Quem Eram Os Fariseus?

Quem Eram Os Fariseus

Quem são os fariseus segundo a Bíblia?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fariseus
Fundação 167 a.C
Dissolução 73 d.C
Ideologia

Populismo Teocracia Torah oral

Religião Judaísmo
País Judéia

Fariseus (do hebraico פרושים) são um grupo de judeus devotos ao Torá (5 primeiros livros da bíblia), surgidos no século II a.C. Opositores dos saduceus, criam numa Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga,

O que é ser um fariseu na Bíblia?

Membro de uma seita de judeus que ostentava grande santidade exterior na sua vida.2. Hipócrita; fingido.

Em que acreditavam os fariseus?

Os fariseus eram um grupo de líderes religiosos do povo judeu na época de Jesus, preocupados em interpretar a Lei em todas as áreas da vida humana. Desenvolveram sua própria tradição de pensamento e interpretação das Escrituras ao longo dos anos e foram muito importantes para a educação religiosa dos judeus.

  1. Os fariseus (significa “separados” ou “separatistas”) zelavam cuidadosamente pelas Escrituras e sua interpretação, assim fruto disso foram suas tradições orais, ensinamentos passados por gerações de Fariseus que ensinavam como aplicar cada mandamento na vida comum,
  2. Os fariseus acreditavam que para agradar a Deus cada pessoa tinha de obedecer fielmente a todas as regras das Escrituras e da tradição.

Os fariseus eram bem vistos pelo povo judeu por seu zelo em obedecer a Deus e não comprometiam seus valores para agradar outros. Através dos fariseus a sinagoga foi criada, como forma da comunidade judaica se reunir ao redor das Escrituras e louvarem ao Senhor.

Por que os fariseus eram contra Jesus?

Os escribas e fariseus em tudo criticavam Jesus, pois o julgavam liberal demais, inclusive durante um banquete na casa de Mateus, apóstolo de Jesus que antes era um cobrador de impostos, questionaram o motivo de Jesus sentar-se e comer com cobradores de impostos e pecadores, ao que Jesus prontamente lhes respondeu: ‘

O que os fariseus faziam de errado?

Mateus 12:3–6—Explicação de o Que É Certo ou Errado no Sábado – Os fariseus acusaram os discípulos de Jesus de trabalharem no sábado porque eles colheram espigas e as comeram enquanto caminhavam com Jesus. Jesus usou estes dois exemplos para mostrar que Seus discípulos guardavam a lei de Moisés, embora ofendessem a tradição que os fariseus consideravam ser mais importante.

  • Davi e seus homens comeram o pão do templo mas não foram considerados culpados porque estavam a serviço do Senhor. (Ver I Samuel 21:1–6.)
  • Os sacerdotes do templo precisam fazer muitas coisas no templo no sábado que seria considerado contrário à lei em qualquer outro lugar.

Como Jesus tratava os fariseus?

Jesus e os Fariseus – Cristo falou várias vezes sobre os fariseus. Ele disse que eles ” são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície” (Matheus 23:27–28), Jesus também disse para seus discípulos tomarem cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia (Lucas 12:1).

  1. Vemos também o Filho de Deus chamando os fariseus de raça de víboras quando, estes, acusavam-no de expulsar um demônio pelo poder de Belzebu (Matheus 12:24; 12:34).
  2. Existem várias outras ocasiões dentro dos evangelhos que podemos ver Cristo tendo um relacionamento duro e ríspido com os fariseus.
  3. Quando nos deparamos com esse cenário, podemos chegar até a questionar se, o amor imensurável de Cristo, alcançava até os fariseus.

Mas esse questionamento se dá, principalmente, porque todos a volta de Jesus eram pecadores, somente Cristo era santo. Mas o tratamento de Jesus para com muitos desses pecadores era bem diferente do tratamento Dele com os fariseus. Um pequeno exemplo seria o criminoso que foi crucificado ao lado de Jesus.

  • Quais coisas terríveis esse criminoso deveria ter feito para merecer uma morte de Cruz.
  • Mesmo assim, a única coisa que ele ouviu Jesus, o próprio Deus, falar para ele foi: “Eu lhe asseguro que hoje você estará comigo no paraíso” (Lucas 23:43).
  • Podemos usar como exemplo, também, Matheus, um dos escritores dos evangelhos, que foi chamado para ser apostolo de Cristo mesmo sendo publicano (Matheus 10:3).

Ou mesmo Zaqueu, chamado de chefe dos publicanos (Lucas 19:2), recebeu a honra de receber Jesus Cristo em sua casa, pela própria iniciativa do Messias (Lucas 19:5). Em todos esses momentos, podemos ver o infindável amor de Cristo se manifestando. O amor como essência divina fica claro quando vemos Jesus indo buscar os pecadores que estavam perdidos (Lucas 19:10).

Porque os fariseus eram hipócritas?

Atividade Motivadora – Se for adequado, utilize a seguinte atividade ou uma de sua escolha para começar a lição. Mostre as duas xícaras. (Ver seção “Preparação”.) Cuide para que os alunos vejam apenas a parte externa das xícaras. Em qual dessas duas xícaras vocês gostariam de beber? Mostre aos alunos o interior das xícaras.

• Agora em qual delas vocês gostariam de beber? Por quê? Explique-lhes que Jesus comparou os fariseus a uma xícara que está limpa por fora mas suja por dentro. (Mateus 23:25–26) Os fariseus davam muita importância às ordenanças e ações exteriores, que lhes davam o ar de justos, mas não se preocupavam em ser realmente justos no coração.

Por isso, Jesus chamouos de hipócritas. Esta lição irá discutir como Jesus condena os hipócritas, que são pessoas que procuram aparentar retidão mas não procuram viver dignamente.

Qual era a Lei dos fariseus?

A JUSTIÇA QUE AGRADA A DEUS. Postado em 17 de março de 2014 às 10:27. Escrito por * Roberto N Amorim – Goiânia “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céu.”- Mateus 5.20 Lidamos hoje com muita religiosidade externa e aparente.

Muita gente está envolvida com “ritos”, “dogmas”, “ordenanças”, e procuram praticar com muito afinco a todas elas pensando que estão agradando a Deus. Os escribas e fariseus da época de Jesus era assim também. Eles eram famosos por sua “justiça”. Eles calcularam que a Lei continha 248 mandamentos e 365 proibições, e tentaram obedecer a todos eles.

Jesus choca seu auditório ao dizer que “se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céu.” O que Ele queria dizer com isso? O problema dos escribas e fariseus é que eles CONTENTAVAM-SE COM UMA OBEDIÊNCIA EXTERNA.

  • E Jesus ensina que as exigências de Deus são muito mais radicais do que práticas religiosas externas.
  • A justiça que agrada a Deus tem uma só origem: O CORAÇÃO.
  • Segundo 1 Sm 16.7, Deus conhece o coração de todos.
  • Ele sabe o que passa por dentro.
  • E o verdadeiro relacionamento com Ele vem do coração.
  • A “justiça” que excede a religiosidade vazia provém do interior da pessoa.

Ela é uma obra espiritual produzida pelo Espírito de Deus. Segundo Jeremias 36.27, o Espírito de Deus coloca dentro da pessoa as condições para que ela ande, obedeça, observe e guarde os estatutos e juízos de Deus. Essa “justiça” é chamada de “Novo Nascimento”; o “nascer do alto”; o “nascer do Espírito”.

  • É isso que está acontecendo com você hoje?
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Qual é o sinônimo de fariseu?

5 sinnimos de fariseu para 2 sentidos da palavra fariseu : 1 falso, dissimulado, Use a nossa Inteligncia Artificial Escreva textos incrveis em segundos com nossa nova ferramenta de Inteligncia Artificial. Reescrever meu texto agora 2 charlato, fingido, hipcrita,3 No encontrou o sinnimo que procurava? Escreva abaixo uma frase ou um pequeno texto usando “fariseu”, ns vamos reescrev-la com novos sinnimos.

O que é fariseus e qual sua função?

Os fariseus, o mais poderoso grupo religioso da época de Jesus, eram muito rígidos em sua obediência a essas tradições e as consideravam mais importantes do que as palavras dos profetas. Ao ler Mateus 12, procure o que aconteceu quando os ensinamentos de Jesus entraram em conflito com essas tradições.

Qual é a origem dos fariseus?

A Teologia dos Fariseus – Os fariseus foram uma das primeiras seitas judaicas a promover o conceito de ressurreição dos mortos. O Deus de Israel era considerado o criador do universo e de toda a vida na Terra. Cria-se que ele era onipotente, onisciente, onipresente e infinitamente sábio.

  1. Quando os humanos foram criados, a eles foram dados dois impulsos: o de fazer o bem e o de fazer o mal.
  2. De acordo com esse sistema de crenças, havia livre-arbítrio para escolher.
  3. O estudo da Torah deveria ser interpretado pela racionalidade (dada aos humanos por Deus), considerando as condições de cada época desde a revelação dos mandamentos no Sinai.

Ao mesmo tempo, porém, embora houvesse o livre-arbítrio, os fariseus também acreditavam na ideia de providência ou destino. Ao refletir sobre os desastres da nação de Israel (a conquista Assíria no Reino do Norte em 722 a.C. e a conquista babilônia e destruição do Templo e de Jerusalém em 587/586 a.C.), os Profetas de Israel haviam predito que Deus agiria na história humana uma vez, nos últimos dias.

