Quem Ungiu Davi Como Rei De Israel?

Quem ungiu Davi para ser rei?

Samuel unge Davi como o novo rei de Israel.

Que profeta recebeu a missão de ungir Davi como rei de Israel?

A ascensão de Davi ao trono de Israel não foi um caminho fácil. Ao ser ungido rei de Israel, em lugar de Saul pelo profeta Samuel, em Belém, não lhe foi estendido um tapete vermelho para ascender ao trono. Davi pisou estradas juncadas de espinhos.

Quem ungiu o rei de Israel?

Israelita recebe instruções do profeta antes de retornar para Gibeá –

  • A Ingratidão
  • 05/05/2022 – 00h07 (Atualizado em 20/05/2022 – 20h41)

Para ver este vídeo, ative o JavaScript e considere atualizar para um navegador da Web que suporta vídeo HTML5 Antes de partir para Gibeá, Samuel conta a Saul que ele foi escolhido por Deus para ser o novo rei de Israel. O israelita, então, é ungido pelo profeta.

Como Davi foi ungido rei?

Davi é ungido rei – Essa é a primeira vez em que Davi é mencionado na Bíblia. Samuel tinha o objetivo de encontrar um substituto de Saul para se tornar rei de Israel, e Deus havia falado para Samuel que esse substituto era um dos filhos de Jessé. Na casa de Jessé, o profeta Samuel foi apresentado a todos os irmãos de Davi, porém nenhum foi o escolhido por Deus.

Quantas vezes Davi foi ungido?

O Podcast Fora de Série foi até Hebrom, em Israel, para continuar as buscas sobre a trajetória de Davi, personagem bíblico retratado em Reis, No episódio desta quinta-feira (13), a jornalista Ana Carolina Cury e o especialista em história bíblica Miguel Nicolaevsky trouxeram evidências históricas que comprovam o início do reinado do belemita na cidade dos patriarcas.

  • Nicolaevsky explicou que Davi foi ungido três vezes: a primeira pelo profeta Samuel, em Belém, e as outras duas em Hebrom.
  • O especialista destacou a importância do azeite nesses momentos.
  • O azeite representa a pureza e a iluminação.
  • Tem muita simbologia, mas, acima de tudo, no Novo Testamento, por exemplo, há uma relação dele com a unção espiritual, a presença do Espírito de Deus.

E isso é interessante porque vemos também no Velho Testamento”. Em Belém, o jovem pastor de ovelhas foi surpreendido ao ser escolhido por Deus para reinar em Israel. “Ele era bem jovem, talvez tivesse 14 ou 15 anos, no máximo. A vida de Davi mudou de uma forma tremenda.

Aquela unção marcou os propósitos de Deus para a vida dele”, disse Nicolaevsky. Ainda de acordo com o especialista, se passaram cerca de 16 anos da primeira unção para as outras duas. Diferentemente de Saul, ele não teve uma coroação pública diante do povo. “Saul foi ungido por Samuel e a coroação foi informal.

No caso de Davi, não, foi a coroação dos conselhos. Ou seja, o conselho de Hebrom coroou a Davi e, após alguns anos, ele foi coroado pelo conselho de príncipes de toda Israel”. Para saber outras curiosidades sobre Davi, assista à entrevista na íntegra: Acompanhe Reis – A Perseguição de segunda a sexta, às 21h15, na tela da Record TV,

Onde fala na Bíblia que Davi foi ungido rei?

Davi é ungido rei – Essa é a primeira vez em que Davi é mencionado na Bíblia. Samuel tinha o objetivo de encontrar um substituto de Saul para se tornar rei de Israel, e Deus havia falado para Samuel que esse substituto era um dos filhos de Jessé. Na casa de Jessé, o profeta Samuel foi apresentado a todos os irmãos de Davi, porém nenhum foi o escolhido por Deus.

Quem ungiu Davi como rei de Israel José ou Samuel?

1 Então disse o Senhor a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite, e vai, enviar-te-ei a a Jessé, o b belemita ; porque dentre os seus filhos me provi de um rei.2 Porém disse Samuel: Como irei eu? Pois, ouvindo-o Saul, me matará.

Então disse o Senhor : Toma em tuas mãos uma bezerra das vacas, e dize: Vim para sacrificar ao Senhor,3 E convidarás Jessé ao sacrifício; e eu te farei saber o que hás de fazer, e a ungir-me-ás quem eu te disser.4 Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor, e foi a Belém. Então os anciãos da cidade saíram ao seu encontro, tremendo, e disseram: De paz é a tua vinda? 5 E disse ele: É de paz, vim sacrificar ao Senhor ; santificai-vos, e vinde comigo ao sacrifício.

E santificou ele a Jessé e a seu filhos, e os convidou ao sacrifício.6 E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe, e disse: Certamente está perante o Senhor o seu ungido.7 Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o rejeitei, porque o Senhor não vê como vê o a homem, pois o homem b vê o que está diante dos olhos, porém o c Senhor olha para o d coração,8 Então Jessé chamou Abinadabe e o fez passar diante de Samuel, o qual disse: Nem este o Senhor escolheu.9 Então Jessé fez passar Samá.

Qual a idade de Davi quando foi ungido rei?

O Podcast Fora de Série foi até Hebrom, em Israel, para continuar as buscas sobre a trajetória de Davi, personagem bíblico retratado em Reis, No episódio desta quinta-feira (13), a jornalista Ana Carolina Cury e o especialista em história bíblica Miguel Nicolaevsky trouxeram evidências históricas que comprovam o início do reinado do belemita na cidade dos patriarcas.

  1. Nicolaevsky explicou que Davi foi ungido três vezes: a primeira pelo profeta Samuel, em Belém, e as outras duas em Hebrom.
  2. O especialista destacou a importância do azeite nesses momentos.
  3. O azeite representa a pureza e a iluminação.
  4. Tem muita simbologia, mas, acima de tudo, no Novo Testamento, por exemplo, há uma relação dele com a unção espiritual, a presença do Espírito de Deus.

E isso é interessante porque vemos também no Velho Testamento”. Em Belém, o jovem pastor de ovelhas foi surpreendido ao ser escolhido por Deus para reinar em Israel. “Ele era bem jovem, talvez tivesse 14 ou 15 anos, no máximo. A vida de Davi mudou de uma forma tremenda.

Aquela unção marcou os propósitos de Deus para a vida dele”, disse Nicolaevsky. Ainda de acordo com o especialista, se passaram cerca de 16 anos da primeira unção para as outras duas. Diferentemente de Saul, ele não teve uma coroação pública diante do povo. “Saul foi ungido por Samuel e a coroação foi informal.

No caso de Davi, não, foi a coroação dos conselhos. Ou seja, o conselho de Hebrom coroou a Davi e, após alguns anos, ele foi coroado pelo conselho de príncipes de toda Israel”. Para saber outras curiosidades sobre Davi, assista à entrevista na íntegra: Acompanhe Reis – A Perseguição de segunda a sexta, às 21h15, na tela da Record TV,

Por que Davi foi ungido três vezes?

