70% para Mark, criador e programador, e 30% para Saverin.
See also:  Onde Assistir O Met Gala 2023?

Com o sucesso da plataforma, outros colegas foram chamados para a equipe: Dustin Moskovitz, Andrew McCollum e Chris Hughes. Hoje, os cinco compartilham o título de cofundadores da empresa. Eles dividem também os primeiros números de série de, Curiosamente, Zuckerberg é dono do perfil nº 4, porque já havia feito outros três para testes antes de criar sua página pessoal.

Poucos meses após a criação do site, os fundadores decidiram levar a rede social para além de Harvard, abrindo inscrições para outras universidades da chamada Ivy League. Com o crescimento meteórico do site, Zuckerberg decidiu interromper os estudos e se mudar para Palo Alto, na Califórnia. Saverin preferiu continuar os estudos, se graduando com “com a maior das honras”, o título summa cum laude,

Depois, foi para Nova York em busca de parcerias para a rede social. Mark Zuckerberg projetado em uma tela na Times Square momentos depois da estreia do Facebook na Nasdaq (Crédito: Spencer Platt/ Getty Images) Nesse período, começaram as desavenças entre Saverin e Zuckerberg. A chegada de Sean Parker, um dos fundadores do Napster, à rede social aprofundou ainda mais o desgaste entre a dupla de uma forma que nem a cabeça de enxadrista do brasileiro conseguiu prever.

  1. Ainda no primeiro ano da rede social, Zuckerberg reduziu a participação de Saverin na empresa.
  2. Com uma reformulação do estatuto e uma jogada societária, Zuckerberg formou uma empresa para incorporar o Facebook.
  3. Era o xeque.
  4. Na mudança, deu um valor menor de ações para Saverin e retirou seu nome do quadro de fundadores.

Deu-se o xeque-mate. Pelo menos para Zuckerberg. Para Saverin, o jogo não havia terminado. Como contra-ataque, o brasileiro bloqueou as contas bancárias da companhia. Em mensagens reveladas pelo site “Business Insider” em maio de 2012, Zuckerberg escreveu na época para seu advogado: “Existe uma maneira de fazer isso sem tornar dolorosamente evidente que ele está sendo diluído a 10%?” Em outra mensagem tornada pública, Zuckerberg escreveu a outro cofundador do Facebook, Dustin Moskovitz, sobre Saverin: “Ele deveria criar a empresa, obter financiamento e fazer um modelo de negócio.

Ele falhou em todos os três Agora que eu não vou voltar para Harvard, eu não preciso me preocupar em ser espancado por bandidos brasileiros.” Pouco depois, Saverin conseguiu na Justiça um acordo com antigo sócio que lhe garantiu uma participação minoritária na empresa e o direito de ter seu nome constando novamente entre os fundadores.

Parte da disputa — romantizada e exagerada, segundo Saverin — foi contada em A Rede Social, filme que ganhou três Oscares em 2011. Atualmente, Saverin trata a polêmica de forma diplomática: “Só posso falar bem do Mark, não tenho ressentimento algum; é admirável o foco dele desde o primeiro dia até hoje — foi um visionário, sempre soube que o Facebook só cresceria se mantivesse a ideia central, a de as pessoas se apresentarem verdadeiramente, sem pseudônimos.

É a grande força do Facebook, o que permitiu transformá-lo em um instrumento de protesto, como no Egito, mas também de negócios, além do contato natural com amigos”, disse o brasileiro em 2017. Encerrada a disputa, Saverin começou uma vida nova. Deixou para trás o país em que morava desde a pré-adolescência e escolheu viver em Singapura.

Ele teria escolhido o país com o argumento de que “é um lugar ótimo para quem é da área de tecnologia. E está a apenas cinco horas de avião de grande parte da população mundial.” A história oficial é que o empresário foi à Ásia para ajudar um amigo em um negócio.

