Quem Ganhou O Debate Na Band?

Quem ganhou o debate entre Bolsonaro e Lula?

Um debate marcado pela falta do diálogo. Para os colunistas do UOL, essa foi a tônica do último encontro entre os candidatos ao Planalto antes do segundo turno, realizado pela TV Globo na noite de sexta (28).

Apuração dos votos do 2º turno das Eleições 2022: siga resultados no UOL

Por pouco mais de duas horas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) promoveram um debate com poucas propostas, com muitas referências ao passado e calcado em ataques. Com a tensão presente na interação entre os candidatos, que qualificavam o adversário com termos que iam de mentiroso a descompensado, nem o mediador do debate, o jornalista William Bonner, conseguiu manter a paciência,

Carla Araújo :

Acho que o resultado do debate foi de empate, com gosto de vitória ao ex-presidente Lula, que jogava para não perder votos. Bolsonaro e Lula pouco se preocuparam com os eleitores indecisos e podem ter apenas agradado suas ‘bolhas’. Com a maior parte do tempo dedicada a ataques mútuos, faltou debater propostas.

Carolina Brígido :

Foi um debate de surdos, com críticas mútuas e sem qualquer chance de diálogo. Um candidato perguntava e outro respondia sobre outro assunto. Bolsonaro explorou novamente os processos aos quais Lula respondeu na Justiça. Lula obteve vitória quando Bonner interveio explicando que o STF anulou condenações do petista.

  1. Fora isso, foi um debate tenso do início ao fim,
  2. Os candidatos se mostraram raivosos, faltou simpatia.
  3. No fim, a impressão que dá é que o eleitor achou que seu próprio candidato ganhou o debate.
  4. Não parece provável que os candidatos tenham conseguido capitalizar mais votos para si.
  5. Ou seja, empatou.
  6. Nessa perspectiva, Lula pode ter sido vitorioso.

Como está na frente das pesquisas de intenção de votos, só de não perder a discussão, já saiu no lucro.

Thaís Oyama :

Na prática, Lula venceu. Se não teve uma grande performance, tampouco cometeu um grande erro e, portanto, entrou favorito no debate e favorito saiu. Mas nem ele nem Bolsonaro conseguiram falar para os indecisos, público que era a razão de ser de um debate realizado a dois dias de uma eleição que promete ser uma das mais apertadas da história.

Josias de Souza :

Grande perdedor do debate entre Lula e Bolsonaro foi o eleitorado indeciso Lula e Bolsonaro precisavam conquistar os votos dos brasileiros que ainda estão indecisos. Coisa de 7% do eleitorado, segundo o Datafolha. Os que desperdiçaram um naco da noite de sexta-feira para assistir ao debate promovido pela TV Globo encontraram mais razões para anular o voto do que para optar por um dos contendores.

  1. Em certos momentos, pareciam dois aspirantes ao cargo de vereador trocando insultos em cima do caixote.
  2. A palavra mais mencionada foi “mentiroso”.
  3. À frente no placar do primeiro turno e nas pesquisas, Lula precisava de um empate.
  4. Acabou prevalecendo,
  5. Menos pela exuberância do desempenho do que pela capacidade de resistir a um rival que fez opção preferencial pela canelada.

A afirmação mais relevante de Bolsonaro foi feita fora do debate. ” Não há a menor dúvida: quem tiver mais votos leva “, declarou, sobre a disposição de aceitar o veredicto das urnas. Como o debate não virou a conjuntura do avesso, terá a oportunidade de mostrar que fala sério em menos de 48 horas.

Reinaldo Polito :

O debate foi uma troca mútua de ataques e xingamentos. Tanto um quanto outro se referiu ao adversário como mentiroso. Esse tipo de acusação, de maneira geral, não favorece o agressor, a não ser que seja acompanhado de provas. Nesse aspecto, Bolsonaro tentou se apoiar em fatos.

  • Houve situações inusitadas, como, por exemplo, o pedido de resposta de Bonner por ter sido citado.
  • Por várias vezes, o presidente questionou o adversário sobre as mentiras em suas propagandas, nas quais dizia que o chefe do Executivo acabaria com muitos direitos do trabalhador.
  • Lula tentou fugir, até que precisou dar alguma explicação.

E não foi feliz, Disse que não era ele quem fazia as peças publicitárias e que nem sabia o que era produzido. Por sua vez, Bolsonaro não respondeu de forma consistente o questionamento sobre o investimento em saúde. Também nesse caso, Lula teve de insistir muito para arrancar alguma resposta.

  1. Lula nunca foi muito bem nos debates.
  2. Hoje, conseguiu, pelo menos, sobreviver.
  3. Consentiu, entretanto, que Bolsonaro falasse sem objeções sobre seus feitos.
  4. Da mesma forma, permitiu que o presidente deixasse claro que houve corrupção e desemprego no governo petista.
  5. Pode parecer pouco, mas nem toda a população mais jovem, por exemplo, vivenciou esses fatos.

Se fosse para dar nota para cada um, daria 7,5 para Bolsonaro e 5 para Lula. Essa diferença poderá ter alguma influência no voto de alguns eleitores, já que milhões estavam diante da TV

Chico Alves :

Praticamente todos os debates eleitorais importantes terminam com os críticos reclamando da falta de propostas. A verdade é que, há muito tempo, esse tipo de confronto se resume a uma disputa de pegadinhas e performances faciais entre os candidatos. O debate final entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, no entanto, t alvez tenha sido o recordista na falta de ideias para a melhoria do Brasil,

Entre as sucessivas acusações que um fez ao outro de mentir, o que se viu foi os presidenciáveis falarem mais de passado que de futuro —o que não ajuda muito o eleitor a se decidir. Na postura agressiva de Bolsonaro e nas repostas duras de Lula, poderíamos afirmar que houve empate. Mas as tentativas do petista de algumas vezes puxar a conversa para um nível mais alto e o pedido de desculpas que fez ao telespectador pelas baixarias talvez rendam a ele uma menção honrosa.

Ou seja: se depender do debate, os indecisos terão poucos motivos para mudar de posição.

Juliana Dal Piva :

O debate na Globo entre Lula e Bolsonaro deixou evidente o ânimo de Bolsonaro frente aos últimos dias da campanha. O atual presidente da República estava visivelmente nervoso a ponto de tremer ao falar. Ao final, ele chegou a pedir um mandato de deputado federal em um terrível ato falho.

  1. Bolsonaro repetiu todo o seu repertório e encontrou um Lula mais preparado e na sua melhor performance em todos os debates.
  2. Lula imprimiu uma tônica de estadista.
  3. Martelou o fato de o Brasil ter se isolado do mundo.
  4. Citou os escândalos familiares de corrupção da família Bolsonaro e, no geral, enfrentou melhor os ataques de Bolsonaro.