Naquele tempo, todos os inimigos de Israel seriam destruídos em uma batalha final, seguida de um julgamento final. Todos os mortos seriam levantados e julgados, tanto para serem condenados ao Geena (forma judaica do Inferno), ou para viver uma nova utopia, o Jardim do Eden na terra, como originalmente planejado por Deus.

Os fariseus foram uma das primeiras seitas judaicas a promover o conceito de ressureição dos mortos.

Quem foi que mandou matar Jesus?

Jesus foi executado na província romana da Judeia pelo prefeito da província, Pôncio Pilatos. Só isso. Inclusive a data, provavelmente em torno de 28 depois de Cristo, é uma suposição baseada em dados’.

Qual a diferença entre Jesus e os fariseus?

O que distinguia Jesus dos fariseus? Vemos, nos Evangelhos, a distância que separava Jesus dos fariseus. Estes evitavam o contato com todos os excluídos. Aquele, no entanto, os acolhia como amigos; Jesus tocava os intocáveis. “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas!”. Por que isso? Qual era a causa desse desacordo entre eles? A resposta é simples: a maior preocupação dos fariseus era com eles mesmos e com um modo de manter sua própria pureza, enquanto a prioridade de Jesus Cristo eram os outros – como “buscar e salvar o que estava perdido”.1 A fim de explicar e defender o que fez, Jesus recorreu a uma série de imagens ou parábolas marcantes.

  • Para começar, ele se comparou a um médico que se dedica ao cuidado de doentes e, portanto, assume o risco de se contagiar.
  • Foi assim que ele respondeu à pergunta indignada dos fariseus sobre o motivo de comer com publicanos e pecadores: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.

Eu não vim para chamar justos, mas pecadores”.2 Mais uma vez, quando os fariseus murmuraram, dizendo: “Este homem recebe pecadores e come com eles”, 3 Cristo respondeu comparando-se com um pastor que havia perdido uma de suas cem ovelhas. Ele não abandonaria a ovelha perdida, nem aguardaria com esperança ouvir seu balido no caminho de casa.

Ele preferiria abandonar as 99 que estavam seguras para sair à procura da que estava perdida e em perigo. Ele continuaria a busca até encontrá-la. Esse encontro levaria a uma alegria que ele gostaria de compartilhar com seus amigos e vizinhos.4 O que distinguia Jesus dos fariseus era, em uma palavra, a graça, a iniciativa divina que primeiro busca e depois salva o pecador perdido.

Como explicou o estudioso judeu C.G. Montefiore, “os rabinos haviam dito que se o pecador voltar para Deus, este irá recebê-lo; eles não disseram que o amor de Deus sai à procura do pecador onde ele está. Todavia, é isso que dizem os Evangelhos”.5 Passemos de um pastor que perdeu uma de suas cem ovelhas para uma mulher que perdeu uma de suas dez moedas.

Talvez a dracma, a moeda de prata que havia se perdido, tivesse um valor sentimental além do monetário. Talvez fosse um adorno ou uma das dez moedas de prata que as mulheres palestinas usavam naquela época para mostrar que eram casadas, assim como a aliança de casamento de nossos dias. Em todo o caso, ao perdê-la, ela sentiu falta da moeda.

Não lhe ocorreu apenas aceitar a perda. Em vez disso, ela acendeu uma lâmpada e varreu toda a casa, procurando atentamente até encontrá-la. Então, mais uma vez, com a moeda recuperada, como no caso da ovelha encontrada, a descoberta levou a uma alegria que, por sua vez, levou a uma celebração da qual amigos e vizinhos foram convidados a participar.

  • Da mesma forma” – disse Jesus – “há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”.
  • Foi isso que faltou aos fariseus.
  • Eles não se alegraram; eles murmuraram.6 A mais longa das três parábolas sobre perda ilustra a mesma verdade básica sobre a compaixão divina, porém vai mais fundo e acrescenta o tema do irmão mais velho.

A graça de Deus no ministério de Cristo, já exibida no médico, no pastor e na mulher, agora é vista no pai. E não é difícil ver os paralelos entre, primeiro, os publicanos e o filho pródigo e, segundo, os fariseus e o irmão mais velho.7 Não devemos minimizar a rebeldia do filho mais novo.

Quando confessou mais tarde: “Pequei”, ele estava dizendo a verdade. Ele havia perdido sua fortuna por causa da insensatez e sua honra por causa do pecado. Dificilmente poderia estar pior. Ele não só havia perdido tudo o que possuía, como também ele próprio estava perdido. Durante todo o tempo, seu pai ficou na expectativa de encontrá-lo e nunca perdeu a esperança.

Sua paciência não vacilou. Seu amor não desapareceu. Ele perseverou. E quando, finalmente, avistou o filho, ainda longe, voltando para casa, imediatamente, “cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou”.8 Mais uma vez, a ênfase está na iniciativa da graça.

O pai não esperou que o filho chegasse em casa; correu para se encontrar com ele e acolhê-lo. Não esperou que ele se reconciliasse. Não o rebaixou à vida de servo que sabia que ele merecia. Não, ele o restaurou imediatamente como filho na família e honrou-o com um anel, com sandálias e com a melhor vestimenta.

Ele nem mesmo esperou que o rapaz terminasse seu pedido de desculpas; interrompeu-o para ordenar que preparassem uma festa. Entretanto, quando todos começaram a comemorar, a atitude pessimista do irmão mais velho de não querer participar da festa lançou uma sombra sobre ela.

Ao descobrir o motivo da música e da dança, ele ficou com raiva e recusou-se a entrar, a despeito dos apelos que o pai lhe fez. Ficou ressentido com a recepção dada ao seu irmão, especialmente uma vez que sua própria lealdade ao pai não lhe parecia ter sido adequadamente reconhecida. Este filho representa aqueles que consideram que a religião tem a ver com o mérito das pessoas, para quem a ideia de graça é injusta e até mesmo imoral.

Ele nada sabia sobre a culpa que nenhum ato humano pode remover, sobre a oferta divina de perdão imerecido, sobre a alegria celestial por pecadores que se arrependem. Foi áspero, amargo, hipócrita e insensível. Enquanto outros comemoravam, ele permaneceu à distância, aborrecido.

Quais são as características de um fariseu?

AS CARACTERÍSTICAS DOS FARISEUS AS CARACTERÍSTICAS DOS FARISEUS Prometem liberdade, mas trazem escravidão (2ª Pe 2.19; Gl 2.4). A falsidade não satisfaz (Is 32.6). Ensinam heresias abomináveis (2ª Pe 1.2122), e as pessoas tem grande prazer nisto (Jr 5.31). Têm visões falsas e profecias falsas (Jr 14.14; Jr 23.25-32).

Qual foi a pergunta que Jesus fez aos fariseus?

Imagem ícone de domínio das escrituras Domínio das Escrituras — Mateus 22:36–39 – Em cada passagem de domínio das escrituras, você deve ser capaz de identificar o contexto, a doutrina ou o princípio e saber como aplicar isso em sua vida. (Veja os recursos de domínio das escrituras disponíveis em LDS.org para recursos de estudo.) Em Mateus 22:36–39, o contexto é a resposta de Jesus Cristo a um fariseu que perguntou qual era o maior dos mandamentos.

Pondere sobre o que significa amar a Deus de todo o coração. Depois, reflita sobre o que significa amá-Lo de toda sua alma. Depois, pense sobre como pode amá-Lo de todo pensamento. Em seu diário de estudo das escrituras, escreva seus pensamentos a respeito dessas três ideias.

Como Jesus chamava os fariseus?

Os Pecados dos Fariseus As palavras fortes de Jesus “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas” ecoam através de todo Mateus 23 (versículos 13,14,15,23,25,27,29). Os evangelhos estão cheios de controvérsias entre Jesus e os fariseus (Mateus 9:11,34; 12:2,14,24,38; 15:1,12; 16:6-12; Lucas 11:37-44; 12:1 e muitos outros textos).

Quem eram estes fariseus e por que Jesus se opunha tanto a eles? Os fariseus eram um grupo religioso que se originou dois séculos antes de Cristo. Eles eram líderes de um movimento para trazer o povo de volta a uma submissão estrita à palavra de Deus e eram considerados geralmente como os servos mais espirituais e devotos de Deus.

A oposição vigorosa de Jesus contra eles deixava muitos perplexos. A maioria das pessoas daquele tempo pensava que se alguém fosse fiel ao Senhor, certamente seriam os fariseus. O Senhor decididamente inverteu os valores do mundo (Lucas 16:15). Se Jesus fosse retornar hoje, a quem ele se oporia? Seriam aqueles a quem respeitamos bastante? Ele nos atacaria como criticava os fariseus? Precisamos pesar as razões por que Jesus os repreendia e então olhar cuidadosamente para nossas próprias vidas (Mateus 5:20; 16:6,12).

Seguiam a tradição Os fariseus seguiam não somente a lei escrita de Deus, mas também as tradições orais que lhes tinham sido passadas. Eles acreditavam que ambas eram a vontade de Deus. Jesus não seguiu as tradições deles; da¡, eles atacaram-no (Mateus 15:1-14; Marcos 7:1-13). Ele respondeu às críticas deles distinguindo claramente entre a lei de Deus e os mandamentos dos homens.

Jesus guardou todas as leis de Deus, mas sempre ignorou as regras do homem. Ele lhes mostrou que, guardando a tradição, os fariseus na realidade quebravam a palavra de Deus (Mateus 15:3-6). Muitas igrejas modernas imitam os fariseus. Elas se agarram a suas tradições acima da palavra de Deus.