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  • Você sabia que o Rei Davi foi ungido com óleo três vezes para ser rei?
  • A primeira vez foi pelo profeta Samuel no meio de sua família, com Jessé (Yishai) seu pai, e todos os seus irmãos: 1 Samuel 16.13

Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi. E Samuel voltou para Ramá. A segunda vez foi pelos anciãos de Judá em Hebrom, logo após a morte do rei Saul: 2 Samuel 2.4 Então, vieram os homens de Judá (Yehudah) e ungiram ali Davi rei sobre a casa de Judá.

  1. Logo após esta terceira unção como rei, Davi e o exército subiram e conquistaram Jerusalém.
  2. Davi reinou por aproximadamente sete anos em Hebrom sobre Judá e depois 33 anos em Jerusalém sobre todo Judá e Israel juntos.
  3. Há sucessões nesta série de três unções crescentes. A primeira sucessão tem a ver com o grupo de pessoas envolvido:
  4. A segunda sucessão tem a ver com quem o ungiu:
  1. Samuel, o profeta;
  2. Anciãos de Judá;
  3. Anciãos de Judá e Israel.

E a terceira sucessão tem a ver com localização: A segunda e a terceira unção foram vistas como uma continuação e extensão da primeira unção de Samuel. Foi a mesma unção que passou por estágios de expansão em períodos de tempo consecutivos. A expansão da unção também significou uma expansão da autoridade.

O território ou esferas de sua realeza cresciam a cada estágio. Houve diferentes batalhas e desafios espirituais com cada nova unção. Após a primeira, Davi matou Golias; depois teve de lidar com o ciúme de Saul. Havia sobre ele um poder sobrenatural de vitória e proteção. A sua família foi atacada pelos amalequitas, e ele resgatou-os em Ziclague.

Após a segunda unção, Davi teve de travar uma longa guerra com os exércitos que tinham seguido Saul; houve ciúmes das 10 tribos de Israel em relação à liderança da tribo de Judá. Além disso, houve violência dentro do exército de Judá, liderado por Joabe.

David disse que era “ungido”, mas muito brando e fraco para lidar com a dureza de Joabe – ). No terceiro estágio, Davi era rei sobre toda a nação, o que trouxe grande glória, prosperidade e adoração central em Jerusalém. No entanto, também trouxe diferentes tipos de desafios. Houve luta interna dentro da família real; guerras com outras nações; adultério e corrupção.

O mesmo processo histórico continuou sucessivamente depois de Davi. O seu filho Salomão reinou sobre todo o Israel. Ele construiu o Templo e expandiu o reino ao seu maior domínio territorial. No entanto, continuaram as lutas internas, o pecado sexual, o orgulho e o ciúme, a corrupção política e financeira.

No tempo do filho de Salomão, Roboão, a nação se dividiu novamente em Judá, no Sul, ao redor dos descendentes de Davi, e Israel, no Norte, com as outras 10 tribos. A história de Judá e Israel teve momentos de glória, vitória e avivamento; e também teve momentos de divisão, pecado e derrota. Embora os profetas chamassem o povo ao arrependimento, finalmente Israel foi destruído e exilado em 722 a.C.

pela Assíria; então Judá foi destruído e exilado em 586 a.C. pela Babilônia. Ezequiel orou e profetizou que um dia os dois “ramos” de Judá e Israel seriam unidos novamente, O Grande Rei Ainda por Vir Os profetas também começaram a descrever visões de um rei maior que estava ainda por vir.

  • Ele seria filho de Davi, mas ao mesmo tempo divino.
  • O seu reino seria baseado no reino israelita, mas também seria celestial e eterno.
  • Essas profecias, intensificadas pelos desastres do exílio, cultivaram uma expectativa cada vez maior pela vinda do Messias e do reino messiânico.
  • A própria palavra Messias (Mashiach) significa ungido.

Foi essa esperança da vinda do Rei Ungido que abriu o caminho para o nascimento do Messias Yeshua, conforme descrito nos evangelhos. Ele era filho de Davi e filho de Deus: Davídico e Divino. Yeshua recebeu a mesma unção real que Davi recebeu, mas em uma expansão ainda maior de autoridade.

A sua autoridade se estendia não apenas a Judá e Israel, mas também aos novos crentes que o seguiriam em todas as nações do mundo. A Ecclesia pode ser vista como mais uma expansão do reino dado a Davi: Família, depois Tribo, Nação, Ecclesia Internacional. A autoridade de Yeshua também uniu céu à terra.

Ele nasceu na terra e ascendeu ao céu. Ele une a Jerusalém terrena com a Jerusalém celestial. Um dia em breve Ele retornará para finalizar essa unidade. A sua unção e autoridade régias unificarão o céu e a terra; Israel e as nações. A unção que veio sobre Davi foi essencialmente a unção do próprio Messias Yeshua.

Todos os que creem nele têm acesso a qualquer momento à mesma unção pelo Espírito Santo e à mesma autoridade pelo nome de Yeshua. Davi foi ungido três vezes. A unção e autoridade real continuaram a crescer e se expandir ao longo do tempo em diferentes estágios. Como seguidores de Yeshua, vamos andar nessa mesma unção que agora é passada para nós.

: Davi Ungido Três Vezes — Impacto Publicações

Qual foi a primeira vez que Davi foi ungido?

O Podcast Fora de Série foi até Hebrom, em Israel, para continuar as buscas sobre a trajetória de Davi, personagem bíblico retratado em Reis, No episódio desta quinta-feira (13), a jornalista Ana Carolina Cury e o especialista em história bíblica Miguel Nicolaevsky trouxeram evidências históricas que comprovam o início do reinado do belemita na cidade dos patriarcas.

  1. Nicolaevsky explicou que Davi foi ungido três vezes: a primeira pelo profeta Samuel, em Belém, e as outras duas em Hebrom.
  2. O especialista destacou a importância do azeite nesses momentos.
  3. O azeite representa a pureza e a iluminação.
  4. Tem muita simbologia, mas, acima de tudo, no Novo Testamento, por exemplo, há uma relação dele com a unção espiritual, a presença do Espírito de Deus.

E isso é interessante porque vemos também no Velho Testamento”. Em Belém, o jovem pastor de ovelhas foi surpreendido ao ser escolhido por Deus para reinar em Israel. “Ele era bem jovem, talvez tivesse 14 ou 15 anos, no máximo. A vida de Davi mudou de uma forma tremenda.

  • Aquela unção marcou os propósitos de Deus para a vida dele”, disse Nicolaevsky.
  • Ainda de acordo com o especialista, se passaram cerca de 16 anos da primeira unção para as outras duas.
  • Diferentemente de Saul, ele não teve uma coroação pública diante do povo.
  • Saul foi ungido por Samuel e a coroação foi informal.
See also:  Onde Fica A VesCula No Corpo Humano?