Acredito que o débito ainda ficou circunscrito aos eleitores dos dois. No entanto, quem falou para fora da bolha foi Lula e pode ter alcançado alguns indecisos,

Mariana Kotscho :

Bolsonaro passou o debate sendo Bolsonaro. Agressivo, descompensado, disparando fake news —como se falar mentiras fosse liberdade de expressão, a ponto de o próprio William Bonner precisar de um direito de resposta. Aliás, mentira foi uma das palavras mais usadas no debate.

Enquanto um chamava o outro de mentiroso, perdia-se um tempo precioso para tratar de temas realmente relevantes, Desde o início, Lula esteve mais equilibrado e mais bem preparado. Mas insistiram em acusações mútuas, em temas do passado e nos mesmos assuntos de outros debates. Quem estava esperando um debate de propostas continuou sem respostas.

Lula se saiu melhor porque, em alguns momentos, conseguiu falar de propostas e trouxe os temas principais para o debate.

André Santana :

Lula venceu o debate porque está acostumado com a dinâmica da política de confronto de ideias e argumentação. Bolsonaro desconhece essas práticas democráticas e, portanto, repete as mesmas acusações, sem compromisso em discutir ideias e projetos para o Brasil.

  • Em um debate com mais acusações e menos apresentação de propostas para o país, Lula ganhou por estar mais acostumado com o confronto democrático tão caro à dinâmica da política, que exige argumentação, embasamento, retórica e respeito aos fatos, tudo que Bolsonaro ignora.
  • A trajetória do ex-presidente, inclusive no partido que ajudou a criar e que, como foi dito no debate, possui muitas tendências e disputas internas, o calejou para o debate.

No ato falho ao final, ao pedir voto para deputado federal, Bolsonaro nos faz retornar a um enorme enigma desta nossa República: como ele conseguiu frequentar o parlamento brasileiro por quase três décadas, sem o menor domínio da prática do diálogo e da argumentação, deficiência que os quatro anos à frente da Presidência não conseguiram corrigir.

Madeleine Lacsko :

Lula venceu o debate. Finalmente aprendeu que não se trata de ganhar o jogo, mas de escolher o tabuleiro. Conseguiu manter a discussão no campo da economia, o pior para Bolsonaro, na maior parte do tempo. Segundo a pesquisa Genial/ Quaest, o maior medo do eleitor caso Bolsonaro seja eleito, é a piora na economia.

Cínthia Leone :

Lula conseguiu impor o debate de temas sensíveis para Bolsonaro: covid, pobreza, viagra, armas, violência contra a mulher, barras de ouro de pastores, rachadinha, imóveis com dinheiro vivo, isolamento internacional do Brasil, ataques ao STF. Os indecisos podem ter prestado atenção.

Leonardo Sakamoto :

O debate foi ruim, mas Lula se saiu melhor. Primeiro, Bolsonaro precisava trazer uma “bala de prata” ou “nocautear” o petista. Não só nenhuma das duas coisas aconteceu, como vimos um Jair que começou perdido no palco da TV Globo e demorou para engrenar.

  • A orientação de seu filho, Carluxo, como ocorreu no debate anterior, fez falta.
  • Além disso, Lula reforçou os BOs que apareceram contra o presidente nas últimas semanas, como a tentativa de assassinato de policiais federais pelo bolsonarista Roberto Jefferson e o estudo de Paulo Guedes que pode precarizar o salário mínimo e as aposentadorias.

A dois dias da eleição, Jair precisava de mais. Não conseguiu,

José Roberto de Toledo :

Lula foi menos pior do que Bolsonaro no desempenho e na presença em cena. E foi muito melhor no que realmente importa: na tática. Jogou marcando o adversário, pra não perder, Fez isso bem o tempo todo. Preservou seu eleitorado, não cometeu erros graves. Pode não ter ganho novos eleitores, mas Bolsonaro tampouco. Jogou como time que está ganhando e administrou a vantagem. Portanto, ganhou.

Tales Faria :

Lula venceu por pontos o debate, que não significou ganho de votos para nenhum dos candidatos. O petista saiu-se melhor nos primeiros blocos, quando se falou do arrocho do salário mínimo, das aposentadorias e do crescimento da fome e da pobreza. Mas não foi tão bem na discussão sobre desemprego e meio ambiente.

Brenda Fucuta :

Lula sem dúvida se saiu melhor no debate. Foi ponderado e dono de uma pauta mais construtiva. Mas, a meu ver, o maior motivo da superioridade no desempenho do petista esteve na fraqueza do oponente, já que a estratégia de colar em Lula os defeitos do próprio Bolsonaro não me pareceu nada convincente.

Com o bordão “Para de mentir, Lula”, repetido ad nauseum, imagino que Bolsonaro não tenha parecido crível nem para os seus eleitores. E, apesar de sabermos do descompromisso do presidente com a verdade, vê-lo disparando tanta desinformação —na cara dura, sem ficar vermelho— me deu a sensação de que aquilo não era um debate presidencial, mas uma discussão de colégio.

Passei da indignação para a anestesia, Por outro lado, essa não foi a performance de Lula que eu imaginava. Na minha avaliação, ele continua pecando por falta de humildade, dando muito crédito a ele próprio e ao partido, o PT, e explorando pouco o fato de estar liderando uma frente, nacional e internacionais, de apoio à ideia de um país democrático e pacificado.

Walter Maierovitch :

Quem perdeu foi o cidadão. Numa democracia, como definiu o presidente norte-americano Lincoln, o “governo é do povo, pelo povo e para o povo”. Nem Lula e nem Bolsonaro mostraram e defenderam propostas de governo. Deu empate, Bolsonaro fazendo o tipo do cínico e a repetir o surrado discurso da corrupção nos governos Lula.

Kennedy Alencar :

Lula conseguiu ditar o que estava em discussão e insistindo nos temas de combate à fome, merenda escolar congelada em baixo valor e desempenho na pandemia. Em vários momentos, Lula pedia desculpa e dizia que Bolsonaro era um presidente que não dizia o que faria.

Alberto Bombig :

Lula foi mais consistente do início ao fim e, portanto, venceu o debate. O petista conseguiu encaixar o caso Roberto Jefferson no debate sobre a segurança pública e foi melhor na questão sobre o salário mínimo e os programas sociais. O melhor momento de Jair Bolsonaro ocorreu justamente quando ele deixou de lado sua guerra cultural para focar em pontos de seu governo Vale destacar que o presidente chegou a ensaiar um ataque ao TSE no primeiro bloco, mas depois desistiu.