  1. Muitas delas têm credos ou catecismos junto com a Bíblia aos quais eles dão sua fidelidade.
  2. Outros colocam os ensinamentos do pastor, pregador ou papa no mesmo nível com as Escrituras.
  3. Jesus advertiu: “Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:9).
  4. A idéia dos fariseus era colocar uma cerca em volta da lei de Deus.

Desde que a lei de Deus proibia o trabalho no sábado, por exemplo, eles proibiam as mulheres de olharem num espelho no sábado. O raciocínio deles: se uma mulher olhasse num espelho poderia ver um cabelo branco e ser tentada a arrancá-lo, e arrancar poderia ser trabalho.

  1. Eles Estamos procurando impressionar os homens ou servir a Deus humildemente?estavam procurando fazer uma cerca mais restritiva que a palavra de Deus.
  2. O motivo deles era louvável; eles queriam estar certos de que ninguém jamais quebrasse a lei de Deus.
  3. Eles pensavam que não rompendo-se a cerca, não se chegaria nem perto de quebrar a lei.
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Havia apenas um problema com a abordagem deles: se Deus quisesse uma cerca em volta de sua lei, ele mesmo teria construído uma. Ele não o fez; portanto, nós também não dever¡amos fazê-lo (Mateus 23:4; Lucas 11:46). As igrejas de hoje também acrescentam regras que vão além dos mandamentos da Bíblia.

Regras extremas quanto ao vestuário e regulamentos minuciosos sobre cada pormenor da vida são certamente herdeiros legítimos da herança farisaica. A solução para tudo isso é bem simples: examine a origem do ensinamento. Se é de Deus (isto é, está na Bíblia), então deve ser seguido. Se não, não deve, porque “toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada” (Mateus 15:13).

Buscavam ser honrados Jesus condenou os fariseus pelo interesse deles em impressionar os outros (observem Mateus 23:5-12; Marcos 12:38-40; Lucas 16:15; 20:46-47). Eles tinham aperfeiçoado diversas técnicas de chamar atenção, como usar roupas especiais para fazê-los parecer mais religiosos, orar e jejuar de modos muito visíveis (Mateus 6:1-18), e disputar pelas posições mais elevadas tanto na sinagoga como no mercado.

Eles insistiam em que os outros lhes dessem títulos especiais de respeito, quando os saudassem, porque queriam ser notados e admirados. Satanás ainda consegue colocar orgulho humano nos corações de muitos “cristãos”. Quantos líderes religiosos de nossos dias imitam estes fariseus em quase todas as minúcias, usando roupagem especial para distingui-los como “clérigos”, usando títulos especiais, e adorando com grande pompa e cerimônia? A religião nos nossos dias tem sido reduzida a uma questão de espectadores aplaudindo os atos deslumbrantes daqueles que estão no palco.

O holofote têm sido apontado para o pastor eloqüente, cheio de si, de maneira que poderia causar inveja até a um fariseu. Estamos procurando impressionar os homens ou servir a Deus humildemente? Amavam o dinheiro Os fariseus eram cobiçosos (Lucas 16:14).

Jesus os acusou de roubalheira (Mateus 23:25) e de devorar as casas das viúvas (Marcos 12:40; Lucas 20:47). É difícil saber exatamente como eles “devoravam” as casas das viúvas; talvez persuadindo-as a fazer grandes doações. Certamente, pessoas de má fé no meio religioso hoje em dia têm explorado os pobres e velhos forçando-os a fazerem doações além de suas condições.

Alguns até ridicularizam as doações pequenas (chocante, à vista de Lucas 21:1-4; Marcos 12:41-44) e garantem bênçãos financeiras do Senhor em troca de enormes ofertas. Claramente, assim como seus mentores antigos, eles cobrem sua exploração com um verniz de fervor religioso (observe as longas orações de Marcos 12:40; Lucas 20:47).

Não é de admirar que Jesus advertisse: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno Os hipócritas religiosos de nossos dias cumprem seus deveres religiosos externos perfeitamente, mas permitem que pecados como orgulho, inveja e ódio floresçam por dentro.duas vezes mais do que vós” (Mateus 23:15).

Viviam hipocritamente Os fariseus eram falsos, pretendendo ser algo que não eram. Eles limpavam minuciosamente o exterior (a parte que as pessoas podiam ver), mas negligenciavam a justiça interior (Mateus 23:23-33). Eles invertiam o que era racional. Uma vez que o pecado começa no coração, a operação de limpeza tem que começar aí também.

Jesus comparou a maneira farisaica com alguém que limpasse cuidadosamente o exterior de uma taça ou prato, mas deixasse comida apodrecendo por dentro sem se importar com isso. Conquanto não se queira beber numa taça que esteja suja por fora, a primeira preocupação é com a limpeza interior. Os hipócritas religiosos de nossos dias cumprem seus deveres religiosos externos perfeitamente, mas permitem que pecados como orgulho, inveja e ódio floresçam por dentro.

Os fariseus demonstravam hipocrisia de um segundo modo. Eles desequilibravam-se, dando o dízimo de cada pequena erva enquanto ignoravam totalmente os princípios mais importantes da vida espiritual. Jesus comparou-os com alguém que se certificasse de ter coado cada mosquito de sua bebida; após, porém, engolisse um camelo inteiro! Ele não estava criticando a insistência farisaica por um dízimo rigoroso, mas dizendo que a ênfase precisava ser posta na fidelidade, no amor e na justiça.

  • Infelizmente, os escrúpulos dos fariseus em atender às minúcias deixavam que eles se sentissem justificados por negligenciar princípios elementares da lei.
  • Do mesmo modo, muitas igrejas de nossos dias ressaltam pontos relativamente menores à custa da negligência completa dos assuntos de maior peso.
  • Quando elas têm maior interesse pelo exato comprimento do cabelo de uma mulher ou pelo uso de gravata pelo homem e interessa-lhes menos a honestidade, a pureza moral e o amor a Deus, estão seguindo perfeitamente no caminho trilhado pelos fariseus.

Eram cegos Jesus expôs a cegueira de sua geração (Mateus 13:13-15). Apesar de examinarem as Escrituras diligentemente, os fariseus deixavam de ver o que elas estavam indicando (João 5:39-40). Sua pesquisa exaustiva e horas incansáveis de estudo não produziam para eles discernimento da verdadeira mensagem da Bíblia.

O que causava a cegueira deles? Eram preconceituosos, permitindo que seus desejos velassem o que as Escrituras ensinavam. Seu orgulho impedia-os de se humilharem o suficiente para permitirem que o Senhor abrisse seus olhos (João 7:45-52; 9:24-34). Eles deturpavam as palavras que Jesus dizia e negavam seus milagres (Mateus 12:22-24).

Eles recorriam a desonestidade absoluta (Mateus 28:11-15). A questão penetrante é: somos cegos também? Ler a Bíblia não nos imuniza. Somente um coração terno e um amor pelo Senhor nos capacitarão a entender as Escrituras que lemos. Rejeitavam o Propósito de Deus “Todo o povo que o ouviu e até os publicanos reconheceram a justiça de Deus, tendo sido batizados com o batismo de João; mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus, não tendo sido batizados por ele” (Lucas 7:29-30).

  1. Os fariseus rejeitaram a Deus, recusando-se a serem batizados por João.
  2. Hoje, quando as pessoas argumentam contra ou tentam mudar o padrão bíblico do batismo, elas imitam os fariseus e negam o propósito de Deus.
  3. Talvez não nos surpreenderíamos ao saber que os homens ainda agem como fariseus.
  4. Os homens não mudam muito.

Deus não muda nunca. Ele se opõe aos modernos fariseus da mesma maneira que se opunha aos antigos. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas.” – por Gary Fisher Leia mais sobre este assunto: Autoridade: Qual o fundamento que usamos para descobrir a vontade de Deus? A Necessidade Mais Urgente dos Dias Atuais: Voltar para o Padrão de Deus ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Como os fariseus oravam?

/ Atualizado sábado, 08 de abril de 2017 – Propôs também Jesus esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos por se considerarem justos, e desprezam os outros: “Dois homens subiram ao Templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim, interiormente: ‘Ó Deus, graças te dou porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos, adúlteros, nem mesmo como este publicano.

Eu jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo o que possuo’. O publicano, pelo contrário, de pé, conservando-se à distância, nem ao menos ousava levantar os olhos para o céu, mas batia no peito dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou um pecador!’ Eu vos digo que este último desceu para casa justificado, e o outro não.

Porque todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado”. (Evangelho de Lucas, cap.18, vv.9 a 14). Nesta parábola somente narrada no Evangelho de Lucas, o divino Messias menciona dois homens: um fariseu e o outro era publicano, cobrador de impostos para Roma, uma classe desprezada pelos judeus.

Os dois subiram ao Templo de Jerusalém para orar. O Templo de Jerusalém fora construído no cume do Monte Moriá, também denominado Monte do Templo, local mais alto de Jerusalém, na região leste. O Mestre narra o teor das orações desses dois homens. Ele inicia com o fariseu que orava ao Pai, de pé, sozinho, separado dos demais, olhando para cima, como era hábito judaico durante as orações.