  • Na curta estadia, teria reencontrado Elaine Andriejanssen, que havia conhecido durante a faculdade.
  • Apaixonado, resolveu ficar em Singapura e se casar com Andriejanssen.
  • Os jornais da época, porém, contaram outra versão, recheada de luxo e ostentação, com mesas fixas em boates de elite, contas de bar que chegavam a US$ 50 mil e festas com modelos em um dos apartamentos mais caros do país.

A rotina de playboy internacional sempre foi desmentida pelo brasileiro, mas ganhou os holofotes, e até contornos dramáticos, quando Saverin decidiu renunciar à cidadania americana. Sua ideia, supostamente, seria evitar os 15% de impostos cobrados sobre ganhos de capital nos EUA, uma taxa que não existe em Singapura.

O timing não poderia ser melhor para alimentar essa narrativa. Saverin deixou de ser cidadão americano meses antes do IPO do Facebook, o que teria feito o investidor economizar algumas centenas de milhões de dólares — US$ 700 milhões, segundo uma estimativa do jornal “The Wall Street Journal”. Na época, um porta-voz de Saverin caracterizou esse valor como como “especulativo”.

Segundo dados compilados pela “Bloomberg”, a conta era mais modesta: US$ 255 milhões, cujo pagamento ao Fisco americano poderia ser adiado indefinidamente até Saverin vender suas ações. Em 2010, o clima nos EUA ainda era de recuperação da crise que abalou o mundo anos antes.

  1. Muita gente acreditava que a população mais pobre do país pagou as contas para salvar os negócios de milionários e banqueiros.
  2. Por isso, não pegou nada bem a ideia de que o Saverin tenha vivido o “sonho americano” e dado às costas ao país pouco antes do maior IPO de tecnologia da história.
  3. Na esteira do caso, dois senadores do Partido Democrata americano, Chuck Schumer e Bob Casey, propuseram o Ex-PATRIOT Act.

O projeto de lei cobraria um imposto retroativo de 30% para quem desistisse da cidadania com a intenção de driblar impostos. O texto ainda previa que se a Receita Federal americana entendesse que os impostos tiveram peso na decisão da expatriação, o indivíduo seria banido para sempre de entrar nos EUA.

Sob escrutínio público, Saverin defendeu-se lembrando que, como Singapura não reconhece dupla cidadania, ele não poderia ser mais americano para residir no país asiático e reafirmou que sua decisão não teve motivação fiscal. O investidor afirmou que o objetivo maior para a decisão era estabelecer raízes no país que havia decidido morar.

“Pagarei centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano. Paguei e continuarei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos”, disse Saverin à época. Seu pai, Roberto, contou que a decisão foi difícil também para resto da família Saverin. David Rubenstein entrevista Eduardo Saverin e Raj Ganguly, co-fundadores da B Capital Group (Reprodução/ Facebook/ B Capital Group) Depois de deixar os EUA, Eduardo Saverin passou a se dedicar aos seus investimentos. Desde 2015, ele dá expediente exclusivamente no B Capital Group, fundo de capital de risco do qual é cofundador.

A empresa foi fundada em parceria com Rajarshi Ganguly, outro colega de Harvard. Raj, como é conhecido, foi vice-presidente da Bain Capital, e já trabalha na implantação de seu segundo fundo de tecnologia, no valor de US$ 410 milhões. A dupla trabalha junto desde 2012, quando se reencontrou em Singapura.

No fundo, Saverin tem o papel de supervisionar os investimentos no sudeste da Ásia e na Índia, enquanto Ganguly cuida do dia a dia da empresa.

O portfólio é composto por cerca de 25 investimentos relacionados à saúde, logística e comércio exterior, em empresas e startups que ainda não entraram no radar do Vale do Silício. Hoje, a empresa conta com outros sócios de peso, como Rashmi Gopinath, que foi gestora do M12, fundo de investimento da Microsoft, e Karen Page, ex-diretora da Apple.Mas, mesmo sendo o primeiro investidor da maior rede social do mundo, Saverin não está necessariamente atrás de outro Facebook. Em entrevista à “Forbes” sobre o futuro da B Capital, Saverin afirmou que o fundo busca ideias inovadoras que possam atingir o mundo todo: “Não estamos falando das dez maiores empresas de tecnologia do mundo, que vão dominar um mercado por si só, mas da capacitação de todas as empresas do mundo com tecnologia em inovação colaborativa.”Quem sabe ele acerta de novo?Confira as indicações do InfoMoney para saber mais sobre Eduardo Saverin; Livros