Camilo Vannuchi :

Lula venceu o debate outra vez, principalmente em razão do terceiro bloco. Poderia jogar pelo empate, mas entrou em campo aquecido e venceu a partida com facilidade —o que, para um candidato que lidera as pesquisas, pode ser considerada uma baita vitória.

  1. Exibiu altivez, agilidade de pensamento e autenticidade.
  2. Demonstrou conhecimento dos problemas do país e preparo para buscar soluções, falando com seriedade, enquanto o adversário optou por repetir sandices como “o Brasil está muito bem” ou “temos relações com mais países do que no seu governo”.
  3. Não satisfeito, Bolsonaro insistiu em pintar o retrato de um país que, segundo ele, vai muito bem, como se a fome não vitimasse mais de 33 milhões de brasileiros e como se o governo tivesse sido ágil na compra de vacinas.
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Bastou para que Lula acusasse o adversário de estar “descompensado” e de dizer insanidades. O presidente da República, por sua vez, falou o tempo todo para seus apoiadores, sua bolha, perguntando sobre aborto, Marcola, regulação da mídia e ideologia de gênero.

Mentiu quando disse, mais de uma vez, que a bancada do PT votou contra o Auxílio Brasil, o que já foi desmentido por diversas agências de checagem e motivou a decisão do TSE de proibir a campanha do PL a exibir essa desinformação. Voltou a mentir ao acusar Lula de ser amigo de Roberto Jefferson, notório apoiador de Bolsonaro, e também ao afirmar que os desmatamentos da Amazônia estão caindo em sua gestão.

Mentiu tanto que até o Bonner precisou reivindicar um direito de resposta, ainda no primeiro bloco. Para mim, a sensação que ficou foi que Bolsonaro, redundante, não foi capaz de inspirar credibilidade ou ampliar sua base de apoio, Não deve ganhar nem meia dúzia de votos com esta performance —o que, para quem está atrás nas pesquisas, é mau sinal.

Reinaldo Azevedo :

Não vou entrar aqui em minudências de dados porque debate não é chamada oral para saber quem acerta números no detalhe. Esse tipo de encontro tem natureza política. Logo, é preciso saber quem conseguiu pautar o outro. Lula sempre foi um bom debatedor e um excelente entrevistado.

Nesse segundo caso, esteve à altura de sua história nessa campanha em todas as oportunidades. O debatedor, no entanto, estava devendo. Nesta sexta, o petista teve uma performance de gala, à altura de sua grandeza política. Saiu-se melhor em todos os blocos. “Explique, Reinaldo Azevedo “. Explico. Bolsonaro não conseguiu fugir da questão do salário-mínimo.

Fez a promessa dos R$ 1.400, mas é irrespondível que não houve reajuste real no seu governo. O presidente quebrou a cara no caso da covid-19. Ao insistir em petrolão e mensalão, levou na testa os 51 imóveis pagos, em parte, com dinheiro vivo. Enrolou-se até na questão do Viagra e tentou ser engraçado, indagando se Lula toma o remédio.

Depois de passar quatro anos se comportando como fiscal do “c.” alheio, vê-se que se dispõe a ser também fiscal da “r.” alheia. Recomendo um analista. Ficou tão desorientado que, no minuto e meio final, pediu um outro mandato de “deputado federal”. Não mereceria nem isso. Se vencer debate fosse sinônimo de eleição, a vantagem de Lula seria de uns 70% a 30%, a exemplo, note-se, do embate de Fernando Haddad (brilhante!) contra Tarcísio de Freitas na noite anterior.

Há uma explicação adicional nos dois casos. Tarcísio tentou ser um bolsonarista vegetariano, não sanguinolento. Até o Jair buscou ser mais manso. Ocorre que só existe bolsonarismo carnívoro, mas à moda das hienas, que roubam a caça alheia. Ambos conseguiram ser, no máximo, herbívoros

Quem ganhou o debate do segundo turno?

Quem ganhou e quem perdeu o primeiro debate do 2º turno? Colunistas do GLOBO analisam Lula e Bolsonaro, durante debate na Bandeirantes — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi considerado o vencedor dos primeiros blocos debate presidencial realizado, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) cresceu no final do programa de TV.

Essa é a avaliação de colunistas do GLOBO que destacaram ainda como ponto forte do petista o embate sobre pandemia, enquanto o chefe do Palácio do Planalto se saiu melhor quando usou o tema da corrupção para atacar seu adversário. “Lula ganhou primeiro bloco e perdeu o último. A decantação das falas, com o festival de mentiras que se viu, pode ainda mexer neste balanço.

O certo é que Bolsonaro foi bem no final e Lula foi melhor no começo.” “Lula colocou Bolsonaro nas cordas na pandemia, mas definitivamente ainda não sabe se posicionar quando responde sobre corrupção e entregou 5 minutos livres para o presidente. Sua sorte é que Bolsonaro cara a cara com o gol vazio, chutou pra fora.” “Na o presidente teve um desempenho pior no primeiro bloco, quando Lula conseguiu pautar boa parte do tempo com temas desgastantes para o presidente, como a pandemia.

  • Há, no entanto, a avaliação de que Bolsonaro terminou melhor o último bloco do programa.
  • Na campanha de Lula o balanço é similar.
  • O primeiro bloco foi apontado como o melhor momento do ex-presidente.” “Lula se saiu melhor no começo, se atrapalhou no final, ainda não conseguiu resposta eficiente para perguntas sobre corrupção.

Mas no geral teve melhor desempenho. Bolsonaro não se dá bem com a câmera, parecia desconfortável.” 1 de 6 Bolsonaro em debate na Band — Foto: Maria Isabel Oliveira/ Agência O Globo 2 de 6 Lula em debate na Band — Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Lula e Bolsonaro durante debate na Band — Foto: AFP 4 de 6 Bolsonaro em debate na Band, ao lado de ministro Ciro Nogueira — Foto: AFP X de 6 Publicidade 5 de 6 Lula com sua equipe em debate na Band — Foto: Agência O Globo 6 de 6 Bolsonaro e Sérgio Moro no debate — Foto: AFP X de 6 Publicidade Candidatos protagonizaram discussões sobre pandemia, fake news e corrupção : Quem ganhou e quem perdeu o primeiro debate do 2º turno? Colunistas do GLOBO analisam

Como foi o debate entre Lula e Bolsonaro na Band?

Como foi o primeiro bloco do debate – O primeiro bloco foi marcado por muitos embates entre Bolsonaro e Lula sobre assuntos relacionados à educação, à pandemia da Covid-19, ao Auxílio Brasil, à corrupção, ao crime organizado, à conclusão da transposição do Rio São Francisco e de outras obras.