Ele agradecia a Deus por não ser como os demais homens de má conduta, incluindo o publicano presente. O fariseu cumpria rigorosamente todos os preceitos do rito farisaico, inclusive o pagamento do dízimo e a prática do jejum. O fariseu considerava que ia muito além de suas obrigações legais ao pagar o dízimo de tudo que possuía porquanto a lei de Moisés determinava que somente fosse pago o dízimo das colheitas e dos rebanhos, conforme os livros de Levítico (27:30-33) e Deuteronômio (14:22-29): “Todos os dízimos da terra – seja dos cereais, seja das frutas – pertencem ao Senhor; são consagrados ao Senhor.(.) O dízimo dos seus rebanhos, um de cada dez animais que passem debaixo da vara do pastor, será consagrado ao Senhor”.

Levítico, 30 e 32) Somente Abraão e Melquisedeque pagaram o dízimo de tudo que possuíam conforme relata o livro Gênese (14:20): “Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”. Quanto à prática do jejum, não havia recomendação de jejuar duas vezes por semana, a determinação era de jejuar uma vez por ano, no dia 9 de Tishrei (Setembro, Outubro ou Novembro), no Yom Kippur, dia do perdão, para lembrar a invasão e destruição de Jerusalém por Nabuconosor.

(2Reis, 25:8-9) e (2Crônicas, 36:17-21). O jejum no Dia do Perdão durava 24 horas, começava ao por do sol e terminava ao cair da noite do dia seguinte, quando nada poderia ser ingerido, nem mesmo água. O jejum não era autorizado para os seguintes casos: crianças menores de 9 anos, portadores de enfermidade grave, gestantes e mulheres que deram à luz em menos de trinta dias.

  • Em sua oração, o fariseu selecionou três tipos de homens de má conduta: os ladrões, os injustos e os adúlteros ao se considerar indivíduo honesto, justo e fiel aos sagrados deveres familiares.
  • Em seu entendimento, o publicano poderia ser considerado injusto e ladrão porquanto considerava que este cobrava tributos exorbitantes dos judeus em favor do erário romano.

Enquanto o fariseu fazia suas orações com pensamentos de superioridade, o publicano também se encontrava de pé, mas conservando-se a distância do altar e dizia com profundo pesar e arrependimento: “Meus Deus, tem piedade de mim que sou um pecador”. Dizia isso com o olhar para baixo a bater as mãos no peito.

  1. Em toda Bíblia, o único episódio em que se narra pessoas batendo no próprio peito é durante a crucificação de Jesus, conforme conta o Evangelho de Lucas (23:48): “Toda multidão que tinha assistido àquele espetáculo, vendo o que acontecera, voltava batendo no peito”.
  2. Também alguns devotos batiam no peito com uma pedra.

Essas práticas demonstram que o coração simboliza todos os bons e maus sentimentos. Naquele tempo bater no peito simbolizava a súplica do perdão de Deus. O divino Mestre nos informa que o publicano “desceu para casa justificado e o outro não. Porque todo o que se exalta será humilhado e o que se humilha será exaltado”.

  • O que reforça as palavras do profeta Isaías (66:2): “É para este que olharei: para o humilde e contrito de espírito, e que treme da minha palavra”.
  • O fariseu representa o espírito estacionário na senda da evolução enquanto o publicano simboliza o espírito que ascende ao nível evolutivo seguinte.
  • Do mesmo modo que o fariseu, o irmão mais velho da parábola do filho pródigo que não aceitou que o pai festejasse a volta do irmão arrependido e o moço rico que desejava ser um discípulo próximo a Jesus, observava as escrituras, mas ainda estava apegado aos bens materiais.

Nesses três casos se verifica vários obstáculos que impedem o adiantamento espiritual: o orgulho, a vaidade, a inveja, o ciúme e o apego às coisas materiais. Jesus critica os virtuosos que não se esforçam por evoluir. Jesus narra esta parábola também para ensinar os valores da compaixão e do respeito ao próximo que, diante de Deus, recebe o mesmo incomensurável amor.

  • É uma parábola para os que se consideram superiores em virtudes, mas, por não terem compaixão, desprezam os seus irmãos desprovidos das virtudes que possuem.
  • Somente a virtude da humildade possibilita ao espírito a ascensão de um nível intelecto-moral para outro mais adiantado.
  • A humildade abre as portas do aprendizado enquanto o orgulho impede que o espírito avance por meio de lições preciosas, especialmente as de natureza moral vinculadas ao amor.

Nesse sentido, o Espírito François-Nicolas-Madeleine, no capítulo dezessete, item 8, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, FEB, assevera: “Mais vale pouca virtude com modéstia, do que muita com orgulho. Pelo orgulho é que as humanidades sucessivamente se hão perdido; pela humildade é que um dia elas se hão de redimir”.

  • Quem tem muitas virtudes sem humildade estaciona no grau evolutivo onde se encontra porquanto é fundamental a força da humildade para aprendermos a sair de certo nível evolutivo e adentrarmos ao grau de evolução seguinte até atingirmos níveis elevados de compaixão.
  • É possível que haja um fariseu e um publicano dentro de cada um de nós, que agem em ocasiões diversas.

Quanto menos espaços ocuparem as nossas presunções, mais próximos de Deus estaremos. Saiamos do planeta Terra, o templo da evolução espiritual, justificados diante de Deus por meio do Seu infinito Amor. (Emídio Silva Falcão Brasileiro é autor do livro O Livro dos Evangelhos)

Porque os fariseus guardavam o sábado?

Capítulo 15: Senhor Do Sábado Capítulo 15 A observância do sábado como dia santo era um requisito preeminente entre os mandamentos do Senhor ao Seu povo, Israel, desde os primórdios de sua história como nação. Na verdade, guardar o sábado como dia em que toda tarefa ordinária devia cessar, era uma característica nacional pela qual os israelitas se distinguiam dos povos pagãos, e isto era justo, pois a santidade do sábado se tornou um sinal do convênio entre o povo escolhido e seu Deus.

A inviolabilidade do sábado havia sido anunciada no relato da criação, antecedendo a vinda do homem à Terra, como é demonstrado pelo fato de que Deus descansou após os seis períodos ou dias de trabalho criativo, e abençoou o sétimo dia e o santificou. Durante o êxodo de Israel, o sétimo dia foi designado como o de descanso, no qual não era permitido assar, cozer, nem preparar alimento de qualquer outra forma.

Um suprimento duplo de maná devia ser recolhido no sexto dia, enquanto nos outros dias era expressamente proibido guardar a sobra deste pão cotidiano enviado do céu. O Senhor observava o caráter sagrado do dia santo, não dando maná durante o mesmo. O mandamento de celebrar rigorosamente o sábado tornou-se claro e explícito no decálogo, escrito pela mão de Deus em meio à majestosa glória do Sinai; e a ordem formal estava sempre diante do povo na forma de freqüentes proclamações.

  1. Era ilícito acender fogo naquele dia; e registra-se que um homem foi condenado à morte por recolher lenha no sétimo dia.
  2. Sob a administração de profetas posteriores, a santidade do sábado, as bênçãos prometidas aos que santificassem esse dia, e o pecado da sua profanação foram reiterados em palavras de inspirado vigor.

Neemias fez admoestações e reprovações sobre esse assunto, e atribuiu a aflição do povo à perda dos favores de Jeová em virtude da violação do sábado. Pela boca de Ezequiel, o Senhor afirmou que a instituição do sábado era um sinal do convênio entre Ele e o povo de Israel; e com severidade, reprovou aqueles que não guardavam o dia.

Para o ramo separado da nação israelita, que havia colonizado o hemisfério ocidental, o respeito à santidade do sábado era uma exigência não menos imperativa. A observância exigida, entretanto, era bem o oposto de aflições e fardos; o dia de descanso era consagrado ao repouso e justo prazer, e devia ser um dia de festa espiritual diante do Senhor.

Não era estabelecido como dia de abstinência; todos podiam comer, porém tanto a ama quanto a criada deviam ser dispensadas do trabalho de preparar alimento; nem o senhor nem o servo deviam arar, cavar ou realizar qualquer outra tarefa; e o dia de descanso semanal era tanto para benefício do gado quanto de seus donos.

  • Além do sábado semanal, o Senhor, em Sua misericórdia, prescreveu também um ano sabático; em cada sétimo ano, a terra deveria descansar, aumentando assim sua fertilidade.
  • Depois que sete vezes sete anos se tivessem passado, o qüinquagésimo deveria ser celebrado como o ano do jubileu, durante o qual o povo viveria do que acumulara nas prósperas estações precedentes, regozijando-se em liberalidade, concedendo uns aos outros resgate de hipotecas e obrigações, perdoando dívidas, aliviando encargos — o que devia ser feito com o espírito de misericórdia e justiça.

Os sábados estabelecidos pelo Senhor, fossem dias, anos, ou semanas de anos, eram designados para serem tempos de refrigério, alívio, bênção, generosidade e adoração. Para os muitos que consideram a necessidade de trabalhar como parte do anátema provocado pela queda de Adão, o sábado deveria ser como um dia de alívio temporário, um período de isenção do labor, e como uma oportunidade abençoada que permite ao homem aproximar-se mais daquele de cuja presença foi afastado em virtude do pecado.

E, para aqueles que têm uma visão mais elevada da vida, e encontram no trabalho tanto felicidade como bênção material, o repouso periódico traz um novo vigor e novo prazer com que o indivíduo enfrenta os dias que se seguem. Mas, muito antes do advento de Cristo, o propósito original do sábado tornara-se grandemente ignorado em Israel; e o espírito de sua observância havia sido sufocado pelo peso dos regulamentos rabínicos e o formalismo das restrições.