O Efeito Facebook (David Kirkpatrick)Bilionários por Acaso (Ben Mezrich)Inside Facebook (Karel Baloun)

Filmes

A Rede Social, filme de 2010

: Eduardo Saverin: o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook e se tornou investidor de startups

O que Mark Zuckerberg fez com Eduardo?

Eduardo Saverin: o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook e se tornou investidor de startups

Nome completo: Eduardo Luiz Saverin
Ocupação: Investidor
Local de Nascimento: São Paulo, SP
Data de Nascimento: 19 de março de 1982
Fortuna: R$ 68,12 bilhões (segundo a lista da Forbes 2020)

Eduardo Luiz Saverin é um empreendedor e investidor brasileiro que, em parceria com seu colega de quarto e outros três alunos de Harvard, fundou o Facebook. Atuando à frente de negócios e como investidor, Saverin ficou mundialmente conhecido após o lançamento de “A Rede Social”, em 2010.

O filme conta a conturbada história da criação do Facebook e do relacionamento de Zuckerberg com os outros fundadores da empresa. No ano seguinte, Saverin voltaria aos holofotes. Pouco antes da abertura de capital do Facebook — que o alçou à lista mundial de bilionários — o brasileiro renunciou à cidadania americana.

A decisão evitou o pagamento de cerca de 15% em impostos sobre ganhos de capital, um valor que, especula-se, tenha ficado entre US$ 100 milhões e US$ 700 milhões com o IPO do Facebook. Saverin fixou residência em Singapura, que não cobra esse tributo.

O empresário sempre negou que o motivo de sua mudança para a Ásia tenha sido fiscal. Em entrevista à revista “Veja”, Saverin disse que “a decisão foi baseada no meu interesse em trabalhar e viver em Singapura”. Ele afirmou que ainda pagaria “centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano.

Paguei e continuarei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos.” Em 2015, ele fundou a B Capital Group, um fundo de capital de risco, ao lado de outro colega de Harvard, Raj Ganguly. Eduardo Saverin nasceu em 1982, na cidade de São Paulo.

Filho de um casal de brasileiros, o empresário Roberto e a psicóloga Sandra, ele se mudou com a família para Miami, em 1992. Em entrevista para a “Veja”, Roberto, dono de uma empresa exportadora de remédios, desmentiu que a mudança tenha acontecido porque a família havia entrado em uma lista de possíveis alvos de sequestradores.

“Sempre quis morar nos Estados Unidos, era um sonho que decidi alimentar porque o Brasil estava em crise, o Collor tinha congelado a poupança, não estava nada fácil”, disse. Dinheiro nunca foi problema para Saverin, neto do fundador da marca de roupas infantis Tip Top.

  1. A fábrica foi comprada por outra família na década de 1980.
  2. Além de muito dinheiro, Dudu, como é chamado pelos pais, herdou o gene do empreendedorismo de seu avô.
  3. Antes de ser aprovado para estudar Economia em Harvard, o garoto concluiu o ensino médio na escola Gulliver, em Miami, mesmo colégio no qual estrelas da música pop como o cantor Enrique Iglesias e empreendedores como o cocriador do Firefox Blake Ross dividiam o pátio.

Aos 13 anos, o garoto já era um exímio enxadrista, chegando a vencer um mestre internacional em Orlando. Um feito tão fora da curva que virou notícia de uma revista da Associação Internacional de Xadrez. Quando estava prestes a dar o xeque-mate, Saverin olhou para a mãe e perguntou: “Acho que vou ganhar, será que vai pegar mal?”.