Antes, porém, os dois responderam a uma pergunta sobre como financiariam e cumpririam com as despesas de promessas de campanha. Sobre os investimentos, Bolsonaro falou que os recursos para investir no país virão da aprovação de uma reforma tributária que, inclusive, asseguraria em 2023 o Auxílio Brasil a um benefício de, no mínimo, R$ 600, além de privatizações que seu governo apoiaria.

Segundo ele, tudo seria feito dentro da responsabilidade fiscal. Lula, por sua vez, acusou Bolsonaro de não ter enviado ao Congresso o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevendo o Auxílio Brasil em R$ 600 e disse que os recursos para financiar as propostas viriam de uma reforma tributária para taxar menos os pobres, com isenção do imposto de renda às famílias que recebem até R$ 5 mil, e propor uma tributação de lucros e dividendos aos ricos.

O debate sobre Auxílio Brasil voltou a dominar uma parte do primeiro bloco, com Bolsonaro defendendo a paternidade sobre o programa e destacando como o programa remunera mais que o antigo Bolsa Família, e Lula acusando o governo de não ter apoiado inicialmente o pagamento de R$ 600, mas, sim, R$ 200.

O petista questionou Bolsonaro sobre quantas universidades e escolas técnicas foram criadas, que rebateu lembrando que as instituições de ensino ficaram fechadas por dois anos durante a pandemia de 2019. Sobre educação, o atual presidente defendeu ter anistiado a dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) de até 99% de estudantes e acusou Lula de ter endividado os jovens.

  • O candidato petista, por sua vez, disse ter criado 18 universidades e 178 novos campus e disse que estudantes não precisavam pagar ao Fies enquanto estudavam.
  • Na sequência, os dois candidatos debateram a condução da pandemia.
  • Lula acusou Bolsonaro de ter negligenciado a compra de vacinas, de corrupção acerca da Covaxin e de não ter tido empatia pelas pessoas mortas e famílias.

“O senhor carrega nas costas um peso de pelo menos 400 mil pessoas que morreram pelo negligenciamento e negacionismo da vacina”, disse. O presidente rebateu e disse que o governo federal foi o responsável por ter comprado todas as vacinas e negou ter demorado a adquiri-las.

“Não existia vacina à venda em 2020; a primeira foi aplicada em dezembro de 2020. Em janeiro do ano seguinte, um mês depois, o Brasil começou a vacinar”, declarou Bolsonaro. O candidato à reeleição citou o Consórcio do Nordeste e associou Carlos Gabas, ex-ministro de Dilma Rousseff (PT), a supostos desvios de respiradores.

Ainda sobre corrupção, Bolsonaro acusou as gestões petistas de terem falhado em concluir a obra da Transposição do São Francisco por desvios de recursos. “O senhor negou água para os seus irmãos nordestinos”, disse o presidente. “O senhor fez na verdade uma obra que não chegava a lugar nenhum”, complementou.

  1. Lula se defendeu e disse que sua gestão foi a responsável por ter concluído 88% das obras e que Bolsonaro teria feito 3,5%.
  2. O petista também disse que as gestões petistas foram responsáveis por outras obras que o atual governo assume a paternidade.
  3. Você poderia ter a sensatez de dizer que a obra é do presidente Lula, ‘ele fez mais competente do que eu, eu só vou aqui dar um empurrãozinho'”, disse.

Em pergunta de Bolsonaro, os dois candidatos também discutiram sobre crime organizado, quando o presidente questionou Lula sobre não ter transferido para uma penitenciária de segurança máxima federal, em 2006, o narcotraficante Marcos Camacho, o “Marcola”.

  • Na ocasião, aproveitou para dizer que o petista tem “amizade com bandido”, que, em seu governo, o crime foi combatido, e acusou o ex-presidente de ter “afinidade” com traficantes ao citar a agenda de campanha de Lula no Complexo do Alemão.
  • Lula se defendeu e disse ter feito cinco presídios de segurança máxima.

“Quantas você fez? Nenhum”, declarou. Sobre a não transferência de Marcola, disse ter seguido uma decisão do então governador de São Paulo à época, Geraldo Alckmin, atual vice do petista. Acusou o presidente de ter relação com milícias e desassociou a imagem de moradores das favelas a traficantes.

Porque o Lula não foi ao debate?

Os candidatos à Presidência receberam convites para participar de ao menos cinco debates durante o segundo turno das eleições. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) tiveram o primeiro encontro no domingo (16), na TV Band. Leia mais: O próximo debate está previsto para esta sexta-feira (21), em consórcio promovido pelo jornal “O Estado de S.

Paulo”, as emissoras SBT, CNN, a revista “Veja”, o portal “Terra” e as rádios Nova Brasil e Eldorado. Lula, no entanto, alegou incompatibilidade de agendas para justificar sua ausência. Com a desistência, a organização do debate informou que fará uma entrevista com Bolsonaro, que confirmou presença. Há previsão que Lula cumpra, na sexta-feira e no sábado, agenda de campanha em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país e onde Lula ganhou no primeiro turno, mas também onde Bolsonaro encontrou palanque com o apoio do governador Romeu Zema (Novo),

O vice dele, Paulo Brant (PSDB), declarou voto em Lula. Na largada do segundo turno, Lula já havia dito que pretendia participar de “um ou dois debates”, Disse que sua prioridade é viajar pelo país e fazer comícios em busca de votos. Estão previstos debates promovidos pela TV Record e pela TV Globo. Moraes puxa o freio

Em quais países o Lula já ganhou?

Lula já venceu na Nova Zelândia, Austrália e Coreia do Sul; Bolsonaro ganha no Japão O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o 2º turno das deste domingo (30), obteve maioria de votos dos brasileiros na maioria dos países da Europa, assim como na Nova Zelândia, Austrália e Coreia do Sul.

O adversário do petista e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) venceu no Japão e na Grécia. O resultado oficial das eleições no exterior será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir das 17h (horário de Brasília). Tradicionalmente, porém, o resultado parcial é conhecido com antecedência, a partir dos resultados impressos nos boletins das urnas espalhadas pelo mundo.

Na Europa, Lula venceu em onze países, incluindo Alemanha, França, Itália, Holanda, Polônia, Estônia, República Tcheca, Suécia, Suíça, Dinamarca e Hungria. Já Bolsonaro venceu apenas na Grécia com uma vantagem de 49 votos. A vitória do petista foi mais expressiva na Alermanha, com 8258 à frente do candidato do PL, e na França, com uma diferença de 6263 votos.

Longas filas foram registradas em Lisboa e Amsterdã. Em Istambul, uma mesária foi afastada por instruir de forma equivocada uma eleitora com deficiência auditiva. A ocorrência foi repassada à autoridade competente. Na Coreia do Sul, Lula obteve 126 votos, contra 70 de Bolsonaro. Na Nova Zelândia, 353 votos foram para o petista, e 132 para Bolsonaro.