No tempo do ministério do Senhor, eram inumeráveis as interpretações técnicas prescritas como regras e atribuídas à lei; e a carga que desta forma fora imposta ao povo tornou-se quase insuportável. Entre os muitos requisitos sadios da lei mosaica, que os mestres e legisladores espirituais dos judeus haviam tornado tão difícil de suportar, a observância do sábado ocupava lugar de destaque.

  1. A “sebe” que eles pretensamente ergueram ao redor da lei, em uma apropriação não autorizada, era particularmente espinhosa nas partes devotadas ao sábado judaico.
  2. Mesmo as mais insignificantes infrações das regras tradicionais eram severamente punidas, e a pena capital pairava sobre a cabeça do povo como a ameaça derradeira para a suprema profanação.
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Em vista das condições reinantes, não nos surpreendemos ao encontrar nosso Senhor, relativamente cedo no decorrer de Seu trabalho público, sendo acusado de violar o sábado. Um exemplo que acarretou muitas manifestações é registrado por João, cuja narrativa compreende a passagem de um milagre comovente.

Jesus estava novamente em Jerusalém, por ocasião de uma das festas judaicas. Havia na cidade um tanque de água, chamado Betesda, próximo ao mercado de ovelhas. Por sua descrição, podemos concluir que se tratava de uma fonte natural; provavelmente a água era rica em sólidos dissolvidos ou em gases, ou ainda em ambos, constituindo o que chamamos hoje de fonte mineral, pois vemos que a água tinha fama de possuir qualidades curativas, e muitos enfermos iam banhar-se nela.

A fonte era de natureza pulsativa; a determinados intervalos, suas águas elevavam-se em borbulhante tumulto, voltando em seguida ao nível normal. Fontes minerais desta espécie são encontradas hoje em muitas partes do mundo. Alguns acreditavam que a agitação periódica das águas de Betesda era resultado de uma intervenção sobrenatural; e dizia-se que “o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.” O tanque de Betesda ficava total ou parcialmente cercado; e cinco alpendres haviam sido construídos para abrigar aqueles que esperavam o movimento intermitente das águas.

  1. Em certo sábado, Jesus visitou o tanque e viu muitos doentes esperando.
  2. Entre eles, estava um homem que havia trinta e oito anos se encontrava gravemente enfermo.
  3. Pelas palavras do homem acerca da própria debilidade, podemos inferir que sua moléstia era paralisia, ou, possivelmente, uma forma aguda de reumatismo; qualquer que fosse sua aflição, tornava-o tão incapacitado, que ele tinha uma oportunidade muito pequena de entrar no tanque no momento preciso, pois outros menos inválidos se lhe adiantavam; e, segundo as lendas relativas às propriedades curativas da fonte, somente o primeiro a penetrar nas águas, após sua turbulência, podia ter esperança de cura.

Jesus reconheceu no homem um indivíduo merecedor de uma bênção, e disse-lhe: “Queres ficar são?” A pergunta foi tão simples, que quase pareceu supérflua Claro é que o homem desejava ser curado, e esperava paciente mas ansiosamente pela pequena oportunidade de chegar às águas no momento exato.

Entretanto, estas palavras do Mestre, assim como todas as outras, tinham um propósito. A atenção do homem foi atraída para Ele, e Nele se fixou; a pergunta despertou no coração do sofredor um renovado anseio pela saúde e pela força das quais havia sido privado desde os dias de sua juventude. Sua resposta foi dolorosa e revelou seu desesperançado estado de espírito; estava pensando apenas nas apregoadas virtudes do tanque de Betesda, quando disse: “Senhor, não tenho homem algum que quando a água é agitada, me meta no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.” Então falou Jesus: “Levanta-te, toma a tua cama e anda.” A força imediatamente ressurgiu naquele homem que, por quase quatro décadas, havia sido inválido; ele obedeceu ao Mestre, e, tomando o pequeno colchão ou catre no qual se deitava, saiu andando.

Não tinha caminhado muito quando os judeus, isto é, alguns dos oficiais, pois assim o evangelista João emprega o termo, o viram carregando sua cama; e era sábado. A peremptória reprimenda dos mesmos, respondeu, com a gratidão e simplicidade honesta de seu coração, que Aquele que o havia curado lhe dissera que tomasse a sua cama e andasse.

  • O interesse dos inquiridores transferiu-se instantaneamente do homem para Aquele que realizara o milagre; mas o que fora aleijado não pôde fornecer o nome do seu Benfeitor, pois perdera Jesus de vista na multidão, antes que tivesse a oportunidade de formular perguntas ou agradecimentos.
  • O homem que havia sido curado dirigiu-se ao templo, possivelmente impelido por um desejo de expressar em oração seu reconhecimento e júbilo.

Lá Jesus o encontrou e lhe disse: “Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior”. A aflição do homem, provavelmente, havia sido causada por seus hábitos pecaminosos. O Senhor decidiu que ele já havia sofrido suficientemente na carne, e pôs fim ao seu tormento físico, admoestando-o depois para que não pecasse mais.

  • O homem foi e contou aos oficiais quem o havia curado.
  • Isto ele pode ter feito com o desejo de honrar e glorificar o Doador de sua dádiva; não há justificativa para atribuir-lhe qualquer propósito indigno, embora, com seu ato, tenha servido de instrumento para aumentar a perseguição de seu Senhor.
  • Tão intenso era o ódio da facção sacerdotal, que os oficiais procuraram um meio de levar Jesus à morte, com o razoável pretexto de que havia profanado o dia do sábado.

Podemos perguntar-nos por qual ato esperariam condená-Lo, mesmo com a mais estrita aplicação de Suas leis. Não havia qualquer prescrição contra o falar no dia de sábado; e Jesus tinha apenas falado para curar. Ele não havia carregado a cama do homem, nem tentado realizar o mais leve trabalho físico.

  1. De acordo com Sua própria interpretação da lei, não tinham qualquer acusação contra Ele.
  2. Não obstante, os oficiais judeus fizeram acusações a Jesus.
  3. Se a entrevista se realizou dentro das paredes do templo, na rua, no mercado ou no tribunal, não importa.
  4. A resposta que deu às acusações não se limitou à questão da observância do sábado, mas se constitui no mais completo sermão encontrado nas Escrituras a respeito do assunto vital que é a relação entre o Pai Eterno e Seu Filho, Jesus Cristo.

Sua primeira frase aumentou a já intensa raiva dos judeus. Referindo-Se à obra que havia feito no dia santo, disse: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também.” Esta afirmação eles interpretaram como blasfêmia. “Por isso pois os judeus ainda mais procuravam matá-Lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era Seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.” Jesus replicou ao Seu protesto expresso ou silencioso que Ele, o Filho, não estava agindo independentemente, e que, na verdade, não podia fazer coisa alguma, exceto o que concordava com a vontade do Pai, e aquilo que havia visto o Pai fazer; e que o Pai amava o Filho de tal forma, que lhe mostrava Suas obras.

Observe-se que Jesus, de forma alguma tentou mudar a interpretação que haviam dado às Suas palavras; pelo contrário, confirmou a exatidão das Suas deduções. Ele se proclamava realmente ligado ao Pai, numa forma ainda mais íntima e sublime do que aquela que eles haviam imaginado. A autoridade que Lhe dera o Pai não se limitava à cura de enfermidades físicas; Ele tinha poder até mesmo para levantar os mortos — “Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer”.

E ainda mais, o julgamento dos homens Lhe havia sido confiado; e ninguém podia honrar o Pai, se não honrasse o Filho. Seguiu-se esta incisiva declaração: “Na verdade, na verdade vos digo, que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas, passou da morte para a vida.” O domínio do Cristo não era limitado pelo túmulo; até mesmo os mortos dependiam totalmente Dele para alcançar a salvação; aos ouvidos aterrorizados de Seus aturdidos acusadores, Ele proclamou a verdade solene de que estava próxima a hora na qual os mortos ouviriam a voz do Filho de Deus.

Meditemos sobre esta profunda afirmação: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.” A fúria assassina dos judeus foi repelida pela afirmativa de que, sem sua submissão, não poderiam eles tirar-lhe a vida: “Porque como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo.” Fez outra afirmação igualmente insólita: “E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do Homem”.

Ele, o Filho do exaltado e glorificado Homem de Santidade, e agora um Homem mortal, deveria ser o juiz dos homens. Não é de se admirar que eles se maravilhassem; jamais tinham ouvido ou lido tal doutrina, não era nem dos escribas, nem dos rabis, nem das escolas farisaicas ou saducéias.

“Falando da ressurreição dos mortos, com referência aos que ouvirão a voz do Filho do Homem: e ressurgirão; os que fizeram o bem, na ressurreição dos justos, e os que fizeram o mal, na ressurreição dos injustos.” Esta proclamação da ressurreição, expressada tão claramente que o mais iletrado podia entender, deve ter ofendido os saduceus presentes, pois enfaticamente negavam a realidade da ressurreição.

A universalidade de uma ressurreição é aqui afirmada indubitavelmente; não apenas os justos, mas também aqueles que merecem ser condenados deverão erguer-se de suas tumbas com seus corpos de carne e ossos. Então, asseverando novamente a concórdia da vontade do Pai e da Sua, Cristo referiu-Se à questão de testemunhas sobre Sua obra.

Admitiu o dogma corrente naquele tempo, de que o testemunho de um homem sobre si mesmo, sem corroboração, não era suficiente; mas acrescentou: “Há outro que testifica de mim e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro.” Ele cita João Batista, e recorda-lhes que haviam enviado a ele uma delegação, tendo João, em resposta, prestado seu testemunho do Messias; e João havia sido uma luz brilhante e refulgente, em cujo ministério muitos se haviam temporariamente regozijado.