No caso de Davi, não, foi a coroação dos conselhos. Ou seja, o conselho de Hebrom coroou a Davi e, após alguns anos, ele foi coroado pelo conselho de príncipes de toda Israel”. Para saber outras curiosidades sobre Davi, assista à entrevista na íntegra: Acompanhe Reis – A Perseguição de segunda a sexta, às 21h15, na tela da Record TV,

Porque Deus rejeitou Saul e ungiu Davi?

Davi e Saul foram os dois primeiros reis de Israel e, entre eles, haviam muitas diferenças, a partir da escolha para governarem. Seus nomes tinham grande significado. Davi significa “amado e respeitado por Deus”, enquanto Saul significa “pedido a Deus”.

  • Ambos eram de boa aparência e foram ungidos pelo profeta Samuel.
  • Suas semelhanças, porém, terminam aí.
  • No entanto, as diferenças entre eles determinaram o sucesso de um e o fracasso do outro.
  • Davi foi um rei escolhido por Deus e não pelos homens, enquanto Saul foi pedido pelos homens, fora da prioridade de Deus.

Davi era pastor de ovelhas e, mesmo para defender seu rebanho, colocava sua dependência no Senhor. Se ele podia enfrentar leões e ursos selvagens para defender seu rebanho, poderia também, como homem de Deus, derrotar os inimigos de Israel. Dependência de Deus e obediência foram fatores determinantes para sua escolha para reinar sobre Israel.

  • Se, por um lado, Davi era obediente ao Senhor, Saul era persistente na desobediência.
  • Israel estava em guerra e a ordem era esperar o profeta Samuel para oferecer um sacrifício.
  • No entanto, Saul tomou a direção e ele mesmo apresentou o sacrifício, usurpando a autoridade do profeta e desobedecendo as ordens de Deus.

Desobedeceu também quando o Senhor mandou destruir tudo durante um ataque aos amalequitas, inimigos dos israelitas, e ele não o fez. Por isso, perdeu a unção e o poder conforme 1 Samuel 15.23. Ao desobedecer, Saul teve seu reinado cancelado. Outra diferença entre Saul e Davi era a atitude deles com relação ao povo.

A Bíblia ilustra como cada um agia em relação àqueles que estavam sob a sua proteção e comando. Saul tinha um coração sem amor, era um homem egoísta e insensível. Nem mesmo seu filho Jônatas escapou da sua falta de amor. Já o rei Davi amava o povo sobre o qual reinava. Ele tinha um coração terno, de pastor.

Foi um soldado valente e um estadista que sabia lidar com o sistema. Davi amou o povo de Israel, mesmo quando os súditos se mostraram ímpios, rebeldes e ingratos. Muitos daqueles pelos quais ele arriscou a vida na guerra não o queriam como rei. As diferenças entre Davi e Saul servem para meditarmos sobre como agimos, como vemos nossos líderes.

A quem nos assemelhamos mais? E a nossa atitude como cristãos, é com aqueles que estão perdidos, sem conhecer o amor de Deus ou vivemos ignorando aqueles pelos quais Jesus morreu? Essa é uma meditação que deve ser feita, principalmente por pastores e líderes. Ser pastor não significa apenas ter uma credencial ou ter estudado teologia, mas, sobretudo, amar suas ovelhas, o povo que Deus colocou ao seu cuidado.

Portanto, devemos ter um ministério semelhante ao de Davi, ou seja, segundo o coração de Deus. Deus colocou diante de nós a possibilidade de termos uma vida abundante e está em nossas mãos a opção de sermos conforme o coração de Deus, em obediência e amor.

Quem coroou o rei Davi?

Miguel Nicolaevsky acompanhou o Podcast Fora de Série em Hebrom, local onde o personagem bíblico iniciou o reinado Podcast Fora de Série visitou Hebrom, local onde Davi iniciou o reinado O Podcast Fora de Série foi até Hebrom, em Israel, para continuar as buscas sobre a trajetória de Davi, personagem bíblico retratado em Reis.

  1. No episódio desta quinta-feira (13), a jornalista Ana Carolina Cury e o especialista em história bíblica Miguel Nicolaevsky trouxeram evidências históricas que comprovam o início do reinado do belemita na cidade dos patriarcas.
  2. Nicolaevsky explicou que Davi foi ungido três vezes: a primeira pelo profeta Samuel, em Belém, e as outras duas em Hebrom.

O especialista destacou a importância do azeite nesses momentos. “O azeite representa a pureza e a iluminação. Tem muita simbologia, mas, acima de tudo, no Novo Testamento, por exemplo, há uma relação dele com a unção espiritual, a presença do Espírito de Deus.

E isso é interessante porque vemos também no Velho Testamento”. Em Belém, o jovem pastor de ovelhas foi surpreendido ao ser escolhido por Deus para reinar em Israel. “Ele era bem jovem, talvez tivesse 14 ou 15 anos, no máximo. A vida de Davi mudou de uma forma tremenda. Aquela unção marcou os propósitos de Deus para a vida dele”, disse Nicolaevsky.

Ainda de acordo com o especialista, se passaram cerca de 16 anos da primeira unção para as outras duas. Diferentemente de Saul, ele não teve uma coroação pública diante do povo. “Saul foi ungido por Samuel e a coroação foi informal. No caso de Davi, não, foi a coroação dos conselhos.

Por que Davi foi escolhido por Deus?

Deus escolheu Davi porque olha para o coração e não para a aparência física ( 7 O Senhor, contudo, disse a Samuel: “Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”.”>1 Samuel 16:7 ). Davi foi o mais famoso rei de Israel e descrito em 14 Mas agora o seu reinado não permanecerá; o Senhor procurou um homem segundo o seu coração e o designou líder de seu povo, pois você não obedeceu ao mandamento do Senhor”.”>1 Samuel 13:14 como um homem segundo o coração de Deus. É interessante notar que quando Samuel foi até a casa de Jessé para identificar o escolhido de Deus como o próximo Rei de Israel, Davi era o único que estava fora de casa, realmente trabalhando. Veja aqui: quem foi Samuel na Bíblia?

Quando Davi foi ungido por Deus?

13 Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi.

Porque Davi foi ungido no meio dos irmãos?

Deus vai nos escolher entre nossos irmãos Quando olhamos para história, especialmente para a vida do salmista Davi, entendemos algumas coisas que esta vida nos proporciona. A história desse menino é uma história fantástica, que, na maioria das vezes, é semelhante à nossa ou de muitos seres humanos.

  1. Esse menino foi escolhido pelos pais e pelos irmãos para ser apenas um pastor de ovelhas e nada mais.
  2. Veja a história Enquanto seus irmãos eram preparados e treinados para o exército de Israel, Davi estava pastoreando as ovelhas de seu pai.
  3. Mas um dia, Deus resolveu intervir na vida do Seu povo e especialmente desse menino, que mesmo pastoreando as poucas ovelhas de seu pai, escrevia o Salmo 23 – “O Senhor é meu Pastor e nada me faltará!”.