Na Estônia, o petista obteve 156 votos contra 23 de Bolsonaro. Na Austrália, 2970 brasileiros votaram no ex-presidente, e 1688 no atual mandatário. Em Sidney, maior cidade australiana, o Lula levou 61% votos. Em Tóquio, capital do Japão, Bolsonaro superou Lula e recebeu 4105 votos.

Já na Grécia, o atual mandatário obteve 242 votos, enquanto Lula recebeu 193 votos. Em Wellignton, capital da Nova Zelândia, uma urna precisou ser substituída, mas não havia nenhum voto computado, e a votação prosseguiu normalmente. Mais de 697 mil brasileiros estão aptos a votar em 181 cidades no exterior.

O número de eleitores é 40% maior em comparação com 2018 e quase o dobro do registrado em 2014. Segundo a Justiça Eleitoral, é um recorde histórico de participação dos eleitores fora do país.

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Segundo o TRE-DF, 24 cidades de 18 países em fuso horário avançado já devem ter encerrado a votação até as 9h (horário de Brasília).O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), desembargador Roberval Belinati, afirmou que as informações até agora confirmam um pleito “tranquilo, seguro e pacífico” no exterior. Edição: Vivian Virissimo

: Lula já venceu na Nova Zelândia, Austrália e Coreia do Sul; Bolsonaro ganha no Japão

Onde Lula ficou?

Soltura – Após 580 dias preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, Lula foi solto no dia 8 de novembro de 2019, um dia após o Supremo Tribunal Federal ter considerado a prisão em segunda instância inconstitucional. A decisão de soltura imediata foi tomada pelo juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, após pedido do advogado Cristiano Zanin Martins,

Como é que tá a pesquisa do Lula e O Bolsonaro?

Pesquisa Folha/Globo/Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 47% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto, O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 33%. O primeiro turno das eleições acontece em 2 de outubro. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Inscrever-se Não pontuaram Felipe D’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Leonardo Péricles (UP), José Maria Eymael (DC) e Padre Kelmon (PTB). A parcela dos que dizem que votarão em branco ou nulo representa 4% dos entrevistados. Os indecisos e os que não responderam somam 2%.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou menos. Foram ouvidas 6.754 pessoas face a face entre terça-feira (20) e esta quinta (22). A pesquisa, encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-04180/2022. O nível de confiança da pesquisa é 95%.

O Datafolha também testou um cenário de segundo turno. Confira abaixo os resultados.

Quando vai ser o próximo debate entre Bolsonaro e Lula?

Quando é o próximo debate entre Lula e Bolsonaro? Cinco debates presidenciais estavam previstos na largada do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O primeiro foi promovido pela Band no domingo (16). O da Rede TV, previsto para a segunda-feira (17), não aconteceu. Moraes puxa o freio : Quando é o próximo debate entre Lula e Bolsonaro?

Quem é o líder do segundo turno do Brasileiro?

O Bragantino brilhou muito na vitória fora de casa sobre o Santos por 3 a 1 e, agora com 17 pontos, tomou do Fortaleza a liderança da classificação do segundo turno do Campeonato Brasileiro.

O que melhorou no Brasil no governo de Lula?

Projetos e anúncios – Ao longo das últimas semanas, Lula tem cobrado os membros do primeiro escalão do governo para realizar mais entregas e, principalmente, divulgar os feitos do governo. O receio do presidente é de que as ações não estejam chegando à população.

  • O balanço dos 100 primeiros dias, porém, mostra que as medidas que poderiam ter um impacto concreto no cotidiano da população — sobretudo entre aqueles de baixa renda — ainda não saíram do papel.
  • Promessa de campanha de Lula, o Desenrola, programa de renegociação de dívidas que deve beneficiar até 40 milhões de brasileiros negativados, segue enrolado no Ministério da Fazenda,

A proposta está parada por uma questão técnica e aguarda o desenvolvimento do software que será utilizado na implementação do projeto. Já o aumento do salário mínimo, assim como a atualização da tabela do imposto de renda, foram aprovados. No entanto, só entram em vigor a partir de maio.

Qual era a situação do Brasil no governo Lula?

Casos de corrupção no Governo Lula – A imagem positiva do governo Lula, cultivada a partir da política econômica de sucesso e de uma política externa que colocou o Brasil em posição de prestígio internacional, foi fortemente abalada por casos de corrupção envolvendo pessoas diretamente ligadas à base política do governo.

Diferentes denúncias aconteceram ao longo dos anos do mandato de Lula e, de todos os escândalos, o que mais repercutiu ficou conhecido como Mensalão e estourou em 2005. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Os escândalos de corrupção durante o governo de Lula renderam fortes críticas ao PT, seja de grupos à direita e entendidos como opositores, seja de grupos ligados à esquerda.

As críticas ao governo Lula e ao próprio PT relembravam o discurso petista durante a década de 1990, no qual o partido fazia a defesa intensa da ética na política. No entanto, a grande quantidade de denúncias e a comprovação de algumas delas mostraram que essa defesa da ética na política não aconteceu quando assumiram o poder do Brasil.

    O que foi feito pelo governo Lula?

    Mais médicos – Lula trouxe de volta o programa lançado originalmente pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2013, e descontinuado no governo de Jair Bolsonaro (PL), em 2019. O novo formato do programa prevê a abertura inicial de 15.000 novas vagas para profissionais da saúde, com a efetivação de 28.000 até o final de 2023.

    Quem se saiu bem no debate do SBT?

    Análise: Quem venceu o debate do SBT e da CNN? Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB) e até mesmo o faltoso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinham fortes interesses no, organizado por um pool de empresas de comunicação capitaneado pelo SBT e pela CNN.

    Líder nas pesquisas, Lula fez um movimento arriscado ao decidir faltar ao debate. Embora sua ausência buscasse minimizar as chances de erro, o petista foi fustigado por todos os oponentes, principalmente no tema da corrupção. O púlpito vazio e as falas agressivas dos outros candidatos certamente serão exploradas à exaustão nas redes sociais e na propaganda eleitoral nesta última semana – justamente quando ele mais precisa virar votos e conter a abstenção para liquidar a fatura no próximo domingo.

    Jair Bolsonaro, por sua vez, era quem estava na berlinda. Com rejeição elevada, a repetição do descontrole emocional demonstrado no último debate (quando atacou gratuitamente a jornalista Vera Magalhães) poderia ser fatal para a sua ambição de forçar um confronto direto com Lula no segundo turno.