Foi tornado claro aos judeus hostis que o testemunho de João era válido segundo as suas mais estritas regras de evidência; “Mas”, continuou Ele, “não recebo testemunho de homem; () Eu tenho maior testemunho do que o de João; Porque as obras que o Pai me deu para realizar, as mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou.

E o Pai que me enviou, ele mesmo testificou de mim.” Depois, em termos de condenação irrestrita, disse-lhes que estavam desprovidos da palavra de Deus, pois recusaram-se a aceitá-Lo, a Ele, a quem o Pai enviara. De maneira humilhantemente direta, admoestou esses eruditos da lei, esses intérpretes dos profetas, esses expositores profissionais das Escrituras Sagradas, a que se aplicassem à leitura e ao estudo.

“Examinai as Escrituras” disse Ele, “porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.” Condenatoriamente continuou — que eles, que admitiam e ensinavam encontrar-se nas Escrituras o caminho para a vida eterna, se recusavam a chegar-se a Ele, de quem essas mesmas Escrituras testificavam, embora, fazendo-o, pudessem obter a vida eterna.

“Eu não recebo glória dos homens”, — adicionou, — “mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus.” Eles sabiam que buscavam honra entre os homens, recebiam honra uns dos outros, eram feitos rabis e doutores, escribas e mestres, pela concessão de títulos e graus — tudo dos homens; mas rejeitavam a Ele que viera em nome de um Ser infinitamente maior do que todas as suas escolas ou sociedades — Ele, que havia vindo no supremo nome do Pai.

A causa de sua ignorância espiritual foi apontada — eles confiavam nas honras dos homens, e não buscavam a honra da dedicação verdadeira à causa de Deus. Ele havia falado sobre a autoridade de julgamento que lhe havia sido outorgada; agora explicava-lhes que não deviam pensar que Ele os acusaria diante do Pai.

Um menor que Ele acusaria, o próprio Moisés, outra de Suas testemunhas em quem professavam tanta confiança — Moisés, em quem diziam todos acreditar — e, atingindo-os com o impacto de sua poderosa acusação, o Senhor continuou: “Porque se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele.

Mas se não credes nos seus escritos, como crereis na Minha palavra?” Tais foram as esclarecedoras instruções, e a ardorosa denúncia, que esses homens provocaram com sua fútil tentativa de condenar Jesus sob a acusação de profanar o sábado. Esta não foi senão uma das muitas maquinações pelas quais determinadamente conspiravam, tentando imputar o estigma e invocar a penalidade estabelecida para os profanadores do sábado.

Aquele que havia instituído o dia do descanso, e que era, na verdade, o único Senhor do mesmo. Sobre o mesmo assunto podemos, proveitosamente, considerar outros exemplos de boas obras realizadas por nosso Senhor nos sábados; e isto podemos fazer sem excessiva consideração pela ordem cronológica dos eventos.

Novamente encontramos Jesus na Galiléia, não importa se antes ou depois da visita a Jerusalém, por ocasião da festa não identificada, quando realizou o milagre da cura junto ao tanque de Betesda. Em certo sábado, Ele e os discípulos atravessavam uma seara, e, tendo fome, os discípulos começaram a colher algumas espigas maduras, e, esfregando-as entre as mãos, tiravam os grãos e comiam-nos.

O que fizeram não constituía furto, pois a lei mosaica determinava que, ao atravessar uma vinha ou seara alheia, uma pessoa podia apanhar uvas ou grãos para saciar a fome; mas era proibido usar foice no campo ou carregar as uvas em qualquer recipiente. A permissão estendia-se, somente, ao alívio da necessidade momentânea.

Quando os discípulos se valeram deste privilégio legal, estavam sendo observados pelos fariseus, os quais imediatamente se dirigiram ao Mestre, dizendo: “Eis que os teus-discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado.” Os acusadores, sem dúvida, tinham em mente a sentença rabínica de que esfregar uma espiga entre as mãos, tirando-lhe os grãos, era como debulhar; que soprar a palha era joeirar; e que era ilegal debulhar ou joeirar no sábado.

Na verdade, alguns mestres letrados haviam declarado ser pecado caminhar sobre a erva no sábado, pois a erva podia ter sementes, e arrebentar as sementes seria o mesmo que debulhar grãos. Jesus defendeu os discípulos, citando um precedente aplicável ao caso, e de muito maior importância. O exemplo foi o de Davi que, com um pequeno grupo de homens, havia pedido pão ao sacerdote Aquimeleque, pois que estavam com fome e com pressa.

O sacerdote tinha somente pão consagrado, os pães da proposição que eram, a intervalos, colocados no santuário, e que apenas os sacerdotes tinham permissão para comer. Em vista da urgente necessidade, o sacerdote havia dado o pão da proposição aos homens famintos.

Jesus também lembrou aos fariseus que criticavam Seus discípulos, que os sacerdotes, no templo, realizavam regularmente muito trabalho no sábado, abatendo as vítimas para os sacrifícios e atendendo ao serviço do altar de maneira geral, sendo, no entanto, considerados inocentes em razão dos elevados requisitos da adoração que tornavam tais trabalhos necessários; e acrescentou com ênfase solene: “Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo.” Ele citou a palavra de Deus dada através de Oséias: “Porque eu quero a misericórdia, e não sacrifício”, e reprovou imediatamente sua ignorância e seu zelo iníquo, dizendo-lhes que, se soubessem o que aquela Escritura significava, não teriam condenado os inocentes.

Seja lembrado que “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” À reprimenda, seguiu-se a afirmação de Sua supremacia pessoal: “Assim, o Filho do Homem até do sábado é Senhor. ” O que podemos deduzir dessa declaração, a não ser que Ele, Jesus, ali presente na carne, era o Ser através do qual o sábado havia sido instituído, que havia sido Ele quem dera e escrevera o decálogo na pedra, inclusive “Lembra-te do dia do sábado para o santificar”, e “o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus”? Novamente num sábado, Jesus foi à sinagoga e viu na congregação um homem cuja mão direita era mirrada.

  1. Havia fariseus presentes que observavam para ver se Jesus iria curar o homem, sendo o seu propósito acusá-Lo, caso o fizesse.
  2. Os fariseus perguntaram: “E lícito curar nos sábados?” Nosso Senhor refutou o propósito pobremente disfarçado, perguntando: “E lícito no sábado fazer bem?” e estendeu a pergunta “ou fazer mal? Salvar a vida, ou matar?” Eles permaneceram calados, pois a pergunta tinha dois sentidos.

Responder afirmativamente significaria justificar a obra de cura; responder com uma negativa seria expor-se ao ridículo. Ele formulou outra pergunta: “Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois quanto mais vale um homem do que uma ovelha?” Como os fariseus não pudessem ou desejassem retrucar, Ele sumariou toda a questão, dizendo: “É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados.” Então disse ao homem com a mão mirrada que ficasse diante da congregação.

  • Mágoa e ira misturavam-se em Seu olhar penetrante e majestoso; mas, voltando-Se compassivamente para o homem afligido, ordenou-lhe que estendesse a mão.
  • O homem obedeceu e eis que a mão “ficou sã como a outra!” Os fariseus, frustrados, estavam enraivecidos, “cheios de furor”, diz Lucas; e saíram para conspirar novamente contra Jesus.

Tão amargo era seu ódio, que se aliaram aos herodianos, partido político impopular entre os judeus. Os principais do povo estavam prontos a participar de qualquer intriga ou aliança que os ajudasse no seu confesso propósito de levar à morte o Senhor Jesus.