Deus chamou o profeta Samuel e disse: “Vá a casa de Jessé porque lá eu tenho escolhido um Rei para substituir Saul pois o tenho rejeitado”. Nesta época, quando um profeta chegava a uma casa era uma festa. Por isso, um banquete foi posto para o profeta Samuel.

Porém, no texto, nota-se que Davi não iria participar desta reunião, pois era o pastorzinho de ovelhas. Davi não fora convidado. Estavam ali os filhos de Jessé, os soldados, os guerreiros, porém, Deus não permitiu que o profeta ungisse ninguém sem a presença de Davi Então, seu pai mandou chamar o pastorzinho e, quando ele chegou, Deus falou ao profeta: “Este é o Rei que escolhi pra minha nação, pode ungi-lo!”.

E Davi, que era apenas um pastor – uma escolha de seus irmãos e pais, pois, acreditavam que ele nunca seria nada e nem capacidade tinha pra ser alguém –, foi ungido na presença dos seus irmãos e escolhido por Deus para ser rei de Israel. Que lição, nós aprendemos com esse menino.

  1. Deus sempre está nos vendo e, no Seu tempo, Ele nos dará tudo aquilo que Ele tem pra nós Mesmo sendo um simples pastor de ovelhas, Davi nunca deixou de adorar a Deus e dizer “o Senhor é meu Pastor”.
  2. Então, acredite! No tempo de Deus.
  3. Ele (o Senhor) fará você prosperar.
  4. Ele te elevará a um lugar de honra, de realização e de conquistas.

Não pare de lutar! Não desista! Deus está trazendo um Samuel pra te ungir e ele te exaltará entre seus amigos e irmãos! Glória a Deus. Pastor José Luis Ortiz Líder da Comunidade Evangélica Agnus Dei em Cosmópolis Não nos responsabilizamos pelos comentários feitos por nossos visitantes, sendo certo que as opiniões aqui prestadas não representam a opinião da Gazeta de Cosmópolis / TV Jaguari.

Quem foi ungido a pastor na Bíblia?

Artigo: Unção com óleo 22/07/2013 10h30 – última modificação 22/07/2013 10h49 Por: Rev. Edson Cortasio * Um pastor derramou doze litros de óleo em sua cabeça para receber unção e repassar aos fiéis da Igreja. Num culto pentecostal um pastor derramou dois litros de óleo na cabeça e se sentiu cheio de poder.

  • Um pastor enterrou uma garrafa de óleo no monte para que o mesmo ficasse cheio de poder e unção.
  • Garrafinhas de óleo de unção são vendidas nos templos para atrair dinheiro para a obra e poder para as famílias.
  • Infelizmente existem tantos exageros e fanatismo com o uso do óleo da unção que muita gente prefere ignorar a prática bíblica da Unção dos Enfermos.

Desejo de forma rápida, compartilhar breves palavras sobre a Unção com Óleo na Bíblia, na História da Igreja e na Liturgia 1. Tipos de Unção No antigo Testamento encontramos o uso do óleo para ungir objetos. Era uma forma de consagrar os objetos para o culto a Deus.

  1. Êxodo 29:36-37; 30:25-29).
  2. Os objetos ungidos se tornavam santos ao serviço do Senhor.
  3. O Antigo Testamento também fala da Unção de Pessoas.
  4. Wesley diz que “Entre os Judeus, a unção era a cerimônia pela qual os profetas, os sacerdotes e os reis eram iniciados nos seus ofícios” ( Nota de Wesley a Mateus 1.16 ).

Eram ungidos os profetas, os reis e os sacerdotes. Unção de Reis: Os reis eram ungidos como libertadores para o povo de Israel e para governar sobre o povo como seu pastor (I Sm 9.16). Unção de Sacerdotes : Os sacerdotes eram ungidos, de modo a consagrá-los e reconhecê-los como pessoas separadas para servir a Deus através do sacerdócio (Ex 40.13-15).

Unção de profetas: O ofício profético era estabelecido pelo ato da unção. (Is 61.1-3.2. Os Produtos utilizados para a unção Azeite : Era símbolo da alegria, da saúde e da qualificação de uma pessoa para o serviço do Senhor (Sl 92.10). Unguento: Era uma gordura misturada com perfumes especiais que lhe davam características muito desejáveis.

Era utilizado para ungir os pés dos hóspedes, simbolizando a alegria pela chegada daquele hóspede, e desejando-lhe boas vindas (Jo 11.2; Dn 10.2-3; Rt 3.3). Óleos curativos : Usavam-se os óleos com poder curativos para amolecer feridas e purificá-las (Is 1.6, Lc 10.34).

Unguento fúnebre : Este unguento era utilizado na preparação do corpo para o sepultamento, como parte de um processo de embalsamamento: (Mt 26.12; Lc 23.55-56).3. Modos de aplicação Na cabeça : O derramamento de óleo sobre a cabeça de um homem indicava que este homem havia sido separado para uma determinada tarefa a serviço do Senhor ( I Sm 10.1; Sl 23.5; Ec 9.8).

No rosto: A unção do óleo no rosto tinha como objetivo a hidratação, e a proteção contra as forças da natureza (Sl 104.15). Nos pés : Como já foi dito, este ato es-tava normalmente relacionado com uma recepção digna e alegre de um hóspede bem-vindo (Lc 7.38) Sobre as feridas: Utilizado como medi-camento (II Rs 20.5-7).

  • 4. A Prática dos Apóstolos do Senhor Jesus
  • A expulsão dos demônios e a cura milagrosa de muitos enfermos eram acompanhadas da unção com óleo.

No Evangelho de Marcos 6.7,12-13 está escrito: “Chamou os doze discípulos, começou a enviá-los dois a dois e dava-lhes poder sobre os espíritos maus. Então os discípulos partiram e pregaram para que as pessoas se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, ungindo-os com óleo”.5.

  1. A Orientação de Tiago 5:14-16 A Carta de Tiago 5.14-16 diz: “Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.
  2. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado.
  3. Confessem mutuamente os próprios pecados e orem uns pelos outros, para serem curados.

A oração do justo, feita com insistência, tem muita força”. A orientação doutrinária é que os doentes sejam ungidos com óleo pelos presbíteros em nome do Senhor. A oração da fé levantará os enfermos e perdoará pecados. Tanto em Marcos como Tiago, a unção com óleo está relacionada a uma ação de Deus, e não aos poderes curativos ou medicinais do óleo.6.

O Uso da Unção na História da Igreja. Orígenes, um dos Pais da Igreja, comenta o texto de Tiago 5:14, mas trata apenas da questão do perdão dos pecados, e não menciona o uso do óleo. Agostinho menciona o uso do óleo uma vez em seus escritos sobre milagres. Tertuliano, diz Sétimo Severo, foi curado na oração com imposição do óleo pelo cristão Prócolo.Crisóstomo dizia que o óleo para ungir os doentes deveria ser retirado das lâmpadas que alumiavam o templo.

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Esta prática é usada ainda hoje na Igreja Grega. Crisóstomo também recomenda ungir um bêbado com óleo retirado da tumba dos mártires cristãos, como remédio para curar a bebedice. Os Nestorianos misturavam óleo e água com algumas relíquias de alguns santos; caso estas não fossem encontradas, usava-se poeira de uma cena de martírio e ungia-se o doente com tal mistura.