    Muito mais contido do que no debate da Band, Bolsonaro resistiu aos ataques – principalmente relacionadas ao orçamento secreto, ao despreparo de seu governo na pandemia e na economia e até mesmo quanto ao escândalo das rachadinhas (embora esse termo não tenha sido usado) envolvendo seus filhos. Beneficiado por várias concessões de direito de resposta e pela dobradinha com o Padre Kelmo, Bolsonaro não se descontrolou e segue vivo na tentativa de forçar um segundo turno contra Lula.

    Numa disputa paralela, Ciro Gomes e Simone Tebet precisam conter a evasão de eleitores nesta reta final, caso queiram se manter relevantes no jogo político nos próximos anos. Ao final dos quatro blocos de debate, Ciro desperdiçou chances e se concentrou em atacar Lula e Bolsonaro (muito mais Lula do que Bolsonaro, na verdade).

    Vai ser o debate hoje?

    Debate na Globo: veja horário, como assistir e as principais regras para Lula e Bolsonaro A promove nesta sexta-feira, às 21h30, o antes da votação do segundo turno, que acontece dois dias depois, no domingo. O encontro, que terá a mediação do jornalista, será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.

    Quando é o debate do Bolsonaro na Record?

    Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, decidiu não participar do debate –

    • RecordTV
    • 21/10/2022 – 00h20

    Para ver este vídeo, ative o JavaScript e considere atualizar para um navegador da Web que suporta vídeo HTML5 Neste domingo (23), às 21h30, ao vivo, Eduardo Ribeiro comanda a sabatina com o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, do PL. Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, decidiu não participar do debate. Eleições 2022 – O Voto na Record.

    Qual foi o presidente mais votado da história do mundo?

    Lula é o presidente mais votado da história da humanidade Ex-presidente acumula mais de 193,6 milhões de votos se considerado apenas primeiros turnos para efeito de comparação com as eleições de outros países Eleito pela terceira vez presidente do Brasil, o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva é o presidente mais votado da história do mundo.

    O segundo a figurar no ranking é o presidente russo com 191,3 milhões de votos em quatro eleições, de 2000 a 2018.Em terceiro está o ex-presidente norte-americano Barack Obama, eleito em 2008 e reeleito em 2012, com o total de 135,4 milhões de votos. Marcas históricas

    Se levado em conta os segundos turnos das eleições presidenciais no Brasil, a votação de Lula chega à impressionante marca histórica de 396 milhões de votos. E isso apenas nas eleições para presidente da República. Em 1986, Lula entrou para a história do Brasil e das urnas quando foi eleito o deputado constituinte mais votado do país, com mais de 651 mil votos.

    Porque Lula ganhou as eleições?

    Economia estava entre as prioridades do eleitor, e isso favorecia Lula. Desde o início do ano, a agenda socioeconômica – como a geração de empregos, a inflação e a insegurança alimentar – eram apontadas como as principais preocupações do eleitorado.

    Quantas capitais do Brasil Lula ganhou?

    Leia a quantidade de votos válidos que cada presidente conseguiu em cada uma das capitais Lula ganhou em São Paulo e Salvador, enquanto Bolsonaro manteve a dianteira no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte PODER360 31.out.2022 (segunda-feira) – 3h00 atualizado: 4.nov.2022 (sexta-feira) – 15h59 O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu em menos capitais do que o presidente Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno. O petista teve mais de 50% dos votos válidos em 11 capitais. Já o atual chefe do Executivo ganhou em 16. Os números são semelhantes ao do 1º turno, Bolsonaro também venceu em 2 das 3 capitais com os maiores colégios eleitorais: Belo Horizonte (MG), com 45,7%, e Rio de Janeiro (RJ), com 47,3%. Lula teve 53,5% dos votos válidos de São Paulo. O maior percentual de votos válidos do petista ocorreu em Salvador (BA). Ele teve 70,3% na cidade. Já Bolsonaro teve mais votos em Boa Vista (RR), com 79,5%.

    Qual o valor da diária do hotel do Lula?

    A diária mais barata do hotel custa R$ 933, segundo a plataforma de reservas Booking.com. A diferença entre os quartos mais caros e os mais baratos se dá especialmente no tamanho.

    Quanto custou à viagem de Lula a Londres?

    A viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a coroação do rei Charles 3º em Londres teve gastos equivalentes a R$ 3 milhões.

    Quanto custa o hotel do Lula?

    Governo Lula gastou R$ 7,3 mi com hospedagem nas viagens ao exterior Lula discursando em Paris durante o Power of planet (foto: Ricardo STUCKERT / Brazilian Presidency / AFP)

    • Os gastos se referem ao valor de toda a comitiva do petista em nove países no início do seu terceiro mandato, sem considerar a última viagem à Europa, que incluiu Itália, Vaticano e França.

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastou ao menos R$ 7,3 milhões com hospedagem nas viagens oficiais que fez ao exterior no primeiro semestre deste ano. Lula realizou 12 viagens oficiais ao exterior até aqui em seu terceiro mandato, incluindo a participação em duas cúpulas.

    No mesmo período de 2019, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) fez seis. A política externa tornou-se uma das prioridades de Lula, com a reinserção do Brasil na geopolítica, o resgate do processo de integração da América do Sul, a agenda ambiental e as negociações do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul como focos.

    Lula também tentou se colocar como candidato a mediador do processo de paz para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. No entanto, algumas declarações vistas como pró-russas geraram reações negativas dos Estados Unidos e de países europeus. Durante as viagens ao exterior, Lula e sua comitiva se hospedaram em hotéis de alto padrão, custeados com dinheiro público na maior parte das vezes.

    O Itamaraty afirma que, em alguns casos, é praxe os países anfitriões oferecerem a hospedagem como cortesias aos visitantes. “A acomodação do presidente nas viagens realizadas aos EUA e aos Emirados Árabes Unidos, entre outras, foram custeadas pelos governos anfitriões”, informou a pasta em nota. Na viagem a Washington, Lula ficou hospedado na Blair House, residência oficial do governo americano reservada a chefes de Estado que visitam o país.

    O hotel que recebeu o mandatário brasileiro em Abu Dhabi foi o luxuoso Emirates Palace Mandarin Oriental, onde a suíte principal conta com três quartos. A Folha questionou o Itamaraty sobre os gastos específicos dos quartos usados pelo presidente, mas a pasta informou que não seria “exequível” detalhar essa informação em pouco tempo.

    • A viagem com maior gasto com hospedagem para a comitiva oficial foi a da China, em abril deste ano.
    • Foram gastos R$ 1,8 milhão durante os cinco dias em território chinês.
    • Na cidade de Xangai, onde Lula compareceu à posse da ex-presidente Dilma Rousseff na presidência do Banco dos Brics, o petista ficou no luxuoso Fairmont Peace Hotel.