Requisitos rabínicos concernentes à observância do Sábado — “Nenhum aspecto do sistema judeu era tão marcante quanto sua extraordinária rigidez relativa à observância do sábado como dia de completo descanso. Baseados no mandamento de Moisés, os escribas haviam formulado uma vasta lista de proibições e injunções, abrangendo toda a vida social, individual e pública, levando-a a extremos de ridícula caricatura. Leis prolixas foram prescritas sobre os tipos de nós que poderiam ser atados legalmente no sábado. Eram ilegais os nós dos cameleiros e marinheiros, e era igualmente ilegal atá-los ou desmanchá-los. Um nó que pudesse ser desmanchado com uma só mão, podia ser desfeito. Um sapato ou sandália, um odre de vinho ou de azeite, um vaso de pele podiam ser amarrados. Um cântaro junto a uma fonte podia ser preso ao cinto, mas não com uma corda Acender ou apagar o fogo no sábado era um grande desrespeito ao dia, e nem mesmo em caso de enfermidade se permitia violar as regras rabínicas. Era proibido administrar eméticos no sábado, consertar um osso fraturado ou pôr no lugar uma junta deslocada, embora alguns rabis mais liberais afirmassem que tudo o que punha em perigo a vida invalidava a lei do sábado, porque os mandamentos tinham sido dados a Israel apenas para que pudesse viver por eles.’ Se uma pessoa fosse soterrada no sábado, podia ser socorrida se ainda estivesse viva, mas, se morresse, devia ser deixada no mesmo lugar, até que o sábado terminasse.”— Geikie, Life and Words ofChrist, çap.38. A festa não identificada. — Muita controvérsia há sobre a festa mencionada em, na ocasião em que Jesus curou o paralítico no tanque de Betesda. Muitos escritores afirmam que era a Páscoa, outros que era a festa de Purim, ou qualquer outra celebração judaica. O único aspecto de importância relacionado com o assunto é a possibilidade de descobrir-se, pelo fato, caso pudesse o mesmo ser comprovado, algo sobre a ordem cronológica dos eventos nesse período da vida de nosso Senhor. Não nos é dito que festa era essa, nem o ano, ou época do ano em que ocorreu. O valor do milagre efetuado nessa ocasião, assim como o do discurso doutrinário que provocou, de forma alguma depende da determinação da data. Os pães da proposição. — Esse nome se refere ao “pão da presença” e quer dizer que era colocado na presença de Jeová. O pão assim santificado era feito sem fermento, e consistia de doze formas, que deviam ser depositadas no Lugar Santo em duas colunas de seis unidades cada. Zenos, no Standard Bible Dictionary, escreve: “Era permitido que ficassem ali uma semana inteira, ao término de cujo período eram removidos e comidos pelo sacerdote em terreno santo, isto é, dentro dos recintos do santuário. Era considerado sacrilégio outras pessoas que não os sacerdotes comerem os pães da proposição, pois eram ‘santos'”. Ver ; ;, O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. — Edersheim (vol.1, pp.57, 58) diz: “Quando Davi, fugindo de Saul, ‘sentiu fome’ e comeu o pão da proposição, dando-o aos seus seguidores, embora pela letra da lei levítica o mesmo pudesse ser comido apenas pelos sacerdotes, a tradição judaica justificou sua conduta, alegando que ‘o perigo de vida sobrepujava a lei do sábado’, e, portanto, todas as leis que com ela se relacionavam Na verdade, a razão pela qual Davi era inocente comendo o pão da proposição era a mesma que tornava legal o trabalho dos sacerdotes. A lei do sábado não era meramente descansar, mas descansar para adorar. Seu objetivo era o serviço do Senhor. Os sacerdotes trabalhavam no sábado, porque esse trabalho era o objetivo do sábado, e Davi teve permissão para comer o pão da proposição não somente porque houvesse perigo de vida por inanição, mas porque ele argumentou que estava a serviço do Senhor e precisava desse alimento. Da mesma forma, os discípulos que seguiam o Senhor estavam em Seu serviço; e ministrar a Ele era mais do que ministrar no templo, pois Ele era maior do que o templo. Se os fariseus tivessem acreditado nisso, não teriam tido dúvidas quanto à conduta dos discípulos, e nem, ao fazê-lo, teriam eles mesmos infringido aquela lei superior que pede misericórdia e não sacrifício.”

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,, ; ; ; ; ; ;, ;, ; ;, ;,, ; ;, ; comparar,, Página 61. Nota 1, no final do capítulo., Nota 2, no final do capítulo. Veja-se outro exemplo, nas páginas 185–188. Págs.186 e 195. Para maior justificativa deste ato de cura no Sábado, veja-se, Página 138. Comparar, Ver pág.20 deste. Página 25. ; comparar ;,, Nota 3, no final do capítulo. ; compare,, Nota 4, no final do capítulo. ; ;, Página 65. Para exemplos, ver ; ;,

: Capítulo 15: Senhor Do Sábado

Quem são os escribas nos dias de hoje?

“Ouvindo-o todo o povo, recomendou Jesus a seus discípulos: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo”,

Lc 20.45-47 Na Antiguidade, os escribas eram os profissionais que tinham a função de escrever textos, registrar dados numéricos, redigir leis, copiar e arquivar informações. Como poucas pessoas dominavam a arte da escrita, possuíam grande destaque social. Os escribas eram, geralmente, funcionários reais, pois eram comandados pelo governante e deviam fazer tudo o que seu superior ordenasse.

Jesus aponta duas atitudes erradas nos escribas: a vaidade e a hipocrisia. A vaidade revela-se nas longas vestes, no prazer em ser cumprimentados publicamente, na presunção de ocupar sempre os primeiros lugares no templo e nas sinagogas. É espantoso validar o significado desta palavra: “vaidade” qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro.

Desejo imoderado de atrair admiração ou homenagens. A hipocrisia revela-se em ostentarem grande devoção, prolongando os tempos de oração comum, só para darem nas vistas. Os “hipócritas” são identificados por sua impostura, fingimento, simulação, falsidade. A sua pretensa religiosidade torna-se ainda mais escandalosa quando não revelam qualquer pudor na opressão dos fracos e dos indefesos.

Os escribas são homens impuros, incapazes de fazerem dom de si mesmos a Deus e ao próximo. Atualmente esta profissão não é denominada como nos tempos antigos, mas não podemos garantir que suas características ainda continuam a se revelar nos grandes templos, em frente a potentes câmeras e aquecidos grupos sociais.

Quem eram os pecadores para os fariseus?

Jesus come com pecadores. | Ministério Águia de Cristo Marcos 2.13-17 13 De novo, saiu Jesus para junto do mar, e toda a multidão vinha ao seu encontro, e ele os ensinava.14 Quando ia passando, viu a Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

Levi, que é Mateus, estava trabalhando quando Jesus o encontrou e o chamou. Mateus era um publicano, isto é, um judeu cujo trabalho era cobrar impostos do povo para o império romano. Por isso, assim como todo publicano, ele era odiado intensamente e desprezado pelo povo por sua desonestidade, opressão e, principalmente, por servir aos interesses do Império Romano.

Nota: Zaqueu era o chefe dos publicanos. Lucas 19.2 Quando Mateus ouviu Jesus dizer-lhe SEGUE-ME, com surpreendente prontidão ele se levantou, deixou tudo e O seguiu. Ele deixou um trabalho tradicionalmente desonesto para se tornar de imediato um discípulo de Jesus.

Imediatamente ele deixou tudo o que até então havia conquistado de maneira ilícita, mas encontrou o único Caminho para todo pecador: O Senhor e Salvador Jesus Cristo. O Senhor concedeu a Mateus a honra de escrever um dos Evangelhos que leva seu nome. Vale a pena ouvir o chamado de Jesus e segui-Lo.15 Achando-se Jesus à mesa na casa de Levi, estavam juntamente com ele e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque estes eram em grande número e também o seguiam.

Mateus então ofereceu a Jesus um grande banquete em sua casa (Lucas 5.29), Provavelmente por pelo menos três motivos: Honrar ao Senhor; testemunhar publicamente sua conversão; e, apresentar seus familiares e amigos a Jesus. Portanto, estavam à mesa com Jesus os Seus discípulos, Mateus e sua família, e muitos publicanos e pecadores que também seguiam a Jesus.16 Os escribas dos fariseus, vendo-o comer em companhia dos pecadores e publicanos, perguntavam aos discípulos dele: Por que come ele com os publicanos e pecadores? Os escribas e os fariseus tentaram de todas as formas apanharem Jesus em alguma palavra ou falha.

Aqui temos uma dessas tentativas. Com o intuito de também abalar a fé dos discípulos, ao invés de perguntarem diretamente para Jesus, os escribas dos fariseus foram até os discípulos e perguntaram-lhes: Por que come ele com os publicanos e pecadores? Os discípulos nada responderam a esta pergunta. O que eles queriam mesmo era acabar com a reputação de Jesus, chamando-O de glutão, beberão e amigo de pecadores.17 Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores.

O chamado de Jesus é eficaz apenas para os que se reconhecem pecadores. Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. Lucas 15.1,2 Os escribas e fariseus associavam-se somente com pessoas que se consideravam justas como eles, pois não se achavam pecadores.

Para eles os pecadores eram Jesus e todos os que com Ele andavam, comiam, bebiam e se associavam. Na verdade os escribas e fariseus estavam muito mais doentes espiritualmente, por exemplo, do que os publicanos. Já os publicanos e pecadores estavam dispostos a reconhecer sua verdadeira condição e procurar a graça salvadora de Cristo.

Eles reconheceram que eram pecadores e que precisavam ser salvos de seus pecados. Na casa de Mateus Jesus realmente comeu e bebeu com pecadores. Mas se Ele tivesse comido e bebido com os escribas e fariseus, também estaria comendo e bebendo com pecadores.

Se realmente fosse certo Jesus não comer e beber com pecadores, então Ele sempre teria que comer e beber sozinho. É óbvio que Jesus, o Salvador do mundo, teria que estar com os pecadores, pois para salvá-los é que Ele foi enviado. João 3.16,17 Mateus 18.11: Jesus não se isolou do mundo e das pessoas, tampouco ensinou Seus discípulos a fazerem isso.

Alcançar os pecadores perdidos, salvá-los do pecado e da condenação eterna, estar com eles para ensiná-los, exortá-los, edifica-los, repreendê-los, consolá-los, abençoá-los etc., tais atos estavam perfeitamente alinhadas com o propósito da vinda do Filho de Deus ao mundo.

  • Nossa missão como Igreja é alcançar todos os pecadores não salvos do mundo, e agir com eles da mesma maneira que o nosso Senhor agiu nos dias da Sua carne.
  • Assim como Jesus, temos que nos tornar amigos dos pecadores não salvos para apresentá-los ao nosso Senhor e Salvador sem, contudo, permitir que esta amizade comprometa nossa santidade e a vocação para a qual fomos chamados.

Jesus comeu e bebeu com pecadores, mas nunca comprometeu Sua santidade, Seu testemunho e Sua missão. Esta nossa amizade com os pecadores não salvos, em princípio, é para que eles sejam alcançados pela graça de Deus e libertos pela verdade. Nós somos o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5.13,14), mas sal fora do saleiro e luz nas trevas.