Cirilo de Alexandria e Cesário de Arles alertavam o povo contra encantamentos e mágicas, dizendo que o poder não vinha do óleo. Óleo é apenas Sinal. A partir do quarto século em diante, a liturgia da igreja Grega e outras liturgias orientais já continham fórmulas para consagrar o “óleo santo”. Um bom exemplo disso é O Sacramentário de São Serapião (quarto sécu-lo, Egito).

A carta de Inocêncio I para Decentius, datada de 19 de Março de 416 diz que “os cristãos doentes têm o direito de serem ungidos com o santo óleo da crisma, o qual, sendo consagrado pelo bispo, não é legal apenas para os bispos somente, mas para todos os cristãos que precisem dele para suas próprias necessidades, bem como para seus servos.” Antes do fim do oitavo século, contudo, uma mudança ocorreu no Ocidente, pela qual o uso do óleo foi transformado para unção daqueles que estavam para morrer, não como um meio para recuperar o doente, mas com vistas à remissão dos pecados daquele que está morrendo.

  1. O Concílio Vaticano II mudou o nome de Extrema Unção para Unção dos Enfermos, seguindo uma linha ecumênica para estar mais próximo dos Protestantes Históricos.
  2. Atualmente a Igreja Católica, Igreja Anglicana e outras igrejas históricas usam três óleos para a Liturgia da Igreja.
  3. Óleo da Confirmação (crisma) : usado na ocasião em que o jovem (ou adulto) reafirma os votos batismais que foram feitos em seu nome por seus pais e padrinhos, tornando-se “responsável pela Fé que professa”. Também é usado nas ordenações sacerdotais como sinal de consagração dos “ungidos de Deus” para exercer o Sagrado Ministério;
  4. Óleo dos Catecúmenos : usado nas celebrações do Santo Batismo (através do sinal da cruz) significando a libertação do mal para que o iniciado na Fé Cristã seja consagrado e esteja apto a receber o Espírito Santo que vai guiá-lo no “novo nascimento em Cristo”, e

Óleo dos Enfermos : usado na administração da Bênção da Saúde (que tomou o lugar da “extrema unção”). Esta unção é para que a pessoa fique curada, ou tenha força para enfrentar os sofrimentos olhando para a Paixão do Senhor Jesus, ou então para, sendo a vontade de Deus, prepare-se para atravessar o “vale da sombra da morte” (Sl 23) e desfrutar da Vida Eterna.

  1. A Igreja Anglicana e a Católica têm um bonito Rito de Consagração dos Óleos para Unção na Quinta-feira Santa.
  2. Na parte da manhã acontece este Rito Sacramental – A Bênção dos Santos Óleos.
  3. Não se pode precisar com exatidão a origem da bênção conjunta destes três óleos, mas sabe-se que também eram abençoados no Domingo de Ramos e até no Sábado de Aleluia.

Atualmente este ritual é presidido pelo bispo diocesano, e têm lugar no templo da Igreja Catedral onde são consagrados. A Unção aos Enfermos foi transformada em Sacramento.7. Liturgia da Unção dos Enfermos O Livro de Oração Comum, utilizado pelos Anglicanos desde o século XVI e amado por João Wesley, apresenta dois Ritos de Unção dos Enfermos.

  • O Culto é iniciado com um Cântico de iniciação e uma palavra de acolhida.
  • Logo após é realizado o Ato Penitencial.
  • Louva-se a Deus com Cânticos e a Igreja recebe a Palavra no momento da Liturgia da Palavra.
  • São lidas duas porções da Bíblia: Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13.
  • Finalmente ocorre a Imposição das Mãos com a Unção do Óleo.

No Livro de Oração Comum Brasileiro existe a seguinte orientação: “Qualquer pessoa enferma, seja grave ou passageira a sua doença, pode receber a imposição de mãos e a Santa Unção, e ambas podem ser administradas tantas vezes quantas requeridas durante a mesma unção”.

Neste momento o Ministro diz ao povo: “O Senhor Onipotente, que é uma torre forte para quantos nele confiam, ao qual to-das as coisas nos céus, na terra, e debaixo da terra se curvam e obedecem; seja agora e para sempre a tua defesa, e te faça conhecer e sentir, que debaixo do céu não há outro nome dado aos homens em quem e por quem tu recebas saúde e alcances a salvação, exceto unicamente o nome de nosso Senhor Jesus Cristo”.

Outra orientação segue: “As pessoas doentes devem vir à frente e ajoelhar-se no genuflexório, ou, incapacitados a isso, o Ministro irá a elas. Então, imergindo o seu polegar direito no Santo Óleo, porá suas mãos sobre a cabeça de cada um, e depois ungirá a fronte com o sinal da cruz, dizendo: Eu imponho minha mão sobre ti e te unjo com óleo, em o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, no poder de nosso Senhor Jesus Cristo para que, livre de todo o sofrimento e enfermidade, recebas a bênção da saúde.” O Ministro ora para que a Unção vá além da cura física.

  1. Assim como está ungido externamente com este Santo Óleo, assim também o nosso Pai Celestial te conceda a unção interior do Espírito Santo.
  2. Que Ele, por sua grande misericórdia, perdoe os teus pecados, te liberte de teus sofrimentos, fortaleça e te restaure integralmente.
  3. Que o Senhor te liberte de todo o mal, te conserve em toda bondade, e te preserve na vida eterna.

Por Jesus Cristo, nosso Senhor”.8. Nossa Prática de Ungir Enfermos De um lado está o exagero e fanatismo de grupos neopentecostais com relação a Unção com Óleo, do outro lado está um Ritual Litúrgico que dá à unção uma beleza, ordem e decência. Olhamos para Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13.

  • Ao Senhor seja a Glória, agora e para sempre.
  • *Extraído do Jornal da Vila, da Igreja Metodista em Vila Isabel, RJ.

: Artigo: Unção com óleo

O que aconteceu com Davi depois de ser ungido?

Davi Ungido Três Vezes — Impacto Publicações No dia 27/08, o TJCII Brasil estará fazendo um Webinar internacional, com o tema Rumo ao Novo Homem e ficaremos honrados com sua participação. e inscreva-se!

  • Gratuito com transmissão pelo zoom.
  • Asher Intrater
  • Você sabia que o Rei Davi foi ungido com óleo três vezes para ser rei?
  • A primeira vez foi pelo profeta Samuel no meio de sua família, com Jessé (Yishai) seu pai, e todos os seus irmãos: 1 Samuel 16.13

Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi. E Samuel voltou para Ramá. A segunda vez foi pelos anciãos de Judá em Hebrom, logo após a morte do rei Saul: 2 Samuel 2.4 Então, vieram os homens de Judá (Yehudah) e ungiram ali Davi rei sobre a casa de Judá.