  • Na universidade, seu pensamento estratégico lhe ajudou a ser eleito presidente da Associação de Investimentos de Harvard, um clube dedicado a ensinar os alunos da instituição a investir.
  • Muito antes de fundar a rede social, Saverin começou a ganhar fama como investidor.
  • Uma história nunca confirmada conta que ele, se aproveitando de brechas regulatórias sobre insider trading no Brasil, conseguiu lucrar US$ 300 mil com investimentos em petróleo.

Esse tino para os negócios — e o bolso cheio — fez com que Mark Zuckerberg, que na época desenvolvia um site para integrar os alunos de Harvard, dividisse com Saverin a ideia do projeto Thefacebook. Então com 22 anos, Saverin aportou, junto com Zuckerberg, US$ 1 mil e passou a ser o responsável por tornar o negócio rentável.

O primeiro endereço comercial da rede social foi emprestado pelo brasileiro. Ou melhor, por sua família: na correspondência oficial da recém-criada empresa, constava o endereço dos pais de Saverin, em Miami. A divisão inicial da participação no negócio foi de 70% para Mark, criador e programador, e 30% para Saverin.

Com o sucesso da plataforma, outros colegas foram chamados para a equipe: Dustin Moskovitz, Andrew McCollum e Chris Hughes. Hoje, os cinco compartilham o título de cofundadores da empresa. Eles dividem também os primeiros números de série de, Curiosamente, Zuckerberg é dono do perfil nº 4, porque já havia feito outros três para testes antes de criar sua página pessoal.

  1. Poucos meses após a criação do site, os fundadores decidiram levar a rede social para além de Harvard, abrindo inscrições para outras universidades da chamada Ivy League.
  2. Com o crescimento meteórico do site, Zuckerberg decidiu interromper os estudos e se mudar para Palo Alto, na Califórnia.
  3. Saverin preferiu continuar os estudos, se graduando com “com a maior das honras”, o título summa cum laude,

Depois, foi para Nova York em busca de parcerias para a rede social. Mark Zuckerberg projetado em uma tela na Times Square momentos depois da estreia do Facebook na Nasdaq (Crédito: Spencer Platt/ Getty Images) Nesse período, começaram as desavenças entre Saverin e Zuckerberg. A chegada de Sean Parker, um dos fundadores do Napster, à rede social aprofundou ainda mais o desgaste entre a dupla de uma forma que nem a cabeça de enxadrista do brasileiro conseguiu prever.

  • Ainda no primeiro ano da rede social, Zuckerberg reduziu a participação de Saverin na empresa.
  • Com uma reformulação do estatuto e uma jogada societária, Zuckerberg formou uma empresa para incorporar o Facebook.
  • Era o xeque.
  • Na mudança, deu um valor menor de ações para Saverin e retirou seu nome do quadro de fundadores.

Deu-se o xeque-mate. Pelo menos para Zuckerberg. Para Saverin, o jogo não havia terminado. Como contra-ataque, o brasileiro bloqueou as contas bancárias da companhia. Em mensagens reveladas pelo site “Business Insider” em maio de 2012, Zuckerberg escreveu na época para seu advogado: “Existe uma maneira de fazer isso sem tornar dolorosamente evidente que ele está sendo diluído a 10%?” Em outra mensagem tornada pública, Zuckerberg escreveu a outro cofundador do Facebook, Dustin Moskovitz, sobre Saverin: “Ele deveria criar a empresa, obter financiamento e fazer um modelo de negócio.

Ele falhou em todos os três Agora que eu não vou voltar para Harvard, eu não preciso me preocupar em ser espancado por bandidos brasileiros.” Pouco depois, Saverin conseguiu na Justiça um acordo com antigo sócio que lhe garantiu uma participação minoritária na empresa e o direito de ter seu nome constando novamente entre os fundadores.

Parte da disputa — romantizada e exagerada, segundo Saverin — foi contada em A Rede Social, filme que ganhou três Oscares em 2011. Atualmente, Saverin trata a polêmica de forma diplomática: “Só posso falar bem do Mark, não tenho ressentimento algum; é admirável o foco dele desde o primeiro dia até hoje — foi um visionário, sempre soube que o Facebook só cresceria se mantivesse a ideia central, a de as pessoas se apresentarem verdadeiramente, sem pseudônimos.