    Em Pequim, a hospedagem foi no hotel St. Regis. A visita à China significou a reaproximação entre os países após o afastamento durante os anos Bolsonaro. Lula foi acompanhado por uma grande comitiva: estavam com ele o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cinco governadores, oito ministros de Estado e 26 parlamentares.

    O presidente teve uma reunião com o líder chinês, Xi Jinping, e assinou 15 acordos de cooperação e investimentos. A projeção da Fazenda é que os pactos totalizem R$ 50 bilhões em investimentos. Nos deslocamentos internacionais, diversos assessores também acompanham o presidente. As outras viagens com os maiores gastos com hospedagem foram para Reino Unido (R$ 1,4 milhão), Portugal (R$ 1 milhão) e Espanha (R$ 815 mil).

    Lula foi a Londres em maio para a cerimônia de coração do rei Charles 3º. Ele também se reuniu com o premiê Rishi Sunak. Na ocasião, o britânico se comprometeu com uma contribuição para o Fundo Amazônia em torno de R$ 500 milhões. Recentemente, os EUA afirmaram que pretendem pagar R$ 2,5 bilhões ao fundo.

    Veja :

    A viagem com o menor gasto de hospedagem para a comitiva brasileira foi a de Montevidéu. Lula chegou ao Uruguai na manhã de 25 de janeiro, encontrou-se com o presidente Luis Lacalle Pou e retornou ao Brasil na tarde do mesmo dia. Apesar de não ter pernoitado em Montevidéu, sua comitiva teve gastos de hospedagem de R$ 59,1 mil.

    Os gastos com hospedagem são os mais expressivos nas agendas internacionais, mas não são os únicos. Nos quatro dias em que Lula esteve em Buenos Aires, para uma visita oficial e para a cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), a comitiva brasileira gastou R$ 715,8 mil com hospedagem; R$ 337,6 mil com diárias pagas a servidores, R$ 497,9 mil com alugueis de veículos, R$ 24,6 mil com contratação de intérpretes, entre outros.

    No governo anterior, apoiadores de Bolsonaro usavam o argumento de que o então presidente economizava dinheiro no exterior ao se hospedar em embaixadas. Embora Bolsonaro tenha em algumas ocasiões usado as estruturas de missões brasileiras, ele também recorreu amplamente a hotéis.

    • Foi o caso de praticamente todas as agendas internacionais de Bolsonaro no primeiro semestre de 2019.
    • A exceção foi a visita oficial a Washington, para se encontrar com Donald Trump, onde o ex-presidente também se hospedou na Blair House.
    • De janeiro a junho daquele ano, Bolsonaro foi ao Fórum de Davos, na Suíça; a Washington (EUA); a Santiago (Chile); a Jerusalém e Tel Aviv (Israel); a Dallas (EUA); a Buenos Aires (Argentina); e a Osaka (Japão).

    Na Argentina, ficou hospedado no luxuoso Alvear Palace, cuja diária na suíte presidencial custa hoje R$ 14,9 mil.

    1. A Secretaria de Comunicação da Presidência ressaltou que as viagens são fruto de um esforço de Lula para retomar as relações diplomáticas do Brasil com o restante do mundo.
    2. “O objetivo é não só recuperar a imagem do país no exterior, como também reestabelecer as relações comerciais com parceiros importantes, o que resulta na atração de investimentos estrangeiros em áreas estratégicas que contribuem diretamente para recuperação da capacidade do mercado interno brasileiro, impulsionando a geração de emprego e renda”, informou em nota.
    3. O governo cita, como ganhos práticos e diretos, as contribuições de R$ 3,1 bilhões ao Fundo Amazônia, além dos investimentos negociados na China (cerca de R$ 50 bilhões) e nos Emirados Árabes Unidos (cerca de R$ 12 bilhões).

    : Governo Lula gastou R$ 7,3 mi com hospedagem nas viagens ao exterior

    Quem é o presidente da República Lula ou Bolsonaro?

    Em disputa apertada, Lula derrota Bolsonaro e é eleito presidente da República Eleições 2022 Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente do Brasil com mais de 60 milhões, trezentos e quarenta mil votos. No dia 1º de janeiro de 2023, ele assume o terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto e se torna o político mais vezes levado ao comando do Poder Executivo pelo voto direto na história da República. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Transcrição LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA É ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA COM MAIS DE 60 MILHÕES DE VOTOS EM DISPUTA APERTADA, CANDIDATO DO PT SUPERA JAIR BOLSONARO NAS URNAS E VOLTARÁ AO PALÁCIO DO PLANALTO DEPOIS DE 12 ANOS Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente do Brasil com mais de 60 milhões, trezentos e quarenta mil votos, 50,90% dos válidos.

    No dia 1º de janeiro de 2023, ele assume o terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto e se torna o político mais vezes levado ao comando do Poder Executivo pelo voto direto na história da República. O atual presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, obteve mais de 58 milhões, duzentos e cinco mil votos, 49,10% dos válidos,

    No primeiro turno, em 2 de outubro, Lula havia obtido 48,4% dos votos, contra 43,2% de Bolsonaro. Lula nasceu em Garanhuns, em Pernabuco, no dia 27 de outubro de 1945. Aos sete anos, migrou com a família para Santos. Trabalhou em indústrias de metalurgia e foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema.

    Liderou greves na região do ABC Paulista durante a ditadura militar e, em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores. Lula foi deputado federal por São Paulo em 1987 e, em 1989 tentou, pela primeira vez, chegar à presidência. Conquistou o cargo 13 anos depois, em 2002, e foi reeleito em 2006.

    É considerado o presidente com maior aprovação popular da história do país. Os mandatos do petista foram marcados por crescimento econômico e ascensão social de boa parte da população, compromisso que ele definiu como prioridade no seu novo mandato Nosso compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome.

    Se somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos e o primeiro de proteína animal, se temos tecnologia e uma imensidão de terras agricultáveis, se somos capazes de exportar para o mundo inteiro, temos o dever de garantir que todo brasileiro possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias.

    Lula também disse que vai governar para 215 milhões de brasileiros e não para dois países A partir de 1º de janeiro de 2023 vou governar para 215 milhões de brasileiros, e não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois Brasis. Somo um único país, um único povo, uma grande nação Após a oficialização do resultado, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, elogiou o sistema de apuração e disse que as eleições mostraram que os brasileiros confiam nas urnas eletrônicas e na justiça eleitoral.

    1. Não existe país no mundo, 3h e meia, 3h e 40 depois do término das eleições, proclama o resultado com absoluta segurança, eficiencia e competência Segundo o ministro, a eleição se encerra sem o risco de o resultado das urnas ser contestado.
    2. Até o fechamento desta matéria, o presidente Jair Bolsonaro, que tentava a reeleição, não havia se manifestado.