  1. Logo após esta terceira unção como rei, Davi e o exército subiram e conquistaram Jerusalém.
  2. Davi reinou por aproximadamente sete anos em Hebrom sobre Judá e depois 33 anos em Jerusalém sobre todo Judá e Israel juntos.
  3. Há sucessões nesta série de três unções crescentes. A primeira sucessão tem a ver com o grupo de pessoas envolvido:
  4. A segunda sucessão tem a ver com quem o ungiu:
  1. Samuel, o profeta;
  2. Anciãos de Judá;
  3. Anciãos de Judá e Israel.

E a terceira sucessão tem a ver com localização: A segunda e a terceira unção foram vistas como uma continuação e extensão da primeira unção de Samuel. Foi a mesma unção que passou por estágios de expansão em períodos de tempo consecutivos. A expansão da unção também significou uma expansão da autoridade.

  1. O território ou esferas de sua realeza cresciam a cada estágio.
  2. Houve diferentes batalhas e desafios espirituais com cada nova unção.
  3. Após a primeira, Davi matou Golias; depois teve de lidar com o ciúme de Saul.
  4. Havia sobre ele um poder sobrenatural de vitória e proteção.
  5. A sua família foi atacada pelos amalequitas, e ele resgatou-os em Ziclague.

Após a segunda unção, Davi teve de travar uma longa guerra com os exércitos que tinham seguido Saul; houve ciúmes das 10 tribos de Israel em relação à liderança da tribo de Judá. Além disso, houve violência dentro do exército de Judá, liderado por Joabe.

(David disse que era “ungido”, mas muito brando e fraco para lidar com a dureza de Joabe – ). No terceiro estágio, Davi era rei sobre toda a nação, o que trouxe grande glória, prosperidade e adoração central em Jerusalém. No entanto, também trouxe diferentes tipos de desafios. Houve luta interna dentro da família real; guerras com outras nações; adultério e corrupção.

O mesmo processo histórico continuou sucessivamente depois de Davi. O seu filho Salomão reinou sobre todo o Israel. Ele construiu o Templo e expandiu o reino ao seu maior domínio territorial. No entanto, continuaram as lutas internas, o pecado sexual, o orgulho e o ciúme, a corrupção política e financeira.

  • No tempo do filho de Salomão, Roboão, a nação se dividiu novamente em Judá, no Sul, ao redor dos descendentes de Davi, e Israel, no Norte, com as outras 10 tribos.
  • A história de Judá e Israel teve momentos de glória, vitória e avivamento; e também teve momentos de divisão, pecado e derrota.
  • Embora os profetas chamassem o povo ao arrependimento, finalmente Israel foi destruído e exilado em 722 a.C.

pela Assíria; então Judá foi destruído e exilado em 586 a.C. pela Babilônia. Ezequiel orou e profetizou que um dia os dois “ramos” de Judá e Israel seriam unidos novamente, O Grande Rei Ainda por Vir Os profetas também começaram a descrever visões de um rei maior que estava ainda por vir.

  1. Ele seria filho de Davi, mas ao mesmo tempo divino.
  2. O seu reino seria baseado no reino israelita, mas também seria celestial e eterno.
  3. Essas profecias, intensificadas pelos desastres do exílio, cultivaram uma expectativa cada vez maior pela vinda do Messias e do reino messiânico.
  4. A própria palavra Messias (Mashiach) significa ungido.

Foi essa esperança da vinda do Rei Ungido que abriu o caminho para o nascimento do Messias Yeshua, conforme descrito nos evangelhos. Ele era filho de Davi e filho de Deus: Davídico e Divino. Yeshua recebeu a mesma unção real que Davi recebeu, mas em uma expansão ainda maior de autoridade.

  • A sua autoridade se estendia não apenas a Judá e Israel, mas também aos novos crentes que o seguiriam em todas as nações do mundo.
  • A Ecclesia pode ser vista como mais uma expansão do reino dado a Davi: Família, depois Tribo, Nação, Ecclesia Internacional.
  • A autoridade de Yeshua também uniu céu à terra.

Ele nasceu na terra e ascendeu ao céu. Ele une a Jerusalém terrena com a Jerusalém celestial. Um dia em breve Ele retornará para finalizar essa unidade. A sua unção e autoridade régias unificarão o céu e a terra; Israel e as nações. A unção que veio sobre Davi foi essencialmente a unção do próprio Messias Yeshua.

Todos os que creem nele têm acesso a qualquer momento à mesma unção pelo Espírito Santo e à mesma autoridade pelo nome de Yeshua. Davi foi ungido três vezes. A unção e autoridade real continuaram a crescer e se expandir ao longo do tempo em diferentes estágios. Como seguidores de Yeshua, vamos andar nessa mesma unção que agora é passada para nós.

: Davi Ungido Três Vezes — Impacto Publicações

De quem Davi é filho?

Qual era a descendência de Davi e de seu pai, Jessé? Jessé foi o pai de Davi e descendente de vários personagens bíblicos importantes. A história de Jessé na Bíblia está registrada no Antigo Testamento, principalmente no primeiro livro de Samuel. Mas por ter sido o progenitor de Davi, Jessé é citado em várias passagens bíblicas.

  • Jessé pertencia à tribo de Judá.
  • A Bíblia diz que ele era filho de Obede e neto de Boaz e Rute, a moabita.
  • Boaz foi uma pessoa muito próspera em seu tempo, e isso também parece ter acontecido com Jessé.
  • Segundo os textos bíblicos, é possível concluir que Jessé era um proprietário de terras muito respeitado em Belém.

Ao que a história indica, a economia de Jessé vinha da criação de ovelhas e cabras.

Qual filho de Davi foi escolhido por Deus?

Depois da morte de Davi, seu filho Salomão subiu ao trono, com apenas 20 anos de idade, ungido rei pelo sumo-sacerdote. Apesar de sua juventude, era um sábio conhecido e respeitado em todo o reino. Diz a Bíblia que ‘seu coração era cheio de sabedoria’.

Quem foi o homem que mais pecou na Bíblia?

A história da desobediência de Sansão diante das ordens divinas que lhe custou a vida.

Qual foi o grande pecado de Davi?

Introdução – O rei Davi cometeu adultério com uma mulher chamada Bate-Seba, que consequentemente ficou grávida. Ao saber da situação de Bate-Seba, Davi tentou acobertar seu pecado e, por fim, tomou providências para que o marido de Bate-Seba, Urias, fosse morto em batalha. Depois da morte de Urias, o Senhor enviou o Profeta Natã a Davi para repreendê-lo por suas ações iníquas.

Quando Deus ungiu Davi a rei?

Ele era ruivo, de belos olhos e boa aparência. Então o Senhor disse a Samuel: É este! Levante-se e unja-o.13 Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi.

Porque Davi foi ungido no meio dos irmãos?

Deus vai nos escolher entre nossos irmãos Quando olhamos para história, especialmente para a vida do salmista Davi, entendemos algumas coisas que esta vida nos proporciona. A história desse menino é uma história fantástica, que, na maioria das vezes, é semelhante à nossa ou de muitos seres humanos.