É a grande força do Facebook, o que permitiu transformá-lo em um instrumento de protesto, como no Egito, mas também de negócios, além do contato natural com amigos”, disse o brasileiro em 2017. Encerrada a disputa, Saverin começou uma vida nova. Deixou para trás o país em que morava desde a pré-adolescência e escolheu viver em Singapura.

Ele teria escolhido o país com o argumento de que “é um lugar ótimo para quem é da área de tecnologia. E está a apenas cinco horas de avião de grande parte da população mundial.” A história oficial é que o empresário foi à Ásia para ajudar um amigo em um negócio.

Na curta estadia, teria reencontrado Elaine Andriejanssen, que havia conhecido durante a faculdade. Apaixonado, resolveu ficar em Singapura e se casar com Andriejanssen. Os jornais da época, porém, contaram outra versão, recheada de luxo e ostentação, com mesas fixas em boates de elite, contas de bar que chegavam a US$ 50 mil e festas com modelos em um dos apartamentos mais caros do país.

A rotina de playboy internacional sempre foi desmentida pelo brasileiro, mas ganhou os holofotes, e até contornos dramáticos, quando Saverin decidiu renunciar à cidadania americana. Sua ideia, supostamente, seria evitar os 15% de impostos cobrados sobre ganhos de capital nos EUA, uma taxa que não existe em Singapura.

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O timing não poderia ser melhor para alimentar essa narrativa. Saverin deixou de ser cidadão americano meses antes do IPO do Facebook, o que teria feito o investidor economizar algumas centenas de milhões de dólares — US$ 700 milhões, segundo uma estimativa do jornal “The Wall Street Journal”. Na época, um porta-voz de Saverin caracterizou esse valor como como “especulativo”.

Segundo dados compilados pela “Bloomberg”, a conta era mais modesta: US$ 255 milhões, cujo pagamento ao Fisco americano poderia ser adiado indefinidamente até Saverin vender suas ações. Em 2010, o clima nos EUA ainda era de recuperação da crise que abalou o mundo anos antes.

Muita gente acreditava que a população mais pobre do país pagou as contas para salvar os negócios de milionários e banqueiros. Por isso, não pegou nada bem a ideia de que o Saverin tenha vivido o “sonho americano” e dado às costas ao país pouco antes do maior IPO de tecnologia da história. Na esteira do caso, dois senadores do Partido Democrata americano, Chuck Schumer e Bob Casey, propuseram o Ex-PATRIOT Act.

O projeto de lei cobraria um imposto retroativo de 30% para quem desistisse da cidadania com a intenção de driblar impostos. O texto ainda previa que se a Receita Federal americana entendesse que os impostos tiveram peso na decisão da expatriação, o indivíduo seria banido para sempre de entrar nos EUA.

  1. Sob escrutínio público, Saverin defendeu-se lembrando que, como Singapura não reconhece dupla cidadania, ele não poderia ser mais americano para residir no país asiático e reafirmou que sua decisão não teve motivação fiscal.
  2. O investidor afirmou que o objetivo maior para a decisão era estabelecer raízes no país que havia decidido morar.

“Pagarei centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano. Paguei e continuarei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos”, disse Saverin à época. Seu pai, Roberto, contou que a decisão foi difícil também para resto da família Saverin. David Rubenstein entrevista Eduardo Saverin e Raj Ganguly, co-fundadores da B Capital Group (Reprodução/ Facebook/ B Capital Group) Depois de deixar os EUA, Eduardo Saverin passou a se dedicar aos seus investimentos. Desde 2015, ele dá expediente exclusivamente no B Capital Group, fundo de capital de risco do qual é cofundador.

A empresa foi fundada em parceria com Rajarshi Ganguly, outro colega de Harvard. Raj, como é conhecido, foi vice-presidente da Bain Capital, e já trabalha na implantação de seu segundo fundo de tecnologia, no valor de US$ 410 milhões. A dupla trabalha junto desde 2012, quando se reencontrou em Singapura.