    Da Rádio Senado, Pedro Pincer : Em disputa apertada, Lula derrota Bolsonaro e é eleito presidente da República

    Quem ganhou o debate para governador de São Paulo?

    O último debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), foi vencido pelo petista, na opinião dos colunistas do UOL Notícias,

    Debate Globo ao vivo: siga encontro entre Lula e Bolsonaro no 2º turno

    O encontro, promovido na noite de ontem pela TV Globo, foi mais quente que o anterior, realizado pela TV Bandeirantes em 10 de outubro, mas não fugiu, mais uma vez, de ter referências à disputa pelo Planalto, que acontece entre os aliados de cada um: Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), respectivamente.

    Um dos pontos destacados pelos colunistas sobre o encontro foi a menção feita pelo petista sobre os tiros em Paraisópolis durante uma agenda de Tarcísio em 17 de outubro. Nesta semana, o jornal Folha de S.Paulo divulgou que a equipe do candidato do Republicanos pediu que um cinegrafista do canal Jovem Pan apagasse imagens que registrou.

    Nesse ponto, Haddad conseguiu deixar Tarcísio “fora do prumo”. De acordo com a última pesquisa promovida pelo Ipec, Tarcísio e Haddad aparecem empatados tecnicamente, depois de o candidato do Republicanos ter aparecido na liderança ao longo de toda a campanha de segundo turno.

    Alberto Bombig :

    Foi a melhor participação de Fernando Haddad em debates nesta eleição. Mostrou o vigor e a vontade de vencer que faltaram no primeiro turno e no início deste segundo. O petista foi melhor do que Tarcísio de Freitas e, portanto, venceu o debate, que começou equilibrado e assim se manteve, com alternâncias, até a parte final.

    José Roberto de Toledo :

    Haddad foi muito melhor do que Tarcísio: caracterizou o concorrente como um paraquedista sem compromisso com São Paulo, que só decorou obras e promessas, mas não conhece de verdade o estado. Além disso, foi preciso ao caracterizar como possível crime a destruição de provas que ajudariam a investigar a morte que aconteceu em Paraisópolis quando a equipe de Tarcísio estava fazendo campanha lá.

    Tales Faria :

    Haddad venceu um debate nitidamente nacionalizado. Deixou claro que Tarcísio não conhece São Paulo e, como ministro, não destinou recursos ao estado; não defende a vacinação de crianças e tentou esconder a atuação de seus seguranças no tiroteio com traficantes em Paraisópolis.

    Leonardo Sakamoto :

    Falando de temas nacionais, do salário mínimo à escolha de ministros em um futuro governo federal, Haddad e Tarcísio transformaram o debate ao Palácio dos Bandeirantes em um esquenta do debate para o Palácio do Planalto nesta sexta. O encontro foi mais quente do que o anterior entre eles devido à aproximação do petista e a situação da disputa federal.

    Apesar do palavreado por vezes difícil, o petista foi bem mais espontâneo que o adversário e conseguiu tirá-lo do prumo ao tratar do caso do membro da equipe dele que mandou um cinegrafista apagar as imagens do tiroteio em Paraisópolis ao invés de entregar para a polícia. Por isso, venceu o debate. Tarcísio teve boas tiradas, mas claramente recitou nomes, lugares e obras que havia decorado.

    Mas derrota mesmo teve o glorioso povo do Rio Grande do Sul, que foi obrigado a ver o candidato bolsonarista Onyx Lorenzoni afirmar, em debate com o tucano Eduardo Leite, que ” a melhor vacina é pegar a doença “. É o fim dos tempos.

    Kennedy Alencar :

    Fernando Haddad venceu Tarcísio de Freitas de lavada. Deixou o bolsonarista acuado em diversas temas: privatização da Sabesp, vacinação infantil, falta de oxigênio e tiroteio com uma morte em Paraisópolis. Tarcísio deu versão frágil sobre pedido de integrante de sua campanha para cinegrafista apagar gravação do tiroteio.

    Camilo Vannuchi :

    O que vimos foi um embate entre a ponderação e a inconsequência, entre a responsabilidade e o amadorismo. Tarcísio parece viver no fantástico mundo das mentiras que sua campanha e a de seu chefe criam. Na fogueira da reta final, sentindo o baque da queda nas pesquisas, tenta absorver uma enormidade de propostas que não constam de seu plano de governo, como o bilhete de transporte metropolitano, e investe em generalidades com potencial de fazer sucesso no eleitor médio paulista, como a privatização da Sabesp, na contramão da tendência mundial, como bem apontou reportagem da Folha,

    Em um de seus piores momentos, chamou de sensacionalistas as reportagens publicadas em diversos veículos sérios de comunicação sobre o tiroteio em Paraisópolis que envolveu seguranças de sua campanha e culminou na morte de um jovem morador de 28 anos na semana passada. Mentiu ao dizer que Haddad deixou as contas da prefeitura no vermelho e admitiu que houve o pedido para que o cinegrafista apagasse as imagens dos tiros disparados em Paraisópolis.

    Haddad, por sua vez, se mostrou inspirado e mais bem preparado, conhecedor dos problemas da cidade, e soube inocular com juízo e clareza alguns dos disparates proferidos pelo adversário, sobretudo quando insistiu em direcionar holofotes para factoides que já não pegam, como o MST.

    Quando Lula venceu?

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o novo presidente da República. Ele venceu o atual presidente, Jair Messias Bolsonaro (PL), que pleiteava a reeleição no segundo turno das Eleições Gerais de 2022. Às 19h56 deste domingo (30), com 98,91% das urnas apuradas, Lula foi considerado eleito após receber 59.563.912 votos (50,83% dos votos válidos), contra 57.675.427 votos (49,17% dos votos válidos) de Bolsonaro.

    1. O número de votos válidos, até aquele horário, foi de 117.305.567.
    2. Foram registrados 1.751.415 votos brancos (1,43%) e 3.889.466 votos nulos (3,16%).
    3. A abstenção chegou a 20,90%.
    4. Perfil Luiz Inácio Lula da Silva, 77 anos, é natural de Garanhuns (PE) e concorreu pela coligação Brasil da Esperança (formada por FE Brasil (PT/PCdoB/PV)/Solidariedade/Federação PSOL-Rede/PSB/Agir/Avante/Pros).

    Presidente da República entre 2003 e 2010, ele é casado com Rosângela Silva, Janja, e tem como vice-presidente o médico e ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin. DV, RS/LC, DM

    Quem foi Lula no seu governo?

    Lula foi considerado um dos políticos mais populares da história do Brasil e, enquanto presidente, foi um dos mais populares do mundo. Foi sucedido no cargo pela chefe da Casa Civil no seu governo, Dilma Rousseff, eleita em 2010 e reeleita em 2014.