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Esse menino foi escolhido pelos pais e pelos irmãos para ser apenas um pastor de ovelhas e nada mais. Veja a história Enquanto seus irmãos eram preparados e treinados para o exército de Israel, Davi estava pastoreando as ovelhas de seu pai. Mas um dia, Deus resolveu intervir na vida do Seu povo e especialmente desse menino, que mesmo pastoreando as poucas ovelhas de seu pai, escrevia o Salmo 23 – “O Senhor é meu Pastor e nada me faltará!”.

Deus chamou o profeta Samuel e disse: “Vá a casa de Jessé porque lá eu tenho escolhido um Rei para substituir Saul pois o tenho rejeitado”. Nesta época, quando um profeta chegava a uma casa era uma festa. Por isso, um banquete foi posto para o profeta Samuel.

Porém, no texto, nota-se que Davi não iria participar desta reunião, pois era o pastorzinho de ovelhas. Davi não fora convidado. Estavam ali os filhos de Jessé, os soldados, os guerreiros, porém, Deus não permitiu que o profeta ungisse ninguém sem a presença de Davi Então, seu pai mandou chamar o pastorzinho e, quando ele chegou, Deus falou ao profeta: “Este é o Rei que escolhi pra minha nação, pode ungi-lo!”.

E Davi, que era apenas um pastor – uma escolha de seus irmãos e pais, pois, acreditavam que ele nunca seria nada e nem capacidade tinha pra ser alguém –, foi ungido na presença dos seus irmãos e escolhido por Deus para ser rei de Israel. Que lição, nós aprendemos com esse menino.

  1. Deus sempre está nos vendo e, no Seu tempo, Ele nos dará tudo aquilo que Ele tem pra nós Mesmo sendo um simples pastor de ovelhas, Davi nunca deixou de adorar a Deus e dizer “o Senhor é meu Pastor”.
  2. Então, acredite! No tempo de Deus.
  3. Ele (o Senhor) fará você prosperar.
  4. Ele te elevará a um lugar de honra, de realização e de conquistas.

Não pare de lutar! Não desista! Deus está trazendo um Samuel pra te ungir e ele te exaltará entre seus amigos e irmãos! Glória a Deus. Pastor José Luis Ortiz Líder da Comunidade Evangélica Agnus Dei em Cosmópolis Não nos responsabilizamos pelos comentários feitos por nossos visitantes, sendo certo que as opiniões aqui prestadas não representam a opinião da Gazeta de Cosmópolis / TV Jaguari.

Quem foi ungido na Bíblia?

Artigo: Unção com óleo 22/07/2013 10h30 – última modificação 22/07/2013 10h49 Por: Rev. Edson Cortasio * Um pastor derramou doze litros de óleo em sua cabeça para receber unção e repassar aos fiéis da Igreja. Num culto pentecostal um pastor derramou dois litros de óleo na cabeça e se sentiu cheio de poder.

  • Um pastor enterrou uma garrafa de óleo no monte para que o mesmo ficasse cheio de poder e unção.
  • Garrafinhas de óleo de unção são vendidas nos templos para atrair dinheiro para a obra e poder para as famílias.
  • Infelizmente existem tantos exageros e fanatismo com o uso do óleo da unção que muita gente prefere ignorar a prática bíblica da Unção dos Enfermos.

Desejo de forma rápida, compartilhar breves palavras sobre a Unção com Óleo na Bíblia, na História da Igreja e na Liturgia 1. Tipos de Unção No antigo Testamento encontramos o uso do óleo para ungir objetos. Era uma forma de consagrar os objetos para o culto a Deus.

Êxodo 29:36-37; 30:25-29). Os objetos ungidos se tornavam santos ao serviço do Senhor. O Antigo Testamento também fala da Unção de Pessoas. Wesley diz que “Entre os Judeus, a unção era a cerimônia pela qual os profetas, os sacerdotes e os reis eram iniciados nos seus ofícios” ( Nota de Wesley a Mateus 1.16 ).

Eram ungidos os profetas, os reis e os sacerdotes. Unção de Reis: Os reis eram ungidos como libertadores para o povo de Israel e para governar sobre o povo como seu pastor (I Sm 9.16). Unção de Sacerdotes : Os sacerdotes eram ungidos, de modo a consagrá-los e reconhecê-los como pessoas separadas para servir a Deus através do sacerdócio (Ex 40.13-15).

Unção de profetas: O ofício profético era estabelecido pelo ato da unção. (Is 61.1-3.2. Os Produtos utilizados para a unção Azeite : Era símbolo da alegria, da saúde e da qualificação de uma pessoa para o serviço do Senhor (Sl 92.10). Unguento: Era uma gordura misturada com perfumes especiais que lhe davam características muito desejáveis.

Era utilizado para ungir os pés dos hóspedes, simbolizando a alegria pela chegada daquele hóspede, e desejando-lhe boas vindas (Jo 11.2; Dn 10.2-3; Rt 3.3). Óleos curativos : Usavam-se os óleos com poder curativos para amolecer feridas e purificá-las (Is 1.6, Lc 10.34).

Unguento fúnebre : Este unguento era utilizado na preparação do corpo para o sepultamento, como parte de um processo de embalsamamento: (Mt 26.12; Lc 23.55-56).3. Modos de aplicação Na cabeça : O derramamento de óleo sobre a cabeça de um homem indicava que este homem havia sido separado para uma determinada tarefa a serviço do Senhor ( I Sm 10.1; Sl 23.5; Ec 9.8).

No rosto: A unção do óleo no rosto tinha como objetivo a hidratação, e a proteção contra as forças da natureza (Sl 104.15). Nos pés : Como já foi dito, este ato es-tava normalmente relacionado com uma recepção digna e alegre de um hóspede bem-vindo (Lc 7.38) Sobre as feridas: Utilizado como medi-camento (II Rs 20.5-7).

  • 4. A Prática dos Apóstolos do Senhor Jesus
  • A expulsão dos demônios e a cura milagrosa de muitos enfermos eram acompanhadas da unção com óleo.

No Evangelho de Marcos 6.7,12-13 está escrito: “Chamou os doze discípulos, começou a enviá-los dois a dois e dava-lhes poder sobre os espíritos maus. Então os discípulos partiram e pregaram para que as pessoas se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, ungindo-os com óleo”.5.

  • A Orientação de Tiago 5:14-16 A Carta de Tiago 5.14-16 diz: “Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.
  • A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado.
  • Confessem mutuamente os próprios pecados e orem uns pelos outros, para serem curados.

A oração do justo, feita com insistência, tem muita força”. A orientação doutrinária é que os doentes sejam ungidos com óleo pelos presbíteros em nome do Senhor. A oração da fé levantará os enfermos e perdoará pecados. Tanto em Marcos como Tiago, a unção com óleo está relacionada a uma ação de Deus, e não aos poderes curativos ou medicinais do óleo.6.