No fundo, Saverin tem o papel de supervisionar os investimentos no sudeste da Ásia e na Índia, enquanto Ganguly cuida do dia a dia da empresa.

O portfólio é composto por cerca de 25 investimentos relacionados à saúde, logística e comércio exterior, em empresas e startups que ainda não entraram no radar do Vale do Silício. Hoje, a empresa conta com outros sócios de peso, como Rashmi Gopinath, que foi gestora do M12, fundo de investimento da Microsoft, e Karen Page, ex-diretora da Apple.Mas, mesmo sendo o primeiro investidor da maior rede social do mundo, Saverin não está necessariamente atrás de outro Facebook. Em entrevista à “Forbes” sobre o futuro da B Capital, Saverin afirmou que o fundo busca ideias inovadoras que possam atingir o mundo todo: “Não estamos falando das dez maiores empresas de tecnologia do mundo, que vão dominar um mercado por si só, mas da capacitação de todas as empresas do mundo com tecnologia em inovação colaborativa.”Quem sabe ele acerta de novo?Confira as indicações do InfoMoney para saber mais sobre Eduardo Saverin; Livros

O Efeito Facebook (David Kirkpatrick)Bilionários por Acaso (Ben Mezrich)Inside Facebook (Karel Baloun)

Filmes

A Rede Social, filme de 2010

: Eduardo Saverin: o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook e se tornou investidor de startups

Quem é o dono do Instagram hoje?

Mike Krieger e Kevin Systrom, os fundadores do Instagram.

Quem é o maior acionista do Facebook?

Estudos de caso de propriedade de tecnologia relacionada – Quem é o dono do OpenAI O OpenAI é um laboratório de pesquisa em inteligência artificial que se transformou em uma empresa com fins lucrativos organização em 2019, que compreendia uma entidade chamada OpenAI LP e a fundação sem fins lucrativos OpenAI. O laboratório, fundado em 2015 por Elon Musk, Sam Altman e vários outros têm como foco principal o desenvolvimento de IA amigável que beneficia a sociedade como um todo. Seus cofundadores são proprietários principalmente do Airbnb: Brian Chesky, com 76,407,686 ações Classe B, o que lhe dá 29.1% de propriedade; Nathan Blecharczyk, com 232,306 Classe A e 64,646,713 Classe B, que lhe dão 25.3%; e Joe Gebbia, que tem 5,113,865 Classe A e 58,023,452 Classe B, o que lhe dá 22.9% de propriedade. Quem é o dono do Google O Google é propriedade principalmente de seus fundadores, Larry Page e Sergey Brin, que têm mais de 51% do poder de voto. Outros acionistas individuais incluem John Doerr (1.5%), um capitalista de risco e um dos primeiros investidores em Google, e CEO, Sundar Pichai. Mark Zuckerberg é o maior acionista da empresa. Zuckerberg mantém a propriedade e o controle da empresa. Como Google, o Facebook emitiu duas ações ordinárias, Classe A e Classe B. Os detentores de ações ordinárias Classe B têm direito a dez votos por ação, e os detentores de nossas ações ordinárias Classe A têm direito a um voto por ação. Em 2023, os principais acionistas da Apple incluíam a Berkshire Hathaway de Warren Buffet com 5.73% das ações da empresa (avaliadas em mais de $ 130 bilhões). Seguido por outros acionistas individuais como Tim Cook, CEO da Apple, com cerca de 3.3 milhões de ações, Artur Levinson, presidente da Apple, com mais de 4.5 milhões de ações, e outros. Quem é dono da Amazon Com 64,588,418 ações, Jeff Bezos é o maior investidor individual. Possuindo 12.7% da empresa. Outros grandes investidores individuais incluem o CEO da Amazon, Andy Jessy, com 94,729 ações. Os principais investidores institucionais incluem fundos mútuos como The Vanguard Group (6.6% de propriedade) e BlackRock (5.7% de propriedade). Quem é o dono da Microsoft Os principais acionistas incluem o cofundador Bill Gates, que deixou o conselho da empresa em 2020, razão pela qual essas ações não são mais divulgadas publicamente. Em 2019, Gates ainda possuía uma participação de 103 milhões de ações, o que representava 1.34% da propriedade da empresa (no valor de mais de $ 23 bilhões em janeiro de 2023). Em 2022, a maioria Tesla as ações da empresa ainda são de propriedade Elon Musk, entre os cofundadores da empresa e o CEO. Elon Musk é o maior investidor individual, com 23.5% de participação na empresa, equivalente a mais de 244 milhões de ações. Musk é seguido por Lawrence Ellison (fundador da Oracle), com 1.5% de participação na empresa.