Havia em Israel todos os tipos de acepção de pessoas, de preconceitos, de discriminações, de intolerâncias, de ódios, de desprezos, de indiferenças etc.; mas Jesus, com a graça, o amor, a verdade, a bondade e a misericórdia, aniquilou todos eles. Por exemplo: Os judeus odiavam os samaritanos. Um dos motivos era pelo fato dos samaritanos serem mestiços, de descendência judaica e pagã.

E Jesus aniquilou este preconceito e ódio quando conversou com uma mulher samaritana no poço de Jacó. João 4.1-30 Hoje também há todos os tipos de acepção de pessoas, de preconceitos, de discriminações, de intolerâncias, de ódios, de desprezos, de indiferenças etc.

Irmãos, tais sentimentos e atitudes são completamente alheios ao exemplo de Jesus e ao Evangelho, e constituem uma negação prática da fé no Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória. Quando fazemos acepção de pessoas é porque nos achamos melhores do que elas, e nos tornamos juízes tomados de perversos pensamentos.

Tiago 2.4 Muitas pessoas que de alguma forma foram discriminadas e desprezadas pelo povo, pelos sacerdotes e pelos romanos, Jesus as alcançou e as recebeu, e manifestou a elas o Seu amor, Sua graça, Sua bondade e Sua misericórdia, e as libertou do pecado e da condenação eterna.

Por isso: Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Tiago 2.1. Como devemos agir com pessoas que sofrem preconceitos e que são desprezadas, discriminadas e odiadas? Devemos agir como Jesus agiu. O chamado que o Senhor nos fez, o ministério, a missão e a visão que Ele nos confiou, têm que arder os nossos corações e ser a razão de nossas vidas; quando assim é, todas as outras coisas são secundárias.

E mesmo que não fôssemos um ministério em células, ainda assim, teriam que queimar os nossos corações e ser a razão de nossas vidas. Vamos todos os dias, para o maior número de pessoas possíveis, anunciar as boas-novas de salvação e testemunhar a nossa própria salvação.

Obrigado Senhor! Esta mensagem foi pregada por Paulo Durvanier Moreira Filho, pastor, no dia 13/10/2019 (domingo), às 9:00 horas, no MAC Vila Barros – Guarulhos – SP. O conteúdo desta publicação é licenciado sob Visualizações 590

: Jesus come com pecadores. | Ministério Águia de Cristo

O que é ser gentio?

Gentios era a designação para os não cristãos, os pagãos. A palavra gentio deriva etimologicamente de ‘gens’, que significa clã ou grupo familiar. Na tradução cristã da Bíblia a palavra gentio designa um não-hebreu.

Qual é a origem dos fariseus?

A Teologia dos Fariseus – Os fariseus foram uma das primeiras seitas judaicas a promover o conceito de ressurreição dos mortos. O Deus de Israel era considerado o criador do universo e de toda a vida na Terra. Cria-se que ele era onipotente, onisciente, onipresente e infinitamente sábio.

Quando os humanos foram criados, a eles foram dados dois impulsos: o de fazer o bem e o de fazer o mal. De acordo com esse sistema de crenças, havia livre-arbítrio para escolher. O estudo da Torah deveria ser interpretado pela racionalidade (dada aos humanos por Deus), considerando as condições de cada época desde a revelação dos mandamentos no Sinai.

Ao mesmo tempo, porém, embora houvesse o livre-arbítrio, os fariseus também acreditavam na ideia de providência ou destino. Ao refletir sobre os desastres da nação de Israel (a conquista Assíria no Reino do Norte em 722 a.C. e a conquista babilônia e destruição do Templo e de Jerusalém em 587/586 a.C.), os Profetas de Israel haviam predito que Deus agiria na história humana uma vez, nos últimos dias.

Naquele tempo, todos os inimigos de Israel seriam destruídos em uma batalha final, seguida de um julgamento final. Todos os mortos seriam levantados e julgados, tanto para serem condenados ao Geena (forma judaica do Inferno), ou para viver uma nova utopia, o Jardim do Eden na terra, como originalmente planejado por Deus.

Os fariseus foram uma das primeiras seitas judaicas a promover o conceito de ressureição dos mortos.

Quem era o líder dos fariseus?

Capítulo 14 Imagem Nicodemus – ch.14-1 Nicodemos pertencia a um grupo de judeus chamado de fariseus. Ele era também um príncipe dos judeus. Muitos fariseus não acreditavam que Jesus Cristo tivesse sido enviado pelo Pai Celestial. Mas Nicodemos acreditava, por causa dos milagres que Jesus fazia. Imagem Nicodemus comes at night to talk to Jesus – ch.14-2 Certa noite, Nicodemos foi falar com o Salvador. Jesus disse-lhe que ninguém podia entrar no reino de Deus sem nascer de novo. Imagem Nicodemus asks Jesus how a person can be born again – ch.14-3 Nicodemos não entendeu. Como uma pessoa poderia nascer de novo? O Salvador explicou que Ele estava falando de coisas espirituais. Para nascer de novo, a pessoa tem que ser batizada e receber o dom do Espírito Santo. Imagem Jesus tells Nicodemus He is on earth to prepare a way for all men to return to Heavenly Father – ch.14-4 Jesus explicou que Ele tinha sido enviado à Terra para ajudar todos a voltarem à presença do Pai Celestial. Disse que sofreria por nossos pecados e morreria numa cruz, para que pudéssemos ter a vida eterna. Imagem Jesus tells Nicodemus that men need to choose the right to live in the kingdom of God – ch.14-5 Disse também que precisamos acreditar Nele e fazer escolhas corretas. Se fizermos o que é certo, viveremos para sempre no reino de Deus.

Quem eram os fariseus e os doutores da lei?

No Evangelho, Jesus censura impiedosamente os escribas e os fariseus, homens responsáveis pelo ensino da Escritura e da Lei, porque eram hipócritas. Arrogavam-se em “mestres” tal como Moisés, para impor medidas pesadas aos outros, que eles nunca cumpriam.

Mas fingiam ser bons cumpridores da Lei e, para tal, metiam algumas palavras essenciais dessa Lei em pequenos estojos, que colocavam no braço esquerdo ou na fronte, as chamadas “filactérias”, e alargavam as pontas dos mantos, que punham nos ombros para fazerem oração, com bordas muito compridas, por motivos de vaidade.

Jesus critica, violentamente, a sua pretensão à posse exclusiva da verdade, a sua incoerência, o seu exibicionismo, a sua insensibilidade ao amor e à misericórdia. Este texto é um convite a mim e a ti, a todos nós, para que não deixemos que atitudes semelhantes se introduzam na minha e na tua família e destruam a fraternidade, fundamento da comunidade.

  1. Jesus nos fala para fazer e observar tudo o que os mestres da Lei e os fariseus dizem, pois eles têm bastante conhecimento da Palavra de Deus e falam com propriedade sobre o que deve ser feito de acordo com a vontade do Pai.
  2. Mas Jesus conhece o coração de cada pessoa e, com coerência, nos pede que sigamos os ensinamentos deles, mas que não imitemos as suas atitudes, pois ensinamentos e atitudes se contradizem.

Quando ouvirmos alguém nos falando o que deve ser feito de bom, não devemos deixar de fazê-lo só porque quem falou não tem “moral” ou “credibilidade” sobre determinada atitude. Olhando pelo lado de quem fala Proferir este famoso ditado cai muito bem em diversas situações onde queremos nos livrar da responsabilidade sobre o que falamos.

É muito fácil dizer aos outros o que fazer e de que forma fazer; mostrar os erros cometidos mesmo quando eles estão presentes em nós mesmos. O interessante é que sempre falamos com propriedade, pois sabemos realmente que essa ou aquela situação são erradas e que devemos agir de um modo diferente. Entretanto, nós não corrigimos a nós mesmos, e dar testemunho do que falamos torna-se difícil.

Quando estamos servindo a Deus é necessário darmos testemunhos fiéis de nossas palavras, para que as pessoas que nos seguem se reflitam no nosso modo de agir, já que uma atitude vale mais que mil palavras. Se você diz ao seu filho: “Não beba! Isto vai te fazer mal.” E no dia seguinte está com um copo de bebida na mão, seu filho não vai dar credibilidade ao que você falou, mas no exemplo que você deu! Ao ler o Evangelho de hoje nos lembramos logo do famoso ditado popular que diz: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.” É fundamental nos colocarmos naquilo que fazemos e não naquilo que dizemos.

Até porque as nossas obras dirão aquilo que nós somos. “Se vos amardes uns aos outros o mundo vos reconhecerá que sois meus discípulos”- disse Jesus! Pessoas que muito falam e pouco fazem, criam uma capa de ilusões. Fazem com que as outras pessoas pensem que ela é o que diz ser e que ela faz o que diz fazer.

Mas no fundo, esta pessoa é vazia por dentro, pois não tem nada de verdadeiro na vida dela, tudo não passa de palavras soltas ao vento. Querem aparecer, serem reconhecidas publicamente, mas nem elas mesmas se conhecem. Desejam ser chamadas de mestres, mas nisto Jesus nos adverte: não existe outro mestre, pai ou guia, que não seja o próprio Deus.

Como são os fariseus?

Por que as pessoas faziam o voto de nazireu? – O voto de nazireu servia como um tempo de dedicação especial a Deus e às coisas de Deus. Durante esse período, o nazireu provavelmente dedicaria mais tempo à comunhão com Deus. Algumas pessoas eram dedicadas como nazireus por toda a vida. Esse era um sinal que sua vida era consagrada de maneira especial à obra de Deus. Eles viviam para servir a Deus.