O Uso da Unção na História da Igreja. Orígenes, um dos Pais da Igreja, comenta o texto de Tiago 5:14, mas trata apenas da questão do perdão dos pecados, e não menciona o uso do óleo. Agostinho menciona o uso do óleo uma vez em seus escritos sobre milagres. Tertuliano, diz Sétimo Severo, foi curado na oração com imposição do óleo pelo cristão Prócolo.Crisóstomo dizia que o óleo para ungir os doentes deveria ser retirado das lâmpadas que alumiavam o templo.

Esta prática é usada ainda hoje na Igreja Grega. Crisóstomo também recomenda ungir um bêbado com óleo retirado da tumba dos mártires cristãos, como remédio para curar a bebedice. Os Nestorianos misturavam óleo e água com algumas relíquias de alguns santos; caso estas não fossem encontradas, usava-se poeira de uma cena de martírio e ungia-se o doente com tal mistura.

Cirilo de Alexandria e Cesário de Arles alertavam o povo contra encantamentos e mágicas, dizendo que o poder não vinha do óleo. Óleo é apenas Sinal. A partir do quarto século em diante, a liturgia da igreja Grega e outras liturgias orientais já continham fórmulas para consagrar o “óleo santo”. Um bom exemplo disso é O Sacramentário de São Serapião (quarto sécu-lo, Egito).

A carta de Inocêncio I para Decentius, datada de 19 de Março de 416 diz que “os cristãos doentes têm o direito de serem ungidos com o santo óleo da crisma, o qual, sendo consagrado pelo bispo, não é legal apenas para os bispos somente, mas para todos os cristãos que precisem dele para suas próprias necessidades, bem como para seus servos.” Antes do fim do oitavo século, contudo, uma mudança ocorreu no Ocidente, pela qual o uso do óleo foi transformado para unção daqueles que estavam para morrer, não como um meio para recuperar o doente, mas com vistas à remissão dos pecados daquele que está morrendo.

  1. O Concílio Vaticano II mudou o nome de Extrema Unção para Unção dos Enfermos, seguindo uma linha ecumênica para estar mais próximo dos Protestantes Históricos.
  2. Atualmente a Igreja Católica, Igreja Anglicana e outras igrejas históricas usam três óleos para a Liturgia da Igreja.
  3. Óleo da Confirmação (crisma) : usado na ocasião em que o jovem (ou adulto) reafirma os votos batismais que foram feitos em seu nome por seus pais e padrinhos, tornando-se “responsável pela Fé que professa”. Também é usado nas ordenações sacerdotais como sinal de consagração dos “ungidos de Deus” para exercer o Sagrado Ministério;
  4. Óleo dos Catecúmenos : usado nas celebrações do Santo Batismo (através do sinal da cruz) significando a libertação do mal para que o iniciado na Fé Cristã seja consagrado e esteja apto a receber o Espírito Santo que vai guiá-lo no “novo nascimento em Cristo”, e

Óleo dos Enfermos : usado na administração da Bênção da Saúde (que tomou o lugar da “extrema unção”). Esta unção é para que a pessoa fique curada, ou tenha força para enfrentar os sofrimentos olhando para a Paixão do Senhor Jesus, ou então para, sendo a vontade de Deus, prepare-se para atravessar o “vale da sombra da morte” (Sl 23) e desfrutar da Vida Eterna.

A Igreja Anglicana e a Católica têm um bonito Rito de Consagração dos Óleos para Unção na Quinta-feira Santa. Na parte da manhã acontece este Rito Sacramental – A Bênção dos Santos Óleos. Não se pode precisar com exatidão a origem da bênção conjunta destes três óleos, mas sabe-se que também eram abençoados no Domingo de Ramos e até no Sábado de Aleluia.

Atualmente este ritual é presidido pelo bispo diocesano, e têm lugar no templo da Igreja Catedral onde são consagrados. A Unção aos Enfermos foi transformada em Sacramento.7. Liturgia da Unção dos Enfermos O Livro de Oração Comum, utilizado pelos Anglicanos desde o século XVI e amado por João Wesley, apresenta dois Ritos de Unção dos Enfermos.

O Culto é iniciado com um Cântico de iniciação e uma palavra de acolhida. Logo após é realizado o Ato Penitencial. Louva-se a Deus com Cânticos e a Igreja recebe a Palavra no momento da Liturgia da Palavra. São lidas duas porções da Bíblia: Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13. Finalmente ocorre a Imposição das Mãos com a Unção do Óleo.

No Livro de Oração Comum Brasileiro existe a seguinte orientação: “Qualquer pessoa enferma, seja grave ou passageira a sua doença, pode receber a imposição de mãos e a Santa Unção, e ambas podem ser administradas tantas vezes quantas requeridas durante a mesma unção”.

Neste momento o Ministro diz ao povo: “O Senhor Onipotente, que é uma torre forte para quantos nele confiam, ao qual to-das as coisas nos céus, na terra, e debaixo da terra se curvam e obedecem; seja agora e para sempre a tua defesa, e te faça conhecer e sentir, que debaixo do céu não há outro nome dado aos homens em quem e por quem tu recebas saúde e alcances a salvação, exceto unicamente o nome de nosso Senhor Jesus Cristo”.

Outra orientação segue: “As pessoas doentes devem vir à frente e ajoelhar-se no genuflexório, ou, incapacitados a isso, o Ministro irá a elas. Então, imergindo o seu polegar direito no Santo Óleo, porá suas mãos sobre a cabeça de cada um, e depois ungirá a fronte com o sinal da cruz, dizendo: Eu imponho minha mão sobre ti e te unjo com óleo, em o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, no poder de nosso Senhor Jesus Cristo para que, livre de todo o sofrimento e enfermidade, recebas a bênção da saúde.” O Ministro ora para que a Unção vá além da cura física.

  • Assim como está ungido externamente com este Santo Óleo, assim também o nosso Pai Celestial te conceda a unção interior do Espírito Santo.
  • Que Ele, por sua grande misericórdia, perdoe os teus pecados, te liberte de teus sofrimentos, fortaleça e te restaure integralmente.
  • Que o Senhor te liberte de todo o mal, te conserve em toda bondade, e te preserve na vida eterna.

Por Jesus Cristo, nosso Senhor”.8. Nossa Prática de Ungir Enfermos De um lado está o exagero e fanatismo de grupos neopentecostais com relação a Unção com Óleo, do outro lado está um Ritual Litúrgico que dá à unção uma beleza, ordem e decência. Olhamos para Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13.

  • Ao Senhor seja a Glória, agora e para sempre.
  • *Extraído do Jornal da Vila, da Igreja Metodista em Vila Isabel, RJ.

: Artigo: Unção com óleo

Quem foi que escolheu Saul como rei?

I Samuel 9–10—O Profeta Escolhe um Rei para Israel – Seguindo o padrão que usamos na Igreja atualmente, Saul foi chamado por alguém que tinha autoridade do Senhor (ver Regras de Fé 1:5), foi designado por alguém com autoridade, foi treinado e foi apresentado ao povo para voto de apoio. (Ver I Samuel 10:24.)