  1. Ellison também se senta Tesla placa.
  2. E Antonio Gracias, um dos primeiros investidores da empresa, tem mais de 1.6 milhão de ações.
  3. Outros investidores institucionais e fundos mútuos como The Vanguard Group (6%), Blackrock (5.1%) e Capital Ventures International também possuem boa parte das ações da empresa.

Quem é dono do PayPal O PayPal foi fundado em 1998; chamava-se Confinity (entre seus fundadores estava Peter Thiel); mais tarde, fundiu-se com o X.com, seu principal concorrente, Fundada por Elon Musk (que se tornaria conhecido por outras empresas como Tesla e SpaceX). Dessa fusão, nasceu o PayPal. O maior acionista individual da Netflix é Reed Hastings, cofundador e ex-CEO da empresa, agora presidente da Netflix, com uma participação de 1.7%, avaliada em mais de $ 2.4 bilhões em fevereiro de 2023. Outros acionistas individuais significativos incluem Jay C. O TikTok é de propriedade da ByteDance, uma empresa chinesa de tecnologia da Internet que possui várias plataformas de conteúdo em todo o mundo (Douyin, Toutiao, Xigua Video, Helo, Lark, Babe). A Bytedance ultrapassou a avaliação de mercado privado de US$ 300 bilhões até 2022, faturando cerca de US$ 58 bilhões em receita em 2022, mais de US$ 4 bilhões do TikTok. Quem é o dono do YouTube Adquirido por Google, em 2006, por US$ 1.65 bilhão, o YouTube agora vale muitas vezes. Em 2022, o YouTube gerou mais de US$ 29 bilhões em receita apenas da publicidade. O YouTube faz parte Google (agora chamado Alphabet), e como tal, é propriedade da principal Google acionistas da Alphabet e é um dos segmentos que mais cresce para a empresa. Quem é o dono do Twitter Em 25 de abril de 2022, Elon Musk tentou assumir o Twitter. Musk tentou comprar a empresa por US$ 54.20 por ação, ou cerca de US$ 44 bilhões. O negócio finalmente foi fechado em 27 de outubro de 2022 e Elon Musk tornou-se o maior acionista. Quem é o dono do Spotify A multibilionária empresa de streaming de música Spotify é propriedade principalmente de seus fundadores, Daniel Ek e Martin Lorentzon. A partir de 2023, Daniel Ek possui 16.5% de propriedade de ações ordinárias e 31.7% do poder de voto. Martin Lorentzon tem 10.9% das ações ordinárias e 42.6% do poder de voto. O principal acionista individual da NVIDIA é Jen-Hsun Huang, fundador e CEO da empresa, com 87,521,722 ações, o que lhe dá 3.50% de propriedade. Seguido por Mark A. Stevens, capitalista de risco e sócio da S-Cubed Capital, que fez parte do conselho da NVIDIA em 2008 e atuou anteriormente como diretor de 1993 a 2006, com 6,258,803 ações. Os principais acionistas individuais da Uber incluem Yasir Al-Rumayyan (3.73%), o Governador do Fundo de Investimento Público, o fundo soberano do Reino da Arábia Saudita, e Dara Khosrowshahi, fundador e CEO da Uber. Existe o Morgan Stanley, com 5.12% de participação entre os principais investidores institucionais. Quem é o dono da Shopify O fundador e CEO da Shopify, Tobias Lütke, possuía ou controlava 7,891,852 ações com direito a voto múltiplo Classe B e 5,250 ações subordinadas com direito a voto Classe A, representando aproximadamente 33.8% do poder de voto agregado associado a todas as ações com direito a voto em circulação da Empresa. A Roblox é propriedade de David Baszucki e Gregory Baszucki, com 2.3% e 2.6% de participação, respectivamente. Anthony Lee, sócio-gerente da Altos Ventures, com 15.3% de participação. Quem é o dono do Twitch Em 2014, a Twitch foi comprada pela Amazon por US$ 970 milhões. Portanto, o Twitch faz parte da Amazon, compreendendo outras subsidiárias compradas ao longo dos anos, como Audible, Whole Foods e Zappos (no total, Amazon tem 12 subsidiárias). Portanto, a partir de 2020, o Twitch é uma empresa multibilionária, ganhando dinheiro principalmente por meio de publicidade por meio de sua plataforma de streaming de vídeo (os criadores usam o Twitch hoje em muitas outras verticais). Os principais acionistas privados da Zoom incluem Eric S. Yuan, um empresário bilionário sino-americano que fundou a Zoom. Dan Scheinman, membro do conselho e investidor anjo da Zoom desde o início, e Santiago Subotovsky, também um dos primeiros investidores da Zoom. Em um dos maiores negócios do negócio mundo, a Microsoft adquiriu a Activision Blizzard em uma transação de $ 68.7 bilhões. Fazendo da Microsoft a terceira maior empresa de jogos do mundo, receita, atrás da Tencent e da Sony. No entanto, dado o tamanho do negócio, isso ainda está sob o escrutínio dos reguladores que precisam aprová-lo. A Pixar é propriedade da The Walt Disney Company, que a adquiriu em 2006 em um acordo de US$ 7.4 bilhões. Hoje a Pixar faz parte do Império Disney. Os principais acionistas da Disney são Robert Iger, CEO da empresa, e investidores institucionais como The Vanguard Group e Blackrock. Quem é o dono da Salesforce Marc Benioff, Co-CEO da Salesforce, é o principal acionista individual, com 3% das ações da empresa. Outros principais acionistas individuais incluem Parker Harris, co-fundador e diretor de tecnologia, e Bret Taylor, ex-co-CEO. Os principais acionistas institucionais incluem The Vanguard Group, Fidelity e BlackRock. Quem é o dono do Slack Em um acordo de $ 27.7 bilhões em 2021, a Salesforce finalizou a aquisição da Slack, que foi integrada à Salesforce. Hoje o Slack ainda é um PRODUTOS em sua maioria gerenciados de forma independente pela Salesforce, que incorporou algumas de suas funcionalidades em sua plataforma. O empresário Marc Benioff é dono principalmente da força de vendas. Quem é o dono do Snapchat Evan Spiegel e Robert Cornelius Murphy são os cofundadores e, respectivamente, CEO e CTO do Snapchat. Evan Spiegel possui 3% das ações da Classe A, 25.7% das ações da Classe B e 53.4% das ações da Classe C para um poder de voto de 53.2%, enquanto Robert Murphy possui 6% das ações da Classe A, 25.7% das ações da Classe B e 46.6% das ações da Classe C para um poder de voto de 46.6%. Os principais acionistas individuais incluem os cofundadores Brian Armstrong (59.5% de poder de voto), Frederick Ernest Ehrsam (26.1% de poder de voto) e outros investidores individuais, como Surojit Chatterjee (atual CPO “roubado” de Google ), Paul Grewal (ex-magistrado que ingressou na Coinbase como Diretor Jurídico) e capitalistas de risco que inicialmente investiram na Coinbase, como Marc Andreessen (fundador da a16z) e Fred Wilson (fundador da Union Square Ventures), juntamente com empresas de capital de risco como Andreessen Horowitz, Paradigm, Ribbit Capital e Union Square Ventures